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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

MSC encomenda 11 navios de 22000 TEU´s

A MSC, número dois mundial no transporte marítimo de contentores, encomendou 11 navios de 22 000 TEU´s aos estaleiros sul-coreanos da Daewoo Shupbuilding and Marine Engineering (DSNE)



A notícia foi confirmada por uma porta-voz da companhia helvética. “Um número significativo de navios de 13-14 000 TEU serão desactivados nos próximos anos e a nova encomenda visa substituir essa frota, mais do que aumentar substancialmente a capacidade global da MSC”, afirmou.
A decisão da MSC é conhecida poucos dias depois de a CMA CGM ter confirmado oficialmente a encomenda de nove porta-contentores de 22 000 TEU junto de estaleiros chineses. O contrato com a China State Shipbuilding Corporation (CSSC) foi assinado no passado dia 19.
Os primeiros rumores sobre a hipótese de a MSC encomendar navios de 22 000 TEU surgiram em Agosto, mas não mereceram na altura quaisquer comentários.
Os analistas convergem na ideia de que o mercado terá capacidade para acomodar a nova capacidade resultante das duas mega-encomendas. Mas também avisam para o risco de se entrar numa nova corrida aos estaleiros, essa sim com consequências previsivelmente negativas para o balanço entre a oferta e a procura de capacidade e, logo, para o nível dos fretes.
Sem estas encomendas, a carteira global de pedidos junto dos estaleiros situava-se na casa dos 2,6 milhões de TEU, o nível mais baixo desde 2003.

Mega-navios agravam dificuldades de salvamento

A indústria de salvamento marítimo de hoje não teria capacidade para lidar com um acidente envolvendo um porta-contntores de 22 mil TEU carregado, avisa Peter Townsend, responsável pela área marítima na AmTrust at Lloyd’s


“As necessidades [do sector de transporte marítimo] não encontram resposta nas capacidades de salvamento existentes. Precisamos de um maior investimento em meios de salvamento e precisamos de abordar a raiz destes problemas”, afirmou Townsend, citado pela revista “Tug Technology & Business”.
Sublinhando os riscos de encalhamento e de perda de cargas dos grandes navios porta-contentores, o especialista recordou, se necessário, que os navios de hoje têm mais de 50 metros de altura, 350 metros de comprimento e quase 60 metros de largura, o que aumenta os desafios para um evventual salvamento.
A propósito, lembrou o encalhamento, no ano passado, perto de Hamburgo, do CSCL Indian Ocean, de 19 000 TEU. Cerca de 6 500 toneladas de combustível tiveram de ser descarregadas do navio, o rio Elba teve de ser dragado e foram necessários 13 rebocadores ​para colocar o navio fora de perigo, numa operação de seis dias.
Entretanto, já no mês passado, houve o caso do CSCL Jupiter, navio de 10 500 TEU que encalhou nas imediações de Antuérpia. Foram necessários dez rebocadores para o desencalharem. Mas esse foi um encalhamento suave, sobre os fundos de areia, sublinhou Peter Townsend.
A situação poderá ainda complicar-se nos casos em que seja necessário retirar cargas dos navios antes de iniciar o salvamento propriamente dito, destaca Peter Townsend. Simplesmente porque a indústria de salvamento não possui gruas capazes de retirar todos os contentores de um navio de 22 000 TEU. “Podem retirar os contentores sobre o convés, mas não conseguirão retirar todas as cargas dos porões”.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Papo Reto: Gargalos Logísticos Travam a Economia


Congestionamento de caminhões no Porto de Santos…

Neste Papo Reto,  Antonio Fernando Pinheiro Pedro aponta para os gargalos logísticos,  entraves burocráticos e falta de planejamento, que  impedem a modernização de portos, aeroportos, hidroportos, terminais rodo-ferroviários e centros de logística de abastecimento integrados em nosso território.
Para Pinheiro Pedro é uma tragédia que nenhum organismo governamental, da União às prefeituras, saibam o que é logística de abastecimento. Ninguém sabe como um simples cotonete sai da fábrica e chega ao ouvido do dirigente de plantão…
As perdas ocasionadas pelo gargalo no escoamento da produção e circulação de bens e pessoas chegam a níveis preocupantes e podem comprometer o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Tamanho médio dos porta-contentores cresceu mais de mil TEU´s

O tamanho médio dos navios porta-contentores que escalaram portos de todo o mundo no primeiro trimestre cresceu 1 076 TEU, ou 12,6%, em relação ao período homólogo do ano passado


A conclusão é da IHS Markit, com base nos dados recolhidos de 879 terminais em 500 portos de todos os continentes  e relativos a companhias de navegação que representam mais de 75% da capacidade da frota global e mais de 95% da capacidade global na faixa acima dos 4 000 TEU.
A dimensão média dos navios a fazerem escala aumentou em todas as principais regiões do mundo, com os maiores crescimentos a serem registados no Sudeste Asiático (19,2%), América Latina (17,1%) e América do Norte (17%), segundo a IHS Markit. A única excepção à tendência foi África.
Onde se verificaram as maiores dimensões médias dos navios porta-contentores em escala foi nos terminais do Médio Oriente e Índia (1 731 TEU), seguindo-se a América do Norte (1 551 TEU) e o Leste da Ásia (1 124 TEU).
Em termos globais, os navios de +10 000 TEU de capacidade representaram 10,7% das escalas (8,5% há um ano), sendo 7% relativos a escalas de navios de 10 000-14 000 TEU e 3,7% relativos a escalas de navios de +14 000 TEU.
Embora, de acordo com a consultora, a grande maioria das escalas ainda seja feita por navios de capacidade abaixo dos 5 400 TEU, o tamanho médio dos navios continua a crescer e isso pressiona os operadores de terminais a actualizarem as suas instalações e processos para operarem embarcações maiores.
A capacidade total da frota de contentores estava nos 20,6 milhões de TEU no final do segundo trimestre do ano em curso, um aumento de 1,4% face a igual trimestre de 2016.

Primeira operação de abastecimento de LNG em alto mar


O navio Coralius, de abastecimento de LNG, da empresa finlandesa Skangas (controlada pela estatal Gasum) realizou a primeira operação de abastecimento de LNG em águas internacionais, entre a Dinamarca e a Suécia. O navio tanker de transporte de produtos químicos Fure West, da operadora sueca Furetank, recebeu o abastecimento. 

O presidente da Skangas, Kimmo Rahkamo, comentou que a operação de bunkering do Fure West, realizada entre navios em alto mar comprovou que o Coralius realiza as operações para as quais foi construído. O abastecimento ship-to-ship em alto mar marca uma nova etapa na história das operações de bunker.
O navio Coralius, em sua viagem inaugural, inicia uma nova rotina de abastecimento ship-to-ship em alto mar. O LNG (gás natural liquefeito) é o combustível marítimo mais limpo (em emissões poluentes) e vem sendo usado de forma crescente em navios de todos os tipos por ser alternativa econômica para empresas comprometidas com redução das emissões de carbono.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Congresso Latino-Americano de Portos reúne profissionais e especialistas em novembro no Uruguai


Evento inclui temas como as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região, o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.

Com uma visita técnica ao porto de Montevidéu e uma intensa agenda social, novos palestrantes se somam à programação de exposições do XXVI Congresso Latino Americano de Portos, de 6 a 9 de novembro, em Punta Del Este, no Uruguai. Com a abertura do Ministro dos Transportes do Uruguai, Víctor Rossi, que detalhará sua visão sobre a projeção logística do país; o congresso inclui temas como o avanço do comércio e o transporte perante uma nova ordem mundial entre globalização e protecionismo; as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região; o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.
Experientes executivos e diretores de administrações portuárias, de companhias operadoras e fornecedores analisarão questões sobre perspectivas futuras da indústria marítimo-portuária da região, incluindo a Carlos Urriola, vice-presidente executivo de Manzanillo International Terminal Panamá S.A MIT; Giovanni Benedetti, gerente comercial da Sociedade Portuária Regional de Cartagena S.A., na Colômbia; e Yurik Díaz, gerente da Divisão de Terminais Portuários na SAAM S.A, do Chile, entre vários outros.

MP altera inscrição do transportador no RNTRC


O Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 800, de 18 de setembro de 2017, que estabelece as diretrizes para a reprogramação de investimentos em concessões rodoviárias federais e altera normas do RNTRC.
Investimentos em Concessões Rodoviárias
Com a Medida, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) está autorizada, uma única vez, a realizar, de acordo com as concessionárias, a reprogramação de investimentos em concessões rodoviárias federais, cujos contratos prevejam concentração de investimentos em seu período inicial. As novas regras ampliam de 5 para 14 anos o prazo para a realização de investimentos, como as obras de duplicação dos trechos concedidos, devendo o novo cronograma ser negociado com a ANTT, que poderá exigir, em troca do novo prazo, a redução nas tarifas de pedágio, encurtamento do prazo da concessão ou uma combinação de ambos. As concessionárias poderão manifestar interesse em aderir à reprogramação de investimentos no prazo de um ano, contado da data de publicação da MP, estando o ajuste condicionado, em cada caso, à demonstração da sustentabilidade econômico-financeira do empreendimento até o final da vigência da concessão.
Inscrição no RNTRC
A MP também promoveu alterações na Lei nº 10.233/2001 que, ao incluir o Art. 14-B, estabelece que a realização de transporte rodoviário de carga própria, de cargas especiais e de produtos perigosos depende de inscrição do transportador no RNTRC em categoria específica na forma estabelecida pela ANTT. As condições para a realização do transporte rodoviário de produtos perigosos se aplica a transportadores remunerados e de carga própria. A inscrição em categoria específica no RNTRC para o transporte rodoviário de carga própria, de cargas especiais e de produtos perigosos deverá ser realizada no prazo de um ano, contado da data de publicação do regulamento da ANTT. A Medida entrou em vigor hoje (19/09), com sua publicação no Diário Oficial da União.

Prémios de seguros marítimos continuam a descer

Receitas das seguradoras em prémios marítimos caíram 9% em 2016, reforçando uma tendência que já vinha de 2015. Dólar forte, navios maiores, catástrofes naturais e incertezas no mercado energético contribuem para este cenário


Os prémios dos seguros marítimos atingiram os cerca de 23 mil milhões de euros em 2016, menos 9% do que em 2015, revela um relatório da International Union Marine Insurance (IUMI) ontem divulgado, confirmando uma tendência destes prémios de seguro (em 2015, os 25,5 mil milhões de euros de prémios já representavam uma queda de 9,9% face ao ano anterior).
Segundo Astrid Seltmann, vice-presidente do Comité de Factos & Números da IUMI, parte desta diminuição do valor dos prémios é atribuída a um Dólar valorizado face a outras moedas. No entanto, a descida também não é alheia às condições adversas da economia global, ao preço das commodities e à vulnerabilidade do transporte marítimo e das actividades offshore.
“Esta preocupante tendência decrescente conduz a uma crescente incompatibilidade entre as receitas e as obrigações das seguradoras de cobrirem grandes perdas, particularmente à luz de uma tendência para navios cada vez maiores e de uma acumulação de riscos em portos”, refere o mesmo responsável.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Aduana apreende carregamento de produtos declarados ilegalmente

Os agentes o abriram, encontrando em seu interior 424 artigos


Um carregamento com vinhos, suplementos alimentares e artigos eletrônicos – declarados ilegalmente como objetos plásticos e caixas metálicas – foi apreendido pela Alfândega do Porto de Santos na última quinta-feira (14). Os produtos, avaliados em R$ 2,5 milhões, estavam em um contêiner descarregado no complexo.
A irregularidade foi descoberta quando o contêiner foi fiscalizado após ser desembarcado. O procedimento envolve passar o contentor por um dos escâneres do cais. As imagens internas da caixa de aço, captadas pelo equipamento, possibilitaram aos agentes da Alfândega verificar que os artigos encontrados não eram os declarados na documentação apresentada ao órgão da Receita Federal.
Em seguida, o contêiner foi separado para inspeção física, Os agentes o abriram, encontrando em seu interior 424 artigos. Entre eles, foram descobertos vinhos com quase 50 anos de envelhecimento, peças automotivas, suplementos nutricionais de importação restrita, aparelhos médicos, instrumentos eletrônicos, artigos de informática e armações de óculos.
Também estavam no contêiner armas de ar-comprimido, perfumes e cabelos humanos.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Porto de Santos quebra recordes de movimentação

Fotos do Porto de Santos para o banco de imagens do site www.portodesantos.com.br

O Porto de Santos registrou recordes históricos de movimentação mensal  e acumulada de cargas, ultrapassando, pela primeira vez, as marcas de 12 milhões de toneladas ao mês e de 70 milhões de toneladas  no período.
O mês de julho, fortemente impulsionado pelas exportações, atingiu o total de 12.053.697 toneladas, superando  em 5,75% a até então melhor marca mensal, verificada em maio último (11.397.641 toneladas) e superando em 18,4% o movimento de julho do ano passado (10.182.378 toneladas), com as exportações alcançando crescimento de 23,1%.
O total acumulado, com forte aumento das importações e elevada participação das exportações, chegou a 73.097.632 toneladas, ultrapassando em 7,6% o maior movimento, registrado no período de janeiro a julho do ano passado (67.960.460 toneladas).

Movimentação de contêineres bate novo recorde no Porto de Suape


Por Grace Souza
Principal porto do Nordeste na movimentação de contêineres, Suape bateu novo recorde no mês de agosto superando a marca de julho, que havia sido de 40.293 TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), até então a melhor do ano.

A movimentação de agosto deve ficar em torno dos 40.600 TEUs, superior aos 36.211 TEUs de agosto de 2016, já que os dados serão consolidados pela Antaq no fim de setembro. No acumulado de 2017, Suape registra mais de 300 mil TEUs, número maior do que o apurado no período de janeiro a agosto de 2016, quando foram movimentados 248.718 TEUs.
A curva de crescimento mostra um cenário bastante positivo para encerrar o ano com recorde na movimentação deste tipo de carga. A melhor marca foi atingida em 2011, quando Suape fechou o ano com 434 mil TEUs. No cenário nacional, o atracadouro pernambucano continua na 4º posição entre os portos públicos com maior movimentação de carga conteinerizada.
“O crescimento na movimentação deste tipo de carga mostra que Suape se mantém em destaque e na rota das principais empresas de navegação marítima, tanto nacionais quanto internacionais. Esse resultado também é fruto do trabalho do Tecon Suape que tem investido na melhoria de sua tecnologia e infraestrutura, apostando na rapidez dos serviços ofertados na movimentação de contêineres”, explicou Marcos Baptista Andrade, presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape.

Maior porto da América Latina não pode receber grandes navios


As exportações de café e açúcar branco do Brasil vêm se acumulando no porto mais movimentado da América Latina e as importações estão desacelerando. O problema não é a demanda. Os navios gigantescos que transportam milhares de contêineres simplesmente não podem navegar completamente cheios pelo canal de entrada do porto.
Se tentassem, provavelmente encalhariam.
O governo brasileiro — que enfrenta uma crise orçamentária, dois anos de recessão e um enorme escândalo de corrupção — não manteve o serviço de dragagem necessário no Porto de Santos, no estado de São Paulo. Os sedimentos se acumularam no leito oceânico, reduzindo a profundidade do canal de entrada em quase um metro.
Pode não parecer muito, mas para meganavios que transportam até 10.000 contêineres, é o suficiente para forçá-los a reduzir seus carregamentos em até 10 por cento. O Brasil é o maior exportador mundial de café, carne bovina, suco de laranja e açúcar. O setor de transporte marítimo perdeu R$ 325,5 milhões (US$ 105 milhões) em receitas nas três primeiras semanas de julho, quando o calado do canal atingiu seu ponto mais raso, estima a associação das empresas de navegação, conhecida como Centronave.

Gestão privada reduzirá custo da dragagem do Porto

Resultado foi destacado pelo diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários Mario Povia

Novo modelo de administração da dragagem do canal foi debatido no Santos Export (Foto: Carlos Nogueira/AT)

A gestão privada da dragagem do Porto de Santos reduzirá os custos da obra e, consequentemente, trará uma economia para os usuários do complexo marítimo. A constatação é do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) Mario Povia. Segundo o executivo, o modelo de consórcio é o mais adequado para garantir a continuidade do serviço no cais santista.

Povia analisou a questão da dragagem de Santos durante sua participação, ontem, no painel que discutiu a necessidade de um novo modelo de contratação do serviço, na 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos. O evento, que terminou nesta terça-feira (12), é promovido pelo Grupo Tribuna e pela Una Marketing de Eventos, o Santos Export se consolidou como um dos maiores fóruns de debates portuários do País.
As recentes e constantes reduções do calado operacional (fundura máxima que as embarcações podem atingir quando totalmente carregadas) do Porto reacenderam as discussões sobre a necessidade de garantir um serviço de dragagem de qualidade e perene. Por conta disso, entidades do cais santista se reuniram e fizeram uma proposta ao Governo Federal de concessão da obra à iniciativa privada. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Estaleiro Atlântico Sul quer ampliar leque de clientes


Os leilões de exploração e produção de blocos de petróleo do País são a esperança de sobrevivência do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) após 2019, ano em que se encerra sua última encomenda feita por seu único cliente, a Transpetro. A lógica é que, com mais players no mercado, a empresa volte a fechar contratos para a construção de mais navios e, mesmo com um hiato entre as produções, a funcionalidade da maior e mais moderna estrutura do País seja mantida.
Numa visita política, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), esteve ontem no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Litoral Sul de Pernambuco, para conhecer o estaleiro com a promessa de aproximar mais empresas do polo naval pernambucano.

Monitoramento das operações deve agilizar movimentação de mercadorias

Painel debateu as novas tecnologias nas operações do Porto de Santos


O próximo desafio para aumentar a eficiência e a segurança nas movimentações de cargas é o monitoramento dos caminhões desde sua origem até a chegada ao Porto de Santos. É o que afirmou o Diretor de Operações Logísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) , Carlos Henrique de Oliveira Poço, nesta terça-feira (12).
Durante o terceiro painel da 15ª edição do Santos Export – Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, que debateu as novas tecnologias nas operações do Porto, o executivo destacou a eficiência do atual modelo de agendamento de caminhões no complexo e disse que há a possibilidade de rastrear a mercadoria desde o início do trajeto do caminhão até o navio. “A implantação completa desse sistema pode resolver em até 100% os gargalos que se referem aos caminhões”.

Movimentação portuária cresce 4,3% no segundo trimestre de 2017, diz ANTAQ

Os portos organizados e os terminais privados (TUPs) movimentaram 270,6 milhões de toneladas, totalizando um acréscimo de 11,3 milhões de toneladas no período

A movimentação de contêineres na cabotagem registrou alta de 4,9%. Fotos: ANTAQ.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviário – ANTAQ divulgou nesta segunda-feira (11) o Boletim Informativo Aquaviário com as estatísticas da movimentação dos portos organizados e instalações portuárias privadas do segundo trimestre de 2017.
Os dados, disponíveis no link no final desta matéria, mostram que os portos organizados e os terminais privados (TUPs) movimentaram 270,6 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2016, totalizando um acréscimo de 11,3 milhões de toneladas.
Segundo o Boletim, que é produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho, o resultado do setor portuário brasileiro, no segundo trimestre deste ano, foi afetado principalmente pela movimentação de commodities, com crescimento de 4,4% no grupo de minérios, e de 2,9% em sementes e frutos oleaginosos.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Governo britânico financia testes de poupança energética no transporte marítimo

O Reino Unido vai aplicar 6,4 milhões de euros em inovação energética para navios e prestar apoio técnico ao desenvolvimento de tecnologias de poupança energética no sector.


O Governo britânico, em parceria com a indústria, vai financiar em cerca de 6,4 milhões de euros ensaios relacionados com sistemas inovadores que permitam poupar energia no transporte marítimo e, através da sua guarda costeira, fornecer apoio técnico a projectos com a mesma finalidade, refere o World Maritime News. Desta forma, o Reino Unido espera contribuir para a redução de emissões poluentes no sector, que considera responsável pela emissão de mil milhões de toneladas anuais de CO2 e 2,5% dos gases com efeito de estufa à escala global.
Entre os sistemas de poupança energética estarão dispositivos propulsores de última geração, mecanismos de recuperação de calor a bordo e soluções que recorrem à energia eólica para reduzir o consumo de combustível. Já entre os beneficiários de apoio técnico conta-se um projecto que procura demonstrar a utilidade do uso de células de hidrogénio em ferries no Reino Unido e o trabalho da Caledonian MacBrayne Ferries para fornecer navios híbridos e desenvolver novos processos propulsores e combustíveis para a próxima geração de ferries.

Segundo maior da Europa, Porto de Antuérpia é tema no Santos Export

Brasil é o sexto maior parceiro comercial do complexo, considerado referência internacional


Um panorama geral sobre o Porto da Antuérpia, segundo maior da Europa para o frete marítimo internacional, foi apresentado por seu representante no Brasil, Ricardo Sproesser, no primeiro painel da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, realizado nesta terça-feira (12) no Mendes Convention Center. 
Localizado na região central no Noroeste da Europa, o porto, que oferece excelente acesso aos principais centros industriais europeus, apesar de não ter terminais portuários automatizados, é considerado o de maior atividade naquele continente.
O Porto de Antuérpia, segundo Sproesser, não realiza agendamento de carga e descarga de mercadorias, como já ocorre no Porto de Santos. No entanto, entre suas peculiaridades, produz energia com capacidade para abastecer tanto o cais, quanto a própria  Cidade. 
Segundo Sproesser, o Brasil hoje é o sexto maior parceiro comercial do Porto de Antuérpia, que no ano passado movimentou 214 milhões de toneladas entre fluxos de importação e exportação. 

Exportações pelo Ceará crescem 87,4% em 2017

Em agosto, o volume de exportação do produto alcançou US$ 68,6 milhões


Mesmo com déficit de US$ 245 milhões na balança comercial do Estado entre janeiro e agosto de 2017, as exportações pelo Ceará nesse período tiveram um crescimento nominal de 87,4% em relação aos oito primeiros meses de 2016. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as vendas ao exterior somaram US$ 1,2 bilhão no acumulado de 2017, ante US$ 685 milhões entre janeiro e agosto do último ano.
Já as importações pelo Estado registraram uma queda de 46% no mesmo período: as compras do exterior registraram US$ 1,5 bilhão em 2017, ante US$ 2,8 bilhões nos dois primeiros quadrimestres de 2016.
Somente no mês de agosto, a balança comercial registrou um déficit de US$ 56,2 milhões, resultado da diferença de US$ 156 milhões exportados e US$ 212 milhões importados.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Duas primeiras semanas de setembro têm superávit de US$ 1,376 bilhão



Nas duas primeiras semanas de setembro, que tiveram cinco dias úteis, a balança comercial brasileira alcançou um superávit de US$ 1,376 bilhão -  resultado de exportações no valor de US$ 4,560 bilhões e importações de US$ 3,184 bilhões. No ano, as exportações já chegam a US$ 150,502 bilhões e as importações, a US$ 101,021 bilhões, com saldo positivo de US$ 49,482 bilhões.
Nas exportações, houve crescimento de 21,2% na comparação da média das vendas externas até a segunda semana de setembro deste ano (US$ 912 milhões) com a média de setembro de 2016 (US$ 752,4 milhões), em razão do aumento nos embarques de produtos básicos (28,7%, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro e carnes bovina, suína e de frango) e de manufaturados (28,7%, em função de aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, motores e turbinas para aviação, torneiras, válvulas e partes).