O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), de Pernambuco, é sempre citado como exemplo de ineficiência,
basicamente devido aos atrasos da embarcação pioneira, o João Cândido. Mas, segundo fontes empresariais, a chegada dos japoneses da Ishikawajima Harima está revolucionando o panorama por lá, pois eles impõem um ritmo de trabalho alucinante e buscam uma eficiência única. O estaleiro já entregou dois navios e este ano deve entregar mais dois. Suas encomendas, somando navios e plataformas, são de 22 obras, em valores que superam muitos bilhões de dólares. O total de trabalhadores é de 6.200 pessoas e, entre esses, há 60 japoneses que, no máximo, chegarão a 300.










