terça-feira, 10 de maio de 2011

Portuária PE X Hemope



O Portuária PE vem solicitar a todos os seguidores, colaboradores, visitantes e a toda comunidade Portuária do Estado de Pernambuco para que se atentem a uma necessidade publica em nosso estado.

O Hemope está com seus estoques de sangue baixissimos, precisando urgentemente de doadores, principampalmente de fator RH - (negativo).

Quem tem entre 18 e 65 anos, pesa mais de 50 quilos e tem boa saúde pode doar e ajudar a reverter essa situação.

O atendimento é feito de segunda a sábado, das 7h15 às 18h30. Outras informações podem ser obtidas gratuitamente, ligando para o telefone 0800.081.1535.

O Portuária PE agradece desde já a atenção e a colaboração de todos.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Portos estão na rota do tráfico



A Polícia Federal (PF) vai investigar o uso do Complexo Portuário de Itajaí como rota do tráfico internacional de drogas. Uma quadrilha, desmantelada quinta-feira, pode ter usado os terminais locais para embarcar o entorpecente para a Europa, onde era vendido.

A organização criminosa, comandada por sérvios, foi alvo de uma operação que recebeu o nome de Niva, iniciada dois anos atrás. Durante esse período, foram apreendidos 620 quilos de cocaína e R$ 2 milhões.

Ao todo, 47 pessoas foram presas desde o início das investigações. Quinta-feira, a PF cumpriu 60 mandados judiciais. Foram 28 de busca e apreensão e 32 de prisão temporária em São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Amazonas, Pará e Rondônia. A maioria dos suspeitos é da Sérvia.

O líder do grupo seria Goran Nesic, preso em Bauru (SP). A quadrilha transportava para a Europa cocaína vinda da Bolívia em navios de carga ou de cruzeiros, que saíam de portos brasileiros. Tripulantes contratados no Exterior recebiam entre 25 e 30 quilos de cocaína, e levavam a droga escondida para os navios.

A rede de tráfico também embarcava a cocaína usando a tática conhecida como “pescaria”. A droga era transportada em lanchas até as área onde os navios são ancorados antes de atracarem no porto. Dali, os tripulantes “pescavam” o entorpecente. Assim, eram transportados em um único navio entre 100 e 200 quilos da droga.

Levantamento aponta portos de Santos e Rio Grande

O levantamento feito pela PF aponta que o transporte da droga era feito via portos de Santos (SP), Rio Grande (RS) e outros do Nordeste, mas o Complexo Portuário de Itajaí também pode estar na lista. O delegado da PF em Santa Catarina, Hildo Rosa, explica que a quadrilha usava o mesmo modo de operação de um outro grupo de sérvios, descoberto no ano passado, que usava portos catarinenses para o transporte da droga.

– Considerando que as quadrilhas operavam da mesma maneira, usando a atividade portuária, é provável que portos em Santa Catarina também tenham sido usados – disse o delegado, que citou o Complexo de Itajaí como possível rota dos criminosos, o que será investigado.

O superintendente do Complexo Portuário, Antônio Ayres dos Santos, disse que não sabia da possibilidade da área ter sido usada como rota da quadrilha presa esta semana. Segundo ele, o porto recebe as cargas que são encaminhadas por despachantes aduaneiros, e não abre os contêineres:

– Se existe uma suspeita, quem faz a verificação é a Polícia Federal ou a Receita Federal.

Fonte: Jornal de Santa Catarina

Porto: algumas soluções



O crescimento acentuado das exportações nos últimos dez anos e também das importações depois da crise internacional de 2008 deixou à mostra o que já se sabia de maneira velada: as deficiências da infraestrutura portuária do País e, especialmente, do Porto de Santos, responsável por 32% do comércio exterior brasileiro, segundo informação recente do seu Conselho de Autoridade Portuária (CAP).

Mesmo que a economia brasileira não consiga neste ano repetir a performance do ano passado, quando cresceu 7,5%, a perspectiva é que as deficiências portuárias sejam cada vez maiores, até porque que a movimentação de contêineres, por exemplo, teve um aumento de 47% em 2010 e continua a crescer. 

Segundo dados do Centro Nacional de Navegação (Centronave), nos últimos dez anos, o volume total de contêineres (exportação/importação) aumentou 215%. Já o Porto de Santos teve um insignificante crescimento de 6% na parte acostável de atracação e de 49% na área alfandegada.

O resultado disso são terminais congestionados , que comprometem as operações de todas as empresas envolvidas no comércio exterior. Sem contar que, de abril a outubro, o Porto fica comprometido com o escoamento da safra de grãos e, principalmente, com a de açúcar, que é feita ainda de maneira arcaica, com ampla utilização de mão de obra.

Em conseqüência, o ritmo operacional cai, os navios começam a fazer fila na barra e os caminhões entopem as rodovias e as vias de acesso ao cais.

Ao mesmo tempo, o sistema Porto 24 horas ainda não foi implementado de maneira efetiva, funcionando à meia boca. Até porque a Receita Federal ainda não aderiu ao conceito, deixando de trabalhar com turnos maiores para facilitar a liberação de cargas.

É certo que os principais terminais já estão trabalhando com o sistema de agendamento online de cargas, instrumento fundamental para a melhoria do fluxo rodoviário, mas é preciso reconhecer que são poucos os usuários que utilizam processos logísticos modernos. Além disso, muitos usuários, para evitar gastos com horas-extras, deixam de utilizar os terminais aos sábados, domingos e feriados.

Por outro lado, nos dias de semana, muitos caminhões chegam ao Porto sem avisar. Como faltam estacionamentos, o resultado óbvio é a formação de grandes filas de espera e muitos transtornos, que são repassados para toda a cadeia de operadores logísticos. Para piorar, a Codesp ainda não entregou o programa de agendamento eletrônico para a operação de contêineres prometido para março.

A longo prazo, está clara a necessidade de o Porto ter duplicada em uma década a sua capacidade operacional, aumentando especialmente o número de armazéns alfandegados na retroárea. Isso, porém, só será possível se o governo federal facilitar ou estimular a construção de novas áreas e armazéns, especialmente na área continental. Como se vê, ainda há muito caminho a percorrer.

* Por Milton Lourenço: diretor do Sindicato dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e logística do Estado de São Paulo (Sindicomis) e da Associação Nacional dos Comissários de Despachos, Agentes de Cargas e Logística (ACTC) e presidente da Fiorde Logística Internacional.

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/porto

Drewry e Cleartrade lançam índice de contêiner

WCI cobrirá preços individuais do mercado na maior parte dos trades.



A inglesa Drewry e a cingapuriana Cleartrade Exchange lançaram recentemente um índice de contêineres para ser usado tanto por participantes físicos do mercado quanto por derivativos para administrar os riscos da taxa de afretamento. O Índice de Contêiner Mundial (World Container Index), que será publicado toda quinta-feira, cobrirá os preços individuais do mercado na maior parte dos trades marítimos de contêineres.

Inicialmente, preços de 11 rotas individuais e uma composição de índices serão reportados a cada semana, cobrindo os dois sentidos entre Ásia, América do Norte e Europa. Os dados do índice serão gerados pela Drewry com base em múltiplas fontes do mercado, incluindo transportadoras e intermediários, e serão publicados no WCI marketing Service, uma joint venture de ro-ro formada com a Cleartrade Exchange.

A Drewry e a Cleartrade acreditam que os novos índices de preços do mercado suprirão uma lacuna da indústria, oferecendo um panorama geográfico, bem como a inclusão de rotas de reboque. De acordo com o diretor Administrativo da Cleartrade, Richard Baker, a ação é importante para o setor: "Esse é um grande passo para o mercado de afretamentos derivativos de contêineres e dará uma base robusta aos índices dos trades refletindo um volume físico substancial. Estimamos que o volume físico em 2010 nessas 11 rotas foi de 37 milhões de Teus movimentados", afirmou.

A Associação de Afretamento de Derivativos de Contêiner (Container Freight Derivatives Association) aprovou a iniciativa. O presidente da associação, Brian Nixon, afirmou que os novos índices dão mais equilíbrio ao mercado: "A associação vê os novos índices como sendo justos, confiantes e transparentes. O desenvolvimento deles pela WCI deve trazer mais negócios e estratégias junto com um aumento na liquidez dos participantes do mercado", disse.

O diretor de linhas marítimas e supply chains da Drewry, Philip Damas, afirmou que a volatilidade do setor fez necessária a criação dos novos índices: "A extrema volatilidade do mercado nos últimos três anos e a fraqueza do sistema de contratos anuais elucidou a necessidade de taxas com maior previsibilidade para as linhas de contêineres", atentou.
 

Café rende US$ 1 bilhão a mais ao País



O Brasil lucrou, no primeiro quadrimestre deste ano,US$ 1 bilhão a mais com exportações de café do que no mesmo período do ano passado. No total, foram enviados ao exterior US$ 2,5 bilhões do produto, um aumentode 66,6% em relação ao ano anterior. De cada cinco sacas de café vendidas pelo País, quatro embarcaram no Porto de Santos.

As informações constam no balanço divulgado ontem pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Partiram do complexo santista, no primeiro quadrimestre, 8,6 milhões de sacas de 60 quilos do produto. O montante é 16,2% maior do que o verificado no mesmo período do ano passado, quando 7,4 milhões de sacas foram exportadas por Santos.

Do total embarcado pelo cais santista, 7,7 milhões de sacas compreendem o chamado café verde, que é a soma das qualidades robusta, arábica e torrado. Outras 911.740 sacas exportadas são do tipo solúvel.

As exportações de todo o País somam 10,9 milhões de sacarias. Dessas, 9,9 milhões representam as vendas do café verde e 1 milhão sacas de 60 quilos representam a forma solúvel do café.
Segundo o balanço do Cecafé, as maiores compras ficaram com os Estados Unidos,que importaram 2,1 milhões de sacas, o equivalente a 20% do total. A Alemanha comprou pouco mais de 2 milhões de sacas, cerca de 18% e a Itália adquiriu 1 milhão de sacas, ou cerca de 10% do total.

Além do Porto de Santos, que exportou 79,1% do total, os portos de Vitória (ES) e Rio de Janeiro (RJ) foram os outros responsáveis pelos embarques. O porto capixaba escoou 1,3 milhão de sacas, 12,7% do total. Já o porto carioca respondeu por 6% do total, com 661.410 embarques. Leia mais


Fonte: http://www.atribuna.com.br/noticias


As 10 transnacionais secretas que controlam as matérias primas


Como é possível que no século 21 ainda existam empresas "secretas" e/ou piratas, que se dão ao luxo de não ter ações nas bolsas de valores, mas que gozam de todas as vantagens do "livre mercado", incluindo operações suspeitas em paraísos fiscais. Pode manter-se "secreta" a atividade dessas dez transnacionais "gigantes" que controlam os alimentos e a energia, usados como "armas de destruição maciça" contra a maioria do gênero humano? O jornal The Daily Telegraph revelou a identidade oculta das principais 10 transacionadoras globais de petróleo e matérias primas. O artigo é de Alfredo Jalife-Rahme.


Antecedentes: Zheng Fengtian, professor da Escola de Economia Agrária da Universidade Renmin, na China (Global Times, 13/4/11), fustiga "o monopólio dos cereais que o Ocidente exerce" e a "manipulação deliberada dos preços pelos especuladores internacionais" graças à desregulação de que gozam em Wall Street e na City, assim como nos paraísos fiscais (nomeadamente a Suíça): "não podemos depender apenas dos Estados Unidos (EUA) para resolver a crise alimentar global" nem das "quatro (sic) gigantes (sic) transnacionais".

Não especifica quais, mas os leitores podem consultar os meus artigos sobre o "cartel anglo-saxão da guerra alimentar" e o seu "meganegócio" (Radar Geopolítico; Contralínea, 30/1/11). Fengtian adota a velha tese de Bajo la Lupa sobre a "guerra alimentar" que trava Washington para submeter o mundo: "no passado (sic), os EUA aproveitaram as vantagens do seu papel dominante no mercado global de alimentos para adotá-los como arma (¡supersic!) política".

Atos: O mundo anglo-saxão cacareja vaziamente sobre a transparência e a prestação de contas, enquanto oculta simultaneamente as suas "10 gigantes (sic) transnacionais secretas (¡supersic!)" que "controlam a comercialização dos hidrocarbonetos e das matérias primas", segundo The Daily Telegraph (15/4/11). Como se não bastassem as depredadoras transnacionais (BP, Tepco, Schlumberger/Transocean, etc.) que estabelecem suas cotações desapiedadamente na bolsa!

Para além dos tenebrosos grupos da plutocracia – como o grupo texano Carlyle (ligado ao nepotismo dos Bush) e o inimputável Blackstone Group (controlado por Peter G. Petersen e Stephen A. Schwarzman, cujas façanhas remontam ao macabro recebimento dos seguros das Torres Gémeas do 11/9) – The Daily Telegraph revela a identidade oculta das "principais 10 transacionadoras globais de petróleo e matérias primas": Veja quais são as empresas


domingo, 8 de maio de 2011

Recintos e Terminais Alfandegados bem explicados



Alfandegar é o ato de tornar área delimitada sob absoluto controle aduaneiro. A Portaria MF n 2.438/10 assim dispõe sobre esta conceituação:

Art. 2º Entende-se por alfandegamento a autorização, por parte da administração aduaneira, para estacionamento ou trânsito de veículos procedentes do exterior ou a ele destinados, embarque, desembarque ou trânsito de viajantes procedentes do exterior ou a ele destinados, movimentação, armazenagem e submissão a despacho aduaneiro de mercadorias procedentes do exterior, ou a ele destinadas, inclusive sob regime aduaneiro especial, bagagem de viajantes procedentes do exterior, ou a ele destinados e remessas postais internacionais, nos locais e recintos onde tais atividades ocorram sob controle aduaneiro.

A legislação aduaneira por vezes usa tres expressões para a áraea que pode ser alfandegada: locais, recintos ou terminais.

Conceitos de recintos alfandegados
O conceito de recinto é genérico, pois abrange os locais alfandegados de zona primária e de zona secundária. Estão divididos entre os que se localizam na zona primária (portos, aeroportos e pontos de fronteira) e os que se localizam na zona secundária. Estes últimos foram denominados terminais alfandegados.

É o que nos ensina o art. 9º do Regulamento Aduaneiro (dec. 6.759/09):
Art. 9o Os recintos alfandegados serão assim declarados pela autoridade aduaneira competente, na zona primária ou na zona secundária, a fim de que neles possam ocorrer, sob controle aduaneiro, movimentação, armazenagem e despacho aduaneiro de:
I - mercadorias procedentes do exterior, ou a ele destinadas, inclusive sob regime aduaneiro especial;
II - bagagem de viajantes procedentes do exterior, ou a ele destinados; e
III - remessas postais internacionais.
Parágrafo único. Poderão ainda ser alfandegados, em zona primária, recintos destinados à instalação de lojas francas.

Conceitos de terminais alfandegados
Os terminais alfandegados são áreas situadas na zona secundária destinadas ao recebimento de carga de importação ou de exportação controladas pela Alfândega. Portanto devem ser dotadas de áreas para armazenagem, páteo de cotaieres, perfeito controle de entrada e saída da carga e local para os serviços aduaneiros. O acesso da carga a esses terminais é feito através do regime de trânsito aduaneiro. Leia mais sobre este assunto


Logística necessita de crescimento ordenado

Números divulgados pelo governo federal apontam que o Brasil está em crescimento ascendente. Em 2010 esse número chegou a 8%, deixando o país atrás apenas da China. Esses dados devem ser comemorados, porém eles também revelam que o Brasil ainda precisa de muitos investimentos para manter esse índice e até mesmo aumentá-lo.

Para que o país possa continuar nesta ascensão sem sustos, apagões ou nervosismo é necessário que o Governo Federal incentive as empresas e injete novas opções no mercado. O país está às vésperas de ser sede da Copa do Mundo em 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016; oportunidades de crescimento não irão faltar.

Por este motivo, a preocupação dos empresários do setor é justamente pleitear uma infraestrutura avançada, com investimentos direcionados aos setores logísticos que mais necessitam de investimentos neste momento.

Esta preocupação tem motivo. O novo governo trabalha esse ano com uma perspectiva de um crescimento em torno de 5%. Para alcançar novamente a expressiva marca de 8%, seriam necessários investimentos da ordem de 25% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.



Além do investimento maciço por parte da economia do país, os empresários do setor logístico ainda esperam a finalização do PAC 1 e 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), que injetariam em torno de R$ 20 bilhões em melhorias para o setor – sem contar as obras já realizadas.

Uma das regiões onde mais se concentra investimentos logísticos é a de Jundiaí. Um dos fatores que elevam a cidade a essa categoria é sua estrutura logística, já que fica próxima de São Paulo e Campinas; além de oferecer acesso facilitado a duas das mais importantes rodovias do país, Anhanguera e Bandeirantes e com interligação ao trecho sul do Rodoanel.

 Também está próxima aos aeroportos de Viracopos, Cumbica e Guarulhos, além de acesso facilitado a uma extensa malha ferroviária e ao Porto de Santos.

A troca de experiências no setor e o conhecimento das inúmeras novidades ajudam a manter esse mercado em pleno aquecimento. É por isso que a Feira Internacional Logística.2011 chega a sua segunda edição.

Realizada pela Adelson Eventos, a primeira edição da Logística.2010 foi no mês de junho mostrando-se um sucesso, atraindo um público de 10 mil visitantes e gerando negócios.

Em seu segundo ano, a Logística.2011 terá 4 dias de evento. A feira ocorrerá nos dias 14, 15, 16 e 17 de junho de 2011, no Parque da Uva, em Jundiaí, São Paulo.

Nesta feira, os empresários do setor de logística poderão trocar experiências, participar de um intenso networking, além de assistir a palestras, participar de um congresso e da rodada de negócios.

Serão aproximadamente 100 expositores em um espaço de quase 53 mil m², divididos em uma área externa e mais 3 pavilhões cobertos, sendo esperado um público de 12 mil pessoas ligadas ao setor e a indústria prestigiando a Feira Internacional Logística.2011.

O objetivo do evento é atrair investidores, empresários e profissionais da área de logística que queiram conhecer as novas tecnologias, as novidades do setor e consequentemente a geração de negócios.

Porto de Paranaguá receberá navios de maior calado


Autorização da Capitania dos Portos pode aumentar a movimentação de granéis em até meio milhão de toneladas ao ano

A Capitania dos Portos do Paraná acaba de autorizar a operação de navios de maior calado nos três berços de atracação do corredor de exportação do Porto de Paranaguá. Com isso, os navios de soja, milho e farelo de soja que atracam no corredor poderão carregar até duas mil toneladas a mais de carga por embarcação, barateando o custo das operações no porto, além de proporcionar maior competitividade aos produtos brasileiros no mercado externo.

A medida pode gerar um acréscimo de até meio milhão de toneladas por ano na movimentação de granéis no Porto de Paranaguá. “A realização da dragagem de manutenção dos berços de atracação permitiu que pudéssemos conquistar o aumento da capacidade do corredor de exportação. Movimentar mais cargas significa obter mais ganhos em toda a cadeia logística e torna o Porto de Paranaguá mais competitivo”, diz Airton Vidal Maron, superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina.

Com a realização da dragagem em fevereiro deste ano, a profundidade de 12,3 metros dos berços foi restabelecida. Em alguns pontos, o assoreamento chegava a três metros por conta da ausência de dragagem nos últimos seis anos. O custo da obra foi de R$ 2,5 milhões, pagos com recursos do caixa da Associação dos Portos do Paraná (Appa).

Comércio internacional bate recorde e estimula empresas de logística


O comércio exterior brasileiro superou, pela primeira vez na história, a marca dos US$ 400 bilhões no acumulado de doze meses. Entre abril de 2010 e março de 2011, a corrente de comércio brasileira (soma das exportações e importações) alcançou US$ 405,3 bilhões. Acompanhando a tendência do mercado internacional, algumas empresas de logística, procuram também ser levadas pelos bons ventos do setor.

Com crescimento médio de 30% ao ano, a operadora logística Bracenter, que atua no trânsito aduaneiro pelas cidades de Canoas/RS, Rio Grande/RS, Itajaí/SC, Curitiba/PR, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Vitória/ES, Paranaguá/PR e Belo Horizonte/MG, apostou na carga fracionada e também superou seus próprios recordes: em 2010, importou mais de 10.200 TEUS e exportou mais de seis mil TEUS.

“Atento ao crescimento acelerado do comércio exterior, investimos em equipamentos de movimentação, informatização e verticalização de nossos armazéns, assim crescemos com as operações de cargas LCL, nossa especialidade”, analisa Fernando Komar, diretor da Bracenter. A empresa, desde 2004 com terminal na cidade sede do maior porto da América Latina, o Porto de Santos, dedicou-se a atender os Freight Forwarders e os NVOCCs, responsáveis pelo agenciamento e consolidação no transporte marítimo, oferecendo soluções de armazenagem e trucking para este extenso nicho de mercado.

Atualmente, a carga fracionada tem grande importância no comércio internacional, quando as empresas optam por não manter estoques e ativam um fluxo contínuo de cargas em movimento, em menores volumes. Nesta cadeia logística a Bracenter atua, movimentando um mix de commoditties, com foco em garantir as melhores freqüências, prazos e custos para os NVOCCs e Freight Forwarders.

Para a armazenagem, a Bracenter possui área em região perimetral ao Porto de Santos, com mais de 27 mil metros quadrados para operações de importação, além de estrutura habilitada como REDEX (Recinto Especial de Despacho Aduaneiro para Exportação) com mais de 10 mil metros quadrados de área. No transporte rodoviário, atua com o serviço de trucking, com rotas fixas de trânsito aduaneiro, com saídas programadas para coleta e entrega, com transit-time garantido, atendendo o mercado de transporte de cargas fracionadas, para que as mercadorias sejam embarcadas ou desembarcadas no Porto.

“A cada ano, agregamos conhecimento às nossas operações. No transporte, fazemos a otimização cúbica dos veículos e total gerenciamento de risco. Na armazenagem, liquidamos o controle de avarias. Não queremos competir com o movimento de grandes volumes de carga, mas sim com aquela que precisa ser manipulada com cuidado, qualidade e pontualidade”, comenta o diretor.

Por: Redação Cais do Porto, com informações da Fire Mídia Comunicação