quarta-feira, 20 de abril de 2011

Crescimento de porta-contêineres levanta questões

Aposta em novas séries pode acarretar em unidades menores ociosas.


A frota global de porta-contêineres atualmente possui 1.290 embarcações com capacidade entre 4.000 Teus (unidade equivalente a um equipamento de 20 pés) e 8.500 Teus, além de outras 196 embarcações já encomendadas para serem entregues até 2014, estando a maioria delas prevista para lançamento até o final do próximo ano, de acordo com levantamento da Conteinerisation International.

Os dados também mostram um crescimento rápido nos tamanhos de navios nos trades entre Ásia e Europa, onde os navios mais largos serão alocados. Já há 64 embarcações com capacidade acima dos 10.000 Teus operando na rota, 112 com capacidade de 8.500 Teus e mais 177 com capacidade entre 4.000 Teus 8.500 Teus fazendo o trajeto entre os dois continentes.

Se as previsões do diretor financeiro da Orient Overseas International Ltd, Ken Cambie, estão corretas, entre 200 e 300 navios terão que encontrar uso alternativo em menos de quatro anos. Não muito tempo atrás embarcações com capacidade de 8.000 Teus eram consideradas os "burros de cargas" do trade Ásia-Europa, o que lhe parece agora um apelido efêmero.

Recentemente, o diretor executivo da NOL, Ron Widdows, que até agora tem sido contra o crescimento dos porta-contêineres, assinalou uma significativa mudança de pensamento ao chamar as embarcações de 13.000 Teus de "novos burros de carga" do trade.
 
Com a chegada da demanda da Orient Overaseas Container Line Ltd logo depois da encomenda da Seaspan de 22 embarcações de 10.000 Teus, essa idéia tem gerado algum atrito, mas deixa a questão: qual será o destino das quase 2.500 embarcações que possuem entre 4.000 Teus a 8.500 Teus?

A resposta óbvia para esses navios é o trade transpacífico (entre Ásia e América do Norte), mas já há 373 embarcações desse tamanho operando nele. No ano passado houve uma tentativa de ao menos dois estaleiros de organizar 8.000 navios para o trade Ásia-África do Sul, mas elas foram amplamente mal-sucedidas devido aos problemas na capacidade dos portos africanos.
 
Ao mesmo tempo, a Mediterranean Shipping Co trouxe navios de 8.000 teu para a sua linha Ásia-Costa leste dos Estados Unidos via o canal de Suez e foi a primeira vez que os portos de Nova York e Savannah operaram embarcações desse tamanho.
 

Log-In movimenta 15 mil Teus no primeiro trimestre


A Log-In divulgou esta semana os resultados do primeiro trimestre de 2011. A companhia movimentou 15.771 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) na cabotagem na navegação costeira, 4,3% a mais do o que os 15.068 Teus registrados no mesmo período em 2010. Já no segmento Mercosul foram movimentados 12.993 Teus, baixa de 0,7% sobre os 13.082 do ano anterior.

O TVV (Terminal de Vila Velha) movimentou, nos primeiros três meses deste ano, 43.383 Teus cheios, apresentando alta de 22,2% sobre os 35.516 Teus do mesmo período no ano passado. No que diz respeito a contêineres vazios, o terminal registrou aumento de 36,4% em sua movimentação, passando de 14.056 Teus no primeiro trimestre de 2010 para 19.171 Teus no mesmo período em 2011. A empresa removeu 1.488 Teus, 4,5% a menos do que no ano passado.

Somente nos três primeiros meses do ano, o TVV movimentou 114,1 mil toneladas de carga geral. Tal resultado foi o que apresentou, disparadamente, a maior alta: 875.6%, já que a soma passou de 11,7 mil toneladas em 2010, para 114,1 mil toneladas neste ano. Já o trem expresso da Log-In teve uma queda na movimentação durante o primeiro trimestre desse ano, registrando 7.208 Teus, 24,9% a menos que os 9.597 contabilizados no mesmo período no ano anterior.

Fonte: www.guiamaritmo.com.br

Pernambuco deve liderar crescimento do NE em 2011, avalia Datamétrica


Pernambuco deve liderar, mais uma vez, o crescimento do Nordeste em 2011. Previsões da Datamétrica Consultoria divulgadas hoje indicam que o estado deve registrar crescimento de 6,14% neste ano, seguido do Ceará (5,26%) e Bahia (5,22%). Já a região deve crescer 5,06%, índice também superior à média brasileira, estimada em 4%.

Para 2012, tanto o Nordeste quanto Bahia e Ceará devem crescer menos do que em 2011 (5,03%, 4,72% e 5,03%, respectivamente). A expectativa é de que Pernambuco continue em curva ascendente, atingindo 6,29% de crescimento no próximo ano.

Segundo o presidente da Datamétrica, Alexandre Rands, o bom desempenho do estado pode ser creditado ao impacto aos investimentos estruturadores de Suape, a exemplo do Estaleiro Atlântico Sul, da Refinaria Abreu e Lima e da PetroquímicaSuape.

Em relação ao Nordeste, o economista afirma que o resultado previsto para este ano, de 5,06%, é fortemente influenciado pela esperada recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) agropecuário, especialmente no Ceará e na Bahia.

O consumo das famílias, por sua vez, deve continuar aquecido, embora a confiança do consumidor possa ser abalada até o fim do ano devido à escalada da inflação, que reduz a renda real das famílias.

Fonte: http://diariodepernambuco.com.br/economia

País deixa de produzir 3,8% do PIB com feriados em 2011



A economia brasileira deixará de produzir R$ 135,8 bilhões este ano por causa dos dias parados com feriados nacionais e estaduais. A conclusão é de um estudo divulgado hoje pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan). Com os dias sem trabalho, o País perderá até 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, estimou o trabalho.

O cálculo foi feito levando em consideração que nove dos doze feriados nacionais deste ano são dias de semana. Pesaram na conta ainda outros 30 feriados estaduais em dias úteis em todo o País. Em 2010, o número de feriados nacionais em dias de semana foi ainda maior (10), com uma perda estimada em 4,4% do PIB. (R$ 149,2 bilhões).

A nota técnica da Firjan intitulada "O Custo Econômico dos Feriados" estimou em R$ 14,8 bilhões o valor do PIB perdido por dia parado este ano. O estudo estima que o País perde um PIB inteiro a cada 23 anos com feriados. O feriado de carnaval, por exemplo, é contabilizado na segunda e na terça-feira.

Levando em consideração os feriados locais, o grupo técnico da Firjan analisou o caso do Estado do Rio e estimou em R$ 1,6 bilhão a perda diária de produção no Estado com feriados, o que seria equivalente ao dobro do custo das reformas do estádio do Maracanã em curso para a Copa de 2014 e seis vezes ao empregado pelo governo estadual na recuperação das cidades afetadas pelas chuvas na região serrana no início deste ano.

"Considerando os nove feriados nacionais e mais os estaduais, a economia fluminense vai perder R$ 14,5 bilhões, ou 3,6% do PIB estadual", conclui o trabalho. Por outro lado, o fato de os feriados regionais da Consciência Negra (20/09) e de São Jorge (23/04) ocorrerem em sábados este ano fará com que a economia fluminense deixe de perder R$ 3,2 bilhões com estas datas em 2011.

A Firjan também calculou as perdas para outros cinco Estados com grande parque industrial. Em São Paulo, as perdas são estimadas em R$ 42,5 bilhões. Minas Gerais deve perder R$ 12 bilhões. No Sul, Rio Grande do Sul perde R$ 9,4 bilhões e Paraná e Santa Catarina perdem R$ 8,5 bilhões cada.

O estudo foi apresentado pela Firjan como um alerta aos projetos de congressistas para a criação de novos feriados. Para a instituição, além das datas comemorativas, é preciso considerar "prejuízos econômicos e sociais de difícil reversão" causados por feriados em excesso, na visão dos industriais. "No momento atual, o alto nível de utilização da capacidade instalada encontrado nas indústrias torna impossível recuperar o que deixará de ser produzido por conta dos feriados", conclui o estudo.

Fonte: http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/economia

Falta de qualificação profissional: quem é o culpado?



Outro dia, num telejornal, uma matéria abordou a falta de qualificação profissional no Brasil. Desta vez, por alguns instantes, o foco da matéria se desviou para a questão da educação.

Mas, infelizmente, ainda não foi dessa vez que o tema foi abordado com a coragem que merece e logo o foco retornou à exploração simples da falta de profissionais qualificados para ocupar as vagas, agora não só do topo e do meio da pirâmide, como da base também, representada por lojas à procura de vendedores; empresas buscando operadores de máquinas específicas de produção e, não só não os encontrando, como desistindo de ocupar as vagas.

Situação ilustrada de uma forma simples: de vinte candidatas a secretária que se apresentaram à vaga, restaram três e cada uma não atendia a um requisito dos três exigidos (curso, inglês e experiência).
Para uma solução verdadeira, não adianta abordar os problemas sem trabalhar as causas. Vejamos como cada um contribui para essa situação:

GOVERNOS

A economia chinesa já é a 2ª maior do mundo à custa da exploração de mão de obra: o salário pago a um trabalhador de uma montadora na China corresponde à cerca de R$ 630,00. Em várias províncias chinesas, os salários variam de R$ 52,00 a R$ 136,00 por mês e carga de até 12 horas diárias.

Vale lembrar que a China é o maior parceiro comercial do Brasil e que esse “sistema predatório” tem uma extrema necessidade de expandir-se com seus mais de 1,3 bi de habitantes com uma renda per capita de apenas US$ 7.500,00.

Enquanto no Brasil, é de US$ 10.237,00 (que cresceu 275% em 10 anos) e nos Estados Unidos de US$ 46.716,00, vem um país na Europa Ocidental chamado Luxemburgo com US$ 80.431,00. Lá, um professor ganha em torno de R$ 7.200,00 por mês em uma única instituição. Prova de que as maiores potências comerciais não detêm a melhor qualidade de vida, mas quem investe na qualidade da educação gasta menos com segurança, saúde e outros programas sociais.

Esse “invejado” modelo chinês tira profissionais da preparação e os coloca diretamente na produção. O apoio a esses comércios com o fim de arrecadar impostos nos ensina que qualidade é algo que vem bem depois. Não se pode pensar como Luxemburgo e agir como a China.

O Brasil tem que proteger seu comércio contra as exteriorizações de custos para fortalecer nosso mercado garantindo a competitividade e isso não significa fechar portas ao comércio globalizado, mas abri-las aos brasileiros ofertando também um novo modelo de educação preparatória que nos ensine COMO crescer melhor, preservando nossos recursos naturais e praticando justiça social.

A falta de qualificação não é de agora. Ela foi semeada no decorrer de uma longa história e só percebida diante do desenvolvimento de um Brasil que conta com o destaque de algumas pessoas (profissionais e alunos) que fazem a diferença na educação pública e com a eficácia de uma parcela da educação particular (absorvida por uma minoria) para atenuar a grave situação.

Há mudanças em nosso caminho, mas temos que caminhar mais rápido. No ranking da educação mundial, o Brasil ocupava o 88º lugar e em 2010 pulou para 53º – ainda muito lento comparado com a inovação tecnológica que experimentamos em ritmo acelerado.

Os centros técnicos espalhados pelo Brasil não atendem à demanda do mercado. O ensino público se arrasta com suas deficiências desmotivando seus alunos à continuidade do aprendizado. É um sistema em crise que, durante anos, acomoda o aluno e o envia despreparado, sem intenções e sem projetos, ao mercado urgente e exigente. Um sistema que cobra por aquilo que não oferta. Leia mais sobre a matéria

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Relator inclui novos portos em MT e estradas para 14 estados



Brasília - O planejamento para a construção de seis novos portos em Mato Grosso para a hidrovia Araguaia-Tocantins e o uso de recursos federais para 14 rodovias transferidas a 14 estados em 2002 foram incluídos na Medida Provisória 513. A matéria está na pauta de votação da Câmara dos Deputados da próxima semana.

As novidades foram introduzidas pelo deputado Wellington Fagundes (PR-MT), no texto da MP que, entre outros temas, autoriza o Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) a assumir os direitos e obrigações do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação (SH/SFH).

Defensor da hidrovia para escoamento da produção do centro-oeste e ao turismo no Pantanal, o parlamentar inclui a construção desses portos ao longo do rio Araguaia na relação descritiva de portos marítimos, fluviais e lacustres, constante do Plano Nacional de Viação (Lei 5.917/73). No texto original constava apenas o planejamento da construção do porto do Polo Industrial de Manaus, no Estado do Amazonas.

Para o relator, a hidrovia Araguaia-Tocantins integrará um dos principais corredores multimodais de transportes do País, integrando-se à ferrovia Norte-Sul e rodovia Belém-Brasília. De acordo com dados do Ministério dos Transportes, a hidrovia Araguaia-Tocantins se tornará importante alternativa ao escoamento da produção e de insumos, interligando o centro-oeste ao sul do Pará e ao Porto de Vila do Conde, na cidade de Barcarena, região metropolitana de Belém.

Rodovias

Fagundes justificou a inclusão do uso de recursos federais nas rodovias transferidas aos estados porque MP anterior que tratava do assunto acabou vetada. "São 14 mil quilômetros de estradas. Se não votarmos essa MP, a União não tem como manter essas estradas. E os estados que a receberam não têm condições de mantê-las. É uma necessidade urgente", disse ele. Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

"Sistema portuário negligencia segmento ro-ro"

Diretor da Deicmar defende participação do setor na economia brasileira.





"O sistema portuário brasileiro está negligenciando o setor roll-on roll-off", dispara o diretor da Deicmar, Gerson Foratto. Segundo o executivo, os CAPs (Conselhos de Autoridade Portuária) do País encaram o segmento automotivo como um mero complemento para o setor conteinerizado. "A Lei dos Portos preza um tratamento análogo entre sistema de contêiner e o ro-ro. Se é análogo, tem que ser dada a mesma atenção, mas isso não acontece", aponta Foratto.

O executivo diz que a administração brasileira capitaliza a questão portuária no que concede a contêineres. "Tem que ser feito um planejamento objetivo do porto pensando nas necessidades de quem importa, exporta e opera nos complexos. Esse é o ponto central e não vejo nenhum sinal de que haverá uma mudança significativa para dinamizar as operações portuárias de carga rolante", opina.

A Deicmar é um dos principais terminais de movimentação de cargas rolantes no Porto de Santos. Segundo o executivo, em 2010 o complexo portuário santista bateu recorde de movimentações no setor, escoando 345 mil automóveis, sendo que 60% desse total foi operado pela Deicmar. "Recuperamos todo o mercado da crise de 2009, principalmente no segmento roll-on roll-off. Houve uma queda em 2009 por conta dos volumes de exportação, em 2010 houve uma reação nos mercados que o Brasil atua e isso praticamente recuperou as exportações e o atual momento é significativo para as importações de veículos".



Foratto prevê que a movimentação de automóveis em 2011 deve continuar em alta, conservando o mesmo patamar que o exercício anterior. "Já que o PIB continua crescendo, então prevemos um ano tão forte tanto quanto o passado. Os próprios dados da Anfavea [Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores] mostram que o primeiro trimestre foi um dos melhores períodos dos últimos anos. Isso mostra a importância do setor automotivo para a economia", pontua o executivo.

Com isso, Foratto acredita que em pouco tempo o Porto de Santos apresentará gargalos de infraestrutura portuária ainda maiores do que atualmente. "Temos uma situação de completa precariedade na infraestrutura do Porto de Santos. Existem medidas que vem sendo tomadas pela Autoridade Portuária como a construção da avenida perimetral e a dragagem, que são questões relevantes, porém insuficientes. A iniciativa privada está muito acima do que é planejado e feito pela autoridade portuária e SEP (Secretaria de Portos)", opina.

Expansão

Considerando a ineficiêcia do setor, a Deicmar está tentando fazer a sua parte para abarcar a demanda futura, com um projeto orçado em R$ 170 milhões, parte do plano de investimentos que a companhia traçou para os próximos dez anos. A obra consiste na ampliação do terminal, construindo dois berços de atracação e expansão da área de armazenagem. Atualmente, o projeto está aguardando o licenciamento ambiental. "Acredito que com a autorização da Codesp e Antaq para executá-lo, as obras vão contribuir para minimizar o problema que o ro-ro enfrenta hoje no Porto de Santos, que está operando no limite", conclui.

Fonte  :http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=4837&gmn=1

domingo, 17 de abril de 2011

Comércio exterior em alta abre oportunidades



Profissional que domina a língua inglesa, com facilidade de comunicação, interesse em negócios e disponibilidade para conhecer outros países e culturas. Essas são as características que empresas exportadoras e firmas especializadas em Maringá e região buscam no mercado.

No ano passado, o Maringá exportou o equivalente a US$ 1,9 bilhão e o mercado de importações ganhou fôlego com a fortalecimento do real frente ao dólar. Mas o ritmo de crescimento do setor não é acompanhado pela oferta de profissionais qualificados.

"Recentemente contratei uma pessoa de Itajaí (SC) e outra de Porto Alegre (RS)", diz a diretora da Global Assessoria em Comércio Exterior, Renata Mestriner.

"Muitas empresas de Maringá estão buscando profissionais em São Paulo", completa Renata, que também é vice-presidente para Assuntos de Comércio Exterior na Associação Comercial e Empresarial de Maringá (Acim) e presidente do Instituto Mercosul.

Ela afirma que as pessoas interessadas em entrar nesse mercado precisam ser antenadas, ter raciocínio rápido, "feeling" para negócios e dominar o inglês. "Os cursos de graduação com melhor perfil para esse mercado são Administração, Economia, Secretariado Bilíngue ou Trilíngue, além de Administração com ênfase em Comércio Exterior", afirma.

A experiência também é valorizada. "A pessoa deve participar das diversas feiras que são promovidas na região, além de cursos, como os que o Instituto Mercosul promove sempre", recomenda Renata. A Global presta assessoria a empresas locais que vendem principalmente para a Ásia e importadores de produtos dos Estados Unidos, Europa e África.

 O diretor comercial da Jadon Export & Import, David Pecker Namer, afirma que a região de Maringá não tem profissionais preparados em quantidade suficiente para abastecer o mercado. "Hoje, o mercado procura principalmente profissionais com formação nas áreas de Marketing e Comércio Exterior", destaca Pecker.

Grupo italiano anuncia interesse em construir estaleiro no estado de Pernambuco



Complexo Industrial Portuário de Suape já abriga o Estaleiro Atlântico Sul e, em breve, vai virar canteiro de obras do Promar, que espera licença da CPRH para iniciar sua construção.

A indústria naval de Pernambuco pode ganhar reforços de investidores do velho continente. Na primeira semana de abril, representantes do grupo naval italiano Fincatieri, líder mundial na construção de navios militares e mercantes, chegam ao estado para avaliar a implantação de um novo estaleiro no Porto de Suape.

O complexo portuário já abriga o Estaleiro Atlântico Sul e em breve deve virar canteiro de obras do Estaleiro Promar, empreendimento de R$ 300 milhões cujo início da construção depende da emissão de licença da Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH).

A visita do grupo italiano foi acordado hoje entre o presidente do grupo, Rinaldo Marinoni, e o governador Eduardo Campos, que está em missão com empresários no país europeu.

Em nota, a assessoria de imprensa do governador afirmou que a Fincatieri possui oito estaleiros na Itália e que entre os seus principais clientes está o armador Carnival, que opera navios de cruzeiro. A intenção do grupo é construir fragatas para a marinha brasileira a partir de Pernambuco.

De acordo com o empresário italiano, o novo estaleiro, caso seja confirmado, terá capacidade para gerar cerca de mil empregos diretos no estado.

Fonte: Diário de Pernambuco

Inauguração de fábrica no dia 3



A Kraft Foods Brasil anunciou para o dia 3 de maio a inauguração da sua fábrica em Pernambuco. A primeira planta da companhia no Nordeste está localizada em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado, e confirma o início de operação para o primeiro semestre de 2011, como previsto.

Para se ter ideia da amplitude do projeto, a empresa ainda não tinha marcado a data de abertura da sua fábrica e já anunciava expansão de quase o dobro do terreno.

De acordo com o presidente da empresa no Nordeste, André Vercelli, até o fim deste mês 1,8 mil trabalhadores devem ser treinados para atuar na empresa. “Capacitação e outras ações estão incorporadas ao empreendimento.

Treinamos a população local porque acreditamos que a autoestima do lugar eleva a qualidade de vida. Trabalhamos com alimentos e nosso conceito é ‘fazer dias deliciosos’”, garantiu à reportagem, no fim do mês passado. “Seguindo a proposta sustentável, a empresa, com colaboração dos funcionários em atuação na fábrica, espera plantar 15 mil mudas de plantas no terreno”, completou.

Pernambuco se mostrou economicamente muito positivo e entrou nas apostas do grupo. O investimento aplicado na nova etapa ainda não foi divulgado, apenas o inicial (R$ 105 milhões).

A fábrica de Vitória de Santo Antão, cujo projeto de construção foi iniciado em dezembro de 2009, produzirá, inicialmente, sucos em pó (marcas Tang e Fresh), além de chocolates Lacta e biscoitos.

Fonte: http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-economia