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quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Compra da Hamburg Süd pela Maersk vai mudar 'geopolítica' em Santos

O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer


A dúvida que instiga o mercado hoje é como a compra do armador de contêineres Hamburg Süd pela Maersk deve rearranjar a "geopolítica" no porto de Santos.
 
"O terminal que não tiver vinculação com um armador, seja como sócio, seja com contrato de longo prazo, está fadado a desaparecer. É preciso ter um armador-âncora", afirma uma fonte que atua em terminais.
 
A Hamburg Süd tem um contrato de longo prazo com o Tecon Santos - da Santos Brasil - que termina em 2019. Como hoje a Brasil Terminal Portuário (BTP) não abarca as cargas de Maersk e MSC - seus principais clientes - mais as da Hamburg Süd, o mercado originalmente avaliava que um dos dois cenários tinham chances de se concretizar. A Maersk levar linhas para o Tecon Santos por meio de um acordo como o que a Hamburg Süd tem hoje, ou a APM Terminals, sócia na BTP, sair da BTP e comprar uma fatia do Tecon Santos.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Superintendência-geral do Cade considera "complexa" compra da Hamburg Sud pela Maersk

A autarquia exige a realização de diligências para aprofundar a investigação sobre as condições de rivalidade nos mercados afetados pela operação



A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) declarou "complexa" a aquisição da alemã Hamburg Südamerikanische Dampfschifffahrts-Gesellschaft (HSDG) pela gigante dinamarquesa Maersk Line, segundo publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira.
A autarquia exige a realização de diligências para aprofundar a investigação sobre as condições de rivalidade nos mercados afetados pela operação, bem como informa que poderá prorrogar posteriormente o prazo de análise, se julgar necessário.
Em junho, a Maersk concordou em vender a Mercosul Line, sua unidade brasileira, para a empresa de transporte de contêineres CMA CGM, a fim de obter autorização no país para a aquisição da alemã Hamburg Sud.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Maersk com prejuízos de 264 milhões no 2º Trimestre

Apesar dos bons resultados da Maersk Line, o Grupo Maersk reportou ontem prejuízos globais na casa dos 264 milhões de dólares quando o mercado previa lucros para o mesmo período na ordem dos 507 milhões de dólares


Apesar dos números negativos, Soren Skou, Director Executivo da Maersk, manifestou-se francamente optimista em relação ao futuro, sobretudo no que respeita ao transporte de contentores, dada a nítida recuperação do mercado reflectida também no facto desses mesmos bons resultados à Maesrk Line se deverem essencialmente a uma recuperação do valor dos fretes que subiram 22% em relação ao mesmo período de 2016 e 7,6% em relação ao 1º Trimestre.
Independentemente dos prejuízos entre os 200 e os 300 milhões dólares igualmente previstos como consequência do ataque informático sofrido recentemente e que conduziu a uma disrupção operacional na Maersk Line ao longo de duas semanas, os resultados foram francamente animadores, atingindo um lucro de 339 milhões de dólares quando, no mesmo período de 2016 o prejuízos haviam sido de 151 milhões de dólares, bem como um ROIC (Retorno Sobre o Capital Investido)  positivo, na ordem dos 6,7%, quando em 2016 fora, naturalmente, negativo, na casa dos -3,0%.

sábado, 29 de julho de 2017

Lacre é usado para monitorar contêineres de forma eletrônica



Monitorar contêineres de forma eletrônica, com alertas de violação do cofre em casos de mudança de temperatura ou de claridade. Este é o objetivo de um lacre desenvolvido pela multinacional Orbcomm e pela BlueAgle, especializada em tecnologia de monitoramento. O CargoWatch Secure atende a uma exigência da Alfândega do Porto de Santos. 
De acordo com a Portaria nº 48 da Aduana, toda estufagem de contêiner com carga destinada à exportação deverá ser monitorada por câmeras com alta definição de imagem. Os equipamentos devem ser posicionados à frente da porta da caixa metálica, de modo a registrar toda a operação, até o fechamento dos cofres e a colocação dos lacres. 
A regra determina ainda que todo o trajeto até o terminal de embarque também deverá ser monitorado eletronicamente. Os equipamentos de rastreamento instalados nos veículos deverão identificar, sempre que requisitado pela fiscalização, a rota adotada no percurso entre o recinto e o operador portuário.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Comércio exterior do Brasil só deve se recuperar em 2020, aponta relatório da Maersk



Um relatório comercial da Maersk sobre o primeiro trimestre de 2017 projeta que o comércio exterior do Brasil deve demorar três anos para se recuperar aos níveis pré-crise. Embora as importações tenham começado a melhorar graças ao maior volume de comércio na rota asiática, a empresa avalia que as exportações, principalmente de commodities, foram impactadas negativamente pela falta de espaço nos navios e pela demanda mais fraca da Europa. A estratégia do grupo é, assim como seus clientes, manter a cautela sobre o que irá acontecer neste ano.

Para a Maersk, as importações devem continuar aumentando pelo restante do ano e permanecer abaixo da performance de 2015, o que dificulta manter o atual ritmo de expansão. O volume de importações e exportações do Brasil no primeiro trimestre foi 21% menor do que o registrado no mesmo período de 2015. Para a rota asiática, esse total foi 34% menor do que o registrado há dois anos. “Vamos ter que esperar até 2020 para ver uma retomada do volume de negócios globais com o Brasil para os níveis pré-crise, de antes de 2015”, destaca o diretor da Maersk Line para costa leste da América do Sul, Antonio Dominguez.

terça-feira, 26 de abril de 2016

O contêiner não está na condição para o próximo embarque???




Por Clara Rejane Scholles | @comexblog
Esse é um tema sensível para exportadores, importadores e agentes de cargas que representam aos primeiros. Ainda mais sensível, devido à situação de fretes baixos, na importação e exportação, e ao crescente desequilíbrio entre quantidades e tipos de contêineres que chegam e saem da costa brasileira com importação e exportação.
O Brasil importa produtos acabados e exporta muitos alimentos ou itens de consumo humano. Essas exportações requerem uma qualidade superior desse contêiner, também chamado padrão alimento ou foodgrade. Um número crescente de empresas, muitas vezes multinacionais, que contratam fretes marítimos de produtos para consumo humano, estabelece a condição do padrão do contêiner na sua negociação contratual e assim consegue evitar transtornos na hora de estufar a carga para embarque.
O IICL, Institute of International Container Lessors — www.iicl.org — é a referência internacional para padrão, qualidade e inspeção de contêineres.
Em tempos de grande queda de importação e crescimento de exportação, como fechar essa conta?
Fonte:http://www.comexblog.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

ATRASO FAZ BRASIL PERDER PARA OUTROS PAÍSES INVESTIMENTOS EM TERMINAIS

A APM Terminals, que movimenta carga em portos e pertence ao conglomerado dinamarquês Maersk, tem aprovado um plano de investimentos até 2017 de quase R$ 10 bilhões (US$ 2,5 bilhões) para investir na América Latina. Nessa previsão, estão terminais no Brasil, principalmente de contêineres nas regiões Norte e Nordeste.

Eles fazem parte de uma lista de 160 áreas dentro de portos administrados por estatais que o governo vem prometendo, pelo menos desde 2012, colocar em leilão – nenhum ainda foi marcado.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Maersk prevê crescimento menor



O comércio do Brasil com o resto do mundo, via transporte marítimo de contêineres, deverá crescer 4% neste ano, para 4,5 milhões de Teus (contêineres de 20 pés), frustrando a previsão original de aumento entre 6% e 7% sobre 2012. O número refere-se apenas a contêineres cheios. O resultado é consequência de um primeiro semestre ruim, num cenário em que o real mais fraco não se traduziu em exportações mais fortes.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Cabotagem deverá crescer acima de 20%, diz entidade





Pelo segundo ano consecutivo, o transporte de cargas em contêineres por meio de cabotagem (entre dois portos dentro do país) deverá crescer acima de 20% em 2013, segundo a Abac (associação brasileira do setor).

sábado, 18 de maio de 2013

Armadores de Cabotagem refutam alterações na MP 595 que restringem investimentos em terminais portuários



A Associação Brasileira dos Armadores de Cabotagem (Abac) é contra a limitação da participação societária de empresas de navegação em terminais privativos. A restrição de 5% do capital foi introduzida no texto da MP 595. O texto original enviado pelo Executivo não previa essa limitação.


Sobre a tramitação do projeto de lei de conversão 9, a Abac enviou a seguinte nota à Redação:

"O transporte marítimo de cabotagem no Brasil tem avançado nos últimos 10 anos com taxas bem superiores ao crescimento da economia brasileira, mas ainda existe um grande potencial para melhoria da matriz de transportes, hoje distorcidas pela participação predominante do modal rodoviário.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Estratégia da A.P. Moller-Maersk tem sido positiva para a companhia


O plano de cinco anos da A.P. Moller-Maersk de focar em quatro negócios estratégicos começa a dar seus resultados e eles são positivos, de acordo com Nils Smedegaard Andersen, CEO do grupo.

Desde que a estratégia foi lançada, a companhia se comprometeu a investir mais de US$ 12 bilhões nestes quatro negócios estratégicos: Maersk Oil & Gas, Maersk Drilling, Maersk Line e APM Terminals.

Andersen afirmou que a Maersk Oil e a APM Terminals são as que mais tem obtido resultados e, por isso, tomaram a liderança do plano. A Maersk Drilling, por sua vez, tem progredido conforme o previsto. Já  a Maersk Line, do ponto de vista do executivo, ainda precisa melhorar um pouco.

“O desenvolvimento das taxas de afretamento tem sido difícil, por isso iniciamos um plano de reestruturação e temos trabalhado para as que as taxas cheguem a níveis sustentáveis”, afirmou Anderson, que fez questão de ressaltar que, de qualquer maneira, as previsões são bastante positivas: “Os sinais são bons e eu estou otimista que a Maersk Line se encontrará em uma posição bastante forte ainda neste ano”, concluiu.

Fonte: Guia Marítimo/http://www.portosenavios.com.br

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Divisão de contêineres afeta resultado da Maersk



O principal executivo da companhia dinamarquesa AP Moller-Maersk prometeu se concentrar em elevar a lucratividade do setor de transporte marítimo por contêiner. A declaração foi feita após dos maciços prejuízos registrados pela divisão de contêineres da empresa.

O prejuízo operacional líquido de US$ 599 milhões, depois dos impostos, contabilizado pela Maersk Line, operadora da maior frota mundial de navios porta-contêiner, comparativamente ao lucro de US$ 424 milhões alcançado, sob as mesmas condições, no primeiro trimestre do ano passado, se abateu sobre uma receita 7% maior, de US$ 6,31 bilhões.

O grupo informou que o lucro líquido aumentou 1% na comparação com o primeiro trimestre de 2011, para US$ 1,18 bilhão, sobre uma receita 1% menor, que somou US$ 14,3 bilhões.

No entanto, sem a contribuição de dois ganhos extraordinários - US$ 900 milhões de um acordo decorrente de litígio fiscal na Argélia e US$ 324 milhões em ganhos com alienações -, as perdas registradas pela Maersk Line teriam anulado todo o lucro líquido do trimestre. As ações B da Maersk caíram 6,15% em Copenhague, para 37.840 coroas dinamarquesas.

A Maersk tem sido responsabilizada, em amplos círculos, por agravar a crise do setor no ano passado, ao lançar uma capacidade adicional significativa na frota mais importante, entre Ásia e Europa, e ao deprimir as tarifas cobradas por contêiner.

Ao mesmo tempo, Nils Andersen, seu principal executivo, disse que a empresa alcançou uma participação de mercado de cerca de 16%, o nível que havia fixado como meta.

 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Costa leste da América do Sul – Maersk Line dobrará capacidade de serviço



A Maersk Line irá mais do que dobrar a capacidade de seu serviço Samba, que cobre a rota norte da Europa – costa leste da América e que atualmente emprega 3.200 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés).

Até que tenha recebido o complemento total dos novos navios SamMax 7.500 Teus, a companhia dinamarquesa continuará empregando pequenas embarcações, operando, na sequência, para parte da viagem. A rotação, com carregamento na Europa, é a seguinte:

Loop 1- Santos, Paranaguá, Itapoá
Loop 2 – Algeciras, Buenos Aires, Montevidéu, Rio Grande
Com isso, a Maersk Line irá reduzir seu slot charter norte da Europa – costa leste da América do Sul no loop 1 SAEC.

Fonte: http://portalmaritimo.com/2012/03/22/costa-leste-da-america-do-sul-maersk-line-dobrara-capacidade-de-servico/

domingo, 4 de março de 2012

Grupo Maersk comemora lucros, mas Maersk Line encolhe



A gigante dinamarquesa da indústria marítima AP Moller-Maersk, que possui a maior operadora mundial de contêineres, a Maersk Line, publicou os lucros de 2011: 3.4 bilhões de dólares. 32% abaixo do comparativo ano-a-ano, devido aos “baixos fretes das linhas especialmente nas linhas Ásia-Europa”.

Os negócios de contêineres da Maersk tiveram uma perda de U$600 milhões em 2011, um declínio acentuado diante do lucro obtido de U$2.6 bilhões, em 2010.

O faturamento do grupo aumentou 7% para U$60,2 bilhões em 2011, comparado com U$56,1 bilhões no ano anterior, positivamente afetado pela subida dos preços de contêineres, mas compensado por taxas mais baixas de frete, segundo a empresa.

Comentando sobre o fraco desempenho de seu negócio de contêineres, a empresa afirmou: “O resultado negativo deveu-se principalmente às baixas taxas nos trades da Ásia-Europa. As taxas de frete começaram o ano a um nível razoável, mas diminuíram ao longo do ano à medida que navios de grandes capacidades foram sendo entregues”.

As taxas de frete globais foram 8% menores que em 2010. E isto, combinado com preços de combustível 35% mais caros, reduziu nossas margens consideravelmente. O número de contêineres transportados aumentou 11% para 16,2 milhões de TEUs e o grupo mais do que recuperou o “market share”(percentual de participação de mercado) perdida em 2010.

Além do mercado de navios, a APM Terminals registrou um lucro de U$649 milhões de em 2011, 18% abaixo do obtido em 2010 de U$792 milhões. No entanto, disse a empresa, “o lucro foi 24% maior que o de 2010″.

O rendimento de seus terminais de container aumentou 8% em uma base semelhante e o “ROIC” (retorno por capital investido) caiu 3% pontos para 13.1%. Em 2010 o ROIC foi de 16%.

“O alto nível de investimento dos anos anteriores continuou. E, durante 2011, a APM Terminals garantiu ainda novos investimentos de projetos de desenvolvimentos primariamente em mercados emergentes”, disse o comunicado da empresa.

Além disso, a Maersk Drilling alcançou um lucro de U$ 495 milhões. Um aumento de 24%, comparado a U$399 milhões em 2010, devido a maiores taxas diárias e uma melhor cobertura de contrato. A companhia disse que assinou vários novos contratos de longo prazo e comprometeu U$ 3,9 bilhões para investimentos em seis novas plataformas.

E a Maersk Supply Service obteve lucro de U$210 milhões no ano passado, 4% acima do ano anterior devido ao maior nível de atividade e taxas locais melhoradas.

A Damco, o grupo de gerenciamento de negócios, frete e supply chain (cadeia de suprimentos), registrou um lucro de U$65 milhões em 2011, 21 milhões a mais que no ano anterior, que foi atribuido ao frete aéreo com a aquisição dos serviços NTS de transportes internacionais da China.

Seu negócio de Reboque Oceânico Sviter também experimentou um lucro de U$133 milhões, contra U$130 milhões do ano anterior.

Para o próximo ano, o Grupo AP Moller-Maersk espera um resultado positivo menor que o resultado de 2011 e fluxo de caixa para as despesas de capital no mesmo nível de 2011. Enquanto isso, o fluxo de caixa das atividades operacionais deverá desenvolver-se em paridade com o resultado.

Para o negócio marítimo, a companhia espera um resultado negativo em 2012 como consequência do excesso de capacidade (recebimento de novos navios grandes). Espera-se que a demanda global por contêineres marítimos aumente de 4 a 6% em 2012, sendo menor nas linhas Ásia-Europa e maior nas linhas Norte-Sul”.

Espera-se ainda que a APM Terminals tenha um melhor desempenho do que em 2011, crescendo mais do que o mercado, apoiado por volumes dos novos terminais adquiridos.

A companhia espera que o resultado total de todas as outras atividades esteja no mesmo nível de 2011, mas afirma que seu resultado para 2012 está sujeito a uma incerteza considerável não somente devido à evolução da economia global, mas a mais uma série de fatores.

Fonte: http://portalmaritimo.com/2012/02/29/grupo-maersk-comemora-lucros-mas-maersk-line-encolhe/

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Safmarine recebe primeiro navio do tipo WAFMAX



Embarcação é a primeira de uma série de três

A Safmarine anunciou a entrega do primeiro navio de uma série de três WAFMAX de 4.500 Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) a integrar a frota da A.P. Moller-Maersk neste ano.

O navio foi construído para o trade africano e já foi empregado nos serviços entre Extremo Oriente e África. Ele foi produzido pela Hyundai Heavy Industries e detém um sistema de recuperação do calor gasto para reduzir as emissões de carbono e economizar combustível (30% a menos).

 De acordo com Grant Daly, CEO da Safmarine, 23 navios com a marca da companhia foram integrados à frota da A.P. Moller Maersk desde 2004, o que representa um investimento significativo para a marca.

“Essas embarcações não são apenas um exemplo do comprometimento do grupo A.P. Moller-Maersk em aumentar e fortalecer a marca Safmarine e as operações dela na África, mas também são alguns dos navios mais modernos atualmente, graças a uma tecnologia que é muito mais amigável ao meio ambiente”, afirma o executivo.

Fatos do navio: Dimensões

Comprimento: 249,1 metros

Boca (largura): 37,4 metros

Altura (acima da linha de base): 60,8 metros

Altura (acima da linha d'água): 47,3 metros

Calado: 13,5 metros

Motor principal: Hyundai-MAN B&W

Capacidade de carga: 4.500 TEU (twenty-pé unidade equivalente)

Reefer capacidade: 150 velas

Crew: 28

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/safmarine-recebe-primeiro-navio-do-tipo-wafmax-safmarine-recebe-primeiro-navio-do-tipo-wafmax/

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Maersk aumentará taxas entre Ásia e América Latina



Alta será aplicada na costa oeste da América do Sul, América Central e México

A Maersk Linedecidiu implementar um novo aumento geral de taxas nos serviços provenientes do Extremo Oriente para a América do Sul, América Central e México a partir do dia 15 de março.

O aumento será de US$ 400 por Teu (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés) e de US$ 800 por Feu (unidade de medida equivalente a um contêiner de 40 pés). Já as taxas do Extremo Oriente para o Caribe ficarão em US$ 560 por Teu e US$ 800 por Feu.

Da costa oeste da América do Sul para o Extremo Oriente, o aumento será de US$ 150 por Teu, US$ 300 por Feu e US$ 500 por Feu reefer.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Maersk deve limitar sua frota de navios gigantes (Triple-E) a 20 unidades




A Maersk Line parece inclinada a limitar a sua frota de 18 mil contentores TEU a 20 unidades, mas tem mais de um mês para decidir se exerce a sua opção de encomendar mais 10. O prazo da opção para a última parcela expira no final de fevereiro.

Estas especulações sobre as intenções Maersk foram alimentadas por comentários nos mídia alemães que pareciam sugerir que havia cancelado a ordem para a segunda série de 10, colocada no verão passado. A Maersk diz que vai aceitar a entrega de todos os 20 navios Triple-E encomendados no ano passado a um custo de US $ 190 milhões cada.

A Maersk anunciou um pedido de 1,9 mil milhões de dólares para a aquisição de 10 navios a serem construídos pela Daewoo Shipbuilding e Marine Engineering há quase um ano, com opções para mais duas séries de 10.

Com 400 m de comprimento e uma boca de 59 m, eles serão os maiores navios em serviço. As entregas começarão em 2013.

Fonte: http://www.cargoedicoes.pt/site/Default.aspx?tabid=380&id=6877&area=Cargo