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terça-feira, 19 de setembro de 2017

MP altera inscrição do transportador no RNTRC


O Governo Federal publicou a Medida Provisória nº 800, de 18 de setembro de 2017, que estabelece as diretrizes para a reprogramação de investimentos em concessões rodoviárias federais e altera normas do RNTRC.
Investimentos em Concessões Rodoviárias
Com a Medida, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) está autorizada, uma única vez, a realizar, de acordo com as concessionárias, a reprogramação de investimentos em concessões rodoviárias federais, cujos contratos prevejam concentração de investimentos em seu período inicial. As novas regras ampliam de 5 para 14 anos o prazo para a realização de investimentos, como as obras de duplicação dos trechos concedidos, devendo o novo cronograma ser negociado com a ANTT, que poderá exigir, em troca do novo prazo, a redução nas tarifas de pedágio, encurtamento do prazo da concessão ou uma combinação de ambos. As concessionárias poderão manifestar interesse em aderir à reprogramação de investimentos no prazo de um ano, contado da data de publicação da MP, estando o ajuste condicionado, em cada caso, à demonstração da sustentabilidade econômico-financeira do empreendimento até o final da vigência da concessão.
Inscrição no RNTRC
A MP também promoveu alterações na Lei nº 10.233/2001 que, ao incluir o Art. 14-B, estabelece que a realização de transporte rodoviário de carga própria, de cargas especiais e de produtos perigosos depende de inscrição do transportador no RNTRC em categoria específica na forma estabelecida pela ANTT. As condições para a realização do transporte rodoviário de produtos perigosos se aplica a transportadores remunerados e de carga própria. A inscrição em categoria específica no RNTRC para o transporte rodoviário de carga própria, de cargas especiais e de produtos perigosos deverá ser realizada no prazo de um ano, contado da data de publicação do regulamento da ANTT. A Medida entrou em vigor hoje (19/09), com sua publicação no Diário Oficial da União.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Governo Federal pretende privatizar portos de Vitória e Barra do Riacho no ES


Depois do Aeroporto de Vitória, o governo Federal tem interesse em entregar a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa), estatal que administra os portos de Vitória e Barra do Riacho, à iniciativa privada. A informação é de O Globo, que segundo a reportagem, o anuncio será  nesta quarta-feira (23). No total, será anunciado uma carteira de 58 projetos incorporados ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), para serem postos a venda ou entregue a iniciativa privada.
De acordo com reportagem, estão na lista a privatização a Eletrobras, 11 blocos de linhas de transmissão de energia, rodovias, terminais portuários, aeroportos, venda ou extinção de outras empresas públicas, entre elas a Casa da Moeda, Companhias Docas do Espírito Santo e do Maranhão, Casemg e CeasaMinas e o início de estudos para a concessão do Parque Olímpico do Rio.
Os detalhes doe pacote estão previstos para serem divulgados depois da reunião do conselho do PPI, marcada para quarta. O conjunto de medidas tem por necessidade levantar receitas para cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 159 bilhões em 2018

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Piratas saqueiam R$ 100 milhões por ano na Amazônia


Roubo de carga nos rios da região quadruplicou entre 2015 e 2016; combustível é o principal alvo dos bandidos

A era dos piratas não acabou

A era dos piratas não acabou. Ela apenas mudou de rota: da costa brasileira foi para os rios da Amazônia. Em vez de olho tapado e espadas, capuz, metralhadoras e fuzis AR 15. Para comunicação, sistema de rádio VHF. A nova “caça ao tesouro” agora é por combustível, que representa 70% do prejuízo de R$100 milhões por ano para as empresas que fazem transporte de carga pelos rios da floresta amazônica.
Também chamados de “ratos d’água”, os piratas atuam sempre em grupos. Eles ficam de tocaia e, usando rádios, articulam o ataque. O alvo predileto são embarcações que transportam combustível e eletrônicos da Zona Franca de Manaus.
Com barcos pequenos e rápidos, os piratas cercam as embarcações, amarram uma corda e sobem na balsa, encapuzados, com luvas pretas e armas pesadas, fazendo arruaça. A tripulação é presa na cabine e os piratas tomam o comando. Eles levam a carga roubada para um barco maior, ancorado próximo às balsas. Em quase todas as ocorrências há também roubo de combustível dos tanques das embarcações. Muitas vezes, os piratas levam ainda todos os pertences da tripulação.

terça-feira, 18 de julho de 2017

OMC: Incentivos não melhoraram competitividade da indústria no Brasil



A Organização Mundial do Comércio (OMC) fez uma avaliação severa dos resultados da política industrial praticada pelo Brasil. Para o órgão multilateral, a indústria se tornou cada vez mais dependente de incentivos e não melhorou sua competitividade. Além disso, vários setores pagam mais caro pelos produtos importados de que necessitam.
Em relatório distribuído aos 164 países-membros para o exame da política comercial brasileira, que ocorre hoje e quarta-feira, a entidade menciona o argumento das autoridades brasileiras de que todos os programas de ajuda são avaliados regularmente para asssegurar que corrijam qualquer mau funcionamento do mercado que possa causar obstáculos a objetivos de desenvolvimento do país.
No entanto, diz a OMC, um estudo recente sobre o custo orçamentário da política industrial do país sugere que a “indústria brasileira desenvolve uma dependência crescente dos incentivos, em vez de melhorar sua competitividade internacional”.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

A fiscalização aduaneira no Porto



O Porto de Santos responde por cerca de 30% do comércio exterior brasileiro, considerando o valor das mercadorias importadas ou exportadas. Essa movimentação estratégica para a economia do País é fiscalizada pelos agentes da Alfândega de Santos. 
Os funcionários do órgão, ligado à Secretaria da Receita Federal do Brasil, supervisionam a chegada de produtos do exterior ou sua partida para esse destino, acompanhando o recolhimento dos impostos cobrados nessas operações e verificando a veracidade das informações apresentadas pelos responsáveis pelos produtos.
Esses serviços de fiscalização são realizados através do sistema de controle do comércio exterior, o Siscomex, ou presencialmente, pelos agentes fiscais. Eles atuam a partir da entrada dos pedidos de despacho aduaneiro de uma mercadoria, quando seu proprietário (ou representante dele, como o despachante) requer a liberação do produto. Nesse momento, o Siscomex avalia se o pleito referente ao artigo será aceito ou alguma inspeção – documental ou presencial – será necessária.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Operações portuárias no período chuvoso



Nas últimas semanas, fortes chuvas têm atingido a Região Metropolitana do Recife. A união das precipitações com os ventos quatro vezes mais fortes do que o habitual exigem atenção da população, com alertas feitos pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac). Nas atividades portuárias, os cuidados com as operações também se faz presente. 

Para entender um pouco mais qual o impacto desse período sazonal, Edson Gomes e José Divard, gerente e coordenador de operações do Porto do Recife respectivamente, explicam como é trabalhar com cargueiros sob condições adversas. O primeiro ponto de destaque é com relação às cargas. “O Porto trabalha muito com granéis sólidos, fertilizante e barrilha. Esses produtos não podem ter contato com água ou mesmo umidade, pois isso os estragaria”, explica Divard. 

Para não prejudicar a mercadoria, as operações precisam, em alguns casos, serem interrompidas nos momentos chuvosos. “Os navios fecham os porões até que o tempo melhore e somente depois continuam com o processo de carga ou descarga”, comenta Edson. Essa pausa também ocorre quando os ventos estão muito intensos, pois além da segurança com transporte das mercadorias é preciso estar atento a dispersão dos componentes pelo ar. Os resíduos dos produtos não podem sair da área do porto. 

Essas interrupções podem gerar a chamada quebra de prancha – quando a estimativa de movimentação de toneladas diárias feita pelos navios não se cumpre. Isso se desdobra num atraso no tempo de atracação dos cargueiros no cais, gerando por consequência, problemas no fluxo de navios. As dificuldades, contudo, não chegam a atrapalhar o cotidiano das atividades. “Nas últimas semanas, o maior atraso que tivemos foi de dois dias e isso meio que já é previsto nesse período e incorporado ao contrato dos navios programados para atracarem. Assim, nós [equipe do Porto do Recife] conseguimos nos organizar e fazer as operações fluírem sem grandes problemas”, pontua Divard. 



segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tecnologia e estratégia reduzem acidentes nas estradas brasileiras



Em tempos de crise, otimizar operações logísticas é fundamental. Ganham todos os envolvidos e, além de eficiência, temos o que é mais importante: segurança.
mercado de transportes é um dos que mais sofre. São roubos e furtos de cargas, que somam bilhões de reais em prejuízos. Porém, tão preocupante quanto isso, são os acidentes, que também tiram o sono de transportadoras, embarcadoras e, obviamente motoristas.
De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, a maior gerenciadora de riscos independente do país, entre os motivos para essa preocupação estão as estradas sucateadas e frota velha, que não passam por manutenção preventiva de forma adequada. Falta de profissionalismo e ambições extremas também são responsáveis por esse cenário negativo. “Para termos uma ideia do quanto essa situação é problemática, as companhias seguradoras pagaram R$ 10 bilhões de sinistro de acidentes de trânsito, em 2015, ou seja, um valor 10 vezes maior do que computado em roubos e furtos”, detalha.

Tecnologia

Em razão disso, é preciso abrir os olhos para tecnologia e usá-la a favor para ajudar a reverter esses números, explica Buonavoglia. o caso do gerenciamento de riscos, a prevenção é feita com o uso da telemetria, que é uma tecnologia originalmente utilizada pela Fórmula 1 e que ganhou terreno com a preocupação das empresas em relação à redução de acidentes.

domingo, 2 de julho de 2017

Maersk diz que operações para clientes deverão voltar ao normal até 2a-feira



A gigante dinamarquesa de logística A.P. Moller-Maersk espera que as operações voltadas para clientes voltem ao normal até segunda-feira e está retomando as entregas de contêineres em seus principais portos, após um ataque digital ocorrido na terça-feira.
"Esperamos que, na segunda-feira, voltemos a algo que se parece muito mais com um estado de negócios normalizado", disse Vincent Clerc, diretor comercial da unidade de transporte da empresa Maersk Line, à Reuters, por telefone.
"Nós recuperamos primeiro os principais sistemas operacionais para terminais Maersk Line e APM e depois trabalhamos em outras aplicações que não têm impacto direto nos clientes", afirmou.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Clientes digitais versus empresas analógicas


 Empresário da indústria analisando dados: é preciso focar na experiência do consumidor | Foto: Freepik

Indústria precisa respirar dados para focar, cada vez mais, na experiência do consumidor e não apenas na entrega de produtos e serviços

Por Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor
A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.
O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura

A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?
É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.
Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?

Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:
  • Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente
  • Preocupação com a experiência do consumidor
  • Foco no efeito final e não apenas no produto
Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.
As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer.
Imagem da publicação: Projetado pelo Freepik

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Área de logística busca equilíbrio


CRESCIMENTO Setor precisa de pessoal e existe qualificação disponível, mas formação básica dos candidatos e os salários ofertados pelas empresas ainda deixam a desejar
Emídia Felipe

O desenvolvimento recente da economia de Pernambuco traz a reboque a expansão de diversos campos de trabalho, mas um deles se destaca pela “onipresença”. A logística - com forte atuação em transporte, armazenagem e distribuição - tem ampliado sua importância no Estado, fomentando a oferta de qualificação e aumentando a demanda por pessoas especializadas. No entanto, o segmento enfrenta um impasse: com margem de lucro apertada, resiste em oferecer salários menores, enquanto concorrentes de outros Estados e países, especialmente de grande porte, atraem os melhores profissionais com remunerações mais interessantes. “Praticamente todas as empresas têm ou precisam de alguma atividade logística. Diria que onde houver movimentação e armazenagem de bens e informações as atividades logísticas estarão presentes”, explica o presidente da Associação Nordestina de Logística (Anelog), Fernando Trigueiro. 

O varejo e a indústria são setores que precisam de empresas da área logística com intensidade, seja para entregar a mercadoria de um fornecedor para o cliente final ou de uma fábrica para atacadistas; ou ainda para a chegada e gestão de matérias-primas para a transformação industrial. Embora seja ligada à administração de empresas, a logística envolve diversos conhecimentos aplicados nesse processo, como planejamento, estatística, engenharia e economia. Presidente da Dasein, empresa mineira especializada em recrutamento de altos executivos que atua em Pernambuco, Adriana Prates lembra que a logística é uma atividade antiga, mas o atual contexto econômico, especialmente no Nordeste, mudou as necessidades do segmento e faz com que as empresas busquem profissionais com “habilidades diferentes das do passado”. “Essa área deixou de estar no segundo plano para ser prioridade e hoje envolve muitas outras áreas e habilidades”, explica Adriana. Ela estima que, em 2014, o segmento terá um incremento entre 50% e 70% da necessidade de executivos especialistas. 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Buscando inserção ou recolocação no mercado de trabalho?


Com o cenário atual político e econômico do País enfrentando diversas dificuldades, sabemos que a busca por inserção ou recolocação no mercado de trabalho tem sido uma verdadeira jornada por parte dos profissionais, tanto no âmbito dos recém formados como também dos profissionais qualificados e com experiência em suas áreas de atuação.

Pensando nisso, o Portuária PE vem prestar uma pequena colaboração a estes profissionais, divulgando uma relação com mais de 100 empresas situadas no Complexo Industrial Portuário de Suape, no intuito de, tanto ajudar tais profissionais, como fazer sua parte na prestação de serviço de utilidade pública, serviço este prestado a sociedade com total imparcialidade desde sua criação em 2010.

Segue abaixo o link direto com o portal administrativo do Complexo Industrial Portuário de Suape, onde os profissionais poderão encontrar uma relação das empresas ali situadas com os contatos diretos, facilitando o preenchimento dos formulários eletrônicos exigidos, bem como enviar seus currículos, diretamente para as empresas de seus interesses.

Boa sorte à todos.


terça-feira, 26 de julho de 2016

Empresas demitem mais antigos para reduzir a folha de salários.



Cortando funcionários mais antigos e reduzindo a remuneração paga aos recém-contratados, o mercado formal continua fazendo um ajuste forte sobre os salários. Entre janeiro e maio, o volume de desligamentos entre os trabalhadores que estavam entre um e dois anos e há mais de dois anos no emprego avançou 5,8% e 7%, nessa ordem, sobre igual período de 2015, um total de 547 mil pessoas. Dentro do recorte, essas foram as únicas categorias em que o número de demissões cresceu neste início de ano. No total, elas caíram 17,3% em relação ao ano passado, somando 6,6 milhões.

O saldo do Caged tem repetido resultados negativos porque o volume de admissões vem recuando ainda mais - 20,5% nos primeiros cinco meses do ano, 6,3 milhões - e, assim, não tem sido suficiente para repor as vagas que são fechadas. É essa combinação que tem feito o emprego com carteira assinada encolher desde o ano passado. Em maio, ele retrocedeu ao nível de 2012, 39,2 milhões.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Terminais de contêineres vão à justiça contra união por porto seco



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A possibilidade de concessão de novas licenças de portos secos no país está levando os terminais de contêineres a questionarem na Justiça a União e a Receita Federal. A discussão tem como pano de fundo o rentável mercado logístico para cargas do comércio exterior, sobretudo na importação. O embate envolve os chamados Centros Logísticos e Industriais Aduaneiros (CLIAS), uma espécie de porto seco que presta serviços de movimentação e armazenagem de cargas alfandegadas. A polêmica ganhou força em abril a partir de uma decisão judicial obtida pela Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec).

A entidade, que reúne os terminais de contêineres do país, conseguiu liminar na 5ª Vara Cível da Justiça Federal de São Paulo para suspender todos os processos administrativos em curso nas superintendências regionais da Receita Federal que tenham por objeto o licenciamento e alfandegamento de CLIAS pendentes de liberação depois de encerrada a vigência da Medida Provisória 612/13. A MP expirou em agosto de 2013 e não foi convertida em lei.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Logística movimenta Pernambuco



O Estado de Pernambuco, particularmente, tem se destacado no aspecto logístico. Veja a seguir algumas notícias específicas sobre o Estado.  

1. Este ano, o MBA em Logística Empresarial da FCAP/UPE –Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco da Universidade de Pernambuco terá duas turmas. Uma iniciada em maio e a outra prevista para início em julho. O curso tem 18 módulos, sendo um por mês. Ao final, o aluno deverá entregar projeto ou monografia.

2. O curso de “Formação de Gestores Logísticos” da Focus –Trigueiro está na 10ª edição. Possui duração de quatro meses, com aulas aos sábados em regime de imersão total. Mais informações pelo fone: 81 3432.7308

Fonte: http://www.logweb.com.br/logistica-movimenta-pernambuco/


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ação conjunta de Suape, Cipoma e Polícia Civil combatem desmatamento em área de preservação



A administração do Complexo Industrial Portuário de Suape realizou ação de combate contra o crime de desmatamento de mata atlântica e obra irregular na Vila Nazaré, localizada no Parque Metropolitano Armando Holanda Cavalcanti, área de preservação do território de Suape que fica no município do Cabo de Santo Agostinho. A operação, realizada em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, por meio da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente – Cipoma, autuou quatro pessoas em flagrante, que foram conduzidas para a Delegacia do Cabo de Santo Agostinho. 

Ao todo, foram cerca de nove horas de operação para  fazer o fechamento de seis tanques, com o próprio barro retirado do local, que estavam sendo construídos de forma irregular para a criação de camarão. Para escavar os tanques, uma área de 1.500 m² de mata atlântica nativa e restinga foi destruída. O serviço foi todo executado com acompanhamento da área de proteção ambiental de Suape, que garantiu que as máquinas retroescavadeiras fizessem a ação de recuperação de solo sem causar mais danos ou agressão ao meio ambiente. “Essas intervenções terão o caráter permanente, objetivando a proteção ambiental na localidade”, afirmou Jorge Araújo, diretor de meio ambiente de Suape.

Suape mantém um trabalho preventivo de inspeções diárias em todo o território de 13,5 mil hectares. A administração do Complexo conta com sete equipes motorizadas (cada uma com dois agentes) que realizam vistorias com o objetivo de minimizar as invasões e qualquer tipo de degradação das áreas de preservação ambiental. Esses profissionais não trabalham armados e estão sempre com farda e identificação da empresa Suape. No caso de identificação de qualquer irregularidade, eles solicitam que pare e compareça à administração do Complexo de Suape para ser orientado e explicar a ação. Se o responsável não atender a solicitação, a Polícia Militar é acionada para impedir a ocupação das terras públicas de forma ilegal, com o devido registro de Boletim de Ocorrência na delegacia local e adoção de providências judiciais, se for o caso.

Para denúncias de crimes ambientais, entre em contato com o Cipoma pelo telefone: 3181.1700. Informações também podem ser enviadas para a Ouvidoria de Suape pelo telefone: 3527.5060.


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

6 dicas que mostram como a logística pode salvar sua empresa


Por que uma boa logística pode salvar sua empresa da crise?
Escrito por Arnaldo Vhieira, especialista em estratégia de negócios
Tenho hábito de assistir a um programa em um canal fechado de televisão, o qual tem o título: “Santa Ajuda”. Nele, os participantes recebem em sua residência uma profissional que auxilia na organização de um espaço, descarta para reciclagem objetos e móveis que no momento não têm utilidade além de listá-los e colocá-los em evidência. O objetivo é manter apenas o essencial ao investir na compra de móveis apropriados (sempre com cautela, pois o objetivo é

terça-feira, 27 de outubro de 2015

O papel da capacitação logística na gestão do supply chain: evidências no varejo




Artigo escrito por ADRIANA ROSSITER HOFER

Scientia potentia est. Esta famosa expressão em latim significa “conhecimento é poder”. No domínio da gestão organizacional, o conhecimento é ligado à habilidade de influenciar funcionários ou colegas com vistas a atingir os resultados desejados. Em algumas situações, entretanto, esta frase é interpretada como uma justificativa para não se compartilhar o que se conhece e, assim, manter o controle e o poder. Será que este é o caso na gestão da cadeia de suprimento ou supply chain management?
Um dos pilares da filosofia do supply chain management é simplesmente “trabalho de equipe”. Existe

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Armador cobra regulação do prático


Os preços da praticagem, os serviços de manobra dos navios, voltam a ser alvo de polêmica. O Centro Nacional de Navegação (Centronave), entidade que reúne 24 armadores, afirma que as empresas de praticagem estão aumentando preços em algumas regiões do país sem negociação. Segundo o Centronave, existe determinação da Marinha do Brasil de manter as tarifas congeladas em algumas zonas de praticagem. Esse congelamento seria válido até se definir a metodologia de regulação de preços em fase de elaboração pela Comissão Nacional para Assuntos de Praticagem (CNAP), instituída por decreto no fim do ano passado

sábado, 3 de agosto de 2013

MP QUER INTERDITAR PRAIAS COM RISCO DE TUBARÃO


Paulo Emílio e Leonardo Lucena _PE247 - O Ministério Público de Pernambuco expediu, nesta terça-feira (23), um dia após o ataque de um tubarão que resultou na morte da turista paulista Bruna da Silva Gobbi, na praia de Boa Viagem, no Recife,  uma recomendação ao Governo do Estado e ao Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit) para a interdição de trechos da praia da Região Metropolitana da capital. Em paralelo, a família da vítima pretende processar o Estado sob a alegação de que os bombeiros alertaram a turista apenas com relação à correnteza e não sobre o perigo dos ataques de tubarões.
De acordo com o promotor Ricardo Coelho, o Cemit deve indicar ao Governo quais áreas devem ser interditadas ao banho de mar e também quais são os períodos de maior risco de ocorrências, para que o Estado elabore um decreto proibindo o banho de mar nas áreas listadas como de risco. Atulamente, já vigora um decreto proibindo a prática de esportes náuticos, como o surf, nas regiões de maior risco de incidência de ataques.
A presidente do Cenit, Rosângela Lessa, se disse contrária à medida solicitada pelo MP mas informou que o assunto será discutido. Segundo ela, a orla do Grade Recife é a mais sinalizada do mundo, com 88 placas de alerta ao longo de 30 quilômetros da costa pernambucana. A última vez que o Cemit debateu a interdição das praias foi em 2005, quando se proibiu  a prática de esportes náuticos nas áreas consideradas de risco.
O secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, adiantou que a interdição deve ser descartada em função dos danos ao setor de turismo estadual.   Para o secretário as medidas tomadas já adotadas são suficientes desde que as orientações repassadas pelos órgãos competentes sejam observadas e seguidas.
Enquanto as discussões oficiais estão em andamento, a família da turista Bruna Gobbi, avisou que deverá processar o Estado. O argumento é o de que os bombeiros alertaram a turista apenas com relação à correnteza e não sobre o perigo dos ataques de tubarões, mesmo com o incidente tendo ocorrido a cerca de cem metros de uma placa alertando para possíveis ataques desses animais. O tio da vítima, o comerciante Davi Leonardo Alves, afirmou que não procurou um advogado, mas garantiu que entrará com um processo. Este foi o 59º ataque desde 1992 no Estado, com 24 mortes, incluindo a de Bruna. Ela foi a primeira vítima fatal do sexo feminino desde que os registros de incidentes com tubarões começaram a ser feitos em Pernambuco, em 1992.
O corpo da turista será enterrado nesta quarta-feira (24), no município de Escada, no Sul do Grande Recife, a 65 quilômetros da capital pernambucana. Após ser atacada, a jovem foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UTI) do bairro da Imbiribeira, também na Zona Sul da cidade. Lá, a jovem sofreu a primeira parada cardiorrespiratória por ter perdido uma quantidade significativa de sangue. Depois, foi transferida para o Hospital da Restauração, no bairro do Derby, região central do município, onde teria tido mais duas paradas cardiorrespiratórias.
Segundo o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões, 23 dos 59 ataques no Estado, desde 1992, ocorreram no litoral do bairro de Boa Viagem, no Recife, e 17 em Piedade, no município vizinho de Jaboatão dos Guararapes. Além disso, estudos da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), apontam a existência de um profundo canal ao longo do litoral da região metropolitana facilita a aproximação dos tubarões às praias, principalmente no inverno, com águas mais turvas e marés mais altas. O desequilíbrio ambiental, intensificado com as operações no Complexo Industrial e Portuário de Suape, também é um fator ao qual os órgãos de controle atribuem parte da responsabilidade pelo problema.
Em 2004, pesquisadores do Núcleo de Tecnologia do Agreste, com sede em Bezerros, criaram um equipamento conhecido como repelente, cuja finalidade é atingir os órgãos sensoriais do tubarão, as chamadas Ampolas de Lorenzini. A pesquisa chegou a ser apresentada no "International Shark Attack Workshop", promovido em 2005 pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). Integrantes do órgão solicitaram, por meio de nota enviada à Imprensa, ao prefeito de Bezerros para que o gestor apresente o resultado da pesquisa ao Governo do Estado a fim de que o equipamento seja implementado o mais rapidamente possível. 
Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/pernambuco247/109446/

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Terminal do Porto do Recife espera gestor


O Terminal Marítimo de Passageiros (TMP) do Porto do Recife está com as obras de engenharia concluídas, em fase final de acabamento e aguarda agora a escolha da empresa que vai gerir o empreendimento. De acordo com o diretor Comercial e Operações do Porto do Recife, Carlos Vilar, o processo licitatório, que ficará a cargo da Secretaria Especial dos Portos (SEP), só deve ser concluído no fim do primeiro semestre de 2014. A licitação, aliás, é uma das primeiras no Estado a ser submetida às novas regras da Lei dos Portos, tornando-se uma demonstração da perda de autonomia dos portos gerenciados pelos Estados. Antes da nova legislação, os trâmites legais para a escolha do operador do equipamento seria de responsabilidade do próprio Porto do Recife. O projeto custou R$ 27 milhões, com recursos do Governo do Estado e da União.