sábado, 28 de março de 2015

Wilson Sons no vermelho


A operadora de logística portuária Wilson Sons reportou um prejuízo líquido de US$ 700 mil no quarto trimestre, revertendo lucro líquido de US$ 11,8 milhões de igual período de 2013. O resultado líquido foi

sábado, 7 de março de 2015

Efeitos do Petrolão chegam a Suape. Atlântico Sul demite 2.400 pessoas em Pernambuco


O Estaleiro Atlântico Sul, de Pernambuco, iniciou hoje um programa de demissões em massa, que vai dispensar 2.400 pessoas. A medida é consequência do rompimento do contrato entre o estaleiro e a Sete Brasil, empresa formada pela Petrobras e sócios privados para administrar o aluguel de sondas para o pré-sal. A Sete enfrenta grave crise financeira e está à beira da dissolução. Não paga os fornecedores nem os bancos desde novembro, e tenta sem sucesso conseguir um aporte de 3,1 bilhões de reais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir sua sobrevivência.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Tecon Imbituba bate recorde de produtividade por operação



Um novo recorde de produtividade foi estabelecido no Porto de Imbituba pela Santos Brasil, no dia 14 de janeiro. O terminal de contêineres administrado pela companhia no Sul de Santa Catarina alcançou a marca de 77,91 movimentos por hora (MPH) na operação de uma única embarcação. Durante o embarque e descarga do navio Monte Pascoal, do armador Hamburg Süd, foram

Porto de Imbituba concede desconto de 50% nas tarifas portuárias


Estimulado pelo crescimento dos últimos anos, o Porto de Imbituba renovou para 2015 o desconto de 50% nas tarifas portuárias referentes a atividades vinculadas à movimentação de contêineres. A intenção é manter o nível de expansão dos números. Em 2014, por exemplo, o porto teve

Meganavio opera pela primeira vez no porto de Santos



O Porto de Santos recebeu, na última sexta-feira(6), o maior navio de contêineres da costa brasileira, o CMA CGM Tigris, capaz de transportar 10.900 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés). Estão previstas escalas nos terminais do Grupo Libra, na Margem Direita, e da Embraport, na Margem Esquerda.

Essa foi a primeira viagem do cargueiro ao complexo portuário. Sua estreia na região foi

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Complexo de Suape terá diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade



O Complexo de Suape vai contar com uma diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. O governo do Estado publicou, no último sábado, um decreto alterando o estatuto social da empresa. A nova diretoria será ocupada pelo ex-secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Bernardo D’Almeida. Além da área de meio ambiente, Suape também terá uma diretoria de Relações Institucionais.

O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e presidente do Porto de Suape, Thiago Norões, explica que vários fatores motivaram a criação da diretoria de Meio ambiente e Sustentabilidade.

“O primeiro foi a necessidade de separar a área de meio ambiente da Engenharia, em função de conflitos de interesse entre as duas diretorias. O segundo é a crescente demanda ambiental, exigindo uma gestão dedicada ao tema. E o terceiro fator é a sustentabilidade, que inclui as questões sociais”, observa. Antes, a diretoria de Gestão Fundiária e Patrimônio abrigava a área social. Suape conta com 27 comunidades de moradores vivendo em seu território.

“Bernardo D’Almeida é auditor da Fazenda, mas tem experiência na área social. Atuou no Pacto Pela Vida e comandou a Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Conhece bem os programas sociais”, destaca Norões. O secretário adianta que o restante dos diretores (Vice-presidente, Planejamento e Gestão, Engenharia, Gestão Portuária, Gestão Fundiária e Patrimônio, Administração e Finanças e Relações Institucionais) serão definidos até o final desta semana e anunciados na próxima sexta-feira.

Norões afirma que a diretoria de Meio Ambiente e Sustentabilidade vai dar andamento aos programas já existentes e lançar novas iniciativas. Uma delas é trabalhar em parceria com as prefeituras municipais do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca, que sofrem impacto direto dos empreendimentos de Suape.

AMBIENTAL
Dos 13,5 mil hectares do Complexo de Suape, 59% são destinados à preservação ambiental. No balanço de 2014, divulgado pela diretoria do porto no final do ano passado, as ações socioambientais já apareciam como estratégia em destaque. As ações incluem desenvolvimento de Programas Básicos Ambientais (PBAs), plantio de mudas nativas da Mata Atlântica, diagnóstico e reflorestamento de áreas degradadas, recolhimento e tratamento de resíduos sólidos por meio de um Centro de Triagem instalado na zona portuária.

Na tentativa de promover a consciência ecológica dos moradores das comunidades e dos colaboradores das mais de cem empresas do Complexo, Suape criou o Programa de Educação Ambiental (PEA). São cursos que relacionam desenvolvimento econômico, conservação ambiental e recuperação dos recursos naturais do Complexo.

No ano passado, Suape restaurou 413 hectares de mata atlântica, produziu 336,1 mil mudas de espécies de mata atlântica, doou 3.030 mudas para projetos de restauração ambiental em Pernambuco, aprovou a criação de uma unidade de conservação ambiental Ipojuca/Merepe e abriu 570 vagas em cursos ambientais gratuitos no Complexo.


sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Hamburg Süd investe R$ 700 mi para incrementar transporte de cabotagem




Pouco otimista com o comércio exterior em 2015, a multinacional alemã Hamburg Süd vai apostar na cabotagem (transporte marítimo feito apenas na costa nacional) para incrementar a receita no Brasil. A empresa, que é uma das líderes mundiais no transporte marítimo, acaba de investir R$ 700 milhões na renovação da frota de sua subsidiária Aliança.

Foram comprados seis navios porta contêineres - quatro deles com capacidade de 3.800 teus (unidade

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Santos Brasil eleva sua meta de produtividade



Com a acirrada concorrência após a entrada em operação da Brasil Terminal Portuário (BTP) e da Embraport, no porto de Santos, a Santos Brasil está investindo para aumentar a produtividade do Tecon Santos, seu terminal de contêineres em Santos. Hoje, ele já o mais eficiente do país. A meta da

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Porto de Paranaguá: Cerca de 21% dos contêineres exportados pelo Terminal chegarão via ferrovia.



Um ano após iniciar um projeto de investimentos para fortalecer o modal ferroviário, como opção de transporte de contêineres entre exportadores e o Porto de Paranaguá, o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), segundo maior terminal de contêineres da América do Sul, está atraindo para suas operações cargas que antes não passavam pelo Terminal, provenientes de exportadores do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil.

Atualmente, cerca de 12% dos contêineres movimentados mensalmente pelo Terminal chegam ao TCP por meio dos dois ramais ferroviários, que acessam diretamente o pátio. “Movimentamos, em média, 40 mil contêineres por mês, sendo que, hoje, mais de 5.000 são movimentados via ferrovia”, afirma Luiz Antonio Alves, CEO do Terminal, acrescentando que esse volume de transporte ferroviário de contêineres é o maior do País. Cargas refrigeradas (em especial, frango e bovinos), madeira e soja estão entre os setores que mais utilizam o modal.

Alves informa que, até um ano atrás, o volume era de 1.600 contêineres/mês transportados via ferrovia. “Com a criação de nossa subsidiária de logística integrada, o TCP Log, passamos a investir no modal ferroviário, para torná-lo uma alternativa efetiva e competitiva de transporte entre o produtor e o porto, assim como acontece em outros países.”

Para isso, o TCP fez parcerias estratégicas com a Brado Logística, armadores e exportadores, além de investir na duplicação da linha ferroviária, em novos e modernos equipamentos (Reach Stakers, entre outros) e na melhoria da gestão operacional.

Utilizado, com sucesso, em portos de referência em todo o mundo, como em Nova Iorque (Estados Unidos), Mumbai (Índia), Roterdam (Holanda) e Antuérpia (Bélgica), locais onde responde, muitas vezes, por mais da metade do volume movimentado no terminal, o modal ferroviário oferece diversas vantagens para o transporte de contêineres. Além da segurança e dos custos até 30% mais competitivos, ele emite 67% menos CO2 na atmosfera, em comparação ao modal rodoviário, e tem maior confiabilidade no tempo de trajeto.

O CEO do TCP destaca que a demanda reprimida dos clientes por um transporte mais eficiente na ferrovia já atinge 9.000 contêineres mensais, o que deve impulsionar, ainda mais, a movimentação desse modal no terminal. “Além das cargas que estamos atraindo para Paranaguá, acreditamos que o volume de soja transportado em contêineres por trilhos crescerá significativamente.”

Outra iniciativa do TCP será a utilização do modal ferroviário para o transporte de cargas de importação, projeto que deve ter início no primeiro trimestre de 2015. No modelo, as cargas importadas serão nacionalizadas dentro do TCP e, posteriormente, transportadas por meio de ferrovia para os postos avançados, que o Terminal mantém em sua área de influência. “Com uma boa gestão do fluxo de produtos e insumos exportados via modal ferroviário, utilizaremos os contêineres que retornariam vazios para o transporte de importação, otimizando o tempo de trânsito para exportadores e importadores, além de permitir reduções de custos para nossos clientes e economias de escala”, explica Alves.

Fonte: Revista Tróffer Transportes.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Futuro dos portos no Brasil envolve tratamento de resíduos e geração de energia




O Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), vinculado ao Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, prevê que a maioria dos portos administrados pelo governo federal  estará “dentro da linha” nos próximos três anos no que se refere ao tratamento de resíduos e efluentes.  A previsão é do coordenador do Instituto, professor Marcos Freitas, que anunciou nesta quarta-feira (3) à Agência Brasil o início dos projetos básicos com essa finalidade. Adiantou, ainda que, antes desse prazo, alguns portos deverão gerar sua própria energia.