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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Unesco oferta vaga para consultor em Suape

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) está selecionando um profissional com graduação em ciências exatas e da terra ou engenharias. Desejável mestrado em ciências exatas e da terra ou engenharias; Domínio da língua inglesa. O selecionado prestará serviço para a Unesco no projeto Pacto por Suape Sustentável, realizado em parceria com o Complexo Industrial Portuário de Suape. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail cdassuape@gmail.com entre os dias 31/07/2017 até 04/08/2017.


Fonte: http://www.suape.pe.gov.br/pt/noticias/1002-unesco-oferta-vaga-para-consultor

terça-feira, 25 de julho de 2017

Energias renováveis – tendência que veio para ficar



A geração de energias por meio de fontes com menor impacto ambiental e economicamente mais viável é uma tendência cada vez mais pertinente, tendo em vista o crescente aumento de emissão de dióxido de carbono (CO2), o principal gás causador do efeito estufa, e o risco de lapso do setor elétrico atual. Existem comprovadas e preocupantes deficiências no fornecimento de energia elétrica em Chapecó e grande Oeste e o uso de energias limpas pode ser uma solução para o problema.


No Brasil, a matriz energética, em sua grande parte, possui a energia renovável presente principalmente de fontes hídricas. De acordo com o diretor de Relações Institucionais e coordenador do Núcleo de Sustentabilidade da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Nelson Eiji Akimoto, o grande desafio é ampliar o uso de energia renovável, de preferência com a energia eólica e solar, para substituir os combustíveis fósseis e nucleares. 
Além disso, usar os reservatórios de água como baterias. “A energia eólica e solar são hoje encaradas como complementares e muito importantes, pois com a evolução tecnológica e a escala que o uso tem atingindo, vem se tornando economicamente viável”, pontuou.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Prejuízo de R$ 325 mi e burocracia fazem setor privado querer administrar dragagem do Porto de Santos



Responsabilidade do setor público, obra para manter a profundidade do canal de navegação é apontada como ineficiente

A iniciativa privada está decidida a administrar e bancar a dragagem de sedimentos do canal de navegação do Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O objetivo é retirar a obrigação do setor público em gerir e contratar o serviço, para, assim, atender às demandas de competitividade do comércio exterior brasileiro.
 
Segundo empresários, o canal de navegação do cais santista possui dois metros de calado (profundidade máxima que um navio pode atingir quando carregado) a menos do que o limite estabelecido pela autoridade ambiental. Isso ocorre em razão do acúmulo de sedimentos, ocasionado justamente pela falta de dragagem.
 
Em 30 de junho, o calado foi reduzido em um metro, justamente pelo assoreamento do primeiro trecho do canal (entre a Barra de Santos e o Entreposto de Pesca). Desde então, um levantamento do setor estima que, por semana, as restrições ocasionem prejuízo de R$ 108,5 milhões (R$ 325,5 no acumulado desde então).

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tecnologia e estratégia reduzem acidentes nas estradas brasileiras



Em tempos de crise, otimizar operações logísticas é fundamental. Ganham todos os envolvidos e, além de eficiência, temos o que é mais importante: segurança.
mercado de transportes é um dos que mais sofre. São roubos e furtos de cargas, que somam bilhões de reais em prejuízos. Porém, tão preocupante quanto isso, são os acidentes, que também tiram o sono de transportadoras, embarcadoras e, obviamente motoristas.
De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, a maior gerenciadora de riscos independente do país, entre os motivos para essa preocupação estão as estradas sucateadas e frota velha, que não passam por manutenção preventiva de forma adequada. Falta de profissionalismo e ambições extremas também são responsáveis por esse cenário negativo. “Para termos uma ideia do quanto essa situação é problemática, as companhias seguradoras pagaram R$ 10 bilhões de sinistro de acidentes de trânsito, em 2015, ou seja, um valor 10 vezes maior do que computado em roubos e furtos”, detalha.

Tecnologia

Em razão disso, é preciso abrir os olhos para tecnologia e usá-la a favor para ajudar a reverter esses números, explica Buonavoglia. o caso do gerenciamento de riscos, a prevenção é feita com o uso da telemetria, que é uma tecnologia originalmente utilizada pela Fórmula 1 e que ganhou terreno com a preocupação das empresas em relação à redução de acidentes.

5 dicas de logística para ser mais eficiente no e-commerce


Logística no e-commerce: Especialistas da Infracommerce apontam soluções e estratégias para aperfeiçoar essa relação

Com pouco mais de 20 anos, o e-commerce é considerado uma alternativa de negócio recente no Brasil e ainda encontra muitos desafios em suas operações. Uma das áreas que mais trazem dores de cabeça não só para clientes, mas também para os e-commerces, é a logística.
Para identificar e superar os principais obstáculos desse setor, Luiz Vergueiro, diretor de logística da Infracommerce, empresa líder em soluções full service para e-commerce da América Latina, lista 5 dicas para não errar.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Presidente da Fenop alerta para as​ dificuldades enfrentadas pelos portos brasileiros


Deficiências na infraestrutura, legislação ultrapassada, gestão ineficiente e falta de um sistema adequado para gerir programas de capacitação da mão-de-obra são algumas das sérias dificuldades enfrentadas pelos os portos brasileiros. A afirmação é do presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários – Fenop, Sérgio Aquino, durante palestra realizada em evento realizado no auditório do Porto do Recife (PE), ontem (24). 

Falando para uma plateia formada por empresários dos setores portuário, da indústria, comércio e serviços do Nordeste, Aquino ressaltou que essas deficiências, que vem se agravando com o passar dos anos, afetam diretamente a economia do País, trazendo prejuízos para toda a sociedade, uma vez que ocasionam o encarecimento das importações de mercadorias e matérias primas, além de deixar as exportações menos competitivas.

Entre as mazelas que penalizam o setor portuário, o presidente da Fenop destaca que os entraves que dificultam a realização de obras de dragagem como o principal foco de incerteza do sistema portuário. “O governo retirou as competências das dragagens das administrações locais e criou um modelo que não consegue permanecer de maneira estável. As licitações em muitos portos continuam com problemas, com disputas e contestações. Além disso, quando os contratos são firmados, as obras se arrastam por um tempo tremendo para serem concluídas”, afirma.

terça-feira, 23 de maio de 2017

A sustentabilidade dos veículos híbridos e elétricos



A Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) reúne, no dia 27 de maio, autoridades, montadoras e o público para chamar a atenção aos benefícios ambientais, sociais e econômicos de um modal muito debatido atualmente: os veículos híbridos e elétricos. Trata-se do Dia da Mobilidade Elétrica, uma carreata que levará as bandeiras verdes e sustentáveis ao trânsito da capital paulista. Como empresas apoiadoras estão gigantes como Toyota, Mercedes-Benz, Tesla, Lexus, Porsche, Renault, Volvo, BYD, entre outros, que levarão para as ruas seus principais modelos e novidades.

O trajeto estipulado cobre as praças Amadeu Amaral (R. Treze de Maio) e Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembu, onde será entregue o primeiro posto elétrico público de abastecimento de veículos de São Paulo (SP), doado pela BYD do Brasil. De acordo com Ricardo Guggisberg, presidente da ABVE, responsável pela organização do evento, o objetivo é sensibilizar a população, o poder público e a iniciativa privada a respeito do debate. “Todos são muito bem-vindos ao Dia da Mobilidade Elétrica. As pessoas que quiserem participar podem ir com bicicletas, skates, scooters, motos, carros, desde que sejam elétricos ou híbridos."

terça-feira, 7 de junho de 2016

Sustentabilidade Socioambiental é foco de seminário realizado por Suape




Por Jéssica Lima
Com 59% do seu território de 13,5 mil hectares destinados à preservação ambiental, o Complexo Industrial Portuário de Suape realizou mais um seminário com foco nos três pilares da sustentabilidade (social, econômico e ambiental). O evento que aconteceu na última quinta-feira (2/6), marca a semana mundial do meio ambiente que é comemorada no Brasil até o próximo domingo (5/06). Este ano, o evento abordou o tema “Sustentabilidade Socioambiental: Desafios e Perspectivas para Suape” e contou com palestrantes do setor público e privado especialistas no assunto no cenário local e nacional. O destaque ficou por conta da presença da jornalista Rosana Jatobá especialista e mestre na área de Sustentabilidade. Mais de 150 convidados entre estudiosos, acadêmicos e profissionais do setor marcaram presença no hotel Vila Galé Eco Resort do Cabo, na Praia de Suape.

quinta-feira, 12 de maio de 2016

O transportador marítimo de carga: quem é? Deveres e responsabilidades.



“Transportador” é todo aquele que se incumbe de transportar algum bem ou pessoa de um ponto a outro. Quando o meio utilizado é o marítimo, através de embarcações e navios, o transportador é, obviamente, denominado de “transportador marítimo”.
Logo, o transportador marítimo é aquele que se obriga a deslocar alguma coisa de um lugar a outro, tendo a via marítima como meio operacional.
 
Desde logo, cumpre salientar que transportador marítimo não é exatamente o proprietário da embarcação ou do navio, tampouco o seu armador (aquele responsável pela organização da expedição marítima), mas, sim, a pessoa jurídica que assume, contratualmente, a obrigação de transportar coisas (bens) ou pessoas de um porto a outro.
Para efeitos de responsabilidade civil relativamente à carga, é isso o que basta para esquadrinhar a figura do transportador marítimo.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Suape e Crea promovem palestra no Centro Administrativo



A Empresa Suape e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE) promoveram sexta-feira (29/4) o seminário: “Regularização e Aplicação de Normas de Engenharia e Meio Ambiente – Responsabilidade dos Gestores de Contratos”. O evento teve como objetivo repassar para as empresas do território do Complexo de Suape as responsabilidades que os gestores tem que cumprir para seguir as normas de engenharia e meio ambiente. 

O evento, que aconteceu no Centro Administrativo do Complexo, recebeu cerca de 50 pessoas. Entre elas, estiveram presentes 16 representantes de empresas do território de Suape, como: Vard Promar, Duratex – Deca, CRS Brands, Aguilar y Salas Brasil, Bunge Margarina, Cristalpet, M&G Suape, Coca-cola, LM Windpower, Mexichem, Fedex Brasil e Frompet.

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Fonte: http://www.suape.pe.gov.br


terça-feira, 3 de maio de 2016

Logística movimenta Pernambuco



O Estado de Pernambuco, particularmente, tem se destacado no aspecto logístico. Veja a seguir algumas notícias específicas sobre o Estado.  

1. Este ano, o MBA em Logística Empresarial da FCAP/UPE –Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco da Universidade de Pernambuco terá duas turmas. Uma iniciada em maio e a outra prevista para início em julho. O curso tem 18 módulos, sendo um por mês. Ao final, o aluno deverá entregar projeto ou monografia.

2. O curso de “Formação de Gestores Logísticos” da Focus –Trigueiro está na 10ª edição. Possui duração de quatro meses, com aulas aos sábados em regime de imersão total. Mais informações pelo fone: 81 3432.7308

Fonte: http://www.logweb.com.br/logistica-movimenta-pernambuco/


Projeto de Consolidação de Cargas


O Projeto de Consolidação de Cargas para Exportação surgiu de uma parceria do Porto de Suape com a Rede de Exportação, formada pela Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (AD Diper) e a Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco. O projeto tem o intuito de integrar pequenos exportadores para reduzir os custos de transporte marítimo e de garantir confiabilidade nas saídas de contêineres. Com o objetivo de desenvolver o mercado de exportação marítima consolidado, a empresa Suape irá reunir armadores, agentes de carga, terminais de cargas e atores da cadeia logística.

Clique no link abaixo, acesse o formulário e cadastre-se!


Fonte: http://www.suape.pe.gov.br

Suape apresenta vantagens para pequenos exportadores no interior do estado



O encontro teve como objetivo apresentar novas alternativas para que pequenos produtores expandam seus negócios e exportem seus produtos para o mundo

O Complexo Industrial Portuário de Suape começou a percorrer o interior pernambucano para apresentar o Projeto de Consolidação de Cargas para Exportação (PCCE) com o objetivo de atrair potenciais exportadores. A primeira parada foi no Agreste pernambucano. Na ultima quinta-feira (28/4), uma equipe de Suape aportou em Caruaru integrando a Caravana do Plano Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), uma ação realizada por integrantes do Comitê do PNCE. Além da apresentação do Complexo, a programação contou com palestras da AD Diper, Sebrae, Senai, UFPE e Fiepe. O encontro foi realizado na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic), com participação gratuita.

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Fonte: http://www.suape.pe.gov.br

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ação conjunta de Suape, Cipoma e Polícia Civil combatem desmatamento em área de preservação



A administração do Complexo Industrial Portuário de Suape realizou ação de combate contra o crime de desmatamento de mata atlântica e obra irregular na Vila Nazaré, localizada no Parque Metropolitano Armando Holanda Cavalcanti, área de preservação do território de Suape que fica no município do Cabo de Santo Agostinho. A operação, realizada em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, por meio da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente – Cipoma, autuou quatro pessoas em flagrante, que foram conduzidas para a Delegacia do Cabo de Santo Agostinho. 

Ao todo, foram cerca de nove horas de operação para  fazer o fechamento de seis tanques, com o próprio barro retirado do local, que estavam sendo construídos de forma irregular para a criação de camarão. Para escavar os tanques, uma área de 1.500 m² de mata atlântica nativa e restinga foi destruída. O serviço foi todo executado com acompanhamento da área de proteção ambiental de Suape, que garantiu que as máquinas retroescavadeiras fizessem a ação de recuperação de solo sem causar mais danos ou agressão ao meio ambiente. “Essas intervenções terão o caráter permanente, objetivando a proteção ambiental na localidade”, afirmou Jorge Araújo, diretor de meio ambiente de Suape.

Suape mantém um trabalho preventivo de inspeções diárias em todo o território de 13,5 mil hectares. A administração do Complexo conta com sete equipes motorizadas (cada uma com dois agentes) que realizam vistorias com o objetivo de minimizar as invasões e qualquer tipo de degradação das áreas de preservação ambiental. Esses profissionais não trabalham armados e estão sempre com farda e identificação da empresa Suape. No caso de identificação de qualquer irregularidade, eles solicitam que pare e compareça à administração do Complexo de Suape para ser orientado e explicar a ação. Se o responsável não atender a solicitação, a Polícia Militar é acionada para impedir a ocupação das terras públicas de forma ilegal, com o devido registro de Boletim de Ocorrência na delegacia local e adoção de providências judiciais, se for o caso.

Para denúncias de crimes ambientais, entre em contato com o Cipoma pelo telefone: 3181.1700. Informações também podem ser enviadas para a Ouvidoria de Suape pelo telefone: 3527.5060.


terça-feira, 27 de outubro de 2015

DEFICIÊNCIAS NO TRANSPORTE CUSTAM 30 BILHÕES AO BRASIL, DIZ CNI

O mais completo e longo estudo sobre o transporte no país mostrou que anualmente o Brasil pode desperdiçar R$ 30 bilhões por usar caminhos antigos e tortuosos para transportar suas mercadorias.
O trabalho, realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nos últimos quatro anos com a consultoria Macrologística, levantou os custos de transporte das empresas para usar as atuais

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Leilão define que Pernambuco terá 6 usinas solares


Pernambuco terá seis usinas de geração de energia solar com capacidade de gerar 122 megawatts (MW), o que corresponde a seis vezes a atual capacidade instalada no Brasil de produzir energia usando como matéria-prima o sol. O investimento será de R$ 597 milhões. Esses empreendimentos serão instalados para vender a energia comercializada no primeiro leilão de energia solar do País, realizado ontem pelo governo de Pernambuco.

O leilão teve cinco projetos vencedores, que implantarão as seis usinas. O primeiro terá a capacidade

sábado, 13 de julho de 2013

TBS: o meio de transporte do futuro?


O sistema de transporte público brasileiro vai de mal a pior. As recentes manifestações contra o aumento das passagens em cidades de todo o território nacional escancararam as péssimas condições às quais os passageiros são submetidos todos os dias. E quem usa o transporte individual, fica preso no trânsito. Parece uma situação difícil de resolver.

Enquanto isso, na China, um dos países mais populosos do mundo, a empresa SKYL e sua GTS (Global Transport Solutions), que trabalham para a utilização de energia limpa e para a descoberta de modos sustentáveis de vida, apresentam uma solução para o problema da locomoção nas grandes cidades: o ônibus TBS.


Não se sabe bem se é um ônibus ou um trem – talvez uma mistura dos dois – mas consiste numa estrutura que percorre “trilhos” presentes nos dois lados da rua, mas que carrega cerca de 900 passageiros em sua parte superior, deixando espaço para os carros passarem por baixo.

Apesar de ser apenas um conceito não concretizado, é importante perceber que os olhos do mundo estão voltados para os hábitos que não prejudiquem mais nosso meio ambiente, e que solucione os problemas já existentes ao invés de criar novos. Way to go, China!
Saiba mais em: SYKL | GTS

sábado, 6 de julho de 2013

CRISE INTERNACIONAL AFETA DESEMPENHO DE SUAPE



4 DE JULHO DE 2013 ÀS 13:24
Paulo Emílio e Leonardo Lucena_PE247- Considerado a “jóia da coroa” da economia pernambucana,  o Complexo Industrial e Portuário de Suape registrou alta de 1,5% na movimentação de cargas ao longo do primeiro semestre deste ano, cravando a operação de 4.587.925 toneladas. A ligeira alta aponta que, diante da atual conjuntura econômica provocada pela crise internacional, o resultado para este exercício deverá se manter em patamares aproximados do registrado em 2012.
“Permanecer com um resultado semelhante ao registrado em 2012 é uma vitória em um momento de crise como este. O País não está isolado do mundo, mas temos o diferencial de investimentos em infraestrutura, além do Governo do Estado estar investindo em educação e qualificação da mão de obra. Também temos uma série de grandes investimentos estruturadores que necessariamente passam por Suape. Então, por tudo isso, acreditamos que Suape manterá o crescimento”, diz o secretário de Desenvolvimento Econômico, Márcio Stefanni.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Suape: uma joia lapidada ha quatro decadas


Complexo de Suape foi um dos carros-chefes para o crescimento econômico do estado

Economista Tânia Bacelar é enfática: Pernambuco seria outro sem Suape
ROCHELLI DANTAS
A joia da coroa pernambucana. É assim que é conhecido o Complexo Industrial Portuário de Suape. O título não vem de hoje. O projeto não é de apenas um governo. Há décadas ele vem sendo desenhado, discutido e executado. Os planos começaram a sair do papel no fim da década de 1960, quando foram iniciados os estudos para analisar a viabilidade da implantação do projeto.
A região escolhida tinha os principais requisitos para um porto de sucesso: águas profundas junto à linha da costa, com aproximadamente 17 metros de profundidade e a 1,2 quilômetro do cordão de arrecifes, quebra-mar natural formado pelos arrecifes, extensa área para implantação de um parque industrial, distância da movimentação metropolitana da cidade do Recife, entre outros pontos.
Mesmo com todas as discussões, a decisão sobre a viabilidade do complexo veio já na década de 1970, quando o governo optou pela concepção do projeto com base no conceito de integração porto-indústria, já existente no Porto de Marseille-Fos, na França, e de Kashima, no Japão.
“O porto começou a ser construído na década de 1970. Mesmo com a crise que afetou o Brasil nas décadas de 1980 e 1990, os governos pernambucanos tiveram a lucidez de manter os investimentos. Cada um fez um pouco. Quando houve a retomada do crescimento brasileiro, nós estávamos prontos. Não apenas para receber navios, mas para a chegada das indústrias. Então, Suape foi o elemento estratégico da retomada”, afirmou a economista e consultora da Ceplan Consultoria, Tânia Bacelar.
A fase de ouro do equipamento se deu entre os anos de 2007 e 2010, quando o complexo se consolidou como o maior e melhor polo de investimentos do Brasil, título concedido, em 2010, pelo Instituto de Logística Supply Chain (Ilos), após pesquisa junto a 300 empresários.
Para se ter uma ideia, em 2008, ao completar 30 anos, Suape foi o responsável pela geração de 46,7 mil novos empregos no estado, sendo a peça-chave do crescimento de 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
“Pernambuco seria outro sem Suape. O complexo é a ligação do estado com o mundo. Se ele não existisse, não estaríamos passando por esse boom de investimentos em que estamos hoje. Suape é um determinante importante para o novo ciclo que Pernambuco vive”, pontuou Tânia.
O crescimento do complexo  salta aos olhos. Nos próximos dois anos, deve receber R$ 3 bilhões em investimentos para execução de obras de infraestrutura e modernização. É lá que a indústria naval está ressurgindo, com a construção do Estaleiro Atlântico Sul, e onde a Petrobras realiza um dos maiores investimentos da estatal: a Refinaria Abreu e Lima, que emprega 40 mil pernambucanos e somará investimentos de US$ 17,1 bilhões.
DIARIO DE PE

domingo, 24 de março de 2013

Transnordestina quase paralisada



Prevista para começar a funcionar em 2015, a Ferrovia Transnordestina está notoriamente com a obra desencontrada. Além de contratos cancelados com construtoras, licitações não publicadas e canteiros paralisados em muitos trechos, os componentes de gestão envolvidos no projeto divergem ou não informam com clareza a real situação do andamento da construção. O novo custo da obra, esperado há mais de dois anos pela Trasnordestina Logística – empresa responsável pela obra – era a grande justificativa pa­ra o descompasso.
O último balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), porém, divulgou o acréscimo de R$ 2,1 bilhões ao preço da ferrovia, que chegou a R$ 7,5 bilhões, mas nada está planejado daqui para a frente. A obra sequer chegou perto da metade e já tem quase R$ 5 bilhões liquidados dessa conta. Como construir mais de 60% de trilhos com 27% da verba à disposição também é uma conta que ninguém explica.
De acordo com uma fonte do setor, atualmente, a via férrea, que cortará três estados do Nordeste (Ceará, Piauí e Pernambuco), tem cerca de 35% concluída e 4,5 mil trabalhadores. “O trecho que vai de Eliseu Martins (PI) até Suape (cerca 1.200 quilômetros) está com movimentação baixa e oscilando entre áreas com construção e em paralisação  De Salgueiro até Missão Velha (CE), a obra está pronta, mas não atende a qualquer necessidade de escoamento de produção, finalidade primordial do projeto.
Já no trecho de Missão Velha até o Porto de Pecém, no Ceará (aproximadamente 520 quilômetros), as obras estão com meros 2% concluídos e totalmente paralisadas, sem contrato, sem licitação, sem construtora”, enfatizou a fonte. “Por isso, cogita-se o prazo de que a ferrovia só seja entregue no fim de 2016”, completou. O prazo de entrega da ferrovia ainda é 2014.
A Transnordestina faz parte do PAC e é considerada prioritária pelo Governo Federal. Apesar de a presidente Dilma Rousseff, em visita ao canteiro de obras no ano passado, ter afirmado que não alteraria o custo do empreendimento, orçado em R$ 5,4 bilhões, o primeiro balanço do PAC 2 de 2013 calculou a execução orçamentária prevista em R$ 7,5 bilhões. A malha ferroviária terá extensão de 1.728 quilômetros e precisa estar 100% concluída para atender ao objetivo de acelerar a mobilidade produtiva em todos os estados próximos ao projeto.
Fonte: www.folhape.com.br