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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Mega-navios agravam dificuldades de salvamento

A indústria de salvamento marítimo de hoje não teria capacidade para lidar com um acidente envolvendo um porta-contntores de 22 mil TEU carregado, avisa Peter Townsend, responsável pela área marítima na AmTrust at Lloyd’s


“As necessidades [do sector de transporte marítimo] não encontram resposta nas capacidades de salvamento existentes. Precisamos de um maior investimento em meios de salvamento e precisamos de abordar a raiz destes problemas”, afirmou Townsend, citado pela revista “Tug Technology & Business”.
Sublinhando os riscos de encalhamento e de perda de cargas dos grandes navios porta-contentores, o especialista recordou, se necessário, que os navios de hoje têm mais de 50 metros de altura, 350 metros de comprimento e quase 60 metros de largura, o que aumenta os desafios para um evventual salvamento.
A propósito, lembrou o encalhamento, no ano passado, perto de Hamburgo, do CSCL Indian Ocean, de 19 000 TEU. Cerca de 6 500 toneladas de combustível tiveram de ser descarregadas do navio, o rio Elba teve de ser dragado e foram necessários 13 rebocadores ​para colocar o navio fora de perigo, numa operação de seis dias.
Entretanto, já no mês passado, houve o caso do CSCL Jupiter, navio de 10 500 TEU que encalhou nas imediações de Antuérpia. Foram necessários dez rebocadores para o desencalharem. Mas esse foi um encalhamento suave, sobre os fundos de areia, sublinhou Peter Townsend.
A situação poderá ainda complicar-se nos casos em que seja necessário retirar cargas dos navios antes de iniciar o salvamento propriamente dito, destaca Peter Townsend. Simplesmente porque a indústria de salvamento não possui gruas capazes de retirar todos os contentores de um navio de 22 000 TEU. “Podem retirar os contentores sobre o convés, mas não conseguirão retirar todas as cargas dos porões”.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Cerca de 1,5 mil litros de óleo vazaram de navio na Ilha Barnabé, diz Cetesb

Órgão ainda avalia sanções que poderão ser aplicadas à empresa. Vazamento ocorreu na noite de sábado

Cetesb estima que 1,5 mil litros de óleo tenham vazado de navio (Foto: Divulgação)

Estimativa inicial da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), divulgada na manhã desta segunda-feira (18), aponta que aproximadamente 1.500 litros de óleo diesel vazaram da embarcação NS Stella, durante operação do navio na empresa Adonai Química, na Ilha Barnabé, localizada na Margem Esquerda do Porto de Santos. 
No domingo (16), a Prefeitura de Guarujá declarou que a substância teria chegado ao Canal do Estuário. Em nota, a Cetesb diz que "a empresa Alpina (Briggs), que trabalhou no recolhimento do óleo, fez uma vistoria no domingo na Praia do Góes, mas encontrou somente iridescência do produto na lâmina d'água, que pode ser das próprias embarcações que fazem o percurso entre Santos e a praia".

A Adonai Química informou, em nota, que "foi encontrada uma pequena mancha nas proximidades do Ferry Boat e a amostra foi retirada para análise". Ainda em nota, a empresa diz que "não há estimativa de volume derramado, uma vez que o navio segue em operação" e "até o momento não foi identificado qualquer tipo de dano (ao meio ambiente)".

Segundo a Adonai, uma embarcação da empresa Alpina Briggs "está continuamente monitorando e fiscalizando o estuário e as áreas do entorno das praias do Goes, Santa Cruz dos Navegantes e Sangava".
Quanto às sanções a serem aplicadas por conta do vazamento, a diretoria da Cetesb informou que a penalidade ainda "está sendo avaliada".
Vazamento

O acidente ocorreu por volta das 20 horas, quando o navio NS Stella estava descarregando 180 mil litros de óleo diesel S-10.Para que o produto não se espalhasse, a empresa instalou barreiras de contenção e, ao longo da madrugada de sábado para domingo, houve a remoção do óleo diesel.


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Maior porto da América Latina não pode receber grandes navios


As exportações de café e açúcar branco do Brasil vêm se acumulando no porto mais movimentado da América Latina e as importações estão desacelerando. O problema não é a demanda. Os navios gigantescos que transportam milhares de contêineres simplesmente não podem navegar completamente cheios pelo canal de entrada do porto.
Se tentassem, provavelmente encalhariam.
O governo brasileiro — que enfrenta uma crise orçamentária, dois anos de recessão e um enorme escândalo de corrupção — não manteve o serviço de dragagem necessário no Porto de Santos, no estado de São Paulo. Os sedimentos se acumularam no leito oceânico, reduzindo a profundidade do canal de entrada em quase um metro.
Pode não parecer muito, mas para meganavios que transportam até 10.000 contêineres, é o suficiente para forçá-los a reduzir seus carregamentos em até 10 por cento. O Brasil é o maior exportador mundial de café, carne bovina, suco de laranja e açúcar. O setor de transporte marítimo perdeu R$ 325,5 milhões (US$ 105 milhões) em receitas nas três primeiras semanas de julho, quando o calado do canal atingiu seu ponto mais raso, estima a associação das empresas de navegação, conhecida como Centronave.

Ibama multa Atlântic Oil por derramamento de óleo no Porto de Santos

Cetesb também estuda punição pelos danos ambientais


Óleo vazou de navio atracado no Armazém 19 do Porto de Santos (Fotos: Fernando Degaspari/AT)

derramamento de 100 litros de óleo no Porto de Santos, na madrugada do último domingo (10) , causou uma multa de R$ 60 mil do Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama) à Atlantic Oil, responsável pela retirada de resíduos do navio mercante Amber Champion, com bandeira de Hong Kong. 
O acidente ocorreu porque uma mangueira estourou durante a retirada de óleo do tanque da embarcação. Já a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) estuda uma punição que pode chegar a R$ 250,7 mil pelos danos ambientais. O cargueiro estava atracado no cais do Armazém 19 para o carregamento de açúcar.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Monitoramento das operações deve agilizar movimentação de mercadorias

Painel debateu as novas tecnologias nas operações do Porto de Santos


O próximo desafio para aumentar a eficiência e a segurança nas movimentações de cargas é o monitoramento dos caminhões desde sua origem até a chegada ao Porto de Santos. É o que afirmou o Diretor de Operações Logísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) , Carlos Henrique de Oliveira Poço, nesta terça-feira (12).
Durante o terceiro painel da 15ª edição do Santos Export – Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, que debateu as novas tecnologias nas operações do Porto, o executivo destacou a eficiência do atual modelo de agendamento de caminhões no complexo e disse que há a possibilidade de rastrear a mercadoria desde o início do trajeto do caminhão até o navio. “A implantação completa desse sistema pode resolver em até 100% os gargalos que se referem aos caminhões”.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Abertura da Santos Export destaca dragagem e gargalo logístico

15ª edição do evento debaterá acessos viários e tecnologia


Com a participação de autoridades municipais, estaduais e federais; além de empresários do setor portuário, ocorreu a solenidade de abertura da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, na noite desta segunda-feira (11), no Mendes Convention Center, em Santos.
O evento, segue hoje terça-feira (12), debatendo soluções para os principais problemas do complexo. A entrada do Porto de Santos, a questão da dragagem e a descentralização da administração foram pontos lembrados durante a cerimônia.
O Presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) destacou a alta produtividade do Porto de Santos mesmo em meio a diversas obras e ao impasse da dragagem. Oliva também  falou da a importância do evento para o setor e disse que os problemas em relação ao complexo devem ser enfrentados com "Maturidade, respeito e compromisso com o País".

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Vazamento de óleo no cais santista pode acarretar multa de até R$ 250,7 mil


O derramamento de cerca de 100 litros de óleo no Porto de Santos, na madrugada do último domingo (10), poderá acarretar multa de até R$ 250,7 mil aos responsáveis pelo acidente. A decisão, de acordo com informações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), deverá sair até o meio desta semana.
O acidente ocorreu porque uma mangueira estourou quando uma empresa fazia a retirada de resíduo de óleo do tanque do navio mercante Amber Champion, com bandeira de Hong Kong.
A embarcação, que faz transporte de açúcar, estava atracada no cais do Armazém 19. A Marinha informa que ficou sabendo do problema por intermédio da Capitania dos Portos às 3h30. Na sequência, peritos foram enviados ao local.

Empresas de cruzeiro marítimo reprovadas em ranking de combate à poluição

 problema poderia ser resolvido se esses navios deixassem de usar óleo pesado



Quem embarca em um cruzeiro marítimo não imagina que o ar que respirará durante a viagem pode causar problemas. Mas segundo levantamento da ONG alemã NABU feito perto de linhas de cruzeiros, a concentração de material particulado no ar chega a 380 mil partes por metro cúbico, enquanto uma rua movimentada geralmente apresenta em torno de 20 mil partes e o ar considerado limpo possui menos de 2 mil partes.

A ONG também calculou que um navio de porte médio, que queima até 150 toneladas de combustível por dia, emite a mesma quantidade de material particulado que um milhão de carros. Como o combustível queimado por esses navios é um óleo pesado, que libera 100 vezes mais partículas de dióxido de enxofre do que o diesel marinho e 3500 vezes mais do que o diesel para carros, as emissões de dióxido de enxofre de um grande navio de cruzeiro equivalem a 376 milhões de carros.

Além disso, são emitidas grandes quantidades de outros poluentes perigosos do ar, tais como o carbono preto (que é a parte fina da fuligem) e o óxido de nitrogênio (NOx), além de dióxido de enxofre e material particulado.
O problema poderia ser resolvido se esses navios deixassem de usar óleo pesado, migrando para combustíveis mais limpos. Ou poderia ser minimizado, se instalassem filtros de partículas ou catalisadores SCR – tecnologias que já são padrão nos escapamentos de caminhões ou carros de passageiros.

Só que não: empresas como Costa, MSC e Royal Caribbean pouco têm feito para solucionar o problema e expõem seus passageiros a níveis alarmantes de poluição. Esse é um dado preocupante, já que, segundo informações da própria indústria de cruzeiros, cerca de 400 mil brasileiros embarcam nos navios dessas empresas a cada ano.

Navio derrama 100 litros de óleo no mar do Porto de Santos

A Cetesb informou que a transferência do material estava sob responsabilidade da Atlantic Oil, especializada em remoção


Um acidente na madrugada deste domingo, 10, no Porto de Santos, litoral sul de São Paulo, provocou o derramamento de 100 litros de óleo no mar. Técnicos da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) instalaram barreiras absorventes de contenção para tentar recolher o produto e evitar que o material se espalhe pelo canal do estuário.
Segundo a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), uma mangueira acoplada ao navio Amber Champion (IMO: 9637210) para retirada do óleo usado estourou por volta de 3h30, quando a embarcação estava atracada no Armazém 19.
A Cetesb informou que a transferência do material estava sob responsabilidade da Atlantic Oil, especializada em remoção, transporte, eliminação e gestão de resíduos líquidos contaminados. A reportagem tentou contato com a sede da empresa em Santos, mas não houve resposta.  

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Caribe em alerta pela chegada do furacão Irma


As ilhas do Caribe, entre elas Porto Rico e as Pequenas Antilhas, estavam em alerta nesta segunda-feira diante da ameaça do furacão Irma, dias após a passagem de Harvey na costa sul dos Estados Unidos.
Com força de categoria 3 em uma escala de 5, Irma soprava a 900 km a leste das Pequenas Antilhas com ventos máximos de 195 km/h, e se deslocava para oeste a 22 km/h, segundo o boletim das 15h00 GMT (12h00 de Brasília) do Centro Nacional de Furacões (NHC, em inglês).
Alguns meteorologistas esperam que alcance a categoria 4, máxima registrado por Harvey quando devastou zonas de Texas e Louisiana.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Corpus Christi’s Storm-Ravaged Energy Industry Begins Slow Recovery

The Paragon Offshore drillship PARAGON DPDS1 (former Noble Phoenix) broke its moorings and ran aground during Hurricane Harvey near the entrance to the port of Corpus Christi, Texas. Picture taken August 31, 2017. U.S. Coast Guard/Petty Officer 2nd Class Cory J. Mendenhall/Handout via REUTERS


Oil refiners and port facilities in Corpus Christi, Texas, are making strides resuming operations but Houston and other Gulf Coast energy hubs are still flooded by Hurricane Harvey, officials said on Thursday.
Their efforts – which could take weeks to be fully complete – will need to be repeated across a broad swath of coastal Texas and Louisiana before America’s oil and fuel production can fully recover from deep cuts caused by the storm’s record flooding.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Cargas que caíram de navio alcançam área de preservação

Parte das mercadorias do navio Log-In Pantanal chegou, pelo mar, ao Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes


A limpeza em uma área de preservação em São Sebastião, no Litoral Norte, atingida por parte da carga dos 46 contêineres que caíram no mar, no início do mês, na Barra de Santos, teve início nesta quinta-feira (31). A remoção da mercadoria no Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes estava prevista ocorrer na última quarta-feira, mas em razão do mau tempo, precisou ser adiada. 
Potes de plásticos, escovas de dente, embalagens e produtos natalinos estão entre os itens que chegaram, pelo mar, à área de preservação. Os produtos, avistados por analistas ambientais do Instituto Chico Mendes (ICMBio), órgão responsável pela gestão da unidade de conservação, estavam espalhados pela região do Saco do Funil, que fica na parte norte da ilha de Alcatrazes. 
A queda dos 46 contêineres ocorreu na madrugada do último dia 11, depois de a embarcação Log-In Pantanal concluir uma operação no cais santista e aguardar, na Barra de Santos, por uma nova janela de atracação. Desde o dia do acidente, mercadorias que estavam dentro dos contêineres começaram a aparecer nas praias da região. 

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Petróleo cai em Nova York com impacto da tempestade Harvey

Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961



O petróleo fechou em baixa nesta segunda-feira em Nova York por causa dos efeitos potenciais da tempestade tropical Harvey nas refinarias do Texas e da Louisiana e, por consequência, na demanda dos Estados Unidos pela commodity. 
O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em outubro recuou 1,30 dólar e fechou a 46,57 no New York Mercantile Exchange (Nymex).
No Intercontinental Exchange (ICE) de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte, também para entrega em outubro, perdeu 52 centavos, a 51,89 dólares.
Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Armadora terá 30 dias para resgatar contêineres do mar

A informação foi dada pela agente ambiental federal do escritório regional do Ibama


Há quase duas semanas submersos, 38 dos 46 contêineres que caíram do navio Log-In Pantanal permanecem no fundo do mar da Barra de Santos. Mas isto deve ser alterado em breve. O Ibama irá notificar a armadora Log-In, proprietária do cargueiro, a resgatar os objetos no prazo de 30 dias, além de informar a destinação de cada um deles.
A informação foi dada pela agente ambiental federal do escritório regional do Ibama Ana Angélica Alabarce, que acompanha o caso desde seu início. Segundo ela, além destes que afundaram no momento do acidente, outros oito flutuaram e se dispersaram. Até o momento, sete foram localizados e retirados do mar.

Processo de destruição de gases tóxicos deve levar cerca de um mês

Cilindros serão trazidos de volta para que seja definido o que será feito com eles. (Foto: Rogério Soares/AT)

O processo de destruição dos gases tóxicos que estão armazenados nos 115 cilindros que foram levados para alto-mar, na manhã de quinta-feira (24), deve ser concluído em cerca de um mês. Em seguida, ainda haverá a destinação final de parte dos produtos e seus recipientes.
Há mais de 20 anos os cilindros estavam esquecidos no Porto de Santos. Por volta das 9 horas de quinta-feira, foram levados por uma balsa em uma viagem que levará entre dois e quatro dias para percorrer os 93 quilômetros de distância até o local definido para a destruição do material perigoso. O procedimento será feito de quatro maneiras distintas.
No total, 12 embarcações integram o comboio formado para a destruição dos gases. Em alto-mar, 16 homens serão os responsáveis pela operação. 

Petrobrás fecha refinaria de Pasadena por causa do furacão Harvey

"Ocorre o desligamento planejado da refinaria devido o clima severo"


A Petrobras informou o fechamento da sua refinaria em Pasadena, perto de Houston, no Texas, em função do furacão Harvey.
"Ocorre o desligamento planejado da refinaria devido o clima severo", informou a empresa, em comunicado à Comissão de Qualidade Ambiental do Texas. A unidade produz 100 mil barris por dia. 
Outras refinarias da região, como a Exxon Mobile, também informaram paradas na produção. "O complexo ExxonMobil Baytown está em processo de encerramento seguro e sistemático das operações", informou a porta-voz Suann Guthrie, em nota por e-mail. "A segurança é nossa prioridade e nós tomamos todas as precauções para minimizar o impacto para a comunidade e funcionários ao longo do processo de desligamento". A refinaria produz 560 mil barris por dia. 

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Risco de acidente com contêineres ronda trânsito na Região

Baixada Santista não é a única que registra acidentes deste tipo


No início deste mês, um contêiner caiu de uma carreta que trafegava no bairro Macuco, em Santos, durante a madrugada. De acordo com a Guarda Portuária, o condutor seguia em direção à Ponta da Praia, quando o contêiner se soltou do veículo e caiu. Não houve feridos no acidente.
 
A Região não é a única a registrar este tipo de ocorrência. Em julho de 2015, um contêiner caiu de um caminhão na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro. Também não houve feridos e a operação de retirada do contêiner levou mais de duas horas.
 
Já em 2012, em Manaus, um contêiner que estava sendo transportado por um caminhão tombou e caiu em cima de um carro. O condutor do veículo, de 49 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Balsa contendo cilindros com gases tóxicos deixará o Porto de Santos nesta quinta

Recipientes, que serão destruídos, foram embarcados na terça-feira pela manhã


A balsa com os 115 cilindros com gases tóxicos encontrados no Porto de Santos deixará o complexo marítimo – seguindo para alto-mar, para a destruição dos produtos – nesta quinta-feira (24), pela manhã. A programação foi informada a A Tribuna na noite de terça-feira (22) pela agente ambiental do Ibama, Ana Angélica Alabarce, que supervisiona a operação pelo órgão ambiental federal.
A data foi marcada após a Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) liberar, ainda na tarde de terça, o rebocador que será utilizado nessa atividade. O aval não havia sido emitido antes pois a Autoridade Marítima exigiu melhorias na embarcação.
Na manhã, todos os cilindros foram retirados do Armazém 10 (na região do Valongo), onde estavam guardados, e colocados em gaiolas. Contêineres refrigerados foram içados e levados para a balsa que transportará os produtos. Depois, uma empilhadeira dispôs essas gaiolas no contentor. 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Embarcação que levaria gases tóxicos é reprovada pela Capitania

Segundo o órgão, a empresa responsável não resolveu uma pendência já cobrada


A Capitania dos Portos de São Paulo reprovou nesta segunda-feira (21) a última embarcação que faltava para ser vistoriada para o início dos trabalhos de remoção e destruição dos 115 cilindros com gases tóxicos e explosivos armazenados no Porto de Santos. 

A embarcação chegou ao complexo portuário, vinda do Rio de Janeiro, e logo foi inspecionada pela Capitania. A explicação para a reprovação é de que a empresa responsável não resolveu uma pendência já cobrada. Na semana passada, outros dois rebocadores tinham sido vetados na vistoria por não terem condições de navegar em alto-mar.
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já deu o aval para a operação e prepara uma equipe técnica que acompanhará todo o processo de destruição dos cilindros.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Queda de contêineres no Porto de Santos serve de alerta

Especialista recomenda mais fiscalização e uso de tecnologia, mas aponta erros, como o saque, indicando falta de planejamento

Na Praia Saco do Major, funcionários de empresa retiram contêiner que caiu do navio (Foto: Divulgação)

A queda de 46 contêineres no mar na Barra de Santos é considerada uma das maiores do País pela quantidade de produtos que foram parar nas águas da região. O fato das mercadorias armazenadas não serem consideradas tóxicas foi um alívio, mas a possibilidade de que isso ocorra novamente com outro tipo de carga coloca especialistas em alerta.
“São várias causas que levam a acidentes deste tipo e as mais frequentes são a falta de determinação específica do peso e do local de cada contêiner”, analisa o diretor-geral da Rambell do Brasil, Eugênio Singer.
A falta de fiscalização do acondicionamento dos produtos nos portos, principalmente os menores, faz com que esse risco cresça. “Os navios acabam não tendo uma informação precisa de peso, de balanceamento, de como essa carga está distribuída, o que seria essencial para a segurança”, diz.