Mostrando postagens com marcador Portuária PE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Portuária PE. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

O planejamento portuário

Seus objetivos são identificar as vocações dos diversos portos, com base em suas áreas de influência, e definir cenários de curto, médio e longo prazo


A fim de garantir o desenvolvimento coordenado do setor portuário, o Governo Federal e os complexos marítimos adotam, desde a década passada, ferramentas para planejar a expansão do segmento. Atualmente, há quatro que se destacam, desenvolvidas tanto pela autoridade federal, atualmente o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC), como pelas locais.
A primeira delas é o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP). De acordo com o MTPAC, trata-se de um “instrumento de estado de planejamento estratégico do setor portuário nacional”. Seus objetivos são identificar as vocações dos diversos portos, com base em suas áreas de influência, e definir cenários de curto, médio e longo prazo. O estudo ainda indica, conforme o possível desenvolvimento do complexo, os investimentos em infraestrutura necessários para garantir esse crescimento. Seus termos seguem as disposições do Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte (Conit).

MSC encomenda 11 navios de 22000 TEU´s

A MSC, número dois mundial no transporte marítimo de contentores, encomendou 11 navios de 22 000 TEU´s aos estaleiros sul-coreanos da Daewoo Shupbuilding and Marine Engineering (DSNE)



A notícia foi confirmada por uma porta-voz da companhia helvética. “Um número significativo de navios de 13-14 000 TEU serão desactivados nos próximos anos e a nova encomenda visa substituir essa frota, mais do que aumentar substancialmente a capacidade global da MSC”, afirmou.
A decisão da MSC é conhecida poucos dias depois de a CMA CGM ter confirmado oficialmente a encomenda de nove porta-contentores de 22 000 TEU junto de estaleiros chineses. O contrato com a China State Shipbuilding Corporation (CSSC) foi assinado no passado dia 19.
Os primeiros rumores sobre a hipótese de a MSC encomendar navios de 22 000 TEU surgiram em Agosto, mas não mereceram na altura quaisquer comentários.
Os analistas convergem na ideia de que o mercado terá capacidade para acomodar a nova capacidade resultante das duas mega-encomendas. Mas também avisam para o risco de se entrar numa nova corrida aos estaleiros, essa sim com consequências previsivelmente negativas para o balanço entre a oferta e a procura de capacidade e, logo, para o nível dos fretes.
Sem estas encomendas, a carteira global de pedidos junto dos estaleiros situava-se na casa dos 2,6 milhões de TEU, o nível mais baixo desde 2003.

Mega-navios agravam dificuldades de salvamento

A indústria de salvamento marítimo de hoje não teria capacidade para lidar com um acidente envolvendo um porta-contntores de 22 mil TEU carregado, avisa Peter Townsend, responsável pela área marítima na AmTrust at Lloyd’s


“As necessidades [do sector de transporte marítimo] não encontram resposta nas capacidades de salvamento existentes. Precisamos de um maior investimento em meios de salvamento e precisamos de abordar a raiz destes problemas”, afirmou Townsend, citado pela revista “Tug Technology & Business”.
Sublinhando os riscos de encalhamento e de perda de cargas dos grandes navios porta-contentores, o especialista recordou, se necessário, que os navios de hoje têm mais de 50 metros de altura, 350 metros de comprimento e quase 60 metros de largura, o que aumenta os desafios para um evventual salvamento.
A propósito, lembrou o encalhamento, no ano passado, perto de Hamburgo, do CSCL Indian Ocean, de 19 000 TEU. Cerca de 6 500 toneladas de combustível tiveram de ser descarregadas do navio, o rio Elba teve de ser dragado e foram necessários 13 rebocadores ​para colocar o navio fora de perigo, numa operação de seis dias.
Entretanto, já no mês passado, houve o caso do CSCL Jupiter, navio de 10 500 TEU que encalhou nas imediações de Antuérpia. Foram necessários dez rebocadores para o desencalharem. Mas esse foi um encalhamento suave, sobre os fundos de areia, sublinhou Peter Townsend.
A situação poderá ainda complicar-se nos casos em que seja necessário retirar cargas dos navios antes de iniciar o salvamento propriamente dito, destaca Peter Townsend. Simplesmente porque a indústria de salvamento não possui gruas capazes de retirar todos os contentores de um navio de 22 000 TEU. “Podem retirar os contentores sobre o convés, mas não conseguirão retirar todas as cargas dos porões”.

Carga nos aeroportos nacionais cresceu 18,5% no semestre

O movimento de carga e correio nos aeroportos geridos pela ANA cresceu 18,5% no primeiro semestre, de acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)


Entre Janeiro e Junho, terão sido movimentadas 84 916 toneladas, valor que compara com as 71 661 toneladas contabilizadas no período homólogo de 2016.
O crescimento foi conseguido sobretudo à custa das cargas embarcadas, que aumentaram, em termos homólogos, 22,3% e 23,7% nos primeiro e segundo trimestres, respectivamente. Já as cargas desembarcadas avançaram 13,5% e 14,5% nos mesmos períodos.
No balanço do primeiro semestre, as cargas embarcadas totalizaram 43 857 toneladas (contra 35 653 há um ano), enquanto as mercadorias desembarcadas ascenderam a 41 059 toneladas (36 008 toneladas há um ano). Ou seja, as cargas embarcadas superaram as desembarcadas.
Os cálculos do TRANSPORTES & NEGÓCIOS assentam no relatório do INE hoje divulgado sobre o segundo trimestre de 2017 e no documento equivalente emitido há cerca de um sobre o período homólogo de 2016.
A ANA há muito não disponibiliza no seu site, nem em comunicado, informações sobre a actividade da carga aérea nos aeroportos nacionais.

MPF investiga denúncia de formação de cartel na cabotagem


O Ministério Público Federal (MPF) investiga denúncia de formação de cartel no segmento de cabotagem. O inquérito apura se companhias de transporte marítimo e funcionários da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) estariam atuando em conjunto comprometendo a competitividade nesse mercado. A denúncia foi apresentada à Procuradoria Geral do Distrito Federal (PGR-DF) pela empresa Posidonia Shipping, que estima prejuízo da superior a R$ 30 milhões devido a “decisões anti-competitivas” por parte da agência desde 2013, quando a companhia entrou em operação.


A Posidonia relata excesso de rigor e afirma que alguns servidores da Antaq foram “cooptados” pelo suposto cartel. A empresa levou o assunto ao conhecimento do MPF, que encaminhou o tema para o 5º núcleo de combate à corrupção. O inquérito, aberto em setembro de 2016, investiga a denúncia de que a agência estaria privilegiando interesses de empresas membros da Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem (Abac). A defesa acusa os funcionários da agência reguladora de perseguir e prejudicar a empresa, inclusive com aplicação de multas.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Papo Reto: Gargalos Logísticos Travam a Economia


Congestionamento de caminhões no Porto de Santos…

Neste Papo Reto,  Antonio Fernando Pinheiro Pedro aponta para os gargalos logísticos,  entraves burocráticos e falta de planejamento, que  impedem a modernização de portos, aeroportos, hidroportos, terminais rodo-ferroviários e centros de logística de abastecimento integrados em nosso território.
Para Pinheiro Pedro é uma tragédia que nenhum organismo governamental, da União às prefeituras, saibam o que é logística de abastecimento. Ninguém sabe como um simples cotonete sai da fábrica e chega ao ouvido do dirigente de plantão…
As perdas ocasionadas pelo gargalo no escoamento da produção e circulação de bens e pessoas chegam a níveis preocupantes e podem comprometer o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Via Varejo dribla custo e roubo de cargas com logística própria


A rede de móveis e eletrodomésticos Via Varejo está concentrando em logística própria o transporte de mercadorias compradas online para a retirada em lojas físicas em seus dois principais mercados no país, São Paulo e Rio de Janeiro, um corte de custo que também minimiza o risco de roubo de cargas.
A companhia já está operando com caminhões próprios o abastecimento de 80 lojas nos dois Estados e tem como objetivo ampliar o número para todas as 730 unidades que possui nessas regiões até o final do ano.
A operação foi desenvolvida com a criação de uma empresa própria dentro da estrutura da Via Varejo, chamada VVLog, disse o diretor-executivo de logística da Via Varejo, Marcelo Lopes.“Nos pilotos que fizemos, ficou demonstrado de forma bastante robusta uma redução de 20 por cento nos custos em relação à entrega na casa dos clientes”, disse Lopes, referindo-se à utilização da logística própria para o transporte das mercadorias compradas online dos centros de distribuição até as lojas físicas.

Além de economizar nas viagens dos caminhões e reduzir de três para um dia o tempo para o cliente receber o produto, a empresa também minimiza o risco de a carga ser roubada, em um momento de forte aumento da criminalidade nos dois Estados.

Ceará: o novo hub logístico e tecnológico do Brasil


No início do mês de agosto, o governador cearense, Camilo Santana, esteve em Angola para participar da cerimônia de lançamento da South Atlantic Cable System, a primeira rede de cabos submarinos de fibra óptica que ligará o continente africano diretamente ao Brasil. 

A obra, orçada em cerca de 160 milhões de dólares, será liderada pela multinacional Angola Cables e servirá para estreitar as relações comerciais entre a África e a América do Sul, especialmente no setor de tecnologia, mas também deverá reforçar o papel do Ceará como polo nacional de infraestrutura e comunicação de dados.
 
A nova ligação com a África será totalmente integrada ao Cinturão Digital do Ceará, que atualmente já conecta o Brasil aos Estados Unidos, à Europa e a vários países da América do Sul. A parceria com a Angola Cables prevê também a construção de um moderníssimo data center em Fortaleza, ao custo de 30 milhões de dólares, que aumentará ainda mais a capacidade de armazenamento e transmissão de dados das empresas da região.

“Trata-se de uma grande oportunidade para os empresários dos segmentos de TI, produção de conteúdo e games”, afirma o secretário do Planejamento do estado, Maia Júnior, destacando os incentivos fiscais concedidos para as companhias de tecnologia. “Esse é um setor que interessa muito ao Ceará. Queremos investir ainda mais nessa nova economia e atrair startups”, diz.

Como a mobilidade vai mudar o setor de Logística?

Pesquisas apontam perdas de lucro e produtividade e revelam necessidade do segmento voltar os olhos para essa solução


Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações. Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário.
O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.
Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), esse aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Nesse cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.

Mercado Livre passa a oferecer logística completa para os vendedores de seu marketplace

Serviço de fulfillment inclui armazenagem, embalamento, entrega, pós-venda e atendimento ao cliente

O Mercado Livre passou a oferecer, neste mês de setembro, serviços de fulfillment para os vendedores que atuam em seu marketplace no Brasil. Na prática, isso significa que a empresa realizará toda a gestão da armazenagem, o embalamento e a entrega dos produtos comercializados, além do serviço de pós-venda e atendimento ao cliente.


A novidade fica a cargo da unidade de negócios de logística Mercado Envios e é realizada a partir do centro de distribuição da empresa localizado em Louveira (SP), com 17 mil m². 130 vendedores já aderiram ao serviço e estão em fase de implantação, enquanto dez deles já estão em operação. Neste primeiro momento, o fulfillment atenderá aos lojistas que tenham produtos com alto volume de vendas, a maioria pequenos e médios empreendedores.

Volvo lança simulador que ajuda na segurança das empresas de transporte

O projeto faz parte das ações voltadas à comemoração dos 30 anos do Programa Volvo de Segurança no Trânsito


O Grupo Volvo lançou, nesta semana, um simulador que promete ajudar as transportadoras a identificar o nível de segurança em que se encontram. Acessível por meio do portal do PVST (Programa Volvo de Segurança no Trânsito), a ferramenta vai permitir que o transportador reconheça se está ou não dentro dos requisitos da ISO 39001, norma internacional que regulamenta as ações de gestão e segurança no tráfego viário.
“O simulador é uma ferramenta que contribui para agregar mais valor ao negócio dos transportadores que querem estabelecer como meta a certificação pela ISSO e ter uma gestão voltada para  segurança”, explicou a diretora de Comunicação Corporativa da Volvo, Solange Fusco. O projeto faz parte das ações voltadas à comemoração dos 30 anos do Programa Volvo de Segurança no Trânsito, maior iniciativa do Brasil em termos de gerar transformações positivas para o trânsito.
Para utilizar o simulador basta acessar o site do portal da Volvo (www.volvo.com.br/pvst) e responder a 25 perguntas relacionadas aos indicadores da ISO. Depois de concluído, serão gerados dois relatórios que podem ser gravados em arquivos PDF. Um deles é o perfil detalhado com um gráfico mostrando percentuais de atendimento, e outro é um perfil geral, classificando a empresa como “proativa”, “preventiva” ou “reativa”.

Tamanho médio dos porta-contentores cresceu mais de mil TEU´s

O tamanho médio dos navios porta-contentores que escalaram portos de todo o mundo no primeiro trimestre cresceu 1 076 TEU, ou 12,6%, em relação ao período homólogo do ano passado


A conclusão é da IHS Markit, com base nos dados recolhidos de 879 terminais em 500 portos de todos os continentes  e relativos a companhias de navegação que representam mais de 75% da capacidade da frota global e mais de 95% da capacidade global na faixa acima dos 4 000 TEU.
A dimensão média dos navios a fazerem escala aumentou em todas as principais regiões do mundo, com os maiores crescimentos a serem registados no Sudeste Asiático (19,2%), América Latina (17,1%) e América do Norte (17%), segundo a IHS Markit. A única excepção à tendência foi África.
Onde se verificaram as maiores dimensões médias dos navios porta-contentores em escala foi nos terminais do Médio Oriente e Índia (1 731 TEU), seguindo-se a América do Norte (1 551 TEU) e o Leste da Ásia (1 124 TEU).
Em termos globais, os navios de +10 000 TEU de capacidade representaram 10,7% das escalas (8,5% há um ano), sendo 7% relativos a escalas de navios de 10 000-14 000 TEU e 3,7% relativos a escalas de navios de +14 000 TEU.
Embora, de acordo com a consultora, a grande maioria das escalas ainda seja feita por navios de capacidade abaixo dos 5 400 TEU, o tamanho médio dos navios continua a crescer e isso pressiona os operadores de terminais a actualizarem as suas instalações e processos para operarem embarcações maiores.
A capacidade total da frota de contentores estava nos 20,6 milhões de TEU no final do segundo trimestre do ano em curso, um aumento de 1,4% face a igual trimestre de 2016.

Infraestrutura é principal desafio e oportunidade para retomada


As mesmas calamidades que levaram a economia do Brasil a encolher em mais de 7% nos dois últimos anos também estão criando oportunidades sem precedentes, dizem analistas.
A cambaleante infraestrutura brasileira quase entrou em colapso diante das demandas geradas pelo superciclo de commodities que precedeu a recessão. O Fórum Econômico Mundial classifica o Brasil em 72º lugar no seu ranking de qualidade de infraestrutura, que abarca 138 países, adiante da vizinha Argentina, mas bem atrás do México, que ocupa o 57º posto.
Agora, o Brasil tem a oportunidade de corrigir essa situação antes do próximo pico de sua economia. "A infraestrutura é o principal desafio e a principal oportunidade", diz Renato Polizzi, diretor de investimento do Banco Modal, em São Paulo, e especialista em debêntures de infraestrutura. "Nossa infraestrutura é em geral velha, ineficiente e menor do que necessitamos".
O Brasil é o maior exportador mundial de commodities como açúcar, soja, café, suco de laranja e minério de ferro, e um dos maiores exportadores de carne bovina, milho e celulose. Até que a recessão chegasse, o país também era um mercado promissor de bens de consumo, e um produtor promissor de automóveis.

Portos do Paraná abrem concurso para agentes e técnicos portuários


A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) lançou um novo edital de concurso público. O objetivo é contratar 28 profissionais dos níveis médio e técnico para atuar junto aos portos do Paraná.
As vagas estão distribuídas em quatro funções e as remunerações variam de R$ 1.280,25 a R$ 2.193,13. Os aprovados e contratados receberão também plano de assistência à saúde e auxílio-alimentação, além de todos os benefícios da categoria.
De acordo com o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino, a medida faz parte do processo de modernização do órgão. “Desde 2014, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina foi transformada em empresa pública e isso gerou novas necessidades, como a reestruturação do quadro funcional” explicou.

Primeira operação de abastecimento de LNG em alto mar


O navio Coralius, de abastecimento de LNG, da empresa finlandesa Skangas (controlada pela estatal Gasum) realizou a primeira operação de abastecimento de LNG em águas internacionais, entre a Dinamarca e a Suécia. O navio tanker de transporte de produtos químicos Fure West, da operadora sueca Furetank, recebeu o abastecimento. 

O presidente da Skangas, Kimmo Rahkamo, comentou que a operação de bunkering do Fure West, realizada entre navios em alto mar comprovou que o Coralius realiza as operações para as quais foi construído. O abastecimento ship-to-ship em alto mar marca uma nova etapa na história das operações de bunker.
O navio Coralius, em sua viagem inaugural, inicia uma nova rotina de abastecimento ship-to-ship em alto mar. O LNG (gás natural liquefeito) é o combustível marítimo mais limpo (em emissões poluentes) e vem sendo usado de forma crescente em navios de todos os tipos por ser alternativa econômica para empresas comprometidas com redução das emissões de carbono.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

SEST SENAT oferece mais de 200 cursos gratuitos EaD para toda família

Direcionado às pessoas com pouco tempo para os estudos e que encontram dificuldade de participar de aulas presenciais, o SEST SENAT criou os cursos de Educação à Distância (EaD), que oferecem opções tanto para os trabalhadores do transporte como também para pessoas que querem melhorar a renda ou até mesmo se atualizar.  
 
Os interessados podem escolher o curso no site https://ead.sestsenat.org.br. São mais de 200 opções, e os participantes recebem um certificado no final das atividades se atenderem às exigências estabelecidas para cada curso.  
 
Thiago Benatti, coordenador de Desenvolvimento Profissional do SEST SENAT São Vicente, lembra que os interessados podem conciliar o trabalho e os estudos. “A pessoa pode usufruir do tempo livre em casa para fazer as atividades. Isso pode ajudar muito na busca de um novo emprego”, ressalta Benatti.  
 
Os interessados encontram no site cursos que podem reforçar o currículo como Português, Redação Técnica, Comunicação interpessoal e atendimento ao cliente. A instituição também oferece diversas opões na área da saúde e que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida da família como o curso de Alimentação Saudável e Obesidade.  
 
Para as pessoas que estão buscando oportunidades de melhorar a renda, o site da instituição oferece gratuitamente cursos como o de Bolos Decorados e Decoração de Festas Infantis. “É uma oportunidade de aprender uma atividade e ganhar um dinheiro extra”, analisa o coordenador do SEST SENAT de São Vicente.

Packaging na cadeia logística aumenta eficiência e agilidade das operações


Com as condições econômicas atuais do Brasil, as empresas estão operando em um ambiente complexo e desafiador, requerendo soluções rápidas e efetivas. Mas, mesmo deixando de lado as questões econômicas, a mistura de desenvolvimentos tecnológicos, instabilidade dos mercados, rápida mudança na sociedade e o crescente foco em sustentabilidade está contribuindo para uma maior pressão comercial.
Como resultado, o embalamento secundário (também conhecido como co-packing), ou seja, a criação de kits promocionais de um ou mais produtos, com ou sem brindes, tem se tornado cada vez mais importante, especialmente no Brasil, onde o consumidor é atraído por promoções e condições especiais.
Porém, para que esse procedimento – comum em várias indústrias – atinja seu verdadeiro potencial, ajudando a responder adequadamente aos desafios mercadológicos atuais, ele deve ser integrado à cadeia logística, permitindo que as empresas capturem seu valor integral.

Estaleiro Atlântico Sul quer ampliar leque de clientes


Os leilões de exploração e produção de blocos de petróleo do País são a esperança de sobrevivência do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) após 2019, ano em que se encerra sua última encomenda feita por seu único cliente, a Transpetro. A lógica é que, com mais players no mercado, a empresa volte a fechar contratos para a construção de mais navios e, mesmo com um hiato entre as produções, a funcionalidade da maior e mais moderna estrutura do País seja mantida.

Numa visita política, o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho (PSB), esteve ontem no Complexo Industrial Portuário de Suape, no Litoral Sul de Pernambuco, para conhecer o estaleiro com a promessa de aproximar mais empresas do polo naval pernambucano.
O convite foi feito pelo presidente do EAS, Harro Burmann, que apresentou as mudanças de processo que vêm sendo feitas para garantir o cumprimento dos calendários contratados. “No início foi investido muito em ativos, mas faltou planejamento no processo para fazer tudo com qualidade e garantir as entregas no prazo. E isso é o que estamos fazendo hoje”, afirmou o presidente do estaleiro durante a reunião em que pediu o apoio do ministro para que as novas empresas que chegarão ao País conheçam a estrutura estabelecida em Pernambuco.

Congresso Latino-Americano de Portos reúne profissionais e especialistas em novembro no Uruguai


Evento inclui temas como as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região, o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.

Com uma visita técnica ao porto de Montevidéu e uma intensa agenda social, novos palestrantes se somam à programação de exposições do XXVI Congresso Latino Americano de Portos, de 6 a 9 de novembro, em Punta Del Este, no Uruguai. Com a abertura do Ministro dos Transportes do Uruguai, Víctor Rossi, que detalhará sua visão sobre a projeção logística do país; o congresso inclui temas como o avanço do comércio e o transporte perante uma nova ordem mundial entre globalização e protecionismo; as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região; o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.
Experientes executivos e diretores de administrações portuárias, de companhias operadoras e fornecedores analisarão questões sobre perspectivas futuras da indústria marítimo-portuária da região, incluindo a Carlos Urriola, vice-presidente executivo de Manzanillo International Terminal Panamá S.A MIT; Giovanni Benedetti, gerente comercial da Sociedade Portuária Regional de Cartagena S.A., na Colômbia; e Yurik Díaz, gerente da Divisão de Terminais Portuários na SAAM S.A, do Chile, entre vários outros.

Tecnologia ajuda empresas a reduzir gastos com combustíveis

Solução logística lançada pela HBSIS em agosto contribui para a otimização das rotas e promove economia de até 6%



O governo federal publicou recentemente um decreto que elevou as alíquotas de PIS/Cofins que incidem sobre gasolina, diesel e etanol. A medida, uma tentativa para alcançar a meta fiscal, atinge principalmente as empresas de logística. A tributação sobre o diesel, por exemplo, subiu em R$ 0,21 e ficou em R$ 0,46 por litro do combustível.
Repassar o valor inteiramente no frete pode comprometer as vendas, portanto as empresas estão em busca de alternativas para economizar e equilibrar as contas do mês. A tecnologia pode ser uma importante aliada para garantir eficiência no processo de entrega de mercadorias.
Desenvolvidas com o objetivo de facilitar os processos e deixar o cliente final satisfeito, tecnologias como o roteirizador permitem aprimorar percursos, economizar combustível e reduzir tempo de entregas. Uma solução especializada em roteirização compõe a plataforma de soluções logísticas desenvolvida pela HBSIS, empresa catarinense que foi apresentada no Agenda Confenar 2017.