sexta-feira, 8 de abril de 2011

Suape terá 41 mil vagas este ano

Administração do complexo fez um levantamento sobre as oportunidades de emprego no local. Os postos vão desde operadores de máquina a médicos



Na contramão do fechamento de postos de trabalho, como mostrou ontem o balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Cadeg), mais de 40 mil oportunidades serão abertas em Suape este ano. Para ser mais exato, serão 41.580 postos de diferentes profissões, como de operador de máquina a médico e dentistas.

O número consta de um levantamento realizado pela administração de Suape com as empresas que estão se instalando no local (arte ao lado).

Em 2009, vários projetos que estão se instalando em Pernambuco entram na sua fase mais aquecida de construção. Por isso, a maior parte das vagas abertas estão na área da construção civil.

O maior projeto em andamento é o da Refinaria Abreu e Lima, com previsão de gerar até 20 mil empregos. A partir de abril deste ano deve estar aquecida a contratação para os profissionais que farão a Casa de Força e depois a Estação de Tratamento de Água do empreendimento.

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) ainda estará tanto em fase de construção, o que está sendo feito pelo Consórcio Tatuoca, quanto com trabalhadores no processamento de aço. A previsão de Suape é ter 2.000 postos ainda nessa construção.

Em fevereiro, a metal-mecânica Fasal precisará de operadores de pontes rolantes, auxiliares de serviços gerais, com previsão de abrir 120 vagas na construção e 210 empregos entre diretos e indiretos quando estiver operando. A indústria de bebidas Campari contratará 35 pessoas a partir de junho para a sua nova fábrica no Estado.

No total, o levantamento de Suape inclui 15 empresas e o Sest/Senat como demandantes de mão-de-obra para Suape em 2009. O investimento previsto em todos os empreendimentos alcança US$ 5,7 bilhões, a maior parte disso referente à refinaria, que sozinha abocanhará US$ 4 bilhões.

 Em segundo lugar na geração de empregos está a Petroquímica Suape, com previsão de gerar 16.200 empregos. O projeto que envolve a construção de uma fábrica de ácido tereftálico purificado (PTA), fios de poliéster e uma fábrica de resina PET.

As informações são do Jornal do Commercio

Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/site/?home=noticias&n=CNUzT

Dragagem de Suape: ainda nada a declarar




Um dos programas mais bem-sucedidos do setor portuário nacional, nos últimos três anos, é o da dragagem de aprofundamento. Vários portos nacionais ou já concluíram a dragagem ou estão com ela em andamento.

No entanto, emblemático é o caso do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. Desde 2007, o porto tenta, mas não consegue, sair da fase de licitação da dragagem.

O assunto é envolvido em muitos questionamentos em todos os processos iniciados durante a gestão de Fernando Bezerra Coelho à frente de Suape.

Hoje no cargo de ministro da Integração Nacional, por indicação política do governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), Coelho esclarece que não tem nada com o atual certame, que foi suspenso em janeiro último e foi parar, para exame, nas mãos do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

* Polêmicas fazem com que licitação de dragagem de Suape se arraste há três anos


Pior do que a licitação que nunca chega ao final há quatro anos, é tentar obter informação sobre o assunto junto à direção do porto pernambucano.

Em contato com a assessoria de imprensa de Suape, na Intermodal South America, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (6), a única resposta obtida sobre se o edital foi relançado ou não é a de que o assunto é muito complexo, que precisa levantar muitas informações e que isso leva tempo.

Se o porto não pode prestar informação que é pública, quem pode? A assessoria de imprensa do Governo do Estado de Pernambuco procurada para esclarecer se governo vem acompanhando o processo licitatório da dragagem de aprofundamento do porto de Suape que tem esbarrado em uma série de questionamentos, respondeu que as perguntas estavam sendo repassadas para a assessoria direta do Porto de Suape.

Em contato com a assessoria de imprensa do TCU, também nesta quarta-feira (6), a informação é a de que o processo, sob o número 001.202/2011-1, ainda está sendo examinado, portanto a questão ainda não foi julgada.


“Informações sobre possíveis irregularidades só teremos após decisão do Tribunal”, esclarece a assessoria.

Leia também:

* Os impactos da refinaria de Suape ao meio ambiente
* Suape aguarda vencedor de licitação internacional da dragagem

Website: www.suape.pe.gov.br

Fonte: http://www.portogente.com.br/portosdobrasil


* Suape no TCU – II
 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Localfrio prioriza "saída para o mar"



A Localfrio, companhia especializada na atuação de retroporto, planeja se tornar um dos maiores grupos de operação logística de contêineres do país no médio prazo e para isso precisa de uma saída para o mar.

Nos últimos anos a empresa vem se preparando para alcançar a meta baseada em três diretrizes: crescimento alavancado, lastreado mais em aquisição de ativos do que na expansão orgânica; consolidação da governança corporativa e da gestão; e preparação para abrir o capital até 2015, quando projeta ter uma receita de aproximadamente R$ 500 milhões - num cenário conservador.

"O setor portuário tem muito potencial de crescimento e que vai se consolidar. E a Localfrio quer ser um grande consolidador, por isso estamos fazendo esse movimento já vislumbrando o futuro", diz o presidente do grupo, Marcelo Orpinelli, à frente da empresa desde 2009, quando recebeu do conselho a missão de dobrar a receita da empresa em cinco anos.

Há dois anos, o faturamento da companhia foi de R$ 167 milhões. Neste exercício, deve fechar em R$ 320 milhões, principalmente em razão da compra de quatro companhias em 2010. Com mais uma aquisição, já dobraria de tamanho - antecipando a meta estabelecida pelos acionistas.

A empresa conta com instalações de armazenagem na retaguarda em Guarujá (SP), Itajaí (SC), Suape (PE), empresas de transporte rodoviário que fazem a distribuição dos contêineres, além de duas unidades de armazenagem de cargas secas e resfriadas na cidade de São Paulo.

No ano passado, adquiriu quatro empresas, o que deu outra dimensão ao grupo. Falta, porém, a tão sonhada saída para o mar. "A nossa vocação é a retroárea. Nós queremos ir para água? Queremos, e estamos trabalhando para isso.

Para tanto, participaremos de licitações de novos portos, novos cais", diz Orpinelli, sem destacar uma região específica. Questionado, ele pontua, porém, que faria todo sentido ter uma área em um porto onde está presente com uma das unidades de retaguarda. "Cria-se sinergia muito grande, claro."

De acordo com o executivo, a possibilidade de crescimento no cenário em que o operador controla a cadeia de porto e retroporto chega a ser 50% superior.

Os planos de crescimento não contemplam fusões ou parceiros privados. "Vamos crescer sozinhos. Somos compradores e não vendedores", afirma. Sobre a opção por apostar mais na compra de ativos, o executivo diz: "Os riscos também são maiores, mas estamos com o pé no chão.

O grupo é extremamente capitalizado, seguro". O nível de endividamento da companhia sempre foi baixo, aumentou com a emissão de debêntures para adquirir as companhias em 2010. A movimentação de volumes deve crescer 20% neste ano.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario

Tecon Santos bate recorde de produtividade

 
 
O Tecon Santos, administrado pela Santos Brasil, encerrou o último mês com dois recordes históricos de produtividade: 60,71 movimentos (embarque ou desembarque de um contêiner) por hora de média acumulada no mês por navio e 23,94 movimentos por hora por guindaste. Ao todo, foram movimentados 70.582 cofres. A marca é o melhor desempenho já registrado no Brasil.  

Para atingir essa excelência, a companhia investe pesado em capacitação de pessoal e em muita tecnologia de ponta. Os portêineres do tipo Double Hoist, operados no Terminal da companhia, por exemplo, são os mais modernos guindastes sobre trilhos do mundo. Os equipamentos são projetados para operar as maiores embarcações, os navios Super-Post-Panamax. 

Os portêineres operam simultaneamente até dois contêineres de 40 pés cheios ou quatro de 20 pés. É no mínimo o dobro da capacidade de outros equipamentos do gênero. O Tecon Santos conta atualmente com 13 guindastes, sendo seis deles do tipo Double Hoist. Antes de começar a usar o equipamento, o operador passa por três meses de treinamento. “Alta tecnologia associada à capacitação resulta em maior produtividade”, avalia Washington Flores, superintendente do Tecon Santos.
 
Se depender dos investimentos na modernização tecnológica, o Tecon Santos deve continuar batendo recordes. A Santos Brasil adquiriu 30 reboques capazes de puxar dois contêineres cheios de uma só vez (terminal tractors). A previsão é que os equipamentos cheguem a partir de maio.
 

Portos atingiram o limite em 2010, diz Antaq

 
 
O sistema portuário nacional está com sua capacidade instalada "praticamente saturada" e precisa de investimentos em ampliações urgentemente, disse ontem o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Lima, durante o evento de comércio exterior Intermodal South America, que termina hoje em São Paulo.
 
 Dados da agência mostram que os portos nacionais movimentaram 833 milhões de toneladas em 2010, volume que, aposta, deve crescer 20% neste ano, numa projeção otimista.

Apesar dos investimentos em curso, ele avalia que o cenário provável será de filas nos complexos de maior operação. Hoje, 91% da movimentação de cargas em tonelagem está concentrada nos dez maiores portos do país - principalmente Santos (SP), Rio Grande (RS), Itajaí (SC), Paranaguá (PR), portos do Rio de Janeiro, Vitória (ES), Itaqui (MA) e Suape (PE).
 
No caso da movimentação de contêineres, cujo universo é mais concentrado, o impacto pode ser maior. No setor, 86% de contêineres são movimentados por portos públicos, operados pela iniciativa privada por meio de licitação, e apenas 14% por privativos (empreendimentos que não precisam ser licitados, por movimentarem apenas carga do empreendedor). 
 
Lima avalia haver projetos de ampliação em várias regiões, "alguns muito interessantes, tanto de arrendamentos quanto de portos privativos". Em âmbito de terminais privativos, são cerca de 14 em tramitação hoje na agência.
  
Segundo o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, em relação a concessões públicas, o sistema também está recebendo investimentos.
 
Ele destacou, além do porto de Manaus (cujo projeto final está para ser encaminhado à Antaq, a quem caberá fazer o edital de licitação), existem alguns projetos de arrendamentos. "Temos algumas coisas encaminhadas em Vila do Conde (PA), um porto de águas profundas em Vitória (ES), e o Porto Sul, na Bahia", disse. Leia mais
 

Maestra amplia operação de cabotagem

A Maestra Logística, empresa de navegação doméstica (cabotagem) do grupo Triunfo Participações, está prestes a inaugurar a operação do primeiro de seus dois navios de bandeira nacional e já anuncia o afretamento de mais duas embarcações no mercado externo.

O objetivo é estar com a frota completa de quatro navios em até 60 dias, e ser grande no promissor mercado de transporte marítimo nacional de contêineres, controlado hoje por três concorrentes.


"Não queremos ser apenas transportadores de contêineres. Nosso objetivo é sermos provedores logísticos, combinando os modais para melhor atender o cliente", diz o presidente da Maestra, Fernando Real, com a experiência de quem veio do setor rodoviário.

Como a Triunfo tem capital aberto, o executivo não faz projeções de movimentação para este ano.


Segundo estudo encomendado pela empresa, do universo de carga com perfil típico de cabotagem (distância entre origem e destino superior a 1.500 quilômetros e centro consumidor a até 200 quilômetros do porto), mais de 60% está na rodovia, apenas 14% no transporte marítimo e o restante dividido entre ferrovia e setor aéreo. "Hoje existe espaço para uma nova empresa de cabotagem.

Temos projetos muito interessantes para atrair esse carga para o navio", afirma Real, destacando que a cabotagem é considerada mais ecoeficiente e rentável para longas distâncias.


A reforma dos navios Maestra Atlântico e Maestra Mediterrâneo consumiu cerca de R$ 60 milhões. O primeiro saiu do Rio de Janeiro, onde estava em reparos, e está em viagem rumo ao porto de Navegantes (SC), do qual o grupo Triunfo é acionista, condição que dará uma óbvia sinergia para o armador, atesta Real.

Já o Maestra Mediterrâneo está passando por reforma na Argentina, devendo chegar a Navegantes nos próximos dias e estar operacional até o fim deste mês. Cada qual tem cerca de mais 15 anos de vida útil, estima o executivo. Leia mais

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7786

Porto do Recife se veste para virar polo de lazer



Governo do Estado define, ainda em abril, como será feita a obra de recuperação de quatro dos oito armazéns previstos para serem restaurados e ocupados com novos usos. A previsão é encerrar os serviços até 2014.

A reforma anunciada para o Porto do Recife, que vai permitir a abertura de 1,3 quilômetro de extensão do cais a atividades de lazer, comércio e serviços, já começou e até o fim deste mês avançará mais um degrau. É que o governo de Pernambuco define, ainda em abril, como será feita a obra de recuperação de quatro dos oito armazéns previstos para serem restaurados e ocupados com novos usos. A previsão é encerrar os serviços até 2014.

Arquitetos do Estado criaram os projetos de adaptação dos armazéns 9, 12, 13 e 14. Agora, falta decidir se o governo assume a execução do serviço ou se entrega as propostas, desde o início, à iniciativa privada. A reforma dos quatro armazéns está orçada em R$ 25 milhões, de acordo com o arquiteto Zeca Brandão, coordenador do Núcleo Técnico de Operações Urbanas da Secretaria Estadual das Cidades.

O projeto Porto Novo contempla, além da revitalização dos armazéns localizados na área não operacional do terminal, obras de urbanização do cais. Esse trabalho está em andamento, com a nova pavimentação do passeio projetado ao longo do braço de maré que será disponibilizado para contemplação do público, do armazém 7 ao 14. A obra completa de urbanização custará R$ 25 milhões e terá recursos do Estado.


Por: Portos e Navios

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7787

Ministro buscará gestão mais próxima aos portos

Definição de presidentes das companhias docas deve sair em 15 dias.




O ministro dos Portos, Leônidas Cristino, afirmou ontem na Intermodal South America que a SEP (Secretaria de Portos) buscará uma participação maior no gerenciamento dos complexos portuários brasileiros. Apesar de não especificar as alterações que podem ser aplicadas, Cristino disse que "a SEP está trabalhando em um procedimento com uma participação maior do governo federal, com um acompanhamento mais técnico e mais próximo da administração, investindo e administrando em conjunto".

Questionado sobre as definições dos novos presidentes das companhias docas para sua gestão, o ministro também não entrega maiores detalhes. "Creio que nos próximos 15 dias resolveremos as direções de todas as companhias. Não mudaremos muita coisa nas companhias docas, pois a maioria delas já está desempenhando trabalhos importantes, aconteceram avanços interessantes em todo o sistema. Já avaliamos tudo isso e falta somente uma aprovação final", informou.

Em relação ao pedido de revisão da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) para o projeto da Poligonal de Santos - incluindo a área da margem esquerda do porto, que seria destinada à Base Aérea de Santos -, Cristino afirmou que o caso ainda está sendo avaliado. "Estamos negociando com a Codesp e Antaq e vamos resolver o problema de uma forma que seja boa para a Codesp e para a SEP.

Com certeza a Antaq quer o melhor, a Codesp quer o melhor e eu quero o melhor para o porto, então resolveremos o problema da melhor maneira possível. Acho que até o final do mês resolvemos essa questão", estimou o ministro.

Segundo Cristino, a SEP atestou aumentos substanciais nas demandas de movimentações dos complexos portuários nacionais nos primeiros dois meses de 2011. "Santos teve alta de 18%, Fortaleza 13%, Pará 14% e Paranaguá quase 30%. Estamos fazendo um trabalho de melhorar a condição do escoamento dos portos .

Todos os investimentos são importantíssimos e daremos prosseguimento às obras de dragagem para aprofundamento, recuperação de estrutura, acessos das áreas portuárias, inclusão de VTMIS. São obras que têm que ser feitas imediatamente. Vamos investir em portos estratégicos como Santos, Itaguaí, Rio Grande, Itaqui, Paranaguá, Suape, Aratu, Vila do Conde. Vamos focar nos portos que estão com entraves mais complicados", concluiu.

Foto: Janine Moraes/SEP.
 

Aliança reestrutura serviço de cabotagem e prospecta crescer 10% em 2011




Em razão do crescimento expressivo no volume de cargas, bem como o aumento dos fluxos logísticos nacionais e do Mercosul, a Aliança Navegação e Logística reestruturou o serviço de cabotagem para acompanhar o aumento da atividade econômica do Brasil.

“Nosso principal objetivo com essas mudanças é continuar oferecendo confiabilidade nos nossos serviços de cabotagem no Brasil e Mercosul. Essas alterações trarão mais agilidade e abrangência ao atendimento em toda cadeia logística”, explica Gustavo Costa, gerente de cabotagem da Aliança.

As alterações, iniciadas no final do ano passado e já finalizadas, redimensionaram os dois aneis de serviços da cabotagem. O Anel 1, que cobria de Buenos Aires a Manaus, passa agora a escalar os portos de Santos, Navegantes, Itaguaí, Suape e Manaus. De acordo com o executivo, com esta nova rotação, a redução estimada no tempo de trânsito de Manaus para Santos será de 2 dias, passando de 11 para 9.

Já o Anel 2 está operando com os portos de Buenos Aires, Montevidéu, Rio Grande, Paranaguá, Santos, Itaguaí, Salvador, Suape e Pecém, atendendo assim todo o Mercosul. “Este anel atende, principalmente, as cargas do Sul e Sudeste para o Nordeste que antes eram limitadas pela profundidade dos portos de Santa Catarina”, explica.

Para atender à região do Espírito Santo, a empresa desenvolveu o Anel 3, que faz a escala dos portos de Santos, Itaguaí e Vitória.

Outra novidade da Aliança será a operação no Porto Itapoá prevista para meados do ano. As operações no Sul, hoje realizadas pelos portos de Navegantes e Paranaguá, serão substituídas por Itapoá (SC).

“Ganharemos mais operacionalidade, uma vez que o Porto Itapoá possui maior profundidade, possibilitando uma melhor utilização da capacidade dos navios”, afirma.

Desafios e Perspectivas para 2011

De acordo com Costa, o grande desafio da Aliança em 2011 será o desenvolvimento de novos provedores para a atividade multimodal, ou seja, parcerias no transporte rodoviário e ferroviário. “Hoje, 60% da movimentação da cabotagem é feita porta a porta. Com isso, a nossa contratação nas pontas é um item fundamental para o sucesso da cabotagem e confiabilidade do serviço”, ressalta. Leia mais

Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=43803

Ministro dos Portos anuncia investimento em inteligência logística




Um dos destaques do segundo dia da 17ª edição da Intermodal South America, em São Paulo, a mais importante feira de negócios dos setores de logística, transporte de carga e comércio internacional da América Latina, foi a presença do ministro Leônidas Cristino, da Secretaria de Portos.

Ele percorreu a feira e visitou diversos estandes para conversar com empresários e autoridades presentes. Aproveitou também para anunciar que o Governo Federal vai investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 500 milhões em inteligência logística. “Faremos muitos projetos, mas alguns já estão bem adiantados como o Porto sem Papel e o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP)”, ressaltou o Ministro.
                                     
Já o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Pereira Lima, que também nesta quarta-feira (6), na Intermodal, anunciou que a presidenta Dilma Rousseff vai acelerar o processo de implantação de uma política de navegação de cabotagem no País.

Para ele, este ainda é um modal pouco utilizado no Brasil e a ajuda do Governo Federal será fundamental para mudar este quadro. "O projeto está em fase de discussões na Casa Civil, mas creio que, ao ser aplicado, vai mostrar resultados em dois ou três anos", disse Tiago.

Ferrovias

Para o diretor executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça, a Intermodal é um momento único, onde fornecedores e clientes conseguem se encontrar e estreitar relações. “A organização da Intermodal está de parabéns pela qualidade dos expositores e a ampla participação de representantes de outros países, que neste ano somam mais de 23 nacionalidades”.

Fonte:http://www.portogente.com.br/