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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

MPF investiga denúncia de formação de cartel na cabotagem


O Ministério Público Federal (MPF) investiga denúncia de formação de cartel no segmento de cabotagem. O inquérito apura se companhias de transporte marítimo e funcionários da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) estariam atuando em conjunto comprometendo a competitividade nesse mercado. A denúncia foi apresentada à Procuradoria Geral do Distrito Federal (PGR-DF) pela empresa Posidonia Shipping, que estima prejuízo da superior a R$ 30 milhões devido a “decisões anti-competitivas” por parte da agência desde 2013, quando a companhia entrou em operação.


A Posidonia relata excesso de rigor e afirma que alguns servidores da Antaq foram “cooptados” pelo suposto cartel. A empresa levou o assunto ao conhecimento do MPF, que encaminhou o tema para o 5º núcleo de combate à corrupção. O inquérito, aberto em setembro de 2016, investiga a denúncia de que a agência estaria privilegiando interesses de empresas membros da Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem (Abac). A defesa acusa os funcionários da agência reguladora de perseguir e prejudicar a empresa, inclusive com aplicação de multas.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Transpetro coloca em operação mais um navio construído em Pernambuco

Com 274 metros de comprimento, o navio tem capacidade de carregamento da ordem de 1 milhão de barris de petróleo e está preparado para operar no Brasil e no exterior


O navio "Abdias Nascimento" foi entregue à Transpetro e entrou em operação nesta quinta-feira (14) no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco, tendo como destino em sua primeira viagem a Bacia de Campos. 
Com 274 metros de comprimento, o navio tem capacidade de carregamento da ordem de 1 milhão de barris de petróleo e está preparado para operar no Brasil e no exterior. Com o suezmax Abdias Nascimento ao mar, a Transpetro amplia sua frota e se torna ainda mais capacitada para atender as demandas de seus clientes, garantindo a qualidade dos serviços, a segurança e respeitando os mais rigorosos padrões internacionais. 
Atualmente, cinco navios do tipo aframax estão sendo construídos no Estaleiro Atlântico Sul (EAS), sendo 3 (três) com previsão de entrega em 2018 e outros 2 (dois) em 2019.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Maior porto da América Latina não pode receber grandes navios


As exportações de café e açúcar branco do Brasil vêm se acumulando no porto mais movimentado da América Latina e as importações estão desacelerando. O problema não é a demanda. Os navios gigantescos que transportam milhares de contêineres simplesmente não podem navegar completamente cheios pelo canal de entrada do porto.
Se tentassem, provavelmente encalhariam.
O governo brasileiro — que enfrenta uma crise orçamentária, dois anos de recessão e um enorme escândalo de corrupção — não manteve o serviço de dragagem necessário no Porto de Santos, no estado de São Paulo. Os sedimentos se acumularam no leito oceânico, reduzindo a profundidade do canal de entrada em quase um metro.
Pode não parecer muito, mas para meganavios que transportam até 10.000 contêineres, é o suficiente para forçá-los a reduzir seus carregamentos em até 10 por cento. O Brasil é o maior exportador mundial de café, carne bovina, suco de laranja e açúcar. O setor de transporte marítimo perdeu R$ 325,5 milhões (US$ 105 milhões) em receitas nas três primeiras semanas de julho, quando o calado do canal atingiu seu ponto mais raso, estima a associação das empresas de navegação, conhecida como Centronave.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Movimentação portuária cresce 4,3% no segundo trimestre de 2017, diz ANTAQ

Os portos organizados e os terminais privados (TUPs) movimentaram 270,6 milhões de toneladas, totalizando um acréscimo de 11,3 milhões de toneladas no período

A movimentação de contêineres na cabotagem registrou alta de 4,9%. Fotos: ANTAQ.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviário – ANTAQ divulgou nesta segunda-feira (11) o Boletim Informativo Aquaviário com as estatísticas da movimentação dos portos organizados e instalações portuárias privadas do segundo trimestre de 2017.
Os dados, disponíveis no link no final desta matéria, mostram que os portos organizados e os terminais privados (TUPs) movimentaram 270,6 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2016, totalizando um acréscimo de 11,3 milhões de toneladas.
Segundo o Boletim, que é produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho, o resultado do setor portuário brasileiro, no segundo trimestre deste ano, foi afetado principalmente pela movimentação de commodities, com crescimento de 4,4% no grupo de minérios, e de 2,9% em sementes e frutos oleaginosos.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Abertura da Santos Export destaca dragagem e gargalo logístico

15ª edição do evento debaterá acessos viários e tecnologia


Com a participação de autoridades municipais, estaduais e federais; além de empresários do setor portuário, ocorreu a solenidade de abertura da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, na noite desta segunda-feira (11), no Mendes Convention Center, em Santos.
O evento, segue hoje terça-feira (12), debatendo soluções para os principais problemas do complexo. A entrada do Porto de Santos, a questão da dragagem e a descentralização da administração foram pontos lembrados durante a cerimônia.
O Presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) destacou a alta produtividade do Porto de Santos mesmo em meio a diversas obras e ao impasse da dragagem. Oliva também  falou da a importância do evento para o setor e disse que os problemas em relação ao complexo devem ser enfrentados com "Maturidade, respeito e compromisso com o País".

Exportações pelo Ceará crescem 87,4% em 2017

Em agosto, o volume de exportação do produto alcançou US$ 68,6 milhões


Mesmo com déficit de US$ 245 milhões na balança comercial do Estado entre janeiro e agosto de 2017, as exportações pelo Ceará nesse período tiveram um crescimento nominal de 87,4% em relação aos oito primeiros meses de 2016. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as vendas ao exterior somaram US$ 1,2 bilhão no acumulado de 2017, ante US$ 685 milhões entre janeiro e agosto do último ano.
Já as importações pelo Estado registraram uma queda de 46% no mesmo período: as compras do exterior registraram US$ 1,5 bilhão em 2017, ante US$ 2,8 bilhões nos dois primeiros quadrimestres de 2016.
Somente no mês de agosto, a balança comercial registrou um déficit de US$ 56,2 milhões, resultado da diferença de US$ 156 milhões exportados e US$ 212 milhões importados.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Antaq reduz tempo de análise de processos de outorgas na navegação


A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ reduziu o tempo médio de tramitação dos processos de outorgas de autorização nas áreas da navegação.
Entre janeiro e agosto de 2017, com relação à igual período de 2016, a redução nos tempos de tramitação dos processos de autorização atingiu 57% na navegação de apoio Marítimo, passando de 22 dias para nove dias.
Na cabotagem, o tempo para autorização caiu de 50 dias para 30 dias, o que significou redução de 30%. Na cabotagem porte bruto Inferior a 5.000 TPB, o tempo para autorização dos pedidos caiu de 69 dias para 13 dias, significando uma redução de 80%.
Com relação aos pedidos para obtenção do Pré-Registro de Embarcação em Construção, o tempo de autorização recuou 99%, saindo de 15 dias para 12 horas.

'No show' no transporte marítimo

No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”


Por Robert Grantham

• Um dos grandes problemas do transporte marítimo de contêineres é a falta de previsibilidade quanto ao volume a ser embarcado. Por um lado, para garantir o melhor aproveitamento do espaço, os armadores praticam o “overbooking” (aceitar reservas acima da capacidade nominal do navio), por outro lado os embarcadores fecham mais carga do que efetivamente poderão entregar ou fecham simultaneamente com mais de um armador (por vezes no mesmo navio, com outro membro do consórcio) para garantir que sua carga será embarcada, pois frequentemente pelos mais diferentes motivos os armadores deixam a carga no chão. O resultado de tudo isso é um serviço de baixa qualidade, com altos custos indiretos. 
No transporte de carga a granel existe, prevista em contrato, uma penalidade aplicada ao embarcador, por embarcar volume a menos do contratado, que se conhece como “dead freight” ou frete morto. Existe a previsão, mas sua aplicabilidade é geralmente antecedida de muita discussão.
No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”, que seria algo semelhante ao frete morto, mas geralmente sem sucesso, dado que considerações de ordem comercial acabam falando mais alto. Por outro lado, quando a carga é deixada para trás pelo armador, os embarcadores são onerados por custos de armazenagem, embora se abra aí uma janela para disputa, com os clientes transferindo o custo para o dono do navio. 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Portal australiano estreia preços spot em tempo real

O Mizzenit.com, portal australiano de reservas de espaço para transporte marítimo de contentores, já oferece informação em tempo real das tarifas em alguns dos maiores transportadores marítimos mundiais. Uma estreia mundial, reclama.


De acordo com a Mizzen, as companhias das quais passa a haver informação de preços em tempo real “representam mais de 25% da capacidade global de transporte de contentores”.
 
O portal indica fornecer tarifas spot instantâneas para mais de 15 300 portos (importação, exportação e transbordo) para as seguintes rotas: Oceânia de e para Austrália; Austrália/Oceânia de e para a Ásia; Austrália/Oceânia de e para a Europa, Médio Oriente/Golfo e subcontinente indiano; e Austrália de e para o Oceano Índico.
 
“Estamos muito entusiasmados em trabalhar com a indústria marítima global para oferecer mais eficiência no processo de busca e reserva de tarifas. 

Vamos adicionar novas companhias nas próximas semanas para aumentar a oferta de preços em tempo real, bem como novas rotas e mais oportunidades de produtos para que os transitários possam gastar mais tempo a conquistarem novos clientes e menos tempo a procurar preços e capacidade”, refere, no comunicado, o presidente do grupo Mizzen, Alan Taylor.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Falta de combustível afeta navios do Porto de Santos

Há atrasos de até 15 horas e cargueiros que buscaram ajuda em outros países


A falta de barcaças e combustível para o abastecimento de navios no Porto de Santos gera demoras, prejuízos e muita dor de cabeça às agências de navegação e às tripulações. Há casos de atrasos de até 15 horas na partida de embarcações e, ainda, cargueiros que seguiram desabastecidos para outros países, em busca de solução para a falta de óleo bunker. 
A Petrobras reconhece o problema e afirma que ele foi causado pelo aumento da demanda de usinas termelétricas. 
A situação é grave, considera o Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar). Segundo a categoria, em muitos casos, o término do abastecimento acontece após o final das operações de embarque e desembarque de mercadorias. Isso causa um transtorno entre agentes marítimos e os terminais, que ficam impedidos de receber novas embarcações enquanto o bombeamento do óleo não é concluído. 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Compra da Hamburg Süd pela Maersk vai mudar 'geopolítica' em Santos

O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer


A dúvida que instiga o mercado hoje é como a compra do armador de contêineres Hamburg Süd pela Maersk deve rearranjar a "geopolítica" no porto de Santos.
 
"O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer. É preciso ter um armador-âncora", afirma uma fonte que atua em terminais.
 
A Hamburg Süd tem um contrato de longo prazo com o Tecon Santos - da Santos Brasil - que termina em 2019. Como hoje a Brasil Terminal Portuário (BTP) não abarca as cargas de Maersk e MSC - seus principais clientes - mais as da Hamburg Süd, o mercado originalmente avaliava que um dos dois cenários tinham chances de se concretizar. A Maersk levar linhas para o Tecon Santos por meio de um acordo como o que a Hamburg Süd tem hoje, ou a APM Terminals, sócia na BTP, sair da BTP e comprar uma fatia do Tecon Santos.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

XV Congresso da ABTC vai discutir intermodalidade


“A Política do Transporte Rodoviário e Multimodal no Brasil” e “Segurança de Cargas na Navegação Fluvial da Amazônia” serão temas discutidos no XV Congresso Nacional Intermodal dos Transportadores de Cargas. Realizado pela ABTC (Associação Brasileira de Logística, Transportes e Cargas), o evento ocorrerá no próximo dia 15 de setembro, no Grand Mercure Hotel, em Belém do Pará (PA).
Na programação do Congresso, que reunirá empresas, organizações e líderes do transporte de cargas no Brasil, também serão debatidos os reflexos da reforma trabalhista para o setor.
As inscrições são gratuitas e limitadas e podem ser feitas de 7 de agosto a 12 de setembro, pelo site www.abtc.org.br. Após o dia 12 de setembro, as inscrições serão realizadas apenas no local do evento, de acordo com a disponibilidade de vagas.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Movimentação de veículos cresce 38% em 2017 em Suape

Foto Priscila D'arc/Suape

Por Grace Souza
De janeiro a julho deste ano, 38.118 veículos foram importados e exportados pelo Porto de Suape, alcançando um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2016. Só no mês passado, 4.628 automóveis entraram ou saíram pelo porto, registrando 14% de aumento perante julho de 2016. Os números mostram que Suape deve fechar o ano com novo recorde, ultrapassando 70 mil unidades. Em 2016, foram movimentados 54.677 veículos.
O Porto de Suape vem se consolidando, nos últimos anos, como hub port de veículos para o Norte/Nordeste do país. As montadoras GM, Jeep, Toyota e Volkswagen utilizam o ancoradouro como porta de entrada e saída dos seus automóveis, distribuindo para concessionárias da região ou exportando para países da América Latina.
As importações são provenientes da Argentina e México, principalmente. Já os veículos exportados têm como destino os países Chile, Colômbia, Costa Rica e Peru, além da Argentina e México.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Carta aberta: Um novo acidente

A mais alarmante é o silêncio com que as autoridades portuárias trataram o tema



Ao invés de famílias caminhando pela orla e grupos praticando lazer e esporte, o cenário do último final de semana nas praias da região poderia ter sido muito, muito diferente – ecossistema marinho contaminado, vidas afetadas, infraestrutura comprometida, comércio e turismo prejudicados.

A queda de 47 contêineres no mar é, portanto, um novo sinal de alerta, mais uma advertência para toda a sociedade, principalmente quando sabemos que o Porto de Santos recebe, por ano, mais de 3 milhões de contêineres.

Diante disso, que constatações tiramos do acidente com o navio Log in Pantanal?

A mais alarmante é o silêncio com que as autoridades portuárias trataram o tema.

Sob que circunstâncias e por quais motivos agiram assim, não se sabe. O que ficou patente, porém, foi o silêncio, um comportamento que parece se tornar praxe nessas ocasiões, o que gera uma profunda sensação de insegurança.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Audiência discute cobrança de tarifa portuária


A Comissão de Viação e Transportes promove audiência pública nesta quinta-feira (17) para esclarecer a cobrança da tarifa chamada de Terminal Handling Charge (THC2). Essa taxa é exigida pelos terminais portuários para separação e entrega de cargas importadas, após a descarga do navio.
Há grande divergência sobre a legalidade dessa cobrança. “Órgãos como o Tribunal de Contas da União, Tribunal de Justiça de São Paulo, Conselho Administrativo de Defesa Econômica e Agência Nacional de Transportes Aquaviários possuem entendimentos distintos sobre a cobrança”, afirma o deputado Alexandre Valle (PR-RJ), que pediu a realização da audiência.

Portos de Santa Catarina reabrem canais após paralisação por causa da ressaca

Somente o canal ao porto de Imbituba permanece fechado, mas expectativa é de reabertura ainda nesta terça


REDAÇÃO ND, FLORIANÓPOLIS 
 - ATUALIZADO EM 15/08/2017 ÀS 11H24

Os canais de acesso de quatro dos cinco portos de Santa Catarina foram reabertos na manhã desta terça-feira (15) após a interrupção de serviços que durou quatro dias por causa de uma forte ressaca no Litoral Sul do país.

As manobras de atracação e desatracação voltaram ao normal às 6h40 desta terça-feira nos portos de Itajaí e de Navegantes. Já nos portos de São Francisco do Sul e Itapoá, os canais foram abertos, mas têm restrição para o período noturno e para embarcações acima de 11,5 metros de calado (profundidade).
Somente o porto de Imbituba permanece fechado, mas, segundo o serviço de Praticagem local, as condições da maré continuarão sendo avaliadas constantemente e a expectativa é de liberação do canal ainda nesta terça-feira, já que a maré demonstra condições de voltar à normalidade.
A ressaca com registro de ondas de até quatro metros começou na quinta-feira (10) e atingiu todo o litoral catarinense em virtude do movimento de um anticiclone.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Importações em alta no Porto do Recife


O Porto do Recife divulgou recentemente seu balanço de operações no primeiro semestre. Os números mostram que, nos últimos seis meses, o Porto do Recife movimentou mais de 661 mil toneladas de cargas referentes à importação. Os dados correspondem a 79% das atividades comerciais.
Entre os países que mais enviam produtos para o território nacional está a Argentina, com 317.459 toneladas de malte de cevada, milho e trigo. Esses granéis são utilizados para suprir as indústrias e agricultura locais e da região.Em comparação com o ano de 2016, o comércio importador aumentou em 50%, indo de 440.157 toneladas para 661.545 toneladas. Os granéis destacam-se nas navegações de cabotagem e do Mercosul.
Nos transportes de longo curso, as cargas mais trabalhadas são as de barrilha e fertilizante, com quase 250 mil toneladas. Produtos vindos da América do Norte, Europa e Ásia também representam números fortes, com 41,5% das importações do semestre.Pelo alto fluxo de cargueiros, atracam no cais do Porto do Recife embarcações de diferentes bandeiras, seja de origem alemã, panamenha, francesa, entre outras. Para que as mercadorias sejam descarregadas existe uma ação conjunta da equipe portuária e da Receita Federal.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Suape registra recorde na movimentação de contêineres em julho



Julho foi um excelente mês para a movimentação de contêineres no Porto de Suape. Pela primeira vez, desde outubro de 2011, o atracadouro ultrapassou os 40 mil TEUs em um único mês. Com isso, Suape segue firme no caminho para bater o recorde anual na movimentação de contêineres, registrado naquele mesmo ano (434 mil TEUs). Os produtos são movimentados no Tecon Suape, terminal privado instalado no atracadouro pernambucano.
O crescimento foi puxado pelas operações de cabotagem, que contabilizaram aproximadamente 27,7 mil TEUs, seguido pelas importações, com aproximadamente 8,8 mil TEUs. As exportações chegaram a 3,6 mil TEUs. Em peso bruto, a movimentação alcançou 469.349 toneladas e em unidades, 24.734 contêineres.
Em julho de 2016, o registro da movimentação foi de 33.247 TEUs.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O início da logística pernambucana


Tudo teve inicio com o modal marítimo, o navegador Pero Lopes de Sousa registrou em seu diário de viagem o ancoradouro de nome de arrecifes dos navios em 1530-1532.
Porto do Recife Século XVII
Uma longa faixa marítima protegida por grandes barreiras de corais teve seu inicio na época colonial, utilizado para escoa toda a madeira de pau Brasil e as outras riquezas que por ali foram levadas para Portugal como símbolo de uma nova riqueza, em uma terra geograficamente bem localizada.
Porto do Recife 2017
Com a divisão das terras colônias pelas capitanias hereditárias, Olinda teve seu destaque sendo nomeada como capital administrativa de Pernambuco. Assim o seu porto (porto do Recife) começou a assumi um papel fundamental na logística Lusitana. Os primeiros moradores desse novo local foram pescadores e comerciantes.

Por sua localização estratégica no oceano atlântico, o porto Recife era o caminho mais próximo para Portugal, assim o custo de transporte se tornava mais barato dos que os demais locais de escoamento vigentes na época. Com o passar dos anos Pernambuco se tornou referencia na produção de açúcar, aumentando cada vez mais a sua produção, e assim o seu comercio local e as moradias nas proximidades do porto não paravam de crescer.

A justificativa dessa alta produção foi às condições climáticas perfeitas para o plantio da cana de açúcar o desbravamento do solo Pernambucano e as pacificações dos indígenas, aumentado assim sua riqueza elevando a capitania de Pernambuco a atingir o posto de maior e mais rica área de produção de açúcar do mundo.
Ao passar dos anos teve inicio a guerra dos mascates onde o povoado do recife no final do século XIX obteve a separação de Olinda, tornando se a capital administrativa de Pernambuco. O porto do Recife a que se deu o nome a cidade do recife, sofreu varias modificações com o crescimento desenfreado das moradias e do comercio local, estima se que 480 imóveis foram derrubados para a construção de novas ruas, avenidas e praças. 
Em um relato de Mário Sette podemos ter uma descrição do caso. ”Pouco a pouco desaparecia aos olhos não um bairro, mas um cenário de milhares de criaturas no seu presente e no seu passado. […] e o Corpo Santo também se desmanchava […] Poucos falariam ainda desse burgo onde Recife nascera tão enviesado de ruas e ruelas […] tudo no chão. Nunca se vira uma loucura assim.”
Contudo, o porto do recife obteve seu auge no recebimento e distribuição de granéis e sólidos. A fácil distribuição por esta localizada próxima às áreas urbanas, proporcionando um grande diferencial dos demais portos Brasileiros.
Atualmente o porto do Recife Atua com 16 berços para atracação, movimenta em 2,2 milhões toneladas anuais em carga. Com a criação de Suape o porto do Recife se potencializou na distribuição no armazenamento e distribuição de açúcar, trigo, milho é fertilizante. Os seus principais clientes em importações são Argentina, America do norte e a Europa. E as exportações tem seu destino para países da África, America do norte e a Europa.

sábado, 29 de julho de 2017

Lacre é usado para monitorar contêineres de forma eletrônica



Monitorar contêineres de forma eletrônica, com alertas de violação do cofre em casos de mudança de temperatura ou de claridade. Este é o objetivo de um lacre desenvolvido pela multinacional Orbcomm e pela BlueAgle, especializada em tecnologia de monitoramento. O CargoWatch Secure atende a uma exigência da Alfândega do Porto de Santos. 
De acordo com a Portaria nº 48 da Aduana, toda estufagem de contêiner com carga destinada à exportação deverá ser monitorada por câmeras com alta definição de imagem. Os equipamentos devem ser posicionados à frente da porta da caixa metálica, de modo a registrar toda a operação, até o fechamento dos cofres e a colocação dos lacres. 
A regra determina ainda que todo o trajeto até o terminal de embarque também deverá ser monitorado eletronicamente. Os equipamentos de rastreamento instalados nos veículos deverão identificar, sempre que requisitado pela fiscalização, a rota adotada no percurso entre o recinto e o operador portuário.