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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Tamanho médio dos porta-contentores cresceu mais de mil TEU´s

O tamanho médio dos navios porta-contentores que escalaram portos de todo o mundo no primeiro trimestre cresceu 1 076 TEU, ou 12,6%, em relação ao período homólogo do ano passado


A conclusão é da IHS Markit, com base nos dados recolhidos de 879 terminais em 500 portos de todos os continentes  e relativos a companhias de navegação que representam mais de 75% da capacidade da frota global e mais de 95% da capacidade global na faixa acima dos 4 000 TEU.
A dimensão média dos navios a fazerem escala aumentou em todas as principais regiões do mundo, com os maiores crescimentos a serem registados no Sudeste Asiático (19,2%), América Latina (17,1%) e América do Norte (17%), segundo a IHS Markit. A única excepção à tendência foi África.
Onde se verificaram as maiores dimensões médias dos navios porta-contentores em escala foi nos terminais do Médio Oriente e Índia (1 731 TEU), seguindo-se a América do Norte (1 551 TEU) e o Leste da Ásia (1 124 TEU).
Em termos globais, os navios de +10 000 TEU de capacidade representaram 10,7% das escalas (8,5% há um ano), sendo 7% relativos a escalas de navios de 10 000-14 000 TEU e 3,7% relativos a escalas de navios de +14 000 TEU.
Embora, de acordo com a consultora, a grande maioria das escalas ainda seja feita por navios de capacidade abaixo dos 5 400 TEU, o tamanho médio dos navios continua a crescer e isso pressiona os operadores de terminais a actualizarem as suas instalações e processos para operarem embarcações maiores.
A capacidade total da frota de contentores estava nos 20,6 milhões de TEU no final do segundo trimestre do ano em curso, um aumento de 1,4% face a igual trimestre de 2016.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Confiante nas metas


Hidrovias do Brasil projeta que até 2020 operações da empresa no Arco Norte representarão dois terços de suas atividades
• A Hidrovias do Brasil projeta que, com base nos contratos firmados e no desenvolvimento do Arco Norte, as operações da empresa em 2020 representarão dois terços das suas atividades. Atualmente, metade dos negócios da companhia está localizada no Norte. As atividades no Sul, que correspondem à outra metade da companhia, estão estáveis e devem representar em torno de um terço das operações do grupo com crescimento do novo corredor. A expectativa é que a movimentação de grãos no Norte, considerando os principais players desse mercado, chegue a 20 milhões de toneladas em cinco anos, sendo 15 milhões de toneladas já em 2017.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Competitividade dos portos.

A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) reuniu representantes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), empresários e usuários de portos para tratar de questões de logística e assuntos ligados à Lei dos Portos, competitividade e produtividade do setor.



A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) reuniu representantes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), empresários e usuários de portos para tratar de questões de logística e assuntos ligados à Lei dos Portos, competitividade e produtividade do setor.
Dentre as principais questões levantadas, estão a preocupação com o cerco que o crescimento das grandes cidades vêm causando aos portos, sendo um dos fatores para os sérios problemas nos acessos terrestres e marítimo. A baixa eficiência das administrações portuárias públicas também é apontada como vilã da crise portuária. Neste sentido, o diálogo com os agentes deste processo torna-se imprescindível para vencer os principais entraves.
“Nosso objetivo é levantar as demandas e procurar encontrar as soluções. Lutamos por elevar a qualidade de nossos postos e buscar, cada vez mais, a integração entre eles, no Brasil e no exterior. Neste processo, o Pará é muito importante, já que grandes negócios são feitos por aqui e, em questão de logística, a via fluvial é o meio mais rentável”, destaca Jovelino Pires, coordenador da Câmara de Logística Integrada (CLI), da AEB.

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Indústrias naval e metal-mecânica demitiram 4 mil pessoas em Pernambuco

Na próxima semana, serão homologadas 162 demissões



Mais de 4 mil trabalhadores foram dispensados pelas indústrias naval e metal-mecânica nos seis primeiros meses deste ano, segundo um levantamento feito pelo Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Pernambuco. As demissões ocorreram em pelo menos 11 empresas que se concentram no Complexo Industrial Portuário de Suape, incluindo dois estaleiros e fábricas que produzem desde lata, autopeças, eletrodomésticos e até insumos para a construção civil. “É muito preocupante. É um desemprego em série de pais de família que vão passar mais de ano para voltar ao mercado de trabalho”, diz o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Pernambuco, Henrique Gomes. Somente, nesta terça-feira (2), um estaleiro demitiu 40 funcionários e uma empresa de esquadrias, 35 pessoas.
“E estamos contabilizando somente as demissões que passaram pelo Sindicato. Na próxima semana, serão homologadas 162 demissões”, afirma Henrique. O Sindicato só homologa as demissões de empregados que passaram mais de um ano trabalhando. Os demais desligamentos são concluídos sem a anuência das entidades de classe.
A demissão nesse caso é a face mais perversa da crise econômica que paralisa a economia. “A maior parte dessas empresas reduziu a produção porque não têm mercado”, conta Henrique. Isso significa que a maioria dessas companhias desativaram algumas linhas de produção pela queda no consumo. Outro problema que atinge os trabalhadores “é a falta de um programa de qualificação que leve o desempregado a migrar para outra atividade” que esteja precisando de trabalhadores.
 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Cônsul dos EUA conhece Complexo e estuda a possibilidade de parcerias



O novo cônsul dos Estados Unidos no Recife visitou, na manhã desta quarta-feira (26), as dependências do Complexo Industrial Portuário de Suape. No cargo desde o último dia 10, John Barrett e sua comitiva foram recebidos pelo presidente Marcos Baptista, pelo vice Marcelo Bruto e por membros da diretoria. Durante a passagem pelo porto, o diplomata fez questão de destacar a relação histórica de amizade entre os Estados Unidos e o Estado de Pernambuco e falou sobre a possibilidade de novas parcerias.
No início da visita, o cônsul foi presenteado com o leão de barro de Nuca de Tracunhaém, um dos expoentes do artesanato do Estado. Em retribuição ofertou bolas de beisebol com o emblema do Departamento de Estado Americano ao presidente Marcos Baptista e ao vice Marcelo Bruto. Após a troca de presentes, Marcos, Marcelo e membros da diretoria fizeram uma apresentação ao diplomata, onde mostraram números recentes de movimentação de carga e características do Porto de Suape.
Durante a apresentação, Barrett conheceu detalhes sobre a operação portuária e sobre projetos em desenvolvimento, como o segundo terminal de contêineres (Tecon 2). “O porto tem uma bela estrutura e potencial para atrair grandes investimentos, ampliando parcerias com os EUA”, destacou. Já o presidente Marcos Baptista reforçou que Suape está aberto para novos investimentos e que o auxílio americano é importante para consolidar o porto pernambucano como o principal da região Nordeste. No fim da visita, Barrett visitou a área portuária, antes de retornar ao Recife.

terça-feira, 25 de julho de 2017

Estaleiro Atlântico Sul espera obter carência de dívida para ganhar fôlego financeiro



Para garantir o funcionamento, dois contratos estão em fase de negociação com a South American Tanker Company Navegação S.A

Com quase dez anos de operação, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) deve finalmente fechar o ano  com resultado operacional positivo. Hoje são necessárias 80 horas/homem (HH)  para produção de uma tonelada de navio. A média nacional é de 200 HH. Mas o resultado ainda não se reflete em receita. Os custos ainda são altos. O principal deles referente a financiamentos: anualmente são R$ 350 milhões destinados a esse fim. A dívida total é de R$ 1,6 bilhão (sendo R$ 1,3 bilhão junto ao BNDES), valor que deve ser pago até 2027. Além disso, a falta de novos contratos gera incertezas. A carteira de encomendas em andamento segue até 2019. A partir daí, o destino do projeto depende de uma série de fatores. Por isso, é fundamental para o estaleiro uma Medida Provisória (MP) que dê carência de dois anos dos seus financiamentos junto ao governo federal.
Para garantir o funcionamento, dois contratos estão em fase de negociação com a South American Tanker Company Navegação S.A. (Satco). Mas antes de assinar, a empresa aguarda a divulgação de demanda da Petrobras, justificando o investimento que chega a R$ 2,2 bilhões. “O primeiro contrato diz respeito à construção de oito petroleiros MR (Medium Range). Seriam quatro para transporte de óleo e quatro para transporte de produto. E aí o que se diz é que para esses últimos não haveria demanda. Não acreditamos que seja assim, afinal, hoje se importa navios, porque isso acontece se podemos produzir? Por isso, aguardamos a divulgação da demanda pela Petrobras, o que deve acontecer em julho”, explicou o presidente do EAS, Harro Burmann.

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Na mira das oportunidades



A retração de encomendas e a estagnação das cadeias produtivas têm levado a indústria naval a buscar alternativas para sobreviver, como o deslocamento da atividade de construção para o reparo de embarcações, descomissionamento de plataformas e, mais recentemente, desmanche de navios — possibilidade que somente agora entra no radar dos estaleiros. Entretanto, o anúncio do governo federal de realizar cinco grandes leilões de petróleo entre 2017 e 2018, para atrair novos investidores para o setor de óleo e gás nacional, dá algum alento ao setor. Três deles devem acontecer ainda neste ano (dois com áreas do pré-sal e um em regiões do pós-sal), enquanto os outros dois estão programados para 2018, um para cada tipo. A expectativa é de que esses leilões gerem cerca de R$ 60 bilhões de investimentos no país.

domingo, 18 de setembro de 2016

Corte de vagas virou rotina do Estaleiro Atlântico Sul

Somente a Indústria de Transformação fechou 6.825 vagas.


Filas de desempregados no lugar que foi símbolo do desenvolvimento do Brasil e, sobretudo, do Nordeste. O Complexo Industrial Portuário de Suape - onde se instalaram o Estaleiro Atlântico Sul, a Refinaria Abreu e Lima e o Polo Petroquímico e Têxtil - passou rapidamente dos números superlativos de um grande centro de desenvolvimento, para onde foram atraídos milhares de trabalhadores, aos dramáticos números de cortes de mão de obra.

Em 2015, o município de Ipojuca, onde o Complexo está inserido, foi o campeão do desemprego no Brasil, com o encerramento de 28 mil vagas em 12 meses, segundo dados do Cadastro Geral de

segunda-feira, 23 de maio de 2016

EM BUSCA DE OPÇÕES



Reparo naval é parte da estratégia de estaleiros que precisam minimizar prejuízos com falta de contratos de construção >> Assim como em outras crises do setor, o reparo naval voltou a entrar no radar de estaleiros de todo o país. Longe de ser a solução para a queda no faturamento das empresas e demissões em massa, a adoção desse serviço visa aproveitar parte da mão de obra, fidelizar clientes e ampliar as opções de negócios de algumas unidades de construção. A demanda é maior por embarcações de pequeno e médio porte. Com poucos diques disponíveis no Brasil e dificuldades para oferecer custos competitivos, empresas do setor perdem oportunidade de fechar contratos para realizar reparos de navios e plataformas.

Fonte: www.portosenavios.com.br


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

TRANSPETRO REDUZ PEDIDOS E ATINGE VARD PROMAR


A crise financeira da Petrobras e o impasse em torno da Sete Brasil continuam afetando o setor naval. Esta semana, o estaleiro Vard Promar, localizado em Pernambuco, foi informado do cancelamento de duas encomendas de navios gaseiros, orçados em quase R$ 300 milhões.

A notícia caiu como uma bomba na empresa, que já estava em situação complicada devido aos

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

EISA LANÇA O PORTA-CONTÊINER 'LOG-IN JEQUITIBÁ'


O estaleiro Eisa, localizado no Rio de Janeiro, lança ao mar nesta quarta-feira (9) o navio porta-contêiner "Log-In Jequitibá" (casco EI-506). Esta é a quinta embarcação de uma encomenda de sete feitas pela Log-In Logística Intermodal ao Eisa. O investimento da empresa no projeto de construção é superior a R$ 1 bilhão.

O "Log-In Jequitibá" possui 218,45 metros de comprimento total e capacidade para transporte de até 2.808 TEUs ou cerca de 38 mil toneladas de porte bruto. A nova embarcação tem estrutura para transporte de contêiner de elevado peso e refrigerados, com 200 tomadas para contêineres frigoríficos.

A madrinha do navio é Laira Vanessa Lage Gonçalves, diretora do Departamento da Marinha Mercante, do Ministério dos Transportes.


O Eisa entregou três embarcações da série, sendo dois porta-contêineres ("Log-In Jatobá" e "Log-In Jacarandá") e um graneleiro ("Log-In Tambaqui"). Além destes, foi lançado o graneleiro "Log-In Tucunaré". Faltam ser lançados ainda dois porta-contêineres.

Características:
Comprimento total: 218,45 metros
Boca: 29,8 metros
Calado de verão: 11,6 metros
Potência: 18.780kW
Classificadora: Bureu Veritas

Projetista: Projemar

sexta-feira, 31 de julho de 2015

VARD PROMAR ENTREGA PRIMEIRO GASEIRO DO PROMEF


O estaleiro Vard Promar (PE) entregou, nesta quinta-feira (30), o primeiro da série de oito navios gaseiros encomendados pela Transpetro no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio Oscar Niemeyer é a 11ª embarcação do programa a entrar em operação. A viagem inaugural tem como

sábado, 7 de março de 2015

Efeitos do Petrolão chegam a Suape. Atlântico Sul demite 2.400 pessoas em Pernambuco


O Estaleiro Atlântico Sul, de Pernambuco, iniciou hoje um programa de demissões em massa, que vai dispensar 2.400 pessoas. A medida é consequência do rompimento do contrato entre o estaleiro e a Sete Brasil, empresa formada pela Petrobras e sócios privados para administrar o aluguel de sondas para o pré-sal. A Sete enfrenta grave crise financeira e está à beira da dissolução. Não paga os fornecedores nem os bancos desde novembro, e tenta sem sucesso conseguir um aporte de 3,1 bilhões de reais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir sua sobrevivência.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Primeiro navio construído pelo Estaleiro Atlântico Sul completa sua primeira viagem.



O primeiro navio construído pelo Estaleiro Atlântico Sul concluiu sua primeira viagem em agosto. O suezmax João Candido, operado pela Petrobras Transporte (Transpetro), chegou ao Chile com uma carga de um milhão de barris de petróleo do pré-sal. A viagem, iniciada em julho no Terminal de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, já se encontra de volta ao porto fluminense.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Transpetro alcança marca de 10 navios lançados ao mar com o lançamento do navio Irmã Dulce‏



A Transpetro lançou ao mar nesta sexta-feira (28/2) o navio Irmã Dulce, a décima embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a atingir essa fase em um prazo de quatro anos. O navio foi transferido ao cais do estaleiro, onde passará por acabamentos antes da entrega à Companhia para o início das operações. Logo depois do lançamento do petroleiro, foi realizado o

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Peça do petroleiro suezmax desembarca no Porto de Suape



O segundo megabloco importado pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS) chegou, nesta quinta-feira (14), ao Porto de Suape, parte do quarto petroleiro suezmax, já em construção. A peça tem em torno de 12 mil toneladas e veio em um navio de bandeira chinesa. O EAS não informou dimensões ou valor do megabloco, mas garantiu, por nota, que a importação não implica em redução da mão de obra (atualmente em seis mil trabalhadores) e mantém a embarcação dentro do índice de nacionalização de 65% estabelecido pelo Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef).

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Ishikawajima quer reverter mau começo do pernambucano EAS



O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, é sempre citado como exemplo de ineficiência, 
basicamente devido aos atrasos da embarcação pioneira, o João Cândido. Mas, segundo fontes empresariais, a chegada dos japoneses da Ishikawajima Harima está revolucionando o panorama por lá, pois eles impõem um ritmo de trabalho alucinante e buscam uma eficiência única. O estaleiro já entregou dois navios e este ano deve entregar mais dois. Suas encomendas, somando navios e plataformas, são de 22 obras, em valores que superam muitos bilhões de dólares. O total de trabalhadores é de 6.200 pessoas e, entre esses, há 60 japoneses que, no máximo, chegarão a 300.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Japoneses acertam aquisição de 25% do EAS


Um grupo de empresas japonesas liderado pela IHI Corporation - antiga Ishikawajima Harima Heavy Industries - acertou a compra de 25% do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) por R$ 207 milhões. As negociações se estenderam por mais de um ano, incluíram reuniões com a Petrobras, o principal cliente do EAS, e até mesmo uma visita do presidente da IHI Corporation, Tamotsu Saito, ao Rio para reuniões com a estatal. Em um segundo movimento, previsto para ser concluído até dezembro, os japoneses devem aumentar para 33,3% sua participação no estaleiro pernambucano.

terça-feira, 11 de junho de 2013

O 2º estaleiro pernambucano - Começa a operar a fábrica que consolida polo naval



O Vard Promar, segundo estaleiro pernambucano, começa a funcionar no próximo dia 17, no Complexo de Suape. O start será dado com o corte da chapa de aço do primeiro navio do empreendimento. Vizinho de muro do Atlântico Sul, o Promar contribui para dar forma ao polo naval do Estado. Com expertise na fabricação de embarcações de apoio offshore (fundamentais na exploração de petróleo em águas profundas), o estaleiro tem o plano audacioso de conquistar 30% das encomendas da Petrobras no setor. Até 2020, a petrolífera vai contratar 150 desses navios. 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Transpetro vai retomar compra de navios do EAS


A Transpetro anuncia, na segunda-feira, na presença da presidente Dilma Rousseff, a retomada dos contratos de 12 navios que estavam suspensos com o Estaleiro Atlântico Sul (EAS). A decisão encerra pendência contratual entre a Transpetro, subsidiária da Petrobras, e o EAS que se arrasta há um ano. Em maio de 2012, a estatal suspendeu os contratos de 16 navios de um total de 22 que havia contratado por R$ 7 bilhões depois que o parceiro tecnológico do EAS, a coreana Samsung, saiu da sociedade do estaleiro. Em novembro do ano passado, a Transpetro autorizou a retomada de quatro dos 16 navios cujos contratos de compra e venda totalizavam R$ 5,3 bilhões.