Sandra Beltran com Vanessa Cordaro (sentada), diretora de RH da AstraZeneca: uma das contratadas por sistema que mapeia a emoção dos candidatos (Fabiano Accorsi/VOCÊ RH)
Aos
poucos, a inteligência artificial (IA) começa
a ser usada para tornar mais eficiente o processo de recrutamento e seleção de
pessoas. No Brasil, o movimento se iniciou há dois anos, liderado por
companhias do setor de comércio e tecnologia que recorrem às máquinas sobretudo
para lidar com um grande número de candidatos. Com o passar do tempo, acabou se
expandindo para outros segmentos de negócios.
É
o caso do laboratório anglo-sueco AstraZeneca. Com 1 200 funcionários no país,
muitos deles no setor comercial, a empresa começou a usar um sistema de
reconhecimento facial em entrevistas por vídeo. Durante essa fase, algoritmos
permitem que as emoções do candidato sejam mapeadas.
Depois dessa etapa, os selecionados vão para o processo de gamificação, que testa várias habilidades, inclusive a capacidade de interação. Segundo Vanessa Cordaro, diretora de recursos humanos e comunicação corporativa da AstraZeneca, o processo remoto tem ajudado nas contratações fora de São Paulo, onde fica a subsidiária brasileira. “Estamos com dois projetos em outras cidades e conseguimos acesso mais fácil a esses talentos”, afirma Vanessa.
Depois dessa etapa, os selecionados vão para o processo de gamificação, que testa várias habilidades, inclusive a capacidade de interação. Segundo Vanessa Cordaro, diretora de recursos humanos e comunicação corporativa da AstraZeneca, o processo remoto tem ajudado nas contratações fora de São Paulo, onde fica a subsidiária brasileira. “Estamos com dois projetos em outras cidades e conseguimos acesso mais fácil a esses talentos”, afirma Vanessa.
