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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Infraestrutura é principal desafio e oportunidade para retomada


As mesmas calamidades que levaram a economia do Brasil a encolher em mais de 7% nos dois últimos anos também estão criando oportunidades sem precedentes, dizem analistas.
A cambaleante infraestrutura brasileira quase entrou em colapso diante das demandas geradas pelo superciclo de commodities que precedeu a recessão. O Fórum Econômico Mundial classifica o Brasil em 72º lugar no seu ranking de qualidade de infraestrutura, que abarca 138 países, adiante da vizinha Argentina, mas bem atrás do México, que ocupa o 57º posto.
Agora, o Brasil tem a oportunidade de corrigir essa situação antes do próximo pico de sua economia. "A infraestrutura é o principal desafio e a principal oportunidade", diz Renato Polizzi, diretor de investimento do Banco Modal, em São Paulo, e especialista em debêntures de infraestrutura. "Nossa infraestrutura é em geral velha, ineficiente e menor do que necessitamos".
O Brasil é o maior exportador mundial de commodities como açúcar, soja, café, suco de laranja e minério de ferro, e um dos maiores exportadores de carne bovina, milho e celulose. Até que a recessão chegasse, o país também era um mercado promissor de bens de consumo, e um produtor promissor de automóveis.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Falta de combustível continua afetando navios que escalam no Porto

Os cargueiros utilizam um produto especial em seus motores denominado óleo bunker




Navios que escalam no Porto de Santos continuam registrando atrasos por conta de problemas no abastecimento. A falta de barcaças e até de combustível atrasa o planejamento das embarcações e causa prejuízos aos usuários do cais santista. 
Os cargueiros utilizam um produto especial em seus motores denominado óleo bunker. No Porto de Santos, seu carregamento é realizado pela Transpetro, subsidiária da Petrobras.
Em alguns casos, segundo o Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar), o término do abastecimento acontece após o final das operações de embarque e desembarque de mercadorias. Isso causa um transtorno entre agentes marítimos e os terminais, que ficam impedidos de receber novas embarcações enquanto o bombeamento do óleo não é concluído. 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Gestão privada reduzirá custo da dragagem do Porto

Resultado foi destacado pelo diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários Mario Povia

Novo modelo de administração da dragagem do canal foi debatido no Santos Export (Foto: Carlos Nogueira/AT)

A gestão privada da dragagem do Porto de Santos reduzirá os custos da obra e, consequentemente, trará uma economia para os usuários do complexo marítimo. A constatação é do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) Mario Povia. Segundo o executivo, o modelo de consórcio é o mais adequado para garantir a continuidade do serviço no cais santista.

Povia analisou a questão da dragagem de Santos durante sua participação, ontem, no painel que discutiu a necessidade de um novo modelo de contratação do serviço, na 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos. O evento, que terminou nesta terça-feira (12), é promovido pelo Grupo Tribuna e pela Una Marketing de Eventos, o Santos Export se consolidou como um dos maiores fóruns de debates portuários do País.
As recentes e constantes reduções do calado operacional (fundura máxima que as embarcações podem atingir quando totalmente carregadas) do Porto reacenderam as discussões sobre a necessidade de garantir um serviço de dragagem de qualidade e perene. Por conta disso, entidades do cais santista se reuniram e fizeram uma proposta ao Governo Federal de concessão da obra à iniciativa privada. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Abertura da Santos Export destaca dragagem e gargalo logístico

15ª edição do evento debaterá acessos viários e tecnologia


Com a participação de autoridades municipais, estaduais e federais; além de empresários do setor portuário, ocorreu a solenidade de abertura da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, na noite desta segunda-feira (11), no Mendes Convention Center, em Santos.
O evento, segue hoje terça-feira (12), debatendo soluções para os principais problemas do complexo. A entrada do Porto de Santos, a questão da dragagem e a descentralização da administração foram pontos lembrados durante a cerimônia.
O Presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) destacou a alta produtividade do Porto de Santos mesmo em meio a diversas obras e ao impasse da dragagem. Oliva também  falou da a importância do evento para o setor e disse que os problemas em relação ao complexo devem ser enfrentados com "Maturidade, respeito e compromisso com o País".

Comissões discutem privatizações propostas pelo governo

Os projetos de parceria com o setor privado possuem com frequência um elevado grau de complexidade


As comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Viação e Transportes discutem nesta quarta-feira (13) o projeto do governo de privatização da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), de aeroportos, rodovias, portos e outras empresas estatais.
No último dia 23, o governo anunciou a inclusão de 57 novos projetos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no âmbito do qual são feitas as privatizações.
“Os projetos de parceria com o setor privado possuem com frequência um elevado grau de complexidade. Além disso, eles normalmente têm impacto direto sobre as finanças públicas e, em particular, sobre o valor das tarifas pagas pela população”, ressalta o deputado Bohn Gass (PT-RS), um dos parlamentares que pediram a realização da audiência.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Declaração única agiliza trâmites de exportações em até dois dias

O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior.


Até o próximo mês, a Receita Federal vai implantar, de forma definitiva, a Declaração Única de Exportação (DU-E). Com o documento, a expectativa dos despachantes aduaneiros que atuam no Porto de Santos é reduzir o tempo de processos em até dois dias. 
Na última quinta-feira (31) , terminais, armadoras e comissárias de despachos se reuniram em uma palestra sobre os novos procedimentos da Receita Federal. O evento aconteceu na sede do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), no Centro.
“O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior. Este é o primeiro evento onde todos os órgãos que atuam no sistema estão juntos e trabalhando para que saia de forma correta e não haja nenhum problema no futuro”, explicou o presidente do SDAS, Nivio Peres dos Santos. 

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Competitividade dos portos.

A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) reuniu representantes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), empresários e usuários de portos para tratar de questões de logística e assuntos ligados à Lei dos Portos, competitividade e produtividade do setor.



A Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) reuniu representantes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), empresários e usuários de portos para tratar de questões de logística e assuntos ligados à Lei dos Portos, competitividade e produtividade do setor.
Dentre as principais questões levantadas, estão a preocupação com o cerco que o crescimento das grandes cidades vêm causando aos portos, sendo um dos fatores para os sérios problemas nos acessos terrestres e marítimo. A baixa eficiência das administrações portuárias públicas também é apontada como vilã da crise portuária. Neste sentido, o diálogo com os agentes deste processo torna-se imprescindível para vencer os principais entraves.
“Nosso objetivo é levantar as demandas e procurar encontrar as soluções. Lutamos por elevar a qualidade de nossos postos e buscar, cada vez mais, a integração entre eles, no Brasil e no exterior. Neste processo, o Pará é muito importante, já que grandes negócios são feitos por aqui e, em questão de logística, a via fluvial é o meio mais rentável”, destaca Jovelino Pires, coordenador da Câmara de Logística Integrada (CLI), da AEB.

sábado, 19 de agosto de 2017

Governo dá início a estudo para privatizar dragagem do Porto

Autoridades federais e entidades da região tem 90 dias para apresentar proposta final

O Governo Federal aceitou nesta quinta-feira (16) a proposta de iniciar os trabalhos com foco na privatização do serviço de dragagem do Porto de Santos. A decisão foi tomada na reunião interministerial realizada em Brasília entre as autoridades da União e representantes das entidades do setor portuário da região, que defendem a privatização desse serviço.

Em três meses, um grupo de trabalho, proposto pela Secretaria do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), deve chegar a um novo formato para a dragagem.
O grupo é formado por integrantes do Ministério dos Transportes, Aviação Civil e Portos, que coordenará a equipe, Casa Civil, e também as pastas do Planejamento e do Desenvolvimento e Gestão, Agência Nacional dos Transportes Aquaviários (Antaq) e Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Portos de Santa Catarina reabrem canais após paralisação por causa da ressaca

Somente o canal ao porto de Imbituba permanece fechado, mas expectativa é de reabertura ainda nesta terça


REDAÇÃO ND, FLORIANÓPOLIS 
 - ATUALIZADO EM 15/08/2017 ÀS 11H24

Os canais de acesso de quatro dos cinco portos de Santa Catarina foram reabertos na manhã desta terça-feira (15) após a interrupção de serviços que durou quatro dias por causa de uma forte ressaca no Litoral Sul do país.

As manobras de atracação e desatracação voltaram ao normal às 6h40 desta terça-feira nos portos de Itajaí e de Navegantes. Já nos portos de São Francisco do Sul e Itapoá, os canais foram abertos, mas têm restrição para o período noturno e para embarcações acima de 11,5 metros de calado (profundidade).
Somente o porto de Imbituba permanece fechado, mas, segundo o serviço de Praticagem local, as condições da maré continuarão sendo avaliadas constantemente e a expectativa é de liberação do canal ainda nesta terça-feira, já que a maré demonstra condições de voltar à normalidade.
A ressaca com registro de ondas de até quatro metros começou na quinta-feira (10) e atingiu todo o litoral catarinense em virtude do movimento de um anticiclone.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sem escolta da Policia Rodoviária Federal, carga especial fica parada.



Na fábrica da Weg em Joaçaba (SC), carretas com 20 metros de comprimento, 3,20 metros de largura e três pré-distribuidores de energia estão paradas desde o dia 18 de julho. Carregadas com os equipamentos produzidos para uma usina hidrelétrica em Santa Helena de Goiás (GO), elas precisam ser acompanhadas por batedores da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no trajeto de 1.350 quilômetros, sobretudo em estradas não duplicadas.
Sem dinheiro para gasolina e diárias dos policiais durante a viagem, prevista para durar 12 dias, a PRF suspendeu os acompanhamentos a essas cargas especiais, entre outros serviços. Para cada um dos pré-distribuidores seriam recolhidos R$ 11 mil, pagos à PRF. As guias, porém, não puderam ser emitidas porque o sistema foi tirado do ar.
Em Jaraguá do Sul (SC) e nos portos de Itajaí (SC) e Pecém (CE), a situação se repete: são mais 36 geradores para parques de energia eólica que estão prontos ou começaram a fazer navegação de cabotagem e ficaram parados no caminho. “Tentamos várias alternativas, mas nenhuma delas foi atendida”, afirma Clécio Zucco, diretor de logística da WEG. Entre elas, negociações dos sindicatos de transportadoras com a PRF, mandados de segurança impetrados e orçamentos de escoltas privadas, não autorizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT). “Os clientes começam a falar em cobrar multas por descumprimento de contrato.”

terça-feira, 25 de julho de 2017

Aumento de impostos terá impacto no preço do frete




O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Clésio Andrade, recebeu com preocupação o aumento de cerca 100% do PIS/Cofins sobre os combustíveis. O diesel, que teve preço médio no País de R$ 2,94 em julho, sofrerá um aumento de R$ 0,21. “O aumento de impostos sobre o diesel terá impacto de 2,5% sobre os custos do transporte rodoviário de cargas, com reflexos imediatos no preço do frete e, consequentemente, no custo dos alimentos e de todos os produtos consumidos pela população brasileira."


A elevação da carga tributária não poderia ser realizada em pior momento para o setor transportador em todos os modais. Após ter registrado PIB de -7,1% em 2016, este ano o setor já foi penalizado com o fim da desoneração da folha de pagamentos (Medida Provisória em tramitação no Congresso Nacional).


Os aumentos sucessivos da carga tributária comprometerão ainda mais o desempenho do transporte rodoviário de cargas, que responde por mais de 60% da movimentação de bens e produtos no Brasil. Além do impacto sobre o preço do frete, há o risco de novas demissões de trabalhadores do setor.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Impasses legais travam R$ 30,5 bi de investimentos em rodovias privadas



As concessionárias de rodovias federais amargam uma intrincada lista de problemas

Infraestrutura. Indefinições contratuais, morosidade do governo para tomar decisões, dificuldade de crédito e até a Operação Lava Jato emperram obras de melhoria e expansão em 10 mil quilômetros de estradas federais pedagiadas no País, como a BR-163
As concessionárias de rodovias federais amargam uma intrincada lista de problemas. Apesar de cada empresa ser um caso particular e muitas serem vítimas das próprias decisões equivocadas, especialistas em infraestrutura apontam dois traços em comum no imbróglio: solução dos entraves depende do poder público e sua protelação custa caro – paralisa R$ 30,5 bilhões de investimentos na melhoria e expansão de estradas, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). 
“É raro encontrar uma concessionária que não tenha alguma discussão relevante com órgãos públicos afetando decisões de investimentos”, diz a advogada Letícia Queiroz, especializada em infraestrutura. Há indefinições contratuais por divergências entre órgãos públicos; morosidade do governo para tomar decisões; dificuldade para garantir crédito e até investigação na Operação Lava Jato.

Prejuízo de R$ 325 mi e burocracia fazem setor privado querer administrar dragagem do Porto de Santos



Responsabilidade do setor público, obra para manter a profundidade do canal de navegação é apontada como ineficiente

A iniciativa privada está decidida a administrar e bancar a dragagem de sedimentos do canal de navegação do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O objetivo é retirar a obrigação do setor público em gerir e contratar o serviço, para, assim, atender às demandas de competitividade do comércio exterior brasileiro.
 
Segundo empresários, o canal de navegação do cais santista possui dois metros de calado (profundidade máxima que um navio pode atingir quando carregado) a menos do que o limite estabelecido pela autoridade ambiental. Isso ocorre em razão do acúmulo de sedimentos, ocasionado justamente pela falta de dragagem.
 
Em 30 de junho, o calado foi reduzido em um metro, justamente pelo assoreamento do primeiro trecho do canal (entre a Barra de Santos e o Entreposto de Pesca). Desde então, um levantamento do setor estima que, por semana, as restrições ocasionem prejuízo de R$ 108,5 milhões (R$ 325,5 no acumulado desde então).

terça-feira, 6 de junho de 2017

Suspensão de obras no setor de petróleo deixa rastro de dívidas



A suspensão de obras e contratos pela Petrobras nos últimos três anos deixou um rastro de dívidas, inadimplência e equipamentos estocados em pátios de fábricas sem destino certo. Segundo a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as dívidas de empresas da cadeia de óleo e gás somam R$ 286 milhões. Deste total, R$ 198,6 milhões referem-se a equipamentos já entregues, como os de algumas unidades do Comperj e os da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, além de peças para plataformas e fábricas de fertilizantes. Outros R$ 87,3 milhões ainda não foram sequer faturados.
A conta em aberto volta à tona no momento em que o setor de máquinas está prestes a lidar com índices menores de exigência de conteúdo local nos leilões de petróleo marcados para o segundo semestre. O segmento já tinha sentido os efeitos da queda do preço do petróleo no mercado internacional e da revisão de investimentos da Petrobras após a Lava-Jato. A puxada de freio da Petrobras significou passar de um plano de negócios que previa investimentos de US$ 236,7 bilhões de 2013 a 2017 para uma previsão de US$ 74,1 bilhões no período de 2017 a 2021.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Turbulência complica substituição na diretoria da ANP


A crise instalada no governo desde a última semana deve dificultar o processo de sucessão de uma vaga na diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O mandato do diretor José Gutman termina no fim deste mês e não há ambiente político para decidir sobre o futuro da diretoria.
Apesar de o presidente Michel Temer ter afirmado na quinta-feira que não renunciará ao cargo, ainda há incerteza no mercado, no meio político e no próprio governo se ele permanecerá no Planalto, após as denúncias contidas na delação da JBS e a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigação dos fatos.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Antaq expede Resolução Normativa sobre exploração dos portos




A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – Antaq publicou a Resolução Normativa nº 7, que aprovou a norma regulamentadora da exploração de áreas e instalações portuárias sob gestão da administração do porto, no âmbito dos portos organizados, que é o bem público construído e aparelhado para atender a necessidades de navegação, de movimentação de passageiros ou de movimentação e armazenagem de mercadorias, e cujo tráfego e operações portuárias estejam sob jurisdição de autoridade portuária.
Um dos pontos de destaque da norma é a possibilidade da unificação dos contratos. Assim, a Resolução, em seu art. 3º, parágrafo único, dispõe que se for o caso, poderá haver a unificação de contratos de arrendamento independentes, celebrados entre a administração do porto e um mesmo arrendatário, devendo o processo respectivo abranger o reequilíbrio econômico-financeiro e o prazo de encerramento contratual unificado.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Concessões de infraestrutura podem render R$ 110,4 bilhões




Fonte: http://www.abtc.org.br


O governo do presidente em exercício Michel Temer tem em mãos um levantamento preliminar de uma centena de novas concessões e 40 renovações de contratos da área de transportes que estão maturados para serem deslanchados nos próximos dois anos, caso o afastamento definitivo de Dilma Rousseff seja aprovado pelo Senado.

O panorama feito pelas agências reguladoras aponta investimentos da ordem de R$ 110,4 bilhões em aeroportos, rodovias, portos e ferrovias.

Essas concessões que estão na gaveta vão ser embaladas pelo programa Crescer, que deve ser lançado pela secretaria do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), comandado por Moreira Franco. Vão ser incluídos também projetos da área de energia e de petróleo.

A meta da secretaria é fazer ajustes nos projetos que já estavam sendo estruturados pela equipe da presidente afastada Dilma Rousseff - que chegou a divulgar boa parte deles dentro do Programa de Investimento em Logística (PIL), lançado no meio de 2015 - para torná-los mais atraentes a investidores.

Entre as modificações que devem ser feitas está a flexibilidade nas taxas de retorno, sempre puxadas para baixo pela equipe de Dilma, e a ausência obrigatória das estatais Infraero e Valec nos leilões de aeroportos e ferrovias, por exemplo. Alguns projetos que estavam sendo estruturados para serem leilões comuns devem virar Parceria Público-Privada (PPP).



Terminais de contêineres vão à justiça contra união por porto seco



Data: 
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A possibilidade de concessão de novas licenças de portos secos no país está levando os terminais de contêineres a questionarem na Justiça a União e a Receita Federal. A discussão tem como pano de fundo o rentável mercado logístico para cargas do comércio exterior, sobretudo na importação. O embate envolve os chamados Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (CLIAS), uma espécie de porto seco que presta serviços de movimentação e armazenagem de cargas alfandegadas. A polêmica ganhou força em abril a partir de uma decisão judicial obtida pela Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec).

A entidade, que reúne os terminais de contêineres do país, conseguiu liminar na 5ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo para suspender todos os processos administrativos em curso nas superintendências regionais da Receita Federal que tenham por objeto o licenciamento e alfandegamento de CLIAS pendentes de liberação depois de encerrada a vigência da Medida Provisória 612/13. A MP expirou em agosto de 2013 e não foi convertida em lei.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Paranaguá começa a operar berço exclusivo para veículos e equipamentos

O berço é resultado da implantação de estruturas de concreto que servem para atracar e amarrar navios que movimentam cargas especiais.

O Porto de Paranaguá passou a contar com mais um berço para atracação de navios que operam na exportação e importação de veículos, máquinas, equipamentos e cargas que possam ser movimentadas direto do navio para o cais. O berço é resultado do investimento de R$ 60 milhões na implantação de novos Dolfins, estruturas de concreto fincadas no fundo do mar e que servem para atracar navios (de atracação) e para amarrar navios (de amarração) que carregam e descarregam

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Pesagem obrigatória de contêineres de exportação

Nova regra de pesagem de contêineres envolve toda a cadeia de produção



No meio do transporte marítimo internacional de cargas conteinerizadas, uma das grandes preocupações é a entrada em vigor em 1º de julho de 2016, da obrigatoriedade de verificação do peso bruto de cada contêiner com exportação, nos países signatários da Convenção SOLAS (Safety of Life at Sea ou Segurança da Vida no Mar). O Brasil incluído. 

A citada convenção foi modificada pela IMO – International Maritime Organization em 2014, estabelecendo a chamada Gross Weight Mass ou VGM. As discussões no Brasil ainda estão mais na