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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Mercado Livre passa a oferecer logística completa para os vendedores de seu marketplace

Serviço de fulfillment inclui armazenagem, embalamento, entrega, pós-venda e atendimento ao cliente

O Mercado Livre passou a oferecer, neste mês de setembro, serviços de fulfillment para os vendedores que atuam em seu marketplace no Brasil. Na prática, isso significa que a empresa realizará toda a gestão da armazenagem, o embalamento e a entrega dos produtos comercializados, além do serviço de pós-venda e atendimento ao cliente.


A novidade fica a cargo da unidade de negócios de logística Mercado Envios e é realizada a partir do centro de distribuição da empresa localizado em Louveira (SP), com 17 mil m². 130 vendedores já aderiram ao serviço e estão em fase de implantação, enquanto dez deles já estão em operação. Neste primeiro momento, o fulfillment atenderá aos lojistas que tenham produtos com alto volume de vendas, a maioria pequenos e médios empreendedores.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Packaging na cadeia logística aumenta eficiência e agilidade das operações


Com as condições econômicas atuais do Brasil, as empresas estão operando em um ambiente complexo e desafiador, requerendo soluções rápidas e efetivas. Mas, mesmo deixando de lado as questões econômicas, a mistura de desenvolvimentos tecnológicos, instabilidade dos mercados, rápida mudança na sociedade e o crescente foco em sustentabilidade está contribuindo para uma maior pressão comercial.
Como resultado, o embalamento secundário (também conhecido como co-packing), ou seja, a criação de kits promocionais de um ou mais produtos, com ou sem brindes, tem se tornado cada vez mais importante, especialmente no Brasil, onde o consumidor é atraído por promoções e condições especiais.
Porém, para que esse procedimento – comum em várias indústrias – atinja seu verdadeiro potencial, ajudando a responder adequadamente aos desafios mercadológicos atuais, ele deve ser integrado à cadeia logística, permitindo que as empresas capturem seu valor integral.

Congresso Latino-Americano de Portos reúne profissionais e especialistas em novembro no Uruguai


Evento inclui temas como as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região, o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.

Com uma visita técnica ao porto de Montevidéu e uma intensa agenda social, novos palestrantes se somam à programação de exposições do XXVI Congresso Latino Americano de Portos, de 6 a 9 de novembro, em Punta Del Este, no Uruguai. Com a abertura do Ministro dos Transportes do Uruguai, Víctor Rossi, que detalhará sua visão sobre a projeção logística do país; o congresso inclui temas como o avanço do comércio e o transporte perante uma nova ordem mundial entre globalização e protecionismo; as perspectivas na indústria marítimo-portuária da região; o desenvolvimento das hidrovias e a otimização e a sustentabilidade nas operações.
Experientes executivos e diretores de administrações portuárias, de companhias operadoras e fornecedores analisarão questões sobre perspectivas futuras da indústria marítimo-portuária da região, incluindo a Carlos Urriola, vice-presidente executivo de Manzanillo International Terminal Panamá S.A MIT; Giovanni Benedetti, gerente comercial da Sociedade Portuária Regional de Cartagena S.A., na Colômbia; e Yurik Díaz, gerente da Divisão de Terminais Portuários na SAAM S.A, do Chile, entre vários outros.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Custo logístico de transporte derruba competitividade brasileira no exterior

O mundo não vai pagar 20% ou 30% a mais no valor final



O agronegócio brasileiro ganhou produtividade nos últimos 50 anos, mas o alto custo logístico provocado por falhas de infraestrutura faz o produto perder competitividade no mercado internacional.
Três países (Brasil, Argentina e Estados Unidos) concentram 80% da produção de soja no mundo e 90% do mercado de exportação. A competitividade nacional fica na rabeira do trio.
"O custo do produtor, da saída da porteira da fazenda até o porto onde o grão vai ser despachado para o exterior é cerca de quatro vezes maior que nos Estados Unidos ou na Argentina. O mundo não vai pagar 20% ou 30% a mais no valor final", declarou Luiz Fayet, consultor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
Fayet, Gustavo Spadotti, analista do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Embrapa, e Paulo Stark, CEO da Siemens, discutiram os desafios que o país enfrenta para superar o desafio logístico no fórum Agronegócio Sustentável, promovido pela Folha nas manhãs de quinta (14) e sexta-feira (15).
Segundo estudo feito pelo Gite, se o Brasil conseguisse solucionar seus problemas no escoamento de produtos do agronegócio, os produtores teriam um ganho 35% superior ao atual.
O problema, afirma Spadotti, é que o país investe pouco em logística de mesmo esse pouco é mal investido.
No último meio século, a produção do agronegócio se deslocou do Sul e Sudeste para o Centro-Oeste, cuja localização aumenta a dificuldade de transporte.
O desafio do Brasil é, segundo Spadotti, fazer com que os produtos da região sejam exportados através dos portos do eixo Norte, como o de Santarém, em vez dos portos do Sudeste.
Mas as dificuldades do transporte rodoviário em trechos ainda não asfaltados da BR-163 muitas vezes levam os produtores a evitar a rota do Centro-Oeste ao Norte.
Fayet, da CNA, afirma que a troca derrubaria o custo de transporte de cerca de US$ 125 por tonelada para US$ 80.
INVESTIMENTOS
Os especialistas apontam também que problemas regulatórios e insegurança jurídica acabam afastando os investimentos necessários para solucionar os gargalos de infraestrutura.
"A lei brasileira restringe a compra de navios produzidos no exterior, mas a indústria naval nacional tem custos inflados", declarou Fayet. "Se eu carrego um navio para sair do Norte e ir até o Recife, o valor do frete vai ser semelhante ao custo para transportar um produto até Xangai."
A legislação brasileira, diz ele, faz com que a navegação de cabotagem no Brasil seja de sete a dez vezes mais cara que a de longa distância.
Outro ponto criticado pelo especialista foi o processo de licitação para a expansão da capacidade dos portos. "Cláusulas estabelecem que a concessionária deve aceitar novas normas que venham a ser editadas. Assim ninguém entra numa concorrência."
TECNOLOGIA
Para o CEO da Siemens, Paulo Stark, investir em tecnologia — como a eletrificação de rodovias e ferrovias — aumentaria a eficiência do transporte.
"Estudos mostram que a eletrificação pode reduzir o custo logístico em até 45%. Não podemos priorizar modais do século passado, como o rodoviário."
Stark afirma que grandes países importadores de produtos brasileiros, como a China, estão investindo em veículos elétricos e podem impor, em breve, restrições a produtos expostos ao monóxido de carbono. 

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Porto de Santos quebra recordes de movimentação

Fotos do Porto de Santos para o banco de imagens do site www.portodesantos.com.br

O Porto de Santos registrou recordes históricos de movimentação mensal  e acumulada de cargas, ultrapassando, pela primeira vez, as marcas de 12 milhões de toneladas ao mês e de 70 milhões de toneladas  no período.
O mês de julho, fortemente impulsionado pelas exportações, atingiu o total de 12.053.697 toneladas, superando  em 5,75% a até então melhor marca mensal, verificada em maio último (11.397.641 toneladas) e superando em 18,4% o movimento de julho do ano passado (10.182.378 toneladas), com as exportações alcançando crescimento de 23,1%.
O total acumulado, com forte aumento das importações e elevada participação das exportações, chegou a 73.097.632 toneladas, ultrapassando em 7,6% o maior movimento, registrado no período de janeiro a julho do ano passado (67.960.460 toneladas).

Movimentação portuária cresce 4,3% no segundo trimestre de 2017, diz Antaq


A Agência Nacional de Transportes Aquaviário – ANTAQ divulgou nesta segunda-feira (11) o Boletim Informativo Aquaviário com as estatísticas da movimentação dos portos organizados e instalações portuárias privadas do segundo trimestre de 2017.
Os dados, disponíveis no link no final desta matéria, mostram que os portos organizados e os terminais privados (TUPs) movimentaram 270,6 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 4,3% em relação ao mesmo período de 2016, totalizando um acréscimo de 11,3 milhões de toneladas.
Segundo o Boletim, que é produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho, o resultado do setor portuário brasileiro, no segundo trimestre deste ano, foi afetado principalmente pela movimentação de commodities, com crescimento de 4,4% no grupo de minérios, e de 2,9% em sementes e frutos oleaginosos.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

IBGE: Safra brasileira de grãos deverá crescer 30,4% em 2017


A produção brasileira de grãos deverá alcançar 240,9 milhões de toneladas em 2017, crescimento de 30,4% em relação ao ano passado (184,7 milhões de toneladas). A estimativa faz parte do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola  (LSPA) de agosto, divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A oitava revisão manteve a estimativa de uma safra recorde em 2017. A previsão ficou, porém, 0,5% menor do que a estimada em julho passado, com 1,2 milhão de toneladas a menos de grãos.
Os produtores rurais devem colher em uma área de 61,1 milhões de hectares neste ano, acréscimo de 7% em relação ao ano passado (57,1 milhões de hectares). Trata-se de 0,05% a menos em comparação à estimativa de julho.
Segundo o IBGE, as estimativas apontam para crescimento da área plantada de soja (2,3%), milho (18,1%) e arroz (4%) frente a 2016. Também devem ocorrer acréscimos na produção dos produtos: soja (19,6%), arroz (16,2%) e milho (54,7%).

Bunge vai comprar fatia de 70% em unidade da IOI Corp por US$ 946 mi


A Bunge informou que vai comprar uma participação de 70% na IOI Loders Croklaan, do produtor malaio de óleo de palma IOI Corp Berhad, por US$ 946 milhões, em meio a um plano para investir em empresas de maior margem como ingredientes alimentares e aromas naturais.
As massivas reservas mundiais de grãos e os preços baixos após quatro anos de colheitas abundantes em todo o mundo reduziram os lucros da Bunge e de outros comerciantes de grãos.
O anúncio ocorre um mês depois que a gigante de commodities agrícolas registrou uma queda de 34% nos resultados trimestrais e reduziu suas perspectivas para todo o ano.

Confiante nas metas


Hidrovias do Brasil projeta que até 2020 operações da empresa no Arco Norte representarão dois terços de suas atividades
• A Hidrovias do Brasil projeta que, com base nos contratos firmados e no desenvolvimento do Arco Norte, as operações da empresa em 2020 representarão dois terços das suas atividades. Atualmente, metade dos negócios da companhia está localizada no Norte. As atividades no Sul, que correspondem à outra metade da companhia, estão estáveis e devem representar em torno de um terço das operações do grupo com crescimento do novo corredor. A expectativa é que a movimentação de grãos no Norte, considerando os principais players desse mercado, chegue a 20 milhões de toneladas em cinco anos, sendo 15 milhões de toneladas já em 2017.

Monitoramento das operações deve agilizar movimentação de mercadorias

Painel debateu as novas tecnologias nas operações do Porto de Santos


O próximo desafio para aumentar a eficiência e a segurança nas movimentações de cargas é o monitoramento dos caminhões desde sua origem até a chegada ao Porto de Santos. É o que afirmou o Diretor de Operações Logísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) , Carlos Henrique de Oliveira Poço, nesta terça-feira (12).
Durante o terceiro painel da 15ª edição do Santos Export – Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, que debateu as novas tecnologias nas operações do Porto, o executivo destacou a eficiência do atual modelo de agendamento de caminhões no complexo e disse que há a possibilidade de rastrear a mercadoria desde o início do trajeto do caminhão até o navio. “A implantação completa desse sistema pode resolver em até 100% os gargalos que se referem aos caminhões”.

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Segundo maior da Europa, Porto de Antuérpia é tema no Santos Export

Brasil é o sexto maior parceiro comercial do complexo, considerado referência internacional


Um panorama geral sobre o Porto da Antuérpia, segundo maior da Europa para o frete marítimo internacional, foi apresentado por seu representante no Brasil, Ricardo Sproesser, no primeiro painel da 15ª edição do Santos Export - Fórum Internacional para a Expansão do Porto de Santos, realizado nesta terça-feira (12) no Mendes Convention Center. 
Localizado na região central no Noroeste da Europa, o porto, que oferece excelente acesso aos principais centros industriais europeus, apesar de não ter terminais portuários automatizados, é considerado o de maior atividade naquele continente.
O Porto de Antuérpia, segundo Sproesser, não realiza agendamento de carga e descarga de mercadorias, como já ocorre no Porto de Santos. No entanto, entre suas peculiaridades, produz energia com capacidade para abastecer tanto o cais, quanto a própria  Cidade. 
Segundo Sproesser, o Brasil hoje é o sexto maior parceiro comercial do Porto de Antuérpia, que no ano passado movimentou 214 milhões de toneladas entre fluxos de importação e exportação. 

Exportações pelo Ceará crescem 87,4% em 2017

Em agosto, o volume de exportação do produto alcançou US$ 68,6 milhões


Mesmo com déficit de US$ 245 milhões na balança comercial do Estado entre janeiro e agosto de 2017, as exportações pelo Ceará nesse período tiveram um crescimento nominal de 87,4% em relação aos oito primeiros meses de 2016. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), as vendas ao exterior somaram US$ 1,2 bilhão no acumulado de 2017, ante US$ 685 milhões entre janeiro e agosto do último ano.
Já as importações pelo Estado registraram uma queda de 46% no mesmo período: as compras do exterior registraram US$ 1,5 bilhão em 2017, ante US$ 2,8 bilhões nos dois primeiros quadrimestres de 2016.
Somente no mês de agosto, a balança comercial registrou um déficit de US$ 56,2 milhões, resultado da diferença de US$ 156 milhões exportados e US$ 212 milhões importados.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Antaq reduz tempo de análise de processos de outorgas na navegação


A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ reduziu o tempo médio de tramitação dos processos de outorgas de autorização nas áreas da navegação.
Entre janeiro e agosto de 2017, com relação à igual período de 2016, a redução nos tempos de tramitação dos processos de autorização atingiu 57% na navegação de apoio Marítimo, passando de 22 dias para nove dias.
Na cabotagem, o tempo para autorização caiu de 50 dias para 30 dias, o que significou redução de 30%. Na cabotagem porte bruto Inferior a 5.000 TPB, o tempo para autorização dos pedidos caiu de 69 dias para 13 dias, significando uma redução de 80%.
Com relação aos pedidos para obtenção do Pré-Registro de Embarcação em Construção, o tempo de autorização recuou 99%, saindo de 15 dias para 12 horas.

'No show' no transporte marítimo

No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”


Por Robert Grantham

• Um dos grandes problemas do transporte marítimo de contêineres é a falta de previsibilidade quanto ao volume a ser embarcado. Por um lado, para garantir o melhor aproveitamento do espaço, os armadores praticam o “overbooking” (aceitar reservas acima da capacidade nominal do navio), por outro lado os embarcadores fecham mais carga do que efetivamente poderão entregar ou fecham simultaneamente com mais de um armador (por vezes no mesmo navio, com outro membro do consórcio) para garantir que sua carga será embarcada, pois frequentemente pelos mais diferentes motivos os armadores deixam a carga no chão. O resultado de tudo isso é um serviço de baixa qualidade, com altos custos indiretos. 
No transporte de carga a granel existe, prevista em contrato, uma penalidade aplicada ao embarcador, por embarcar volume a menos do contratado, que se conhece como “dead freight” ou frete morto. Existe a previsão, mas sua aplicabilidade é geralmente antecedida de muita discussão.
No transporte de contêineres, os armadores tentam há muito tempo implementar uma multa por “no show”, que seria algo semelhante ao frete morto, mas geralmente sem sucesso, dado que considerações de ordem comercial acabam falando mais alto. Por outro lado, quando a carga é deixada para trás pelo armador, os embarcadores são onerados por custos de armazenagem, embora se abra aí uma janela para disputa, com os clientes transferindo o custo para o dono do navio. 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Intertek investe R$ 3 milhões em laboratório em Suape


Por Jéssica Lima
Reconhecido nacionalmente como um dos principais portos para movimentação de granéis líquidos (óleo diesel, gasolina, querosene de aviação, óleo bruto de petróleo, entre outros derivados de petróleo) do país, o Porto de Suape acaba de receber um novo empreendimento para o desenvolvimento deste setor. A empresa Intertek, iniciou a operação do seu primeiro laboratório de análises de combustíveis, químicos e gás GLP para as áreas de petróleo e derivados em Pernambuco. Credenciada como entidade certificadora pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a empresa opera contribuindo no controle de qualidade de toda a cadeia de movimentação e distribuição dos produtos que chegam no Porto e, por ela são analisados.
A unidade está instalada na Avenida Portuária, nº 69, dentro da empresa Pandenor. O laboratório chega a realizar mais de mil análises por mês. “Nossa principal missão é garantir que o consumidor será atendido da melhor forma. A instalação da unidade garantiu mais rapidez na realização das análises. Agora, estamos ao lado do porto, o que garante menos tempo para o navio ficar atracado e, consequente, ganho na operação”, comentou João Lustosa da Silveira (na foto), Químico Industrial, que realiza as análises no laboratório da unidade.

Declaração única agiliza trâmites de exportações em até dois dias

O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior.


Até o próximo mês, a Receita Federal vai implantar, de forma definitiva, a Declaração Única de Exportação (DU-E). Com o documento, a expectativa dos despachantes aduaneiros que atuam no Porto de Santos é reduzir o tempo de processos em até dois dias. 
Na última quinta-feira (31) , terminais, armadoras e comissárias de despachos se reuniram em uma palestra sobre os novos procedimentos da Receita Federal. O evento aconteceu na sede do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de Santos e Região (SDAS), no Centro.
“O documento único de exportação é um novo procedimento da Receita Federal para facilitação do comércio exterior. Este é o primeiro evento onde todos os órgãos que atuam no sistema estão juntos e trabalhando para que saia de forma correta e não haja nenhum problema no futuro”, explicou o presidente do SDAS, Nivio Peres dos Santos. 

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Condomínios logísticos buscam promover qualidade e redução de custos

Mercado apresentou alta no Brasil e tem se tornado uma opção cada vez mais estudada pelas empresas de logística

O mercado de condomínios logísticos tem apresentado alta no comércio brasileiro. A expansão e inauguração de empreendimentos é resultado das vantagens operacionais e econômicas de contratar esse tipo de serviço, que tem o objetivo de promover qualidade e redução de custos.
Alguns fatores influenciam essa alta, como infraestrutura adequada, boa localização e flexibilidade na expansão da operação. Segundo o presidente da GLP (empresa proprietária de condomínios logísticos) no Brasil, Mauro Dias, a economia em fatores como segurança e manutenção de áreas comuns oferece redução direta nos custos. "Os ganhos operacionais, que vem dos benefícios que as instalações logísticas modernas proporcionam, tornam o modelo ainda mais vantajoso", ressalta o executivo.
Outros benefícios incluem a redução no consumo de água e energia elétrica. Em alguns empreendimentos, o consumo em energia chega a 70% com o uso de lâmpadas de LED e até 100% com a utilização de iluminação natural.
Há um forte potencial de crescimento desse mercado no país. Mas, considerando condomínios e galpões isolados, a presença de 20 milhões de m² representa 15% do estoque total do mercado e ainda é considerada pequena. A demanda agora é encontrar cada vez mais imóveis que aliem qualidade e redução de custos. “Isso nos motiva a continuar investindo no país”, declara o presidente da GLP.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Reservas de petróleo caem mais que o previsto nos EUA

Os Estados Unidos já acumulam nove semanas seguidas de redução das reservas



A reservas de petróleo nos Estados Unidos caíram mais que o esperado na semana encerrada na última sexta-feira 25 de agosto, no dia da chegada da tempestade Harvey à costa do Texas, segundo dados publicados nesta quarta-feira pelo Departamento de Energia. 
Na semana passada, as reservas comerciais de petróleo recuaram 5,4 milhões de barris (mb), a 457,8 mb, quando analistas entrevistados pela agência Bloomberg previam uma queda de apenas 1,75 mb.
Os Estados Unidos já acumulam nove semanas seguidas de redução das reservas. Desde o fim de junho, a queda foi de cerca de 50 mb.
Os estoques de produtos destilados tiveram alta de 700 mil barris, quando analistas estimavam um incremento de 157 mil. 
O informe só reflete parcialmente os prejuízos causados pelo Harvey, que após afetar a produção no Golfo do México, em meados da semana passada, varreu o Texas a partir de sexta. 
Diversas refinarias deixaram de operar por causa do Harvey, o que fez cair a demanda de petróleo e a produção de combustíveis e destilados.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Cargas aéreas internacionais crescem 12%


O volume de cargas internacionais que chegam por via aérea subiu 12% na primeira metade deste ano, em relação a 2016, segundo a Anac.
A expansão se dá em cima de uma base fraca, após uma retração vivida deste 2014, afirma Maria Fan, gerente do setor no GRU Airport —que ampliou em 20% as cargas importadas até julho. “O transporte marítimo sempre predominou no país, mas com a queda drástica do número de armadores, o aéreo ganhou espaço”, diz ela. 
No Rio, não há crescimento, devido à crise no setor de óleo e gás – a importação de itens para a exploração na área responde por 15% da receita do Rio Galeão Cargo, mas já representou 29%, em 2013. 
Na receita, a queda é maior, de 26%, devido a investimentos que reduziram o tempo de estadia da carga. A cobrança é feita por tempo, afirma o diretor Patrick Fehring. Nos últimos dois anos, foram investidos R$ 30 milhões em melhorias, e outros R$ 12 milhões estão previstos para os próximos 12 meses, diz ele.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Ampliação do Terminal de Açúcar da Agrovia é incluído no PPI em Suape


O Porto de Suape foi contemplado mais uma vez no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do Governo Federal. Desta vez, o projeto incluído no pacote anunciado ontem (23) foi a ampliação do Terminal da Agrovia do Nordeste, que armazena e exporta açúcar refinado, proveniente das usinas canavieiras do estado. Com a inclusão no PPI, a Agrovia recebeu sinal verde para dar início ao processo de expansão física e de equipamentos para movimentar, além do açúcar, trigo, cevada e outros grãos. Localizado na retroárea do Cais 5, o terminal possui 72,5 mil metros quadrados e capacidade de movimentar 750 mil toneladas por ano. Foram investidos R$ 58 milhões na atual estrutura e a previsão é de chegar aos R$ 130 milhões com a ampliação.