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terça-feira, 27 de outubro de 2015

O papel da capacitação logística na gestão do supply chain: evidências no varejo




Artigo escrito por ADRIANA ROSSITER HOFER

Scientia potentia est. Esta famosa expressão em latim significa “conhecimento é poder”. No domínio da gestão organizacional, o conhecimento é ligado à habilidade de influenciar funcionários ou colegas com vistas a atingir os resultados desejados. Em algumas situações, entretanto, esta frase é interpretada como uma justificativa para não se compartilhar o que se conhece e, assim, manter o controle e o poder. Será que este é o caso na gestão da cadeia de suprimento ou supply chain management?
Um dos pilares da filosofia do supply chain management é simplesmente “trabalho de equipe”. Existe

sexta-feira, 19 de junho de 2015

BALANÇA DO PORTO DO RECIFE ESTÁ QUEBRADA E PREJUDICA USUÁRIOS

A balança mais usada pelos usuários do Porto do Recife quebrou e isso está provocando uma espera dos caminhoneiros que varia de 40 minutos a uma hora, quando três navios estão sendo movimentados simultaneamente, segundo pelo menos dois clientes da estatal. “O custo da operação sobe, a produção diminui. Perde o caminhoneiro, a empresa que movimenta a carga e o produto acaba ficando mais caro para o consumidor final”, diz o sócio da empresa Suape, Comércio e Navegação, Fernando Cavalcanti. A firma dele faz a movimentação de granéis sólidos no local.

A balança está quebrada desde março. “Isso causa um certo congestionamento que ocorre quando há a movimentação simultânea de navios com trigo, adubo e barrilha”, conta o presidente do Sindicato dos Operadores Portuários de Pernambuco (Sindope), Ricardo Luiz von Sohsten.
Com a quebra do equipamento, todos os usuários do Porto passaram a usar a balança do silo da Ceasa que, antes, era prioritariamente utilizada pelas empresas que importam trigo, segundo Sohsten.

O diretor de Operações do Porto do Recife, Carlos Vilar, aponta a burocracia como a principal responsável pelo equipamento ainda estar quebrado. “Em março, fizemos uma licitação para consertar a balança. No entanto, quando a empresa abriu o equipamento constatou que existiam mais problemas do que o previsto para serem consertados, o que deixaria o preço do serviço mais caro. Por isso, a concorrência foi suspensa. Agora, uma empresa vai nos entregar um novo preço para o conserto amanhã”, conta Vilar. Ele acrescenta que a estatal tem recursos em caixa para pagar pelo conserto, mas ainda não tem o preço exato do serviço.

No mês passado, o Porto do Recife movimentou 1,2 milhão de toneladas de granéis sólidos, dos quais cerca de 600 mil toneladas foram pesadas na balança do silo da Ceasa. Antes da principal balança, as duas eram utilizados pelos clientes quando o porto recebia vários navios simultaneamente.

Fonte: Jornal do Commecio (PE)

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Fortaleza cresce 37% na movimentação de contêiner e 12% na movimentação geral




O Porto de Fortaleza atingiu neste primeiro semestre de 2013 crescimento de 37% na movimentação de contêineres e 12% na movimentação geral de cargas em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o Presidente da Companhia Docas do Ceará (CDC), Paulo André Holanda, o ano de 2012 já foi um ano recorde na movimentação. O Porto registrou cerca de 4,5 milhões de cargas importadas e exportadas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Trabalhadores cruzam os braços no Porto de Maceió



Devido ao perigo de incêndio pelo uso constante de fósforo e fagulhas de solda, no Porto de Maceió, cerca de 250 operários da Empresa Tomé Ferrostaal que começou a funcionar em Maceió há poucas semanas, paralisou as atividades nesta segunda-feira em protesto pelo não pagamento do adicional de periculosidade aos trabalhadores.  

sexta-feira, 26 de abril de 2013

MP dos Portos divide os segmentos




Depois de 11 semanas de discussões, a Medida Provisória (MP) 595/2012, que trata da exploração e atividades dos portos, foi aprovada por deputados e senadores em comissão mista na última quarta-feira, mas sem alcançar consenso, nem dentro, nem fora do Congresso. Para os empresários do setor portuário, o saldo alcançado com o texto, que ganhou mais de 150 mudanças durante o período de análise, é positivo. Já o governo e o segmento logístico desaprovam parte do conteúdo, sinalizando que ainda há vetos e mudanças pela frente, agora que a MP segue para análise nos plenários da Câmara e do Senado.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Trabalhadores avulsos custam até quatro vezes mais que vinculados


Os trabalhadores avulsos de bordo chegam a custar até quatro vezes mais ao terminal arrendado do que os funcionários com vínculo empregatício do terminal privado, afirma o consultor Nelson Carlini. Ele é também o presidente do conselho de administração da Logz Logística Brasil, um fundo de investimentos que tem na carteira tanto terminais em portos públicos quanto fora.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Governo aceita flexibilizar Medida Provisória e atende Suape

Humberto reuniu a bancada pernambucana para discutir termos de emenda. 
Foto: André Corrêa
Depois de muitas idas e vindas, o governo federal decidiu atender em parte a reivindicação do governo de Pernambuco a respeito da autonomia do Complexo Portuário Industrial de Suape. O senador Eduardo Braga (PMDB-AM) incluiu em seu relatório da Medida Provisória 595, a MP dos Portos, uma emenda no texto original garantindo a flexibilização pleiteada pelo governador Eduardo Campos (PSB). Das 650 emendas apresentadas pelo Congresso Nacional 168 foram acatadas. 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Portuários anunciam greve em protesto à MP dos Portos




Diante do impasse na negociação da Medida Provisória 595, conhecida como MP dos Portos, os trabalhadores do setor convocaram uma greve de 24 horas para a próxima quinta-feira (18). Segundo o presidente da Federação Nacional dos Estivadores Wilton Ferreira Barreto, não houve consenso entre os sindicatos e o relator do projeto, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

terça-feira, 5 de março de 2013

DEM quer a extinção do Ogmo



O PT diz que é bom do jeito que está. O PMDB diz que vai acolher ajustes sem que alterem a essência. O PSDB afirma que novos gargalos logísticos serão criados. E o DEM quer a extinção de um “anacronismo” do atual marco regulatório dos portos, o Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo).


Para o líder dos Democratas, José Agripino (do Rio Grande do Norte), deve-se suprimir, da Medida Provisória (MP) 595/2012, o Ogmo. “Uma entidade anacrônica, cuja existência não se traduz em benefícios concretos para o país, nem mesmo para os trabalhadores portuários”, garante.
Para desespero das lideranças sindicais dos portuários, Agripino afirma que a experiência com os terminais de uso privativo (TUPs) demonstra que não se concretizaram os "cenários catastróficos" de opressão dos trabalhadores portuários. E que os contratados nessa modalidade têm maior proteção, capacitação e salários que os contratados via Ogmo.
Já o PT, por meio do líder do partido no Senado, Wellington Dias (de Piauí), só enxerga cenário positivo em torno da MP 595, citando, por exemplo, o diálogo que o governo federal abriu com os trabalhadores portuários. Só esquece o parlamentar de que esse canal só foi aberto depois de uma greve dos portuários no dia 22 de fevereiro último.
Dias acredita que após a definição do novo marco regulatório portuário, o governo cumprirá o compromisso de ampliar investimentos nos portos públicos. E contabiliza que o valor poderá chegar a R$ 6,4 bilhões que seriam utilizados para melhorar a infraestrutura e facilitar o acesso aos portos, com a construção de ferrovias e rodovias.
Pessimismo

O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes (SP), levanta outra questão: o problema dos contratos celebrados antes da edição da Lei 8.630/1993, e ainda não adaptados a esta norma, que agora foi integralmente revogada pela MP. A renovação, defende o senador tucano, desses contratos evitará que o país não sofra grandes prejuízos em seu comércio exterior. O contrário fará com que o "gargalo" logístico no País se acentue ainda mais, provocando grandes dificuldades para o escoamento das colheitas e outros produtos essenciais à nossa pauta de exportações, como minérios e petróleo.
Audiências

A comissão mista que analisa a MP 595/2012 realiza nesta terça (5/03) e quarta (6) audiências com representantes sindicais dos portuários. E nos dias 12 e 13 próximos, serão os representantes das empresas portuárias, dos usuários dos portos e de especialistas apresentarem suas posições. A agenda das audiências fecha com o governo federal, no dia 20.
* Com informações da Agência Senado
http://www.portogente.com.br

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Medida Provisória 595






O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL) disse nesta segunda-feira (18) que a Medida Provisória 595, que modifica o modelo de exploração de portos no país, poderá sofrer "alguns ajustes".

Bernardo Figueiredo afirmou ainda que não acredita que os protestos dos trabalhadores dos portos avancem porque a proposta não traz prejuízo à categoria.

"Acho que a lei pode ter alguns ajustes, mas os conceitos foram bem recebidos", disse ele a jornalistas ao deixar o Itamaraty, onde apresentou, ao lado de ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e do chanceler Antonio Patriota, as bases dos projetos de infraestrutura brasileiros ao corpo diplomático.

A medida provisória foi editada em dezembro e faz parte do plano do governo federal de conseguir investimentos de 54,2 bilhões de reais para portos até 2017, em meio a um esforço para garantir uma redução superior a 20 por cento no preço do frete no Brasil.

A principal reclamação dos sindicalistas é que a MP fragiliza as relações trabalhistas, flexibilizando as exigências feitas para empresas que vierem a operar dentro das áreas de portos públicos. Os trabalhadores ameaçam paralisar portos caso o texto não seja alterado.

Nesta segunda-feira, como parte dos protestos contra a MP 595, um grupo de trabalhadores invadiu um navio chinês no Porto de Santos.

Fonte: Reuters / Ana Flor



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Trabalhador Portuário

Trabalhadores do setor portuário podem entrar em greve




Representantes de trabalhadores do setor portuário pediram nesta quinta-feira (14) ao governo federal mais discussão sobre as mudanças introduzidas pela Medida Provisória (MP) 595/2012, que trata da reestruturação do setor. Na próxima semana, os trabalhadores vão fazer plenárias para definir se entrarão em greve.

“Todo mundo sabe que se estivador não quiser trabalhar, não tem como nem importar nem exportar nada”, disse o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, após reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Segundo ele, o novo sistema vai “matar” os portos públicos e irá prejudicar os trabalhadores no futuro.

“Realmente, o governo não mexeu nos direitos dos trabalhadores agora, mas, na medida em que você tem um porto privado ao lado de um porto público, ele vai quebrar o porto público, porque o porto público tem um custo maior e todos os direitos dos trabalhadores serão perdidos”, disse.

A Medida Provisória 595/2012, em tramitação no Congresso Nacional, deverá ser analisada até o dia 17 de março, quando começa a trancar a pauta. A matéria recebeu 646 emendas no Senado e será analisada por uma comissão parlamentar mista que deve ser instalada nos próximos dias.

A ministra Gleisi Hoffmann explicou que o objetivo da MP é dar competitividade ao setor portuário brasileiro e reduzir o Custo Brasil. Segundo ela, o governo acredita na competitividade dos portos públicos. “Do jeito que vocês falam, parece que o nosso porto é ineficaz, caro, demorado e que não vai aguentar uma competição. Eu não aposto nisso, eu acredito nos portos brasileiros e sei que eles vão encarar bem a competição e a modernização que é tão necessária”, disse a ministra.

Gleisi também garantiu que os direitos dos trabalhadores não serão afetados com as mudanças, pois os mesmos pontos da legislação atual foram mantidos. O ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, disse que a MP estabelece metas para a gestão dos portos. Segundo ele, o governo poderá mudar pontos da medida que prejudiquem os trabalhadores.

Durante a reunião, que pôde ser acompanhada pelos jornalistas, o presidente da Federação Nacional dos Estivadores, Wilton Ferreira, pediu a criação de um canal de negociação entre governo, empresários e trabalhadores para tentar solucionar os entraves da MP. Segundo ele, as mudanças poderão prejudicar os trabalhadores dos portos públicos por permitirem uma migração das cargas para os portos privados. “O trabalhador prima pelo seu pão de cada dia. Todo plano de logística do governo é muito bonito, mas hoje os portos funcionam da maneira que está e não são o gargalo do país”, disse

O plano de incentivos lançado pelo governo em dezembro do ano passado prevê investimentos de R$ 54,2 bilhões no setor portuário brasileiro, a maior parte do setor privado. A previsão é beneficiar 18 portos com a medida.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Justiça do Trabalho anula o TAC firmado entre Ogmo e Ministério Público



Em mais um capítulo de uma acirrada disputa trabalhista que já entra em seu sétimo ano, a Justiça do Trabalho de Santos deu ganho de causa aos sindicatos portuários tornando nula a obrigatoriedade no descanso de 11 horas entre duas jornadas de serviços, na escalação diária dos quase 7 mil trabalhadores avulsos, registrados e cadastrados, administrados pelo Orgão Gestor de Mão de  Obra de Santos (Ogmo). Proferida pela juíza titular da 6 Vara, Adalgisa Lins Dornellas Glerian, em 19 de dezembro, a sentença foi publicada na última quinta-feira.
A imposição do intervalo está prevista no Termo de Ajustamento e de Conduta firmado entre o Ministério Público do Trabalho e o Ogmo em 2006, que tem como principal objetivo dificultar a dobra nos períodos de trabalho, salvo nos casos considerados excepcionais. Implantada somente em maio de 2012, a medida acabou gerando muita polêmica e descontentamento entre os trabalhadores que ameçaram paralisar as atividades no cais santista.
Na ocasião, a controvérsia a respeito dos inúmeros atrasos e paralisações parciais das operações estabeleceu uma verdadeira queda de braço, tendo de um lado o MPT e o Ogmo acusando os trabalhadores de uma suposta greve, e do outro os sindicatos laborais afirmando que os serviços ficaram prejudicados em razão dos erros na escalação que passou a ser informatizada, exigência também prevista no TAC.
Com o acúmulo de prejuízos, inclusive com o desvio de navios para outros portos, o embate monopolizou as atenções dos vários agentes do seguimento, motivando a interferência do TRT 2 Região que, após constatar inúmeras falhas no sistema do Ogmo, estabeleceu prazo para os ajustes necessários. O Tribunal também determinou a abertura de negociações entre sindicatos e MPT visando o regramento das excepcionalidades, cujas reuniões ainda acontecem regularmente.
Para o presidente do Sindicato dos Empregados na Administração Portuária (Sindaport), Everandy Cirino dos Santos, a Justiça do Trabalho interpretou a legislação de forma justa e correta. “Não há qualquer dúvida quanto ao texto da lei que versa sobre a obrigatoriedade do descanso entre as jornadas, assim como não deve haver, no mesmo texto, quanto as regras de excepcionalidades que forem pactuadas entre o capital e o trabalho”. Jozimar Bezerra de Menezes, presidente do Sindicato do Bloco tem a mesma opinião.”O Ministério Público está usando dois pesos e apenas uma medida, ou seja, o intervalo é obrigatório enquanto as situações excepcionais simplesmente são ignoradas”.
Guilherme do Amaral Távora, presidente do Sindicato dos Operadores de Guindastes e Empilhadeiras (Sindogeesp), acredita que o embate jurídico poderia ter sido evitado. “A legislação remete à negociação coletiva o entendimento do que deve ou não ser considerado excepcional, e isso os sindicatos e os empresários pactuaram em vários instrumentos de trabalho”. Outro que comemora é Adilson de Souza, presidente do Sindicato dos Consertadores. “A Justiça do Trabalho de Santos está de parabéns, sobretudo por ter mantido as garantias e as conquistas dos trabalhadores que foram devida e legalmente celebradas através dos vários acordos, contratos e convenções coletivas de trabalho”.
Rodnei Oliveira da Silva, que preside o Sindicato dos Estivadores de Santos, diz que, “trata-se de uma vitória incontestável pela qual estão de parabéns todos os advogados que representam as entidades laborais, além dos companheiros que acreditaram no nosso trabalho”. Marco Antônio Sanches, presidente do Sindicato dos Conferentes, também comemora. “Creio que o judiciário tenha levado em consideração os conceitos básicos de um processo negocial, onde as partes se ajustam de comum acordo”. A nulidade do TAC refere-se apenas a cláusula do intervalo de 11 horas, não modificando as demais.
De acordo com o advogado e patrono da ação, Eraldo Franzese, um dos fatores mais importantes da decisão foi a legitimação do capital e do laboral em estabelecer as normas coletivas como um todo. “Sob o ponto de vista jurídico, foi um grande avanço, sobremaneira se considerarmos que no entendimento da juíza o Ministério Público não tem competência para regular a matéria, intervir ou ditar as regras, inclusive as de exceção”. Válida para todos os sindicatos portuários, a sentença terá eficácia 48 horas após o trânsito em julgado. Cabe recurso.
Fonte: Diário do Litoral (Santos)

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Contrários à privatização, portuários ameaçam entrar em greve


Os portuários estão em alerta diante da iminente possibilidade de mudança no modelo de concessão dos portos. Para discutir o assunto e planejar uma possível paralisação, avulsos e empregados da Codesp vão se reunir em assembleia nesta quinta-feira, no Sindicato dos Empregados na Administração Portuária, (Sindaport), a partir das 9 horas.


A convocação está sendo feita pela Unidade Portuária do Estado, integrada pelos sindicatos representativos das categorias portuárias.  O presidente da entidade sindical, Everandy Cirino dos Santos, que é também vice-presidente da Federação Nacional dps Portos, está apreensivo com as mudanças previstas no setor portuário.



"Infelizmente, a presidente Dilma está indo contra tudo o que o seu antecessor fez. Enquanto Lula retirou as companhias docas do Programa Nacional de Desestatização, criou a Secretaria Especial de Portos (SEP) e determinou o envio de recursos para o Portus, Dilma vem na contramão querendo acabar com as companhias docas, fazendo intervenção em nosso fundo de pensão e querendo entregar o setor totalmente para a iniciativa privada", disse o sindicalista.



Conforme salientou, a assembleia contará com a presença dos dirigentes sindicais e representantes das três federações (Federação Nacional dos Portuários - Federação Nacional dos Estivadores - Federação dos Conferentes, Consertadores, Vigias e Trabalhadores de Bloco).



Cirino entende que, se a gestão dos portos e a administração das Companhias Docas estão ruins, a presidente deveria ter feito alterações assim que assumiu o cargo. Segundo ele, apenas um ou outro porto teve mudança em seu comando. "Se ela manteve as diretorias das Companhias Docas é porque estava de acordo com a administração como um todo. Agora é fácil dizer que o setor portuário tem que mudar e se espelhar nos portos europeus”.



Outro assunto polêmico a ser abordado na assembleia de quinta-feira é a possível extinção dos Conselhos de Autoridade Portuária (CAP) e dos Órgãos Gestores de Mão de Obra (Ogmos).



Apesar da ministra-chefe da casa Civil, Gleisi Hoffmann, ter dito na semana passada que os órgãos não serão extintos, especula-se que a exclusividade mantida pelos trabalhadores inscritos no Ogmo deixará de existir com as mudanças anunciadas pelo Governo.



Fonte: A Tribuna