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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Ceará: o novo hub logístico e tecnológico do Brasil


No início do mês de agosto, o governador cearense, Camilo Santana, esteve em Angola para participar da cerimônia de lançamento da South Atlantic Cable System, a primeira rede de cabos submarinos de fibra óptica que ligará o continente africano diretamente ao Brasil. 

A obra, orçada em cerca de 160 milhões de dólares, será liderada pela multinacional Angola Cables e servirá para estreitar as relações comerciais entre a África e a América do Sul, especialmente no setor de tecnologia, mas também deverá reforçar o papel do Ceará como polo nacional de infraestrutura e comunicação de dados.
 
A nova ligação com a África será totalmente integrada ao Cinturão Digital do Ceará, que atualmente já conecta o Brasil aos Estados Unidos, à Europa e a vários países da América do Sul. A parceria com a Angola Cables prevê também a construção de um moderníssimo data center em Fortaleza, ao custo de 30 milhões de dólares, que aumentará ainda mais a capacidade de armazenamento e transmissão de dados das empresas da região.

“Trata-se de uma grande oportunidade para os empresários dos segmentos de TI, produção de conteúdo e games”, afirma o secretário do Planejamento do estado, Maia Júnior, destacando os incentivos fiscais concedidos para as companhias de tecnologia. “Esse é um setor que interessa muito ao Ceará. Queremos investir ainda mais nessa nova economia e atrair startups”, diz.

Como a mobilidade vai mudar o setor de Logística?

Pesquisas apontam perdas de lucro e produtividade e revelam necessidade do segmento voltar os olhos para essa solução


Um dos maiores desafios das transportadoras é a redução de custos nas suas operações. Sabe-se que as empresas do setor trabalham com margens muito apertadas e que a crise econômica complicou ainda mais este cenário.
O ano passado foi bastante turbulento para o segmento. A sondagem “Expectativas Econômicas do Transportador 2016”, realizada pela CNT (Confederação Nacional do Transporte), mostra que a maioria das empresas, cerca de 60,1%, teve diminuição de receita bruta e que 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens, sendo que, para a maioria, 74,6%, houve aumento do custo operacional.
Segundo o estudo “Custos Logísticos do Brasil”, do Ilos (Instituto de Logística e Supply Chain), esse aumento de custos operacionais para o transporte rodoviário de cargas é resultado de um desequilíbrio de uma demanda relativamente baixa durante o período, perante a oferta de empresas, que não repassaram o aumento de custos aos seus clientes. Nesse cenário, as empresas precisaram aumentar o volume de viagens, mesmo que ganhando menos, momento em que a sobrevivência do negócio passou a depender diretamente da sua capacidade de ter produtividade.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sindicatos receiam automatização de portos e transporte marítimo

Ensaios recentes relacionados com o transporte marítimo autónomo despertaram alguns sindicalistas, que temem os efeitos do fenómeno, bem como da automatização dos portos. Uma realidade que parece cada vez mais próxima, mas cujas vantagens os sindicatos entendem que estão por provar


Os principais dirigentes do Sindicato Marítimo da Austrália têm criticado o fenómeno da automatização dos portos e do transporte marítimo, de acordo com o World Maritime News. Segundo o jornal, Paddy Cumlin, presidente do sindicato, e Stephen Cotton, Secretário-Geral, consideram que os efeitos da automatização nessas actividades não foram cuidadosamente pesados.

Paddy Cumlim terá mesmo apelidado o fenómeno de «investida de marketing». Juntamente com outros dirigentes do sindicato, considera que se trata de um golpe contra o sindicalismo e que os benefícios da automatização, como o aumento da produtividade e da eficiência estão por demonstrar.

Embora os navios autónomos sejam uma realidade algo distante, os sindicalistas acreditam que seria útil um debate para discutir várias implicações do processo e as incertezas que lhes estão associadas. A esta crítica não serão alheios os ensaios de operações de navegação remotamente controlada desenvolvidos pela Wärtsilä, refere o jornal.



segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Oito megatendências que influenciarão o mundo até 2030

O relatório destaca, por exemplo, a megatendência “Shifting Market Frontiers” (Mudança nas Fronteiras dos Mercados, em tradução livre) trazendo novos mercados para o centro das atenções uma vez que algumas regiões do mundo já atingiram seu potencial máximo enquanto outras ainda apresentam potencial inexplorado | Foto: Tânia Rêgo/ABr


Megatendência é uma mudança de longo prazo no hábito ou atitude do consumidor que impacta o mercado em diversos setores. No relatório “Megatrend Analysis: Putting the Consumer at the Heart of Business”, a empresa de pesquisa e consultoria de mercado, Euromonitor International, apresenta as oito megatendências que irão influenciar o mercado de bens de consumo até 2030. Segundo o relatório, as análises de megatendências ajudam as empresas a antecipar o desenvolvimento do mercado e impulsionar mudanças nos setores econômicos.
Uma das megatendências identificadas pela Euromonitor International é a “Middle Class Retreat” (Recuo da Classe Média, em tradução livre) que indica a luta da classe média em mercados desenvolvidos para manter sua posição econômica que foi conquistada e desfrutada antes da crise financeira no mundo. “Um aspecto dessa megatendência é a ideia de “Glorified Frugality” (Frugalidade Glorificada, em tradução livre) que indica um consumidor da classe média que comemora quão pouco algo custa ao mesmo tempo que visa reduzir o desperdício”, afirma a diretora de Economies and Consumers da Euromonitor, Sarah Boumphrey.

Roterdão relança programa de apoio a start-up portuárias

O Porto de Roterdão arrancou com a edição de 2018 do programa PortXL. As start-up com projectos portuários já podem candidatar-se a participarem no programa em http://www.portxl.org/.



O PortXL está aberto a candidaturas de start-up com projectos portuários de todo o mundo. Depois de seleccionar as companhias mais promissoras, o PortXL oferece-lhes 100 dias de formação intensiva para ajudá-las a começarem os seus projectos.
O programa concentra-se em empresas com propostas de negócios disruptivas e expansíveis ​​que possam ter sucesso no prazo de um ano. A terceira edição do PortXL terá um foco especial nos desafios que actualmente afectam os portos, como a cibersegurança, a energia eólica, a digitalização, a tecnologia blockchain e os navios autónomos.
Roterdão tem a ambição de ser o porto mais inteligente do mundo. Foi com isso em mente que os responsáveis do porto holandês lançaram, em 2015, o PortXL, que indicam ser “o único programa de aceleração especificamente focado nas actividades relacionados com portos”.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Satélites avançam na tecnologia do navio inteligente

A primeira geração de navios sem tripulação provavelmente será dedicada a operações locais, como a operação transporte de passageiros na costa da Noruega, devido aos regulamentos internacionais para o transporte marítimo


A conexão com navios comerciais avançou da comunicação da simples comunicação para o monitoramento remoto de sistemas e processos de navegação e operação marítima. O que possibilitou esse avanço foi o aumento do desempenho dos satélites e a integração com a nova tecnologia embarcada de sistemas de monitoramento dos navios. O vice-presidente da Intelsat para mobilidade, Mark Rasmussen, destaca que a cada mês uma nova iniciativa é anunciada na direção do navio inteligente e do navio autônomo.
O Shanghai Ship Design Research Institute informa o lançamento de um navio inteligente de 38.800 tpb, até o final de 2017. O Lloyds Register participa do projeto de desenvolvimento de um algoritmo para evitar colisões operando em tempo real para navios autônomos.  A primeira geração de navios sem tripulação provavelmente será dedicada a operações locais, como a operação transporte de passageiros na costa da Noruega, devido aos regulamentos internacionais para o transporte marítimo.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Produção de veículos no Brasil sobe em julho e exportações são recorde no acumulado do ano



A indústria de veículos do Brasil voltou ampliar exportações em julho na comparação anual, renovando recorde de vendas externas no acumulado do ano em meio a um impulso de vendas pela América Latina que está ajudando a minimizar um mercado interno que se recupera em marcha lenta de quatro anos de quedas.
As exportações da indústria cresceram 42,5 por cento sobre julho do ano passado, para 65.722 carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. O acumulado dos primeiros sete meses do ano foi recorde histórico para o período, com exportações de 439.586 unidades, crescimento de 55,3 por cento na comparação anual.
"Foi o melhor acumulado de exportações da história e caminhamos para termos recorde no ano", disse o presidente da associação de montadoras de veículos, Anfavea, Antonio Megale, em entrevista a jornalistas, acrescentando que os maiores mercados foram Argentina, México, Chile, Uruguai e Colômbia.

sábado, 29 de julho de 2017

Lacre é usado para monitorar contêineres de forma eletrônica



Monitorar contêineres de forma eletrônica, com alertas de violação do cofre em casos de mudança de temperatura ou de claridade. Este é o objetivo de um lacre desenvolvido pela multinacional Orbcomm e pela BlueAgle, especializada em tecnologia de monitoramento. O CargoWatch Secure atende a uma exigência da Alfândega do Porto de Santos. 
De acordo com a Portaria nº 48 da Aduana, toda estufagem de contêiner com carga destinada à exportação deverá ser monitorada por câmeras com alta definição de imagem. Os equipamentos devem ser posicionados à frente da porta da caixa metálica, de modo a registrar toda a operação, até o fechamento dos cofres e a colocação dos lacres. 
A regra determina ainda que todo o trajeto até o terminal de embarque também deverá ser monitorado eletronicamente. Os equipamentos de rastreamento instalados nos veículos deverão identificar, sempre que requisitado pela fiscalização, a rota adotada no percurso entre o recinto e o operador portuário.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Suape e Porto Digital estão no radar britânico



Reino Unido faz monitoramento para futuras parcerias e investimentos do setor público e privado
O Porto de Suape e o Porto Digital estão na mira do governo britânico e podem receber investimentos em libras nos próximos anos. Ambos estão sendo avaliados pelo Consulado Britânico como possíveis focos de parcerias e aportes de fundos estatais e privados. O primeiro pode ser alvo de investimentos para melhoria dos processos e facilitação do comércio. No possível projeto, a ideia é que equipes de consultoria inglesa identifiquem gargalos e realizem treinamentos e capacitações para implementar soluções internas. Já com o Porto Digital, os planos incluem um possível projeto de intercâmbio, no qual empresários ingleses passarão até cinco anos embarcados no parque tecnológico, incentivando assim a troca de experiências e conhecimento, e com empreendedores pernambucanos também indo à Inglaterra, porém por um prazo menor. O segundo plano com o parque tecnológico foca em projetos conjuntos de segurança digital.

Além desses projetos, o consulado avalia investimentos nos setores de saúde, energias renováveis, petróleo e biocombustíveis. “Queremos fechar um acordo em relação a energias renováveis e biocombustíveis que englobe Brasil, Índia, China e Inglaterra”, afirma o embaixador do Reino Unido no Brasil, Vijay Rangarajan em visita ao Diario junto ao cônsul britânico Graham Tidey. Ambos foram recebidos pelo presidente e o vice-presidente do Diario, Alexandre Rands e Maurício Rands, respectivamente. Segundo o embaixador, a saída da Inglaterra da União Europeia permitirá uma maior aproximação do país com o mercado brasileiro. Porém, a falta de um acordo para evitar a bitributação dos impostos nas relações comerciais entre o Brasil e a Inglaterra é um problema. “Temos acordos para isso em mais de 250 países, menos com o Brasil”, reclama Rangaraj.

As relações entre os dois países já são relevantes. O embaixador lembra, por exemplo, que o Brasil é o segundo país em número de co-autoria de pesquisas científicas com os britânicos e a reciproca é igual, sendo a Inglaterra o segundo país em número de estudos assinados em cooperação. “Queremos continuar incentivando os intercâmbios e parcerias e, para isso, temos a Newton Fund, focado no desenvolvimento dos países emergentes.” No Brasil, deverão ser investidos 45 milhões de libras até 2019 através do fundo. Vale ressaltar que Pernambuco já tem boas relações comerciais com a Inglaterra. No ano passado, o Reino Unido foi o 16º maior parceiro comercial do estado. De janeiro a dezembro, foram US$ 49.490.127 em importação e US$ 24.213.651. Os dados são da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe).

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Tecnologia e estratégia reduzem acidentes nas estradas brasileiras



Em tempos de crise, otimizar operações logísticas é fundamental. Ganham todos os envolvidos e, além de eficiência, temos o que é mais importante: segurança.
mercado de transportes é um dos que mais sofre. São roubos e furtos de cargas, que somam bilhões de reais em prejuízos. Porém, tão preocupante quanto isso, são os acidentes, que também tiram o sono de transportadoras, embarcadoras e, obviamente motoristas.
De acordo com Cyro Buonavoglia, presidente da Buonny, a maior gerenciadora de riscos independente do país, entre os motivos para essa preocupação estão as estradas sucateadas e frota velha, que não passam por manutenção preventiva de forma adequada. Falta de profissionalismo e ambições extremas também são responsáveis por esse cenário negativo. “Para termos uma ideia do quanto essa situação é problemática, as companhias seguradoras pagaram R$ 10 bilhões de sinistro de acidentes de trânsito, em 2015, ou seja, um valor 10 vezes maior do que computado em roubos e furtos”, detalha.

Tecnologia

Em razão disso, é preciso abrir os olhos para tecnologia e usá-la a favor para ajudar a reverter esses números, explica Buonavoglia. o caso do gerenciamento de riscos, a prevenção é feita com o uso da telemetria, que é uma tecnologia originalmente utilizada pela Fórmula 1 e que ganhou terreno com a preocupação das empresas em relação à redução de acidentes.

domingo, 2 de julho de 2017

Portal Único de Comércio Exterior passa a valer para exportações feitas nos modais marítimo e rodoviário



A partir de hoje, exportadores brasileiros que embarcam suas cargas por modal marítimo e rodoviário poderão utilizar o Portal Único do Comércio Exterior, desenvolvido em conjunto pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) do Ministério da Fazenda.
A iniciativa elimina a necessidade da apresentação de alguns documentos e reduz etapas e exigências governamentais. Inicialmente, vale para as exportações sujeitas exclusivamente a controle aduaneiro, realizadas por meio do Porto de Santos e das unidades aduaneiras em Uruguaiana e Foz do Iguaçu. A expectativa da Secex e da Receita Federal é que, até o final deste ano, 100% das exportações possam ser feitas por meio do Portal Único de Comércio Exterior.
O Porto de Santos é responsável por um terço de todas as exportações feitas no modal marítimo. Já Uruguaiana e Foz do Iguaçu respondem por mais de 50% do que o Brasil exporta por meio rodoviário.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Nova era: tecnologia cognitiva chegou para mudar a gestão empresarial



Entre as tendências vindas da transformação digital nas empresas, as tecnologias de computação cognitivas ganham cada vez mais força no mercado. Essas plataformas combinam Inteligência Artificial, processamento de linguagem, visão e interação humana com o objetivo de trazer mais assertividade e rapidez na tomada de decisão.
Esse conceito foi amplamente abordado na edição 2017 do CeBIT, maior evento de serviços digitais e TI do mundo, que tive a oportunidade de participar recentemente na cidade de Hannover, na Alemanha. Além das soluções cognitivas, a Inteligência Artificial e a Internet das Coisas (IoT) também foram protagonistas. Não é de se estranhar que esses temas tenham pautado uma das maiores feiras sobre tecnologia, afinal o investimento em soluções cognitivas e de Inteligência Artificial podem atingir até $12,5 bilhões de dólares ainda em 2017, segundo um levantamento da consultoria IDC (International Data Corporation).

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Clientes digitais versus empresas analógicas


 Empresário da indústria analisando dados: é preciso focar na experiência do consumidor | Foto: Freepik

Indústria precisa respirar dados para focar, cada vez mais, na experiência do consumidor e não apenas na entrega de produtos e serviços

Por Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor
A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.
O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura

A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?
É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.
Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?

Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:
  • Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente
  • Preocupação com a experiência do consumidor
  • Foco no efeito final e não apenas no produto
Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.
As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer.
Imagem da publicação: Projetado pelo Freepik

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Santos Brasil eleva sua meta de produtividade



Com a acirrada concorrência após a entrada em operação da Brasil Terminal Portuário (BTP) e da Embraport, no porto de Santos, a Santos Brasil está investindo para aumentar a produtividade do Tecon Santos, seu terminal de contêineres em Santos. Hoje, ele já o mais eficiente do país. A meta da

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Alfândega do Porto de Suape apreende 12 mil produtos irregulares


A Receita Federal apreendeu 12 mil produtos com irregularidades na Alfândega do Porto de Suape, do final de dezembro de 2013 para o começo de 2014. O relatório apresentado detalhou 5 apreensões distintas, entre brinquedos, itens de material escolar e capas para tablets.

Alguns produtos possuem forte indício de falsificação, outros não cumprem os requisitos de segurança

terça-feira, 2 de abril de 2013

Complexo de Suape programa negócios na 19ª Intermodal South America




Na feira, o Complexo vai apresentar os diferenciais competitivos e projetos para os próximos anos.

Complexo Industrial Portuário de Suape participa como expositor do segundo maior evento do mundo para os setores de logística, transporte de cargas e comércio exterior. Há 13 anos, Suape está presente na Intermodal South America, que este ano acontece entre os dias 02 e 04 de abril, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Considerada a maior feira da América Latina, a Intermodal South America reúne os principais players do

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Transposição será toda relicitada até abril



JUAZEIRO DO NORTE (CE) e RECIFE – A negociação dos saldos remanescentes de obras da Transposição do São Francisco termina até 28 de fevereiro deste ano. Os contratos, que sofreram com licitações canceladas ou execução não cumprida pelas construtoras vencedoras, serão, finalmente, relicitados. 
A expectativa do Ministério da Integração Nacional é de publicar os últimos editais de trechos ainda parados, como os lotes 6 e 7 do Eixo Norte (hoje Meta 3 Norte), até abril. Com isso, os serviços do Projeto de Integração do São Francisco em seus dois eixos (Norte e Leste) devem ser retomados totalmente até o fim deste primeiro semestre.
O calendário foi passado pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, durante visita ao Eixo Norte da Transposição, que liga os municípios de Cabrobó e São José de Piranhas (PB), nos últimos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro. Mais uma vez, o discurso foi de “buscar celeridade às obras”. Bezerra Coelho, por sinal, fez questão de ressaltar os esforços realizados pela pasta para destravar a obra e fazer entrá-la num ritmo normal.
Foram dois dias de conversa, ida a canteiros de serviço e checagem de prazos. A visita, que teve como base o município de Juazeiro do Norte, no Sertão do Cariri, no Ceará, passou pelos canteiros de obras localizados nos municípios de São José de Piranhas (PB), Jati (CE), Salgueiro e Cabrobó. Foram vistoriados os andamentos de obras como a construção dos túneis Cuncas I e II, a barragem de Jati, e as estações de bombeamento em Salgueiro e Cabrobó, todos no Eixo Norte da Transposição.
Segundo Bezerra Coelho, a obra da Transposição começou a perder força já em abril 2010. No início de 2011, quando ele assumiu a pasta, encontrou 298 pleitos de reajustes de contrato. “Hoje, apenas dez solicitações ainda se encontram em processo de negociação. 
Um dos principais focos de trabalho do ministério foi simplificar o processo enxugando o número de contratos e de empresas envolvidas no projeto. Dos cerca de 60 contratos e mais de 90 empresas, o Governo trabalha hoje com apenas sete contratos e 30 empresas envolvidas”, explicou.
A partir de agora, o Ministério passa a acompanhar de perto o andamento dos serviços, com visitas bimestrais a cada eixo da transposição. No fim de março, será a vez de o Eixo Leste ser monitorado pelo ministro. A expectativa do Ministério é de fazer a água do São Francisco chegar ao município de Salgueiro até junho de 2014 e, até setembro do mesmo ano, chegar à barragem de Jati (CE). A conclusão de toda a Transposição está prevista para o fim de 2015.
Até agora, 43% das obras físicas da transposição estão contratadas, sendo que 33,3% já se encontram em execução empregando aproximadamente quatro mil trabalhadores. Outras 23,7% estão em fase de licitação. Com orçamento de R$ 8,2 bilhões, o Projeto de Integração do Rio São Francisco pretende ampliar a oferta de água para o desenvolvimento sustentável do Nordeste Setentrional atingindo quatro estados: Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
FOLHA PE

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Pernambuco lidera investimentos em TI



A região Nordeste, definitivamente, desponta como uma grande oportunidade de negócios para o mercado de TIC brasileiro. Dados da IDC Brasil mostram que Pernambuco, Ceará e Bahia alcançaram um crescimento de 15% nos investimentos de hardware, software e serviços em 2012, ocupando assim, as três primeiras posições no ranking nacional.
Santa Catarina e Rio de Janeiro despontam,respectivamente, na quarta e quinta posição, com crescimento de 14,7%, revela o estudo Brazil IT Opportunity Map, publicado em setembro de 2012. De acordo com Anderson Figueiredo, analista da IDC, o ‘boom’ na região Nordeste está muito ligado aos grandes investimentos de infraestrutura, especialmente, os realizados pelo Governo Federal.
“Pernambuco foi o primeiro colocado e há projetos importantes, como o porto do Suape, em andamento. Isso exige informatização. Compra de equipamentos e serviços de TI. Quem também aparece com essa questão de novos modelos é o Rio de Janeiro, que atrai uma série de novos investimentos na área de turismo, petróleo e serviços”, explica Figueiredo.
Pesquisa da IDC, divulgada em agosto de 2012, em parceria com a ABES, revela que, em 2011, o mercado brasileiro de software e serviços movimentou 21,4 bilhões de dólares em 2011, somando as exportações, que chegaram a 1,9 bilhão de dólares. Já os negócios com hardware alcançaram 23 bilhões de dólares. A receita total do faturamento de TI no Brasil, em 2011, incluindo a comercialização de computadores chegou a 42,5 bilhões de dólares.
:: Ana Paula Lobo
:: Convergência Digital
Fonte: PEDESENVOLVIMENTO

sábado, 26 de janeiro de 2013

Centro tecnológico da BlackBerry no Recife


Boa aceitação dos smartphones da marca no Brasil faz a RIM mirar no potencial da Região Nordeste

A Research in Motion (RIM) é uma das marcas favoritas dos executivos antenados com tecnologia. Detém cerca de 42% do mercado corporativo do país. Às vésperas de lançar seu novo produto, o BlackBerry 10, que chega no próximo dia 30 com novos smartphones e uma plataforma atualizada, a companhia busca parcerias. 
Sem a popularidade do iOS (Apple) ou Android (Google), sabe que precisa apostar no fortalecimento da comunidade de desenvolvedores. Afinal, os aplicativos – ou apps – são a moeda de valor de qualquer plataforma. A boa notícia é que o Recife parece fazer parte do mapa estratégico da RIM. A empresa acaba de inaugurar um BlackBerry Tech Center no estado, no Centro de Informática (CIn) da UFPE.
Segundo Demian Borba, evangelista de desenvolvimento (especialista no convencimento das massas) para BlackBerry, a aceitação dos smartphones da marca em território nacional tem incentivado a companhia, que mira o potencial do Nordeste. Um dos exemplos é a realização do BlackBerry Jam Sessions, uma maratona de programação que aconteceu em agosto do ano passado no Recife, com o apoio do Porto Digital. Reuniu mais de 80 desenvolvedores.
Agora, além dos eventos, a RIM faz planos para manter cinco centros tecnológicos no Brasil. O primeiro deles foi inaugurado em Maceió, na Universidade Federal de Alagoas. Os próximos serão instalados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A companhia não revela a quantia investida nas unidades. O objetivo é apoiar a inovação e fomentar iniciativas relacionadas à incubação e ao empreendedorismo, com foco em soluções móveis.
“Para nós, que fazemos parte do CIn, é um momento mais que propício para estabelecer parcerias com mais uma empresa de porte internacional, como é o caso da RIM”, comenta o professor Cristiano Araújo, um dos coordenadores do Tech Center. Vale lembrar que outras gigantes mundiais, como Facebook, Microsoft e Google, frequentemente enviam representantes à UFPE e recrutam jovens que estão concluindo a graduação em um dos cursos de TI.
O início das operações está previsto para fevereiro e o centro contará com uma equipe de dez pessoas. O processo seletivo teve mais de 80 inscritos. Destes, 35 foram selecionados para a segunda fase. “Estes estudantes vão preparar soluções para problemas reais, no formato de aplicativos para BlackBerry. Serão selecionados dois designers e oito estudantes da área de computação, além de um gerente de projetos”, explica Cristano Araújo.
Os integrantes, que receberão smartphones Dev Alpha e tablets Playbook para o desenvolvimento, serão anunciados no dia 30 de janeiro, na festa de lançamento do BB 10, em Recife. “Outra proposta nossa é promover a interação entre as unidades espalhadas pelo mundo, no desenvolvimento de aplicativos e soluções”, acrescenta Demian Borba. Além do Brasil, Estados Unidos (no Vale do Silício), Inglaterra, Argentina e Itália também possuem centros de tecnologia da BlackBerry.
Em Pernambuco a BlackBerry ainda mantém outro tipo de parceria com a Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O professor Breno Carvalho, coordenador do curso de jogos digitais, conversou com Demian Borba durante a edição local da Campus Party, ano passado, e foi convidado a fazer parte de um grupo de desenvolvedores. Atualmente, Breno é um dos coordenadores do BlackBerry Dev Group Recife, um grupo no Facebook que fornece suporte técnico e divulga informações da marca.
DIARIO DE PE

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Equipe de Eduardo com as metas para 2013


Governador reúne os 28 secretários para traçar as diretrizes para 2013 e analisar os gastos da administração





Focado em manter a aprovação de sua gestão num nível que o credencie a alçar voos nacionais, o governador Eduardo Campos (PSB) reúne nesta terça-feira todo o seu secretariado com o objetivo de apresentar as diretrizes gerais do governo para 2013. No ano que antecede a eleição presidencial, o socialista espera potencializar ao máximo os feitos de sua administração e, para tanto, cobrará empenho da equipe que, recentemente, passou por reformulações.

Será a primeira vez que que Eduardo reunirá o estafe completo neste ano. Os 28 secretários terão acesso a um balanço dos resultados – e também das pendências – de 2012, assim como assistirão a uma apresentação, elaborada pela Secretaria da Fazenda, sobre o cenário financeiro desenhado para 2013. Num sinal de preocupação com uma possível queda na receita, também será mostrado a avaliação, realizada pela Controladoria-Geral do Estado, sobre as gestões das despesas em cada pasta.

“Não há nenhum assunto específico. Vamos estudar o orçamento e ver onde é possível cortar as despesas ruins e manter nossa capacidade de investimento, como tem sido feito desde 2007”, relatou o chefe da Casa Civil, Tadeu Alencar. A reunião geral também servirá para que os novos integrantes do primeiro escalão, nomeados após as eleições municipais, fiquem inteirados sobre as perspectivas da gestão e afinados com a equipe.

No final do ano passado, Eduardo Campos aproveitou a ida de alguns nomes para a administração de Geraldo Julio, no Recife, e promoveu uma dança das cadeiras. Considerado um dos “curingas” do governo, Ricardo Dantas foi remanejado da pasta de Administração para a de Educação, substituindo Anderson Gomes. Para o lugar de Dantas, foi convocado o ex-auditor fiscal Décio Padilha. Já Frederico Amâncio, que comandava a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, assumiu a vaga que era de Geraldo Julio na pasta de Planejamento. Amâncio deixou o antigo posto para Marcio Stefani, que era presidente da Ad Diper.

No rol de acomodações políticas, o ex-vice-prefeito do Recife Milton Coelho (PSB) foi chamado para a Secretaria de Governo e o deputado estadual Aluísio Lessa convocado de volta para a Secretaria de Articulação Social e Regional, pasta que comandou entre 2007 e 2010. Já o tucano Pedro Eurico (PSDB) assumiu a Secretaria da Juventude – um dos “calos” do governo por conta dos problemas na Funase –, mesmo o PSDB permanecendo, oficialmente, na “oposição”.

Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br