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segunda-feira, 30 de maio de 2016

RECEITA POR CONTÊINER TRANSPORTADO CAI NO PRIMEIRO TRIMESTRE



SÃO PAULO - Os maiores armadores de contêineres do mundo continuaram enfrentando redução dos valores de fretes marítimos no primeiro trimestre de 2016. A receita por Teu (contêiner padrão de 20 pés) da Maersk Line, por exemplo, maior transportadora marítima do mundo, saiu de US$ 1,417 mil de janeiro a março de 2015 para US$ 1,053 mil no mesmo intervalo deste ano.
A receita por Teu da CMA CGM caiu de US$ 1,297 mil no primeiro trimestre de 2015 para US$ 1,068 mil.
Na Hapag Lloyd, a queda na mesma base de comparação foi de R$ 1,410 mil para US$ 1,207 mil. Em todos os casos a receita por Teu no primeiro trimestre de 2014 foi maior que em 2015. Na Hanjin a receita por Teu foi de US$ 1,648 mil em 2015 para US$ 1,187 mil em 2016.
A derrubada dos fretes deriva do excesso de capacidade ociosa no transporte marítimo, após a corrida da indústria da navegação por navios cada vez maiores, muitos dos quais saíram dos estaleiros num cenário de queda de demanda de volumes de alguns mercados — como, mas não apenas, o do Brasil.
Fonte: https://www.portosenavios.com.br

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Pesagem obrigatória de contêineres de exportação

Nova regra de pesagem de contêineres envolve toda a cadeia de produção



No meio do transporte marítimo internacional de cargas conteinerizadas, uma das grandes preocupações é a entrada em vigor em 1º de julho de 2016, da obrigatoriedade de verificação do peso bruto de cada contêiner com exportação, nos países signatários da Convenção SOLAS (Safety of Life at Sea ou Segurança da Vida no Mar). O Brasil incluído. 

A citada convenção foi modificada pela IMO – International Maritime Organization em 2014, estabelecendo a chamada Gross Weight Mass ou VGM. As discussões no Brasil ainda estão mais na