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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Mercado Livre passa a oferecer logística completa para os vendedores de seu marketplace

Serviço de fulfillment inclui armazenagem, embalamento, entrega, pós-venda e atendimento ao cliente

O Mercado Livre passou a oferecer, neste mês de setembro, serviços de fulfillment para os vendedores que atuam em seu marketplace no Brasil. Na prática, isso significa que a empresa realizará toda a gestão da armazenagem, o embalamento e a entrega dos produtos comercializados, além do serviço de pós-venda e atendimento ao cliente.


A novidade fica a cargo da unidade de negócios de logística Mercado Envios e é realizada a partir do centro de distribuição da empresa localizado em Louveira (SP), com 17 mil m². 130 vendedores já aderiram ao serviço e estão em fase de implantação, enquanto dez deles já estão em operação. Neste primeiro momento, o fulfillment atenderá aos lojistas que tenham produtos com alto volume de vendas, a maioria pequenos e médios empreendedores.

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Primeiro caminhão autônomo do Brasil estará na FENATRAN



 21ª edição da FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas, que acontece entre os dias 16 e 20 de outubro em São Paulo, terá entre as suas atrações a apresentação do primeiro caminhão autônomo do Brasil. Depois da tecnologia dos automóveis autônomos (que transitam sem o comando de um motorista) já estar disponível, estimulando a imaginação das pessoas de como será o trânsito urbano daqui a alguns anos, a Volvo desenvolveu no Brasil um veículo de carga autônomo destinado ao segmento sucroalcooleiro. 

O público poderá conferir os detalhes do caminhão durante a FENATRAN, no São Paulo Expo. O VM Autônomo estará exposto estático no estande da marca para que os visitantes possam ver de perto a sua tecnologia avançada que, segundo Roberson Oliveira, gerente de projeto de engenharia avançada do Grupo Volvo América Latina, foi desenvolvida para garantir a produtividade durante a colheita da cana-de-açúcar. “É uma tecnologia que resolve o problema de precisão, que é humanamente impossível de conseguir, inclusive nas manobras em marcha ré”, explica. 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

5º Fórum de Infraestrutura e Logística LIDE

Participantes do 5º Fórum de Infraestrutura e Logística LIDE enfatizam necessidade de acelerar desenvolvimento brasileiro.


Líderes empresariais dos setores da construção civil, logística e tecnologia, juntamente com autoridades públicas, se reuniram no 5º Fórum de Infraestrutura e Logística LIDE, em 10 de agosto, no Palácio Tangará, na capital paulista. Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, LIDE Infraestrutura e LIDE Logística, a edição deste ano contou, entre outras autoridades, com a presença dos ministros Maurício Quintella (Transportes, Portos e Aviação Civil) e Fernando Coelho (Minas e Energia).

Legenda da foto: Roberto Giannetti, Maurício Quintela, Luiz Fernando FurlanFernando Coelho e Clodoaldo Pelissioni durante 5º Fórum de Infraestrutura e Logística LIDE(Crédito/foto: Gustavo Rampini).No painel intitulado "A energia para o futuro do Brasil", o ministro Coelho Filho ressaltou que o atual governo federal não quer repetir o modelo energético do anterior. Para ele, é injusta a comparação entre as empresas privadas e públicas, quando o regime de contratação impede demissões nas públicas, por exemplo. "Vamos implantar um plano de demissão voluntária na Eletrobrás, que tem atualmente 24 mil colaboradores. E a partir de 2018, a reforma trabalhista vai impactar positivamente a economia do País", disse. 

terça-feira, 27 de junho de 2017

Prêmio é concedido aos melhores projetos de logística apresentados pelas turmas avançadas do curso de logística ministrado pelo Senai Morvan Figueredo


No ultimo dia 13/06, o Senai Morvan Figueredo ( Unidade Senai responsável por Logistica) realizou, em parceria com a Revista Painel Logístico, a II Edição do Prêmio Painel Logístico Senai Morvan Figueredo.
Mesmo com uma noite chuvosa e com muito trânsito, o evento não perdeu seu brilho, e contou com a presença de diversos profissionais da logística que foram prestigiar a II edição do evento e foram recepcionados pelo Diretor do Senai Morvan Fiqueredo, Sr. Jose Luis Leme, que ressaltou a importância de incentivar a capacitação e aprendizado, como diferencial dentro das empresas. Destacou também a parceria com a Revista Painel Logistico, que vem contribuindo com a aproximação de grandes empresas do setor logístico com o Senai Morvan Figueredo, com intuito de formar novas parcerias no setor e consolidar ainda mais o Senai como a Casa da Indústria.
A cada edição o Premio Painel Logístico Senai Morvan Figueredo vem se consolidando e ganhando destaque no setor logístico entre as empresas prestadoras de serviços logísticos e principalmente entre os embarcadores do mercado. Nesta edição fomos contemplados com apresentação de um Case incrível ministrado pelo CEO da Confenar, Sr. Victor Simas, que destacou o processo logístico aplicado na operação de entrega de bebidas da AMBEV por todo Brasil.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A sustentabilidade dos veículos híbridos e elétricos



A Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) reúne, no dia 27 de maio, autoridades, montadoras e o público para chamar a atenção aos benefícios ambientais, sociais e econômicos de um modal muito debatido atualmente: os veículos híbridos e elétricos. Trata-se do Dia da Mobilidade Elétrica, uma carreata que levará as bandeiras verdes e sustentáveis ao trânsito da capital paulista. Como empresas apoiadoras estão gigantes como Toyota, Mercedes-Benz, Tesla, Lexus, Porsche, Renault, Volvo, BYD, entre outros, que levarão para as ruas seus principais modelos e novidades.

O trajeto estipulado cobre as praças Amadeu Amaral (R. Treze de Maio) e Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, onde será entregue o primeiro posto elétrico público de abastecimento de veículos de São Paulo (SP), doado pela BYD do Brasil. De acordo com Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE, responsável pela organização do evento, o objetivo é sensibilizar a população, o poder público e a iniciativa privada a respeito do debate. “Todos são muito bem-vindos ao Dia da Mobilidade Elétrica. As pessoas que quiserem participar podem ir com bicicletas, skates, scooters, motos, carros, desde que sejam elétricos ou híbridos."

sexta-feira, 10 de junho de 2016

MRS realiza operação inédita com contêineres na ferrovia

Maior composição da companhia transportou 85 unidades de Santos até São José dos Campos.


A operadora de carga ferroviária MRS realizou, no mês de maio, uma operação inédita com contêineres transportados por trens. Uma composição circulou com 85 unidades, o equivalente a 90 TEUs, pela rota que liga Santos ao Vale do Paraíba, no estado de São Paulo.

Os contêineres saíram da Santos Brasil, no Porto de Santos, carregados de sucata de alumínio e insumos para a fabricação de produtos químicos. De lá, foram levados até o terminal da Cragea, em

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A logística em 2016


O mercado passa por maus bocados e o setor logístico é um dos últimos a sentir esses impactos devido à sua amplitude. A logística, vital em todas as áreas da economia, já sofre constantemente pela falta de investimentos públicos e por certo desprezo, até mesmo por parte do empresariado nacional, quanto ao enorme potencial de soluções que o setor guarda e aguarda ser explorado. Numa crise

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

LOGÍSTICA INTERNACIONAL - Otimização de processos

Alto custo com logística internacional faz setor de comércio exterior buscar alternativas tecnológicas para garantir integração e sincronismo



Otimização de processos é prioridade para profissionais do setor que lideram movimento em prol da competitividade das empresas brasileiras

O setor de comércio exterior frequentemente enfrenta dificuldades de comunicação e integração entre os participantes das cadeias de suprimentos internacionais. O número de informações e dados necessários para a entrega de cargas importadas e exportadas, desde a colocação de uma ordem de

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Governo vai lançar pacote bilionário de obras rodoviárias


Minas Gerais, Pernambuco e Bahia recebem maior parte das obras do Dnit, que incluem ainda editais para licitação de quatro pontes

Depois das recentes concessões à iniciativa privada, o Dnit realizará, agora, a maior parte das obras incluídas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pelo Regime Diferenciado de Contratações (RDC). "Vamos encurtar prazos e acelerar a entrega das obras", informou o diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe, ao Estado.
 
A mais vistosa é o chamado Arco Metropolitano do Recife, contorno rodoviário de quase 80

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Cabotagem deverá crescer acima de 20%, diz entidade





Pelo segundo ano consecutivo, o transporte de cargas em contêineres por meio de cabotagem (entre dois portos dentro do país) deverá crescer acima de 20% em 2013, segundo a Abac (associação brasileira do setor).

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Audiência pública vai definir modelo de gestão de navegação do Rio Capibaribe



A Secretaria das Cidades e o Grande Recife Consórcio de Transporte Metropolitano realizam audiência pública nesta terça-feira para apresentar o modelo de gestão do sistema de transporte hidroviário sobre o Rio Capibaribe.

sábado, 21 de setembro de 2013

Primeira linha de prensas da fábrica da Fiat chega a Pernambuco

(Foto: Katherine Coutinho / G1).                                   
As peças que compõem a primeira das duas linhas de prensa da fábrica de automóveis da Fiat em Goiana, na Mata Norte de Pernambuco, começaram a ser descarregadas no Porto de Suape , no Litoral Sul do estado, na manhã desta sexta-feira (20). O equipamento, quando montado e em pleno funcionamento, tem capacidade para produzir 960 peças por hora, transformando chapas de aço em portas ou capôs. A fábrica de automóveis da Fiat, que começou a ser construída em setembro de 2012, deve ser concluída até o fim de 2014. Quando estiver pronta, a fábrica terá capacidade para produzir 250 mil carros por ano.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Construção de estações fluviais vai começar nesta sexta





Nesta sexta-feira (13), o estado dará o primeiro passo concreto para a navegabilidade de seus rios. A construção das estações de embarque e desembarque de passageiros do Programa Rios da Gente vai começar durante a manhã. Eduardo Campos assinará a ordem de serviço no canteiro de obras, na BR-101, no bairro de Dois Irmãos, às 9h. O prefeito do Recife, Geraldo Julio, também participará da solenidade.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Novos terminais hidroviários devem sair de plano do governo




Nas últimas semanas, o escoamento da safra de grãos no Brasil vem esbarrando em falta de estrutura e gestão operacional em diversos pontos da cadeia logística nacional. Uma das esperanças de reversão desse cenário é a real implantação do Plano Nacional de Integração Hidroviária (PNIH), lançado no último dia 19 de fevereiro pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Portos estrangeiros podem barrar entrada de navios brasileiros



Navios com bandeira brasileira correm o risco de ser impedidos de atracar em portos no exterior. O risco, que existe desde o começo do ano, foi criado porque o governo brasileiro ainda não encaminhou ao Congresso Nacional a adaptação da legislação brasileira às novas regras internacionais de navegação da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês). Essas regras, que entraram em vigor em janeiro, têm por objetivo reduzir a emissão de gases-estufa do transporte marítimo.
É difícil estimar o número exato de embarcações que estão sob risco. O Sindicato Nacional

sexta-feira, 15 de março de 2013

Terminais de contêineres prometem investir R$ 11 bilhões



As empresas de terminais de contêineres prometem investir, em cinco anos, R$ 10,8 bilhões na expansão e modernização das instalações, se o governo federal antecipar a renovação dos contratos de arrendamento. A proposta foi apresentada à ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e à comissão mista do Congresso, que analisa a Medida Provisória 595, a MP dos Portos. A ideia é aproveitar as discussões e garantir a prorrogação por mais 25 anos.

Os contratos têm datas de vencimento variadas, nos próximos cinco, dez ou 20 anos, mas empresas querem evitar problemas no futuro, como houve em outras áreas. A prorrogação dos arrendamentos, em alguns contratos, fica a critério dos administradores portuários, que podem ou não aceitar a renovação, informa o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilen Manteli.

"Fizemos um documento com apoio de várias associações e entregamos ao governo federal. A proposta permitirá a antecipação de investimentos", afirma. Para as empresas, que têm terminais nos portos organizados, essa é uma contrapartida à liberação dos terminais privados, fora dos portos públicos.

Desde antes das discussões, os empresários reclamam da falta de isonomia entre os terminais arrendados e os terminais privados. Além da questão da mão de obra e dos custos administrativos, eles destacam a questão do tempo que os novos terminais terão para explorar a atividade portuária.

Fonte: Diário do Nordeste (CE)

quarta-feira, 13 de março de 2013

Terminais privados buscam garantias



As empresas que operam terminais portuários nos portos organizados estão interessadas em que lhe seja assegurado o direito de requerer o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos de arrendamento. O pedido foi inserido no conjunto de propostas que o setor empresarial, capitaneado pela Ação Empresarial, movimento liderado por Jorge Gerdau, entregou à Casa Civil. As propostas levadas ao governo foram fruto de negociações envolvendo diferentes entidades empresariais. Depois de três reuniões, os empresários fecharam, na semana passada, um conjunto de propostas que deve servir de sugestão para as discussões da Medida Provisória 595, em discussão no Congresso e que muda as regras para exploração nos portos.

O Valor apurou que os empresários querem incluir na MP 595 um artigo nos seguintes termos: "Será assegurado ao interessado requerer o reequilíbrio econômico-financeiro e a revisão das condições futuras dos contratos de arrendamento das instalações existentes nos portos organizados, situados na mesma área de influência".

O conceito que embasa o pedido é a chamada "assimetria" entre terminais portuários ocorrida nos últimos anos e que resulta de alterações em regras do setor, dizem os empresários. As mudanças nas regras para futuras licitações contidas na MP 595 também pesaram para a proposta, que interessa sobretudo à Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec). A entidade reúne os terminais privatizados na década de 1990 nas áreas dos portos organizados.

Um exemplo das mudanças, segundo a classe empresarial, está na chamada modicidade tarifária pretendida pelo governo, que alterou a forma de participação e remuneração dos contratos de arrendamento, que passaram a ser baseados na menor tarifa e na maior movimentação. As licitações anteriores à MP 595 tinham como um dos principais critérios para definir os ganhadores o pagamento da maior outorga.

A proposta entregue à Casa Civil diz ainda que é "imperioso" o restabelecimento do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos em vigor. Os terminais ligados à Abratec veem com apreensão a abertura do setor de portos a privados, que não pagam tarifas à União e nem estão submetidos ao Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo), entidade encarregada de gerir os trabalhadores avulsos nos portos. Já os terminais da Abratec têm de pagar diversos encargos e tarifas ao governo.

No documento, os empresários dizem que os arrendatários terão diferentes composições de custos, o que torna desigual a competição no mesmo ambiente concorrencial. E concluem: "Em face das substanciais alterações dessas condições ocorre o desequilíbrio econômico-financeiro entre os terminais, o que determina a necessária recomposição das condições contratuais".

A Abratec vem batalhando pela prorrogação dos contratos de arrendamento posteriores a 1993, quando foi editada a Lei dos Portos. Esse é outra das propostas do documento. O pleito é que os contratos de arrendamento em vigor na data da publicação da MP sejam prorrogados até completarem o prazo total de 50 anos de vigência (25 anos +25). A contrapartida é que o arrendatário promova os investimentos necessários para expansão e modernização das instalações portuárias.

Fonte: Valor Econômico/Francisco Góes

terça-feira, 12 de março de 2013

Manobras de navios nos portos terão preço máximo





Brasília - O governo vai fixar um teto para o valor das manobras exigidas entre a entrada e o atracamento dos navios nos portos brasileiros. As novas regras de preço para a praticagem, como esse serviço é conhecido, devem começar a ser implementadas a partir de julho.

De acordo com o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Antonio Henrique Silveira, ainda não há definição sobre os portos onde o teto de preços será inicialmente aplicado ou a velocidade em que será estendido às 22 zonas portuárias do país.

"A praticagem deve ter um tratamento equivalente a um serviço público regulado com preços adequados para cada porto", explicou o secretário.

A intenção do governo é aumentar a eficiência e com isso reduzir preços. Para isso, propõe uma metodologia que incorpore ganhos de qualidade ao longo do tempo.

O problema é que atualmente não há dados disponíveis nem mesmo sobre os valores cobrados em cada porto, pois os contratos são privados. Dessa forma, o governo pretende primeiro criar um banco de dados para estabelecer uma referência do que seria um serviço de qualidade. A partir desse padrão é que seriam exigidos ganhos de qualidade para reduzir tarifas. Cada porto terá seu preço específico.

Atualmente não há limites ao que os práticos podem cobrar dos armadores, donos dos navios e responsáveis pelo pagamento dos serviços. A regra é a livre negociação.

O governo entende, porém, que o mercado tem grandes barreiras à entrada e não se organiza segundo regras da livre concorrência. Os práticos precisam passar por um concurso público feito pela Marinha e são altamente especializados. Por outro lado, são obrigados a prestar o serviço mesmo se não forem pagos pelos armadores.

Nos últimos cinco anos tem se registrado uma crescente judicialização das disputas entre associações de práticos e armadores. Pelo sistema atual, quando não há acordo, cabe à Marinha arbitrar as diferenças. Essas decisões também têm sido questionadas na Justiça.

O Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), que representa os práticos, ainda avalia a proposta do governo. "Lembramos que os preços atuais estão em linha com a realidade internacional e que não há críticas quanto à qualidade profissional dos serviços no Brasil", afirmam em nota à imprensa. O Syndarma, entidade que representa os armadores, não respondeu aos pedidos de entrevista.

A regulamentação desse setor por órgão público é a regra na maior parte do mundo. Na Holanda, por exemplo, é o Ministério dos Transportes que aprova ou não o reajuste. Nos Estados Unidos, a Guarda Costeira fixa preços levando em conta a distância percorrida e o tipo de manobra necessário.

A determinação para estabelecer regras de preço no setor foi determinada no fim de 2012 pelo governo em reação a reclamações dos empresários de que o custo estava muito elevado. A metodologia proposta pelo governo estará em consulta pública até o início de abril.

Fonte: Valor Econômico/Leandra Peres 

Medidas emergenciais para logística são discutidas



Brasília. Os ministros da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho (PMDB/RS), e dos Transportes, Paulo Sérgio Passos (PR), se reuniram ontem para definir a criação de um grupo de trabalho que irá avaliar a questão dos entraves logísticos no País e propor medidas emergenciais para escoamento da safra recorde de grãos de 183 milhões de toneladas. As exportações do complexo soja, que devem superar 45 milhões de toneladas nesta safra, nas primeiras semanas de embarque já começam a provocar congestionamentos nos portos. Segundo assessores do Ministério da Agricultura, as primeiras informações sobre o novo grupo de trabalho, que contará também com a participação da Casa Civil, serão anunciadas na próxima quinta-feira.




Longo prazo



Além das questões emergenciais para evitar o "apagão logístico", o grupo irá discutir o Plano Nacional de Logística que está sendo elaborado pelo Ministério dos Transportes para os próximos 10 anos. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Glauber Silveira, diz que "o governo toda semana cria um novo grupo de trabalho para revolver velhos problemas".



No início deste mês, o governo federal criou um comitê interministerial para tratar da administração dos estoques públicos de alimentos, a fim de evitar a repetição dos problemas de logística de abastecimento enfrentados no ano passado.



Dificuldades atuais




Silveira observa que nesta época do ano, no início do escoamento da safra, as tradings sofrem mais com os entraves logísticos para levar a mercadoria até os portos. Ele diz ainda que o produtor paga a conta e cita como exemplo o frete rodoviário na rota Sorriso (MT) a Paranaguá (PR) que passou do valor de R$ 220 no ano passado aumentando para R$ 290 durante este ano.

"No caso do adubo, as indústrias cobram a mais US$ 40 por tonelada, para cobrir as despesas com pagamento de multas pela demora no desembarque das matérias-primas nos portos", afirma Silveira.

Entraves




183 milhões de toneladas de grãos é a safra recorde no País. As exportações do complexo soja devem superar 45 milhões de toneladas nesta safra 



Fonte: Diário do Nordeste (CE)

Wilson Sons participa de licitação de porto em PE




A Wilson Sons informou ontem (11/3) que, por meio de sua subsidiária Wilson Sons Logística, participou do processo de licitação de novo porto seco, localizado próximo do Terminal Portuário de Suape, em Pernambuco (PE).

As propostas comerciais foram recebidas pela Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil da 4ª Região Fiscal (SRRF04) no dia 19 de fevereiro de 2013.

Através de publicação do Diário Oficial da União desta segunda, a companhia foi informada que ficou em primeiro lugar na classificação da concorrência por menor tarifa final.

A Wilson Sons diz, no entanto, que a oferta da menor tarifa não significa o fechamento definitivo da licitação para a operação do porto seco.

A empresa fala que aguarda as etapas subsequentes do processo, que resultarão no pronunciamento oficial da SRRF04, quando a empresa vencedora será conhecida.

"A participação na licitação do porto seco está alinhada à estratégia da Wilson Sons Logística, que vem concentrando seus esforços na operação de ativos diferenciados como, por exemplo, terminais alfandegados e centros logísticos", diz a empresa, em nota.

Fonte: Brasil Econômico