sexta-feira, 31 de julho de 2015

VARD PROMAR ENTREGA PRIMEIRO GASEIRO DO PROMEF


O estaleiro Vard Promar (PE) entregou, nesta quinta-feira (30), o primeiro da série de oito navios gaseiros encomendados pela Transpetro no âmbito do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). O navio Oscar Niemeyer é a 11ª embarcação do programa a entrar em operação. A viagem inaugural tem como

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Pernambuco, Aviação Civil e Infraero aliados pelo hub da Latam no Recife


O secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Thiago Norões, acompanhou nesta quarta-feira (22) o governador Paulo Câmara na terceira reunião de trabalho com o secretário nacional de Aviação Civil, Eliseu Padilha. No encontro, o secretário nacional e o governador trocaram informações sobre o andamento das conversas para a ampliação da área da aviação comercial no Aeroporto Internacional dos Guararapes. Tanto o Ministério quanto a Infraero – que é vinculada à Pasta de Padilha – trabalham de forma articulada com o Governo de Pernambuco para

sexta-feira, 10 de julho de 2015

TERMINAIS DE SUAPE AGUARDAM ESTUDOS DE VIABILIDADE TÉCNICA


Em Pernambuco, a segunda etapa do Programa de Investimentos em Logística (PIL) incluiu a concessão de 5 terminais em Suape, com a licitação a ser realizada no primeiro semestre de 2016. No entanto,

terça-feira, 30 de junho de 2015

CANAL DO PANAMÁ INICIA TESTES EM NOVAS ECLUSAS



O novo conjunto de eclusas do Canal do Panamá, que permitirá a passagem de navios de maiores dimensões pela via interoceânica, passou pelas primeiras provas de funcionamento na última terça-feira (23), informou o consórcio responsável por construir as estruturas.

Os testes envolvem a abertura e o fechamento das comportas. As avaliações realizadas na terça-feira foram feitas nas eclusas de Agua Clara, em Gatún, na província de Colón, no lado do canal às

sexta-feira, 19 de junho de 2015

BALANÇA DO PORTO DO RECIFE ESTÁ QUEBRADA E PREJUDICA USUÁRIOS

A balança mais usada pelos usuários do Porto do Recife quebrou e isso está provocando uma espera dos caminhoneiros que varia de 40 minutos a uma hora, quando três navios estão sendo movimentados simultaneamente, segundo pelo menos dois clientes da estatal. “O custo da operação sobe, a produção diminui. Perde o caminhoneiro, a empresa que movimenta a carga e o produto acaba ficando mais caro para o consumidor final”, diz o sócio da empresa Suape, Comércio e Navegação, Fernando Cavalcanti. A firma dele faz a movimentação de granéis sólidos no local.

A balança está quebrada desde março. “Isso causa um certo congestionamento que ocorre quando há a movimentação simultânea de navios com trigo, adubo e barrilha”, conta o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários de Pernambuco (Sindope), Ricardo Luiz von Sohsten.
Com a quebra do equipamento, todos os usuários do Porto passaram a usar a balança do silo da Ceasa que, antes, era prioritariamente utilizada pelas empresas que importam trigo, segundo Sohsten.

O diretor de Operações do Porto do Recife, Carlos Vilar, aponta a burocracia como a principal responsável pelo equipamento ainda estar quebrado. “Em março, fizemos uma licitação para consertar a balança. No entanto, quando a empresa abriu o equipamento constatou que existiam mais problemas do que o previsto para serem consertados, o que deixaria o preço do serviço mais caro. Por isso, a concorrência foi suspensa. Agora, uma empresa vai nos entregar um novo preço para o conserto amanhã”, conta Vilar. Ele acrescenta que a estatal tem recursos em caixa para pagar pelo conserto, mas ainda não tem o preço exato do serviço.

No mês passado, o Porto do Recife movimentou 1,2 milhão de toneladas de granéis sólidos, dos quais cerca de 600 mil toneladas foram pesadas na balança do silo da Ceasa. Antes da principal balança, as duas eram utilizados pelos clientes quando o porto recebia vários navios simultaneamente.

Fonte: Jornal do Commecio (PE)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ODEBRECHT INVESTE EM TERMINAL DE GRANÉIS EM SUAPE


A Odebrecht TransPort (OTP) vai iniciar seu primeiro investimento em logística na região Nordeste. A companhia está em fase final de contratação de equipamentos para o terminal portuário de granéis sólidos, no Porto de Suape, em Pernambuco, e pretende iniciar até agosto as obras civis do

sexta-feira, 17 de abril de 2015

NAVIOS QUE ABASTECIAM EM SUAPE PRECISAM REPROGRAMAR VIAGEM E VÃO PARA SANTOS


Os erros cometidos pelo governo federal na gestão energética do País estão atingindo um alvo inusitado: os navios de grandes transportadoras que operam em Pernambuco. Há seis meses a Petrobras não disponibiliza o bunker – óleo combustível para as embarcações – no Complexo Industrial Portuário de Suape. O motivo, segundo a estatal, é o direcionamento do produto para atendimento às termelétricas.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

HAMBURG SÜD RECLAMA DE ESTRUTURA PARA CONTÊINERES EM SUAPE


“O terminal não atende mais o mercado. Foi o recado que demos à nova administração”, assegurou o gerente de Cabotagem da Aliança, subsidiária da Hamburg Süd, Gustavo Costa. Segundo ele, o crescimento da companhia – o maior armador que atua no complexo industrial portuário – está represado pela falta de estrutura necessária no porto pernambucano.

sábado, 28 de março de 2015

Wilson Sons no vermelho


A operadora de logística portuária Wilson Sons reportou um prejuízo líquido de US$ 700 mil no quarto trimestre, revertendo lucro líquido de US$ 11,8 milhões de igual período de 2013. O resultado líquido foi

sábado, 7 de março de 2015

Efeitos do Petrolão chegam a Suape. Atlântico Sul demite 2.400 pessoas em Pernambuco


O Estaleiro Atlântico Sul, de Pernambuco, iniciou hoje um programa de demissões em massa, que vai dispensar 2.400 pessoas. A medida é consequência do rompimento do contrato entre o estaleiro e a Sete Brasil, empresa formada pela Petrobras e sócios privados para administrar o aluguel de sondas para o pré-sal. A Sete enfrenta grave crise financeira e está à beira da dissolução. Não paga os fornecedores nem os bancos desde novembro, e tenta sem sucesso conseguir um aporte de 3,1 bilhões de reais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir sua sobrevivência.