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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Carga nos aeroportos nacionais cresceu 18,5% no semestre

O movimento de carga e correio nos aeroportos geridos pela ANA cresceu 18,5% no primeiro semestre, de acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)


Entre Janeiro e Junho, terão sido movimentadas 84 916 toneladas, valor que compara com as 71 661 toneladas contabilizadas no período homólogo de 2016.
O crescimento foi conseguido sobretudo à custa das cargas embarcadas, que aumentaram, em termos homólogos, 22,3% e 23,7% nos primeiro e segundo trimestres, respectivamente. Já as cargas desembarcadas avançaram 13,5% e 14,5% nos mesmos períodos.
No balanço do primeiro semestre, as cargas embarcadas totalizaram 43 857 toneladas (contra 35 653 há um ano), enquanto as mercadorias desembarcadas ascenderam a 41 059 toneladas (36 008 toneladas há um ano). Ou seja, as cargas embarcadas superaram as desembarcadas.
Os cálculos do TRANSPORTES & NEGÓCIOS assentam no relatório do INE hoje divulgado sobre o segundo trimestre de 2017 e no documento equivalente emitido há cerca de um sobre o período homólogo de 2016.
A ANA há muito não disponibiliza no seu site, nem em comunicado, informações sobre a actividade da carga aérea nos aeroportos nacionais.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Confiante nas metas


Hidrovias do Brasil projeta que até 2020 operações da empresa no Arco Norte representarão dois terços de suas atividades
• A Hidrovias do Brasil projeta que, com base nos contratos firmados e no desenvolvimento do Arco Norte, as operações da empresa em 2020 representarão dois terços das suas atividades. Atualmente, metade dos negócios da companhia está localizada no Norte. As atividades no Sul, que correspondem à outra metade da companhia, estão estáveis e devem representar em torno de um terço das operações do grupo com crescimento do novo corredor. A expectativa é que a movimentação de grãos no Norte, considerando os principais players desse mercado, chegue a 20 milhões de toneladas em cinco anos, sendo 15 milhões de toneladas já em 2017.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Segundo maior da Europa, Porto de Antuérpia é tema no Santos Export

Brasil é o sexto maior parceiro comercial do complexo, considerado referência internacional


Um panorama geral sobre o Porto da Antuérpia, segundo maior da Europa para o frete marítimo internacional, foi apresentado por seu representante no Brasil, Ricardo Sproesser, no primeiro painel da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, realizado nesta terça-feira (12) no Mendes Convention Center. 
Localizado na região central no Noroeste da Europa, o porto, que oferece excelente acesso aos principais centros industriais europeus, apesar de não ter terminais portuários automatizados, é considerado o de maior atividade naquele continente.
O Porto de Antuérpia, segundo Sproesser, não realiza agendamento de carga e descarga de mercadorias, como já ocorre no Porto de Santos. No entanto, entre suas peculiaridades, produz energia com capacidade para abastecer tanto o cais, quanto a própria  Cidade. 
Segundo Sproesser, o Brasil hoje é o sexto maior parceiro comercial do Porto de Antuérpia, que no ano passado movimentou 214 milhões de toneladas entre fluxos de importação e exportação. 

Exportações pelo Ceará crescem 87,4% em 2017

Em agosto, o volume de exportação do produto alcançou US$ 68,6 milhões


Mesmo com déficit de US$ 245 milhões na balança comercial do Estado entre janeiro e agosto de 2017, as exportações pelo Ceará nesse período tiveram um crescimento nominal de 87,4% em relação aos oito primeiros meses de 2016. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as vendas ao exterior somaram US$ 1,2 bilhão no acumulado de 2017, ante US$ 685 milhões entre janeiro e agosto do último ano.
Já as importações pelo Estado registraram uma queda de 46% no mesmo período: as compras do exterior registraram US$ 1,5 bilhão em 2017, ante US$ 2,8 bilhões nos dois primeiros quadrimestres de 2016.
Somente no mês de agosto, a balança comercial registrou um déficit de US$ 56,2 milhões, resultado da diferença de US$ 156 milhões exportados e US$ 212 milhões importados.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Duas primeiras semanas de setembro têm superávit de US$ 1,376 bilhão



Nas duas primeiras semanas de setembro, que tiveram cinco dias úteis, a balança comercial brasileira alcançou um superávit de US$ 1,376 bilhão -  resultado de exportações no valor de US$ 4,560 bilhões e importações de US$ 3,184 bilhões. No ano, as exportações já chegam a US$ 150,502 bilhões e as importações, a US$ 101,021 bilhões, com saldo positivo de US$ 49,482 bilhões.
Nas exportações, houve crescimento de 21,2% na comparação da média das vendas externas até a segunda semana de setembro deste ano (US$ 912 milhões) com a média de setembro de 2016 (US$ 752,4 milhões), em razão do aumento nos embarques de produtos básicos (28,7%, por conta, principalmente, de soja em grãos, milho em grãos, minério de cobre, minério de ferro e carnes bovina, suína e de frango) e de manufaturados (28,7%, em função de aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, automóveis de passageiros, motores e turbinas para aviação, torneiras, válvulas e partes). 

Conheça o Saint John Harbour (CANADÁ)


Carga:

Localizado na parte sul da província de Nova Brunswick, o Port Saint John é o maior porto portuário do Canadá do Leste e tem uma base de carga diversificada, com uma média de 28 milhões de toneladas métricas por ano, incluindo lotes líquidos e líquidos, granéis, e recipientes.
Com conexões globais para 500 portos em todo o mundo, Port Saint John é facilmente conectado aos mercados terrestres do centro canadense por via férrea e rodoviária. Nosso porto é um facilitador do comércio, fornecendo uma porta marítima para os mercados globais.
Instalações e Operações

Produção de veículos no Brasil sobe 45,7% em agosto e tem melhor resultado no ano

O setor continua sendo impulsionado pelas exportações, que bateram recorde no acumulado do ano


A produção de veículosno Brasil subiu 45,7% em agosto, na comparação com o mesmo período do ano passado, afirmou nesta quarta-feira (6) a associação das montadoras (Anfavea). Esse foi o melhor resultado mensal do ano até agora, superando maio, que chegou a 250,9 mil unidades.
O setor continua sendo impulsionado pelas exportações, que bateram recorde no acumulado do ano. De janeiro a agosto, o total de 506.007 veículos foram exportados, o que representa um crescimento de 56,1%, frente as 324.223 unidades do mesmo período do ano passado (veja na abaixo na reportagem para onde o Brasil exporta veículos).
VEJA OS 10 CARROS MAIS VENDIDOS DE AGOSTO

'No show' no transporte marítimo

No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”


Por Robert Grantham

• Um dos grandes problemas do transporte marítimo de contêineres é a falta de previsibilidade quanto ao volume a ser embarcado. Por um lado, para garantir o melhor aproveitamento do espaço, os armadores praticam o “overbooking” (aceitar reservas acima da capacidade nominal do navio), por outro lado os embarcadores fecham mais carga do que efetivamente poderão entregar ou fecham simultaneamente com mais de um armador (por vezes no mesmo navio, com outro membro do consórcio) para garantir que sua carga será embarcada, pois frequentemente pelos mais diferentes motivos os armadores deixam a carga no chão. O resultado de tudo isso é um serviço de baixa qualidade, com altos custos indiretos. 
No transporte de carga a granel existe, prevista em contrato, uma penalidade aplicada ao embarcador, por embarcar volume a menos do contratado, que se conhece como “dead freight” ou frete morto. Existe a previsão, mas sua aplicabilidade é geralmente antecedida de muita discussão.
No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”, que seria algo semelhante ao frete morto, mas geralmente sem sucesso, dado que considerações de ordem comercial acabam falando mais alto. Por outro lado, quando a carga é deixada para trás pelo armador, os embarcadores são onerados por custos de armazenagem, embora se abra aí uma janela para disputa, com os clientes transferindo o custo para o dono do navio. 

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Comércio exterior se recupera e Maersk projeta crescimento

As informações integram o relatório de comércio da armadora referente às atividades dos portos brasileiros no último trimestre


Importações e exportações se recuperaram mais rápido do que o previsto nos portos brasileiros e a Maersk Line, armadora líder mundial no transporte de contêineres, já prevê um aumento de volumes para o Natal. Com o otimismo de varejistas, além da recuperação de estoques, há a previsão do reaquecimento das vendas pelas fábricas de eletroeletrônicos, que já pensam na preparação para a Copa do Mundo do ano que vem.
As informações integram o relatório de comércio da armadora referente às atividades dos portos brasileiros no último trimestre, englobando também o primeiro semestre deste ano. Os dados são fornecidos pela consultoria Datamar para a Maersk Line (parte do grupo logístico e de energia A.P. Moller-Maersk) e envolvem toda a operação marítima de contêi-neres no Brasil. 
Segundo o balanço, as importações tiveram uma retomada um pouco mais rápida do que era esperado no segundo trimestre. No período, o crescimento foi de 16,6%, em relação ao mesmo período do ano passado. Mas, segundo o diretor de Trade Marketing da Maersk Line para a Costa Leste da América do Sul, João Momesso, o volume ainda está distante do verificado em 2015.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Declaração única agiliza trâmites de exportações em até dois dias

O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior.


Até o próximo mês, a Receita Federal vai implantar, de forma definitiva, a Declaração Única de Exportação (DU-E). Com o documento, a expectativa dos despachantes aduaneiros que atuam no Porto de Santos é reduzir o tempo de processos em até dois dias. 
Na última quinta-feira (31) , terminais, armadoras e comissárias de despachos se reuniram em uma palestra sobre os novos procedimentos da Receita Federal. O evento aconteceu na sede do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), no Centro.
“O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior. Este é o primeiro evento onde todos os órgãos que atuam no sistema estão juntos e trabalhando para que saia de forma correta e não haja nenhum problema no futuro”, explicou o presidente do SDAS, Nivio Peres dos Santos. 

Portal australiano estreia preços spot em tempo real

O Mizzenit.com, portal australiano de reservas de espaço para transporte marítimo de contentores, já oferece informação em tempo real das tarifas em alguns dos maiores transportadores marítimos mundiais. Uma estreia mundial, reclama.


De acordo com a Mizzen, as companhias das quais passa a haver informação de preços em tempo real “representam mais de 25% da capacidade global de transporte de contentores”.
 
O portal indica fornecer tarifas spot instantâneas para mais de 15 300 portos (importação, exportação e transbordo) para as seguintes rotas: Oceânia de e para Austrália; Austrália/Oceânia de e para a Ásia; Austrália/Oceânia de e para a Europa, Médio Oriente/Golfo e subcontinente indiano; e Austrália de e para o Oceano Índico.
 
“Estamos muito entusiasmados em trabalhar com a indústria marítima global para oferecer mais eficiência no processo de busca e reserva de tarifas. 

Vamos adicionar novas companhias nas próximas semanas para aumentar a oferta de preços em tempo real, bem como novas rotas e mais oportunidades de produtos para que os transitários possam gastar mais tempo a conquistarem novos clientes e menos tempo a procurar preços e capacidade”, refere, no comunicado, o presidente do grupo Mizzen, Alan Taylor.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Pecém e Roterdã: parceria deve incluir gestão do Cipp


O Governo enviou à Assembleia Legislativa uma mensagem que pretende ampliar a abrangência da Cearáportos, que hoje administra o Porto do Pecém
Caso a parceria entre o Governo do Estado e a Autoridade do Porto de Roterdã seja confirmada, a gestão compartilhada do Terminal Portuário do Pecém deverá abranger também a do Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp). No último dia 11, o governador enviou à Assembleia Legislativa uma mensagem (nº 8163) que altera a legislação que trata da Companhia de Integração Portuária do Ceará (Cearáportos).
A proposta do governo pretende modificar também a legislação que trata da atuação da Companhia Administradora da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE Ceará), para que atue de maneira integrada à Cearáportos. A expectativa do Governo do Ceará é que a parceria com o Porto de Roterdã seja firmada até dezembro para que em 2018 seja iniciada a gestão compartilhada entre o Estado e os holandeses.

Brasil tem 37 medidas antidumping contra contra a China

A mais recente delas foi aplicada em meados do ano e atingiu produtos de aço do país asiático



Por trás dos bilionários números do comércio bilateral, há tensão gerada pela imposição de medidas antidumping pelo Brasil contra a China e de ações na mão contrária que atingem os dois principais produtos da pauta de exportações agrícolas depois da soja: frango e açúcar.
O Brasil tem 37 medidas antidumping contra a China em vigor. A mais recente delas foi aplicada em meados do ano e atingiu produtos de aço do país asiático.
Duas semanas antes da visita do presidente Michel Temer, Pequim anunciou investigação sobre o setor de produção de frango do Brasil, que pode levar à imposição de sobretaxa no prazo de seis meses. Em maio, a China impôs salvaguardas à importação de açúcar, o que limitou o acesso do produto nacional a seu maior mercado externo. 
De acordo com Marcos Jank, da Asia Brasil Agro Alliance, o Brasil foi o único país atingido pela medida, apesar de ela ter caráter universal. Isso ocorreu porque o País exportava além da quota definida pelos chineses, sobre a qual a tarifa é de 15%. O excedente, que era taxado em 50%, passou a estar sujeito a uma alíquota de 95%.
A projeção da Unica, entidade que representa a indústria da cana-de-açúcar, é que os embarques caiam para 2,2 milhões de toneladas neste ano. Antes das salvaguardas, a expectativa era de exportação de 3 milhões de toneladas.
O assunto não está no centro da agenda de Temer na China, mas poderá ser abordado pelo presidente no encontro com o primeiro-ministro Li Keqiang, marcado para as 16 horas de hoje (5 horas no Brasil).

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Primeiro caminhão autônomo do Brasil estará na FENATRAN



 21ª edição da FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, que acontece entre os dias 16 e 20 de outubro em São Paulo, terá entre as suas atrações a apresentação do primeiro caminhão autônomo do Brasil. Depois da tecnologia dos automóveis autônomos (que transitam sem o comando de um motorista) já estar disponível, estimulando a imaginação das pessoas de como será o trânsito urbano daqui a alguns anos, a Volvo desenvolveu no Brasil um veículo de carga autônomo destinado ao segmento sucroalcooleiro. 

O público poderá conferir os detalhes do caminhão durante a FENATRAN, no São Paulo Expo. O VM Autônomo estará exposto estático no estande da marca para que os visitantes possam ver de perto a sua tecnologia avançada que, segundo Roberson Oliveira, gerente de projeto de engenharia avançada do Grupo Volvo América Latina, foi desenvolvida para garantir a produtividade durante a colheita da cana-de-açúcar. “É uma tecnologia que resolve o problema de precisão, que é humanamente impossível de conseguir, inclusive nas manobras em marcha ré”, explica. 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Compra da Hamburg Süd pela Maersk vai mudar 'geopolítica' em Santos

O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer


A dúvida que instiga o mercado hoje é como a compra do armador de contêineres Hamburg Süd pela Maersk deve rearranjar a "geopolítica" no porto de Santos.
 
"O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer. É preciso ter um armador-âncora", afirma uma fonte que atua em terminais.
 
A Hamburg Süd tem um contrato de longo prazo com o Tecon Santos - da Santos Brasil - que termina em 2019. Como hoje a Brasil Terminal Portuário (BTP) não abarca as cargas de Maersk e MSC - seus principais clientes - mais as da Hamburg Süd, o mercado originalmente avaliava que um dos dois cenários tinham chances de se concretizar. A Maersk levar linhas para o Tecon Santos por meio de um acordo como o que a Hamburg Süd tem hoje, ou a APM Terminals, sócia na BTP, sair da BTP e comprar uma fatia do Tecon Santos.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Cargas aéreas internacionais crescem 12%


O volume de cargas internacionais que chegam por via aérea subiu 12% na primeira metade deste ano, em relação a 2016, segundo a Anac.
A expansão se dá em cima de uma base fraca, após uma retração vivida deste 2014, afirma Maria Fan, gerente do setor no GRU Airport —que ampliou em 20% as cargas importadas até julho. “O transporte marítimo sempre predominou no país, mas com a queda drástica do número de armadores, o aéreo ganhou espaço”, diz ela. 
No Rio, não há crescimento, devido à crise no setor de óleo e gás – a importação de itens para a exploração na área responde por 15% da receita do Rio Galeão Cargo, mas já representou 29%, em 2013. 
Na receita, a queda é maior, de 26%, devido a investimentos que reduziram o tempo de estadia da carga. A cobrança é feita por tempo, afirma o diretor Patrick Fehring. Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 30 milhões em melhorias, e outros R$ 12 milhões estão previstos para os próximos 12 meses, diz ele.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Petróleo cai em Nova York com impacto da tempestade Harvey

Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961



O petróleo fechou em baixa nesta segunda-feira em Nova York por causa dos efeitos potenciais da tempestade tropical Harvey nas refinarias do Texas e da Louisiana e, por consequência, na demanda dos Estados Unidos pela commodity. 
O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em outubro recuou 1,30 dólar e fechou a 46,57 no New York Mercantile Exchange (Nymex).
No Intercontinental Exchange (ICE) de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte, também para entrega em outubro, perdeu 52 centavos, a 51,89 dólares.
Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Ampliação do Terminal de Açúcar da Agrovia é incluído no PPI em Suape


O Porto de Suape foi contemplado mais uma vez no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal. Desta vez, o projeto incluído no pacote anunciado ontem (23) foi a ampliação do Terminal da Agrovia do Nordeste, que armazena e exporta açúcar refinado, proveniente das usinas canavieiras do estado. Com a inclusão no PPI, a Agrovia recebeu sinal verde para dar início ao processo de expansão física e de equipamentos para movimentar, além do açúcar, trigo, cevada e outros grãos. Localizado na retroárea do Cais 5, o terminal possui 72,5 mil metros quadrados e capacidade de movimentar 750 mil toneladas por ano. Foram investidos R$ 58 milhões na atual estrutura e a previsão é de chegar aos R$ 130 milhões com a ampliação.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Navios da Aliança e da Hamburg Süd pagam taxas menores no Porto de Buenos Aires

A sustentabilidade é uma das filosofias da Aliança e da Hamburg Süd


O Porto de Buenos Aires (Argentina) reduziu algumas taxas dos navios da Aliança e da Hamburg Süd, que possuem certificados internacionais de baixa emissão de poluentes. “A decisão do porto vizinho reforça o nosso compromisso com o meio ambiente, garantindo que as nossas embarcações atuem de forma eficiente e sustentável”, afirma Gustavo Biluca, gerente de Procurement da Aliança Navegação e Logística para a região da América do Sul e Costa Leste.
Atualmente, os navios de contêineres têm os melhores resultados em termos de emissões de CO2 por Km TEU em comparação aos aviões de carga, caminhões, trens e balsas. 
O grupo Hamburg Süd se comprometeu a reduzir as emissões de CO2 de sua frota em 45% até 2020, se comparado com o ano de 2009. “A eficiência dos navios na operação diária é chave para o emprego de menor recursos. O chamado Slow Steaming, por exemplo, poupa até 40% do combustível com a redução da velocidade em quatro nós. Também estamos reduzindo o consumo energético de nossos contêineres refrigerados em mais 30% nas novas construções. Tudo isso porque a sustentabilidade é um componente imprescindível em nossa filosofia corporativa”, enfatiza Biluca.

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Queda de contêineres no Porto de Santos serve de alerta

Especialista recomenda mais fiscalização e uso de tecnologia, mas aponta erros, como o saque, indicando falta de planejamento

Na Praia Saco do Major, funcionários de empresa retiram contêiner que caiu do navio (Foto: Divulgação)

A queda de 46 contêineres no mar na Barra de Santos é considerada uma das maiores do País pela quantidade de produtos que foram parar nas águas da região. O fato das mercadorias armazenadas não serem consideradas tóxicas foi um alívio, mas a possibilidade de que isso ocorra novamente com outro tipo de carga coloca especialistas em alerta.
“São várias causas que levam a acidentes deste tipo e as mais frequentes são a falta de determinação específica do peso e do local de cada contêiner”, analisa o diretor-geral da Rambell do Brasil, Eugênio Singer.
A falta de fiscalização do acondicionamento dos produtos nos portos, principalmente os menores, faz com que esse risco cresça. “Os navios acabam não tendo uma informação precisa de peso, de balanceamento, de como essa carga está distribuída, o que seria essencial para a segurança”, diz.