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terça-feira, 19 de setembro de 2017

Tecnologia ajuda empresas a reduzir gastos com combustíveis

Solução logística lançada pela HBSIS em agosto contribui para a otimização das rotas e promove economia de até 6%



O governo federal publicou recentemente um decreto que elevou as alíquotas de PIS/Cofins que incidem sobre gasolina, diesel e etanol. A medida, uma tentativa para alcançar a meta fiscal, atinge principalmente as empresas de logística. A tributação sobre o diesel, por exemplo, subiu em R$ 0,21 e ficou em R$ 0,46 por litro do combustível.
Repassar o valor inteiramente no frete pode comprometer as vendas, portanto as empresas estão em busca de alternativas para economizar e equilibrar as contas do mês. A tecnologia pode ser uma importante aliada para garantir eficiência no processo de entrega de mercadorias.
Desenvolvidas com o objetivo de facilitar os processos e deixar o cliente final satisfeito, tecnologias como o roteirizador permitem aprimorar percursos, economizar combustível e reduzir tempo de entregas. Uma solução especializada em roteirização compõe a plataforma de soluções logísticas desenvolvida pela HBSIS, empresa catarinense que foi apresentada no Agenda Confenar 2017.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Petrobras aprova acordo com investidores para encerrar ação individual nos EUA


O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, hoje, a celebração de acordo para encerrar uma ação individual proposta perante a Corte Federal de Nova York, EUA, por um grupo de afiliadas da Discovery Global Citizens Master Fund, Ltd. (“Discovery Global”).
A Petrobras já celebrou acordos para encerrar outras dezenove ações individuais apresentadas perante a Corte Federal de Nova York, EUA, e uma ação individual apresentada perante a Corte Federal da Pensilvânia, EUA.
Para refletir os acordos celebrados, assim como as negociações em curso com outros autores de ações individuais, o valor total de provisões estimado, que era de US$ 445 milhões no 2º trimestre de 2017 (dos quais US$ 372 milhões provisionados em 2016), passa a ser de US$ 448 milhões.
No momento, não é possível para a Petrobras fazer estimativa confiável sobre o desfecho da class action.
Esses acordos, cujos termos são confidenciais, têm como objetivo eliminar incertezas, ônus e custos associados à continuidade dessas disputas e não constituem qualquer reconhecimento de responsabilidade por parte da Petrobras, que continuará se defendendo firmemente nas demais ações em andamento.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Quinze grandes petroleiras demonstram interesse em participar do 3º leilão do pré-sal


Quinze companhias fizeram a pré-inscrição para a terceira rodada de licitação de direitos de exploração de petróleo na área do pré-sal do Brasil, enquanto dez empresas manifestaram interesse na segunda rodada, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta segunda-feira.
As duas rodadas acontecerão em 27 de outubro.
Por meio de contratos de partilha de produção, as empresas poderão fazer ofertas para oito blocos nas bacias de Santos e Campos na área do pré-sal, onde hidrocarbonetos estão presos debaixo de grossas camadas de sal.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Estaleiro Atlântico Sul se prepara para entregar mais um navio (PE)

Temos um navio concluído e que será entregue na próxima quinta-feira

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) irá entregar na próxima quinta-feira (14) o último Suezmax (de um total de dez) a Transpetro. Batizado de Abdias Nascimento, o navio está na fase final de acabamento. Após ser entregue, o navio segue até salvador para abastecer e depois irá para a bacia de campos, no Rio de Janeiro, pra receber o óleo extraído do pré-sal, que será distribuído nas refinarias do Brasil, dentro da estratégia brasileira de produção de combustíveis e derivados do petróleo.
Nesta segunda-feira (11), o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, visitou as instalações do EAS, onde foi recebido pelo presidente do estaleiro, Harro Burmann, que solicitou ao ministro que intercedesse na Petrobras para que a Transpetro desse uma previsibilidade de quantos contratos têm no plano de encomendas de navios. Segundo ele, o estaleiro não sabe que direção tomar. 

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Falta de combustível afeta navios do Porto de Santos

Há atrasos de até 15 horas e cargueiros que buscaram ajuda em outros países


A falta de barcaças e combustível para o abastecimento de navios no Porto de Santos gera demoras, prejuízos e muita dor de cabeça às agências de navegação e às tripulações. Há casos de atrasos de até 15 horas na partida de embarcações e, ainda, cargueiros que seguiram desabastecidos para outros países, em busca de solução para a falta de óleo bunker. 
A Petrobras reconhece o problema e afirma que ele foi causado pelo aumento da demanda de usinas termelétricas. 
A situação é grave, considera o Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar). Segundo a categoria, em muitos casos, o término do abastecimento acontece após o final das operações de embarque e desembarque de mercadorias. Isso causa um transtorno entre agentes marítimos e os terminais, que ficam impedidos de receber novas embarcações enquanto o bombeamento do óleo não é concluído. 

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Reservas de petróleo caem mais que o previsto nos EUA

Os Estados Unidos já acumulam nove semanas seguidas de redução das reservas



A reservas de petróleo nos Estados Unidos caíram mais que o esperado na semana encerrada na última sexta-feira 25 de agosto, no dia da chegada da tempestade Harvey à costa do Texas, segundo dados publicados nesta quarta-feira pelo Departamento de Energia. 
Na semana passada, as reservas comerciais de petróleo recuaram 5,4 milhões de barris (mb), a 457,8 mb, quando analistas entrevistados pela agência Bloomberg previam uma queda de apenas 1,75 mb.
Os Estados Unidos já acumulam nove semanas seguidas de redução das reservas. Desde o fim de junho, a queda foi de cerca de 50 mb.
Os estoques de produtos destilados tiveram alta de 700 mil barris, quando analistas estimavam um incremento de 157 mil. 
O informe só reflete parcialmente os prejuízos causados pelo Harvey, que após afetar a produção no Golfo do México, em meados da semana passada, varreu o Texas a partir de sexta. 
Diversas refinarias deixaram de operar por causa do Harvey, o que fez cair a demanda de petróleo e a produção de combustíveis e destilados.

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Petrobras inicia processo para vender 50 campos terrestres no Nordeste

Ao todo, são 50 concessões


A Petrobras iniciou a etapa de divulgação das oportunidades, ou teasers, referentes à cessão da totalidade de seus direitos de exploração, desenvolvimento e produção em três conjuntos de campos terrestres no Rio Grande do Norte e na Bahia, informou a estatal nesta segunda-feira em comunicado ao mercado.
Ao todo, são 50 concessões. De acordo com o comunicado, a parcela da Petrobras na produção média de petróleo e gás natural desses campos, no ano de 2016, foi de 20,4 mil barris de óleo equivalente por dia.
No Rio Grande do Norte, são 34 concessões no Polo Riacho da Forquilha, enquanto na Bahia são sete concessões no Polo Buracica e outras nove no Polo Miranga.

Petróleo cai em Nova York com impacto da tempestade Harvey

Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961



O petróleo fechou em baixa nesta segunda-feira em Nova York por causa dos efeitos potenciais da tempestade tropical Harvey nas refinarias do Texas e da Louisiana e, por consequência, na demanda dos Estados Unidos pela commodity. 
O barril de "light sweet crude" (WTI) para entrega em outubro recuou 1,30 dólar e fechou a 46,57 no New York Mercantile Exchange (Nymex).
No Intercontinental Exchange (ICE) de Londres, o barril de Brent do Mar do Norte, também para entrega em outubro, perdeu 52 centavos, a 51,89 dólares.
Com quase um terço das refinarias de petróleo do país, a costa do Texas está sendo devastada desde sexta-feira, atingida pelo furacão mais forte a alcançar o estado desde 1961.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Petrobrás fecha refinaria de Pasadena por causa do furacão Harvey

"Ocorre o desligamento planejado da refinaria devido o clima severo"


A Petrobras informou o fechamento da sua refinaria em Pasadena, perto de Houston, no Texas, em função do furacão Harvey.
"Ocorre o desligamento planejado da refinaria devido o clima severo", informou a empresa, em comunicado à Comissão de Qualidade Ambiental do Texas. A unidade produz 100 mil barris por dia. 
Outras refinarias da região, como a Exxon Mobile, também informaram paradas na produção. "O complexo ExxonMobil Baytown está em processo de encerramento seguro e sistemático das operações", informou a porta-voz Suann Guthrie, em nota por e-mail. "A segurança é nossa prioridade e nós tomamos todas as precauções para minimizar o impacto para a comunidade e funcionários ao longo do processo de desligamento". A refinaria produz 560 mil barris por dia. 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Ataques de piratas chegam ao eixo Rio-São Paulo



Principais alvos são terminais de armazenamento de combustível da Petrobrás em locais como Ilha do Governador e Porto de Santos
Os ataques de piratas romperam as fronteiras da Amazônia e chegaram ao eixo Rio-São Paulo. Os principais alvos são os terminais de armazenamento de combustível da Petrobrás e de outras petroleiras na Ilha do Governador, no Rio, em São Sebastião e no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Assim como nas ocorrências da Amazônia, os criminosos agem encapuzados e armados e usam pequenos barcos de alta velocidade para acessar os terminais. 

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Na mira das oportunidades



A retração de encomendas e a estagnação das cadeias produtivas têm levado a indústria naval a buscar alternativas para sobreviver, como o deslocamento da atividade de construção para o reparo de embarcações, descomissionamento de plataformas e, mais recentemente, desmanche de navios — possibilidade que somente agora entra no radar dos estaleiros. Entretanto, o anúncio do governo federal de realizar cinco grandes leilões de petróleo entre 2017 e 2018, para atrair novos investidores para o setor de óleo e gás nacional, dá algum alento ao setor. Três deles devem acontecer ainda neste ano (dois com áreas do pré-sal e um em regiões do pós-sal), enquanto os outros dois estão programados para 2018, um para cada tipo. A expectativa é de que esses leilões gerem cerca de R$ 60 bilhões de investimentos no país.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Operação Lava Jato deixa mais de R$ 90 bi em obras paradas



Alguns projetos foram paralisados por suspeitas de sobrepreço, outros por divergências em relação ao valor das obras e também por falta de financiamento ou recursos próprios para tocar a construção

A Operação Lava Jato deixou um rastro de mais de R$ 90 bilhões em obras paradas de Norte a Sul do Brasil, sem previsão de retomada. A lista inclui grandes empreendimentos que, se estivessem em operação, trariam inúmeros benefícios para a população brasileira, como projetos de mobilidade urbana (metrôs e corredores de ônibus), rodovias, universidades e centros de saúde. Há também instalações industriais de grande relevância para a economia nacional, como os investimentos da Petrobrás.
Alguns projetos foram paralisados por suspeitas de sobrepreço, outros por divergências em relação ao valor das obras e também por falta de financiamento ou recursos próprios para tocar a construção. Todos os empreendimentos têm em comum o fato de estarem sendo construídos por empreiteiras envolvidas no maior escândalo de corrupção do País e que hoje estão com graves problemas financeiros, sem caixa e sem crédito no mercado. O levantamento das obras foi feito pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) e pelo Estado e considerou apenas os grandes projetos. 
“Na Hidrelétrica São Roque, parada há mais de um ano, a retomada criaria mil empregos durante 10 meses. Esse é o contingente de pessoas e o tempo para concluir os 20% de obras restantes. Até a paralisação, o projeto já havia recebido R$ 700 milhões de investimentos. Faltam mais R$ 300 milhões para concluir o empreendimento e iniciar operação.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Sem novos contratos, Estaleiro Atlântico Sul pode fechar em 2019



O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) convive com o risco de ter que fechar as portas depois de meados de 2019, quando terá terminado de entregar os navios para o seu único cliente, a Transpetro, a subsidiária de logística da Petrobras. "Esse risco [de paralisar atividades a partir do fim de 2019] é alto", diz Harro Burmann, presidente do EAS. Controlado por Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, o estaleiro se movimenta para evitar o pior. Tenta há meses garantir novas encomendas de construção de embarcações com a South American Tanker Company (Satco), discussão que passa pela Petrobras. Em outra frente, o EAS está envolvido em renegociação de dívidas com bancos. Só ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seu maior credor, o EAS ainda deve R$ 1,3 bilhão.
Na avaliação do EAS, apesar de todas as dificuldades, um eventual pedido de recuperação judicial não é necessário, embora a solução para a crise tenha que passar pela renegociação das dívidas com os credores. Se considerar BNDES, Banco do Brasil e bancos privados (Bradesco e Santander), o EAS tem dívidas de R$ 352 milhões vencendo este ano. No mercado, a visão de especialistas, porém, é de que se o estaleiro não conseguir renovar a carteira e não renegociar suas dívidas de forma direta com os credores, a recuperação judicial pode terminar sendo um caminho inevitável.
Burmann preferiu não falar sobre o tema. Disse que há mais de um ano tenta tornar viáveis contratos de construção entre o EAS e a Satco envolvendo 13 embarcações, pacote de US$ 1,67 bilhão. A lista inclui oito navios para transporte de petróleo e derivados e cinco embarcações tipo Suezmax DP. O arranjo considera que a Satco contrataria o EAS para construir os navios e depois os alugaria à Petrobras. A construção dos oito navios, conhecidos pela sigla MR, depende, portanto, do aval da estatal.
No começo, os MRs seriam feitos pela Kingfish, mas a Satco se dispôs a assumir os contratos, disse Burmann. A negociação exigiria, porém, a extensão de prazo para entrega das embarcações à Petrobras. Em nota, a Petrobras afirmou: "No que diz respeito aos contratos celebrados com a Kingfish, para a construção de oito navios da classe 'MR', a projeção da demanda com o cenário atual não indica uma nova celebração desses contratos para outra empresa ou mesmo a sua extensão".

terça-feira, 6 de junho de 2017

Ainda é cedo para falar em fim da recessão, avalia IBGE



Para a coordenadora de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Rebeca Palis, é preciso "esperar para ver o que vai acontecer neste ano ainda" antes de afirmar que a recessão ficou para trás.
"Tivemos um crescimento no primeiro trimestre, até expressivo, só que contra uma base reduzida. Tivemos oito trimestres seguidos de queda. Então vamos ver o que virá aí para a frente", afirmou.
Questionada sobre os efeitos da crise política nas contas do segundo trimestre e também sobre os indicadores antecedentes mais fracos, Rebeca respondeu que "tudo influencia". Ela destacou ainda os efeitos da agropecuária na economia brasileira, que devem continuar contribuindo no período de abril a junho, principalmente, as culturas de soja e o milho.

Analistas optam por excluir Petrobrás de carteiras



É consenso entre as equipes de análise que a crise política deve durar mais do que o esperado. Essa é uma das principais razões pela qual a Petrobrás saiu de quatro carteiras recomendadas nesta semana. A preferência dos analistas tem sido por papéis considerados defensivos ou menos líquidos, incluindo até alguns nomes que estão fora do Índice Bovespa.
A Petrobrás saiu dos portfólios da Guide Investimentos, Lerosa Investimentos, Santander Corretora e XP Investimentos. A Guide decidiu reduzir a exposição a riscos relacionados ao cenário político e à volatilidade nos preços do petróleo. Além da estatal, saiu da carteira da corretora a Sabesp, para ingresso de Vale e da empresa de shopping centers Iguatemi.

Suspensão de obras no setor de petróleo deixa rastro de dívidas



A suspensão de obras e contratos pela Petrobras nos últimos três anos deixou um rastro de dívidas, inadimplência e equipamentos estocados em pátios de fábricas sem destino certo. Segundo a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as dívidas de empresas da cadeia de óleo e gás somam R$ 286 milhões. Deste total, R$ 198,6 milhões referem-se a equipamentos já entregues, como os de algumas unidades do Comperj e os da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, além de peças para plataformas e fábricas de fertilizantes. Outros R$ 87,3 milhões ainda não foram sequer faturados.
A conta em aberto volta à tona no momento em que o setor de máquinas está prestes a lidar com índices menores de exigência de conteúdo local nos leilões de petróleo marcados para o segundo semestre. O segmento já tinha sentido os efeitos da queda do preço do petróleo no mercado internacional e da revisão de investimentos da Petrobras após a Lava-Jato. A puxada de freio da Petrobras significou passar de um plano de negócios que previa investimentos de US$ 236,7 bilhões de 2013 a 2017 para uma previsão de US$ 74,1 bilhões no período de 2017 a 2021.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Ação conjunta da FNP, FNE e FECCOVIB consegue retirar PL que prejudica trabalhadores dos portos



Os dirigentes cobraram da senadora a retirada do projeto de lei (PLS 150/2017) que permitiria ao operador portuário contratar mão de obra sob o regime de trabalho temporário,

Os presidentes das três federações que representam os trabalhadores dos portos, Eduardo Guterra (FNP), Wilton Ferreira (FNE) e Mário Teixeira (Feccovib)  foram recebidos no gabinete da senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) nesta terça-feira (23). Além dos presidentes também participou da reunião o secretário de Finanças da FNP, José Renato e o representante da Intersindical do Espírito Santo, José Adilson.
 
Os dirigentes cobraram da senadora a retirada do projeto de lei (PLS 150/2017) que permitiria ao operador portuário contratar mão de obra sob o regime de trabalho temporário, o que afronta a lei Portuária 12.815/2013 e prejudica a relação de trabalho nos portos.
 
Eles mostraram à parlamentar o quão nocivo é este projeto, no final a senadora atendeu o pleito dos trabalhadores pedindo a retirada do projeto conforme o requerimento
 
 
A lei portuária proíbe a contratação de trabalhadores temporários.Isso porque, nos portos além dos trabalhadores diretos, contratados pelos operadores portuários, atuam também, os trabalhadores avulsos que são aqueles sem vinculo empregatício. O avulso pode trabalhar para várias empresas, entretanto, é preciso está registrado no Órgão de Gestor de Mão de Obra.
 
Para os presidentes da Unidade Portuária Nacional, a retirada do projeto é uma verdadeira conquista. Eles também reiteram a necessidade de ficarmos mobilizados contra a reforma da Previdência, da CLT, Terceirização e Privatização.
 
 
Fonte: FNP
 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Turbulência complica substituição na diretoria da ANP


A crise instalada no governo desde a última semana deve dificultar o processo de sucessão de uma vaga na diretoria da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O mandato do diretor José Gutman termina no fim deste mês e não há ambiente político para decidir sobre o futuro da diretoria.
Apesar de o presidente Michel Temer ter afirmado na quinta-feira que não renunciará ao cargo, ainda há incerteza no mercado, no meio político e no próprio governo se ele permanecerá no Planalto, após as denúncias contidas na delação da JBS e a abertura de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigação dos fatos.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

EM BUSCA DE OPÇÕES



Reparo naval é parte da estratégia de estaleiros que precisam minimizar prejuízos com falta de contratos de construção >> Assim como em outras crises do setor, o reparo naval voltou a entrar no radar de estaleiros de todo o país. Longe de ser a solução para a queda no faturamento das empresas e demissões em massa, a adoção desse serviço visa aproveitar parte da mão de obra, fidelizar clientes e ampliar as opções de negócios de algumas unidades de construção. A demanda é maior por embarcações de pequeno e médio porte. Com poucos diques disponíveis no Brasil e dificuldades para oferecer custos competitivos, empresas do setor perdem oportunidade de fechar contratos para realizar reparos de navios e plataformas.

Fonte: www.portosenavios.com.br


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Transpetro alcança marca de 10 navios lançados ao mar com o lançamento do navio Irmã Dulce‏



A Transpetro lançou ao mar nesta sexta-feira (28/2) o navio Irmã Dulce, a décima embarcação do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) a atingir essa fase em um prazo de quatro anos. O navio foi transferido ao cais do estaleiro, onde passará por acabamentos antes da entrega à Companhia para o início das operações. Logo depois do lançamento do petroleiro, foi realizado o