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quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Primeira operação de abastecimento de LNG em alto mar


O navio Coralius, de abastecimento de LNG, da empresa finlandesa Skangas (controlada pela estatal Gasum) realizou a primeira operação de abastecimento de LNG em águas internacionais, entre a Dinamarca e a Suécia. O navio tanker de transporte de produtos químicos Fure West, da operadora sueca Furetank, recebeu o abastecimento. 

O presidente da Skangas, Kimmo Rahkamo, comentou que a operação de bunkering do Fure West, realizada entre navios em alto mar comprovou que o Coralius realiza as operações para as quais foi construído. O abastecimento ship-to-ship em alto mar marca uma nova etapa na história das operações de bunker.
O navio Coralius, em sua viagem inaugural, inicia uma nova rotina de abastecimento ship-to-ship em alto mar. O LNG (gás natural liquefeito) é o combustível marítimo mais limpo (em emissões poluentes) e vem sendo usado de forma crescente em navios de todos os tipos por ser alternativa econômica para empresas comprometidas com redução das emissões de carbono.

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Costa Cruzeiros inicia construção do mega navio 'Costa Smeralda', o primeiro da frota movido por GNL


A construção do primeiro novo mega navio da Costa Cruzeiros movido por Gás Natural Liquefeito (GNL) teve início nesta terça-feira, 13 de setembro, no estaleiro Meyer, em Turku, na Finlândia. Na ocasião foi realizada a cerimônia de corte de aço.
O novo mega navio será entregue em outubro de 2019 e se chamará "Costa Smeralda". O nome foi escolhido após um acordo firmado entre a empresa italiana e o Consórcio Costa Smeralda, que desenvolve e promove a região da Costa Esmeralda (principal área turística da Sardenha) e proprietária da marca Costa Smeralda.
O navio "Costa Smeralda" terá mais de 180 mil toneladas, 2,6 mil cabines e capacidade para embarcar aproximadamente 6,6 mil passageiros.
"Decidimos nomear o novo navio da frota Costa em homenagem a um dos destinos mais encantadores e famosos da Itália. A Costa Esmeralda é um lugar excepcionalmente bonito que combina toda a excelência que a Itália tem para oferecer com o fascínio e o glamour conquistado ao longo dos anos”, diz Neil Palomba, presidente da Costa Cruzeiros.

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Vazamento de óleo no cais santista pode acarretar multa de até R$ 250,7 mil


O derramamento de cerca de 100 litros de óleo no Porto de Santos, na madrugada do último domingo (10), poderá acarretar multa de até R$ 250,7 mil aos responsáveis pelo acidente. A decisão, de acordo com informações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), deverá sair até o meio desta semana.
O acidente ocorreu porque uma mangueira estourou quando uma empresa fazia a retirada de resíduo de óleo do tanque do navio mercante Amber Champion, com bandeira de Hong Kong.
A embarcação, que faz transporte de açúcar, estava atracada no cais do Armazém 19. A Marinha informa que ficou sabendo do problema por intermédio da Capitania dos Portos às 3h30. Na sequência, peritos foram enviados ao local.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Furacão Harvey paralisa o coração da infraestrutura energética dos EUA

Companhias de seguros temem que os danos causados a Houston igualem o custo do furacão Katrina


A região metropolitana de Houston, a quarta maior dos Estados Unidos e com uma economia que se coloca entre as 25 mais ricas do mundo, está inundada e continua chovendo. O impacto do furacão Harvey, o mais forte a atingir o Texasdesde o Rita em 2005, também se fará sentir no resto do país. Dois dos maiores portos do continente foram fechados na segunda-feira, dia 28 de agosto, e 15% da capacidade de refino de petróleo nos EUA está suspensa.

As petroleiras estão começando a fazer uma avaliação dos danos. O Texas é um centro vital na infraestrutura energética dos EUA, com cerca de 30% da capacidade de refino. O Harvey também forçou o fechamento temporário das plataformas de extração de petróleo e gás natural no golfo de México. Calcula-se que 22% da capacidade de produção da região esteja suspensa.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Corpus Christi’s Storm-Ravaged Energy Industry Begins Slow Recovery

The Paragon Offshore drillship PARAGON DPDS1 (former Noble Phoenix) broke its moorings and ran aground during Hurricane Harvey near the entrance to the port of Corpus Christi, Texas. Picture taken August 31, 2017. U.S. Coast Guard/Petty Officer 2nd Class Cory J. Mendenhall/Handout via REUTERS


Oil refiners and port facilities in Corpus Christi, Texas, are making strides resuming operations but Houston and other Gulf Coast energy hubs are still flooded by Hurricane Harvey, officials said on Thursday.
Their efforts – which could take weeks to be fully complete – will need to be repeated across a broad swath of coastal Texas and Louisiana before America’s oil and fuel production can fully recover from deep cuts caused by the storm’s record flooding.

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Primeiro navio de passageiros a metanol entrou ao serviço na Alemanha

Já foi baptizado e entrou ao serviço, em Essen, a Capital Verde da Europa 2017, o primeiro navio de passageiros alimentado a metanol, que não tem impacto sobre o ambiente, segundo a empresa promotora do projecto



O MS innogy tornou-se no primeiro navio alimentado a metanol na Alemanha a entrar ao serviço, como navio de passageiros, refere o World Maritime News. A cerimónia formal de baptismo do navio ocorreu no Lago Baldeney, em Essen (Alemanha), que este ano conquistou a distinção de Capital Verde da Europa.
Segundo informa a innogy SE, a empresa que promove este projecto, o navio é alimentado por uma célula de combustível de etanol (um álcool líquido de elevada densidade energética), e não tem qualquer impacto no ambiente porque toda a energia necessária provém de fontes renováveis.
Segundo a empresa, o CO2 é filtrado do ar envolvente e convertido em metanol com auxílio de electricidade e água, numa instalação de 2×2 metros. Em contrapartida, uma célula de combustível utiliza o metanol para produzir electricidade a bordo e abastece um motor eléctrico apoiado por uma bateria. Quando em utilização, o mecanismo só liberta o volume de CO2 que é filtrado do ar para produção de metano.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Sem escolta da Policia Rodoviária Federal, carga especial fica parada.



Na fábrica da Weg em Joaçaba (SC), carretas com 20 metros de comprimento, 3,20 metros de largura e três pré-distribuidores de energia estão paradas desde o dia 18 de julho. Carregadas com os equipamentos produzidos para uma usina hidrelétrica em Santa Helena de Goiás (GO), elas precisam ser acompanhadas por batedores da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no trajeto de 1.350 quilômetros, sobretudo em estradas não duplicadas.
Sem dinheiro para gasolina e diárias dos policiais durante a viagem, prevista para durar 12 dias, a PRF suspendeu os acompanhamentos a essas cargas especiais, entre outros serviços. Para cada um dos pré-distribuidores seriam recolhidos R$ 11 mil, pagos à PRF. As guias, porém, não puderam ser emitidas porque o sistema foi tirado do ar.
Em Jaraguá do Sul (SC) e nos portos de Itajaí (SC) e Pecém (CE), a situação se repete: são mais 36 geradores para parques de energia eólica que estão prontos ou começaram a fazer navegação de cabotagem e ficaram parados no caminho. “Tentamos várias alternativas, mas nenhuma delas foi atendida”, afirma Clécio Zucco, diretor de logística da WEG. Entre elas, negociações dos sindicatos de transportadoras com a PRF, mandados de segurança impetrados e orçamentos de escoltas privadas, não autorizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT). “Os clientes começam a falar em cobrar multas por descumprimento de contrato.”

terça-feira, 25 de julho de 2017

Energias renováveis – tendência que veio para ficar



A geração de energias por meio de fontes com menor impacto ambiental e economicamente mais viável é uma tendência cada vez mais pertinente, tendo em vista o crescente aumento de emissão de dióxido de carbono (CO2), o principal gás causador do efeito estufa, e o risco de lapso do setor elétrico atual. Existem comprovadas e preocupantes deficiências no fornecimento de energia elétrica em Chapecó e grande Oeste e o uso de energias limpas pode ser uma solução para o problema.


No Brasil, a matriz energética, em sua grande parte, possui a energia renovável presente principalmente de fontes hídricas. De acordo com o diretor de Relações Institucionais e coordenador do Núcleo de Sustentabilidade da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (ACIC), Nelson Eiji Akimoto, o grande desafio é ampliar o uso de energia renovável, de preferência com a energia eólica e solar, para substituir os combustíveis fósseis e nucleares. 
Além disso, usar os reservatórios de água como baterias. “A energia eólica e solar são hoje encaradas como complementares e muito importantes, pois com a evolução tecnológica e a escala que o uso tem atingindo, vem se tornando economicamente viável”, pontuou.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Suape e Crea promovem palestra no Centro Administrativo



A Empresa Suape e o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Pernambuco (Crea-PE) promoveram sexta-feira (29/4) o seminário: “Regularização e Aplicação de Normas de Engenharia e Meio Ambiente – Responsabilidade dos Gestores de Contratos”. O evento teve como objetivo repassar para as empresas do território do Complexo de Suape as responsabilidades que os gestores tem que cumprir para seguir as normas de engenharia e meio ambiente. 

O evento, que aconteceu no Centro Administrativo do Complexo, recebeu cerca de 50 pessoas. Entre elas, estiveram presentes 16 representantes de empresas do território de Suape, como: Vard Promar, Duratex – Deca, CRS Brands, Aguilar y Salas Brasil, Bunge Margarina, Cristalpet, M&G Suape, Coca-cola, LM Windpower, Mexichem, Fedex Brasil e Frompet.

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Fonte: http://www.suape.pe.gov.br


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Complexo de Suape estuda implantação de parque Eólico




Por Sabrina Medeiros

De olho nas oportunidades de negócios para o setor eólico, o Complexo Industrial Portuário de Suape participou de 1º a 3 de setembro do evento Brazil Windpower 2015, que aconteceu no Rio de Janeiro. Este foi o 4º ano consecutivo que Suape participa como expositor na feira, considerada a maior da América Latina no setor de energia eólica.
Fonte: http://www.suape.pe.gov.br

sexta-feira, 17 de abril de 2015

NAVIOS QUE ABASTECIAM EM SUAPE PRECISAM REPROGRAMAR VIAGEM E VÃO PARA SANTOS


Os erros cometidos pelo governo federal na gestão energética do País estão atingindo um alvo inusitado: os navios de grandes transportadoras que operam em Pernambuco. Há seis meses a Petrobras não disponibiliza o bunker – óleo combustível para as embarcações – no Complexo Industrial Portuário de Suape. O motivo, segundo a estatal, é o direcionamento do produto para atendimento às termelétricas.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Leilão de solar atrai 36 usinas


O Estado de Pernambuco realizou ontem, às 16 horas (horário de Brasília), um leilão específico de energia solar para o mercado livre, no qual o preço máximo será de R$ 250 por MWh. A iniciativa do governo pernambucano foi bem recebida pelo setor, que ainda não é competitivo no Brasil. Os custos dos painéis são relativamente altos quando comparados, por exemplo, às torres eólicas, fonte que predomina nos leilões do governo federal para o mercado regulado.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O saldo político do leilão do pré-sal



A resposta política ao leilão do primeiro campo do pré-sal no Brasil desvendou uma bandeira com forte potencial de exploração na agenda eleitoral de 2014. O desfecho da licitação sem concorrência, “vencida” pelo consórcio formado pela Petrobras e quatro empresas estrangeiras, foi alvo de críticas do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), da ex-senadora Marina Silva (PSB) e do senador Aécio Neves (PSDB), possíveis adversários da presidente Dilma Rousseff (PT) no próximo ano. A petista, por sua vez, já ensaia discurso de reação – com chances de capitalizar o tema em seu favor.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Em Suape, Petrobras confirma início da operação da Refinaria Abreu e Lima para novembro de 2014




O diretor corporativo da Refinaria Abreu e Lima, João Aquino, disse ao Blog de Jamildo, nesta quinta-feira, em Suape, que a obra fica pronta de todo jeito em 2014, depois de vários adiamentos no cronograma da obra. A coluna eletrônica participou nesta quinta-feira de uma visita oficial ao empreendimento.
“A refinaria começa a operar em novembro do ano que vem. É a data que vamos acender os fornos para valer. Já no fim deste ano de 2013 estaremos com mais de 90% das obras concluídas. Podemos dizer que trata-se de um planejamento exequível. O prazo é bem factível porque os cronogramas não foram feitos em gabinetes, mas sim aqui dentro da obra”, observou o executivo.
Neste momento, a refinaria acaba de concluir a subestação de energia que dará suporte a obra. A refinaria não vai nem pode depender da Celpe. Com a energia que vai produzir no projeto, daria para abastecer uma cidade de cerca de 500 mil habitantes.
A empresa diz que as obras continuam até pelo menos 2016, quando a refinaria estará produzindo a todo vapor.
A obra é gigantesca. São 630 hectares de área. De acordo com a empresa, na obras, já foram movimentados 24 milhões de metros cúbicos de terra.
Nesta fase, as obras estão empregando cerca de 40 mil trabalhadores e o número deve começar a cair progressivamente. No pico, a refinaria já empregou cerca de 50 mil operários. Para matar a fome do batalhão de operários, são servidas ainda 65 mil refeições ao dia. Quando estiver em operação, a refinaria deve dar emprego a cerca de mil trabalhadores.
O executivo contou ainda ao Blog de Jamildo que o projeto da refinaria já nasce com a possibilidade de ampliação, dos 230 mil Bpd (barris de petróleo por dia) para 380 mil ou 400 mil bpd. Obviamente, que a decisão depende da evolução do mercado interno. No passado, por motivos econômicos, a política da empresa sempre privilegiou a ampliação de unidades já em produção, no lugar de partir para uma nova unidade. Para que se tenha uma ideia, a refinaria do Nordeste já era planejada desde 1985, mas a empresa decidiu pela ampliação da unidade de Mataripe, na Bahia, por motivos econômicos.
“A refinaria de Pernambuco não saiu antes porque não foi demandada. O Brasil não crescia. Os pequenos aumentos de demanda da região eram atendidos pelas (expansões) das unidades que já existiam”, explicou.
Risco de vazamentos
Com o início das operações, os pernambucanos vão ser apresentados a uma ameaça concreta que vem junto com os empregos e a geração de renda no Estado. Os riscos de vazamento de óleo serão reais. A empresa diz que está preparada para eventualidades, mas acidentes podem ocorrer, até mesmo no Estado-sede da empresa, no Rio de Janeiro.
“A segurança é uma religião para nós. Gasolina pode pegar fogo e gases podem explodir”, diz João Aquino.
No caso de Suape, um eventual dano é mais grave porque a refinaria está sendo construída próximo a um pólo turístico.
“Há um plano de contenção, para o caso de vazamentos. Para o caso de acontecerem, o óleo não chegar às praias. A empresa prevê a colocação de barreiras, com embarcações para sugar o óleo e jogar dispersantes”, explica o executivo.
Não tem como não ter esses riscos porque petróleo, em grande volumes, tem que ser transportado por navios e navios precisam de portos. O melhor ponto da costa, no Nordeste, era Suape, depois de a empresa ter pesquisado ainda Pecém, no Ceará, e Itaqui, no Maranhão.
João Aquino conta, inclusive, o dia em que lhe falaram pela primeira vez da localização do projeto, junto ao balneário de Porto de Galinhas, conhecido por suas águas mornas nacionalmente. “Vocês beberam?, eu perguntei. Fazer um projeto desta magnitude na vizinhança tão especial, como um centro turístico. Para a empresa, era mais um desafio”, rememora.
Água é o maior problema para o futuro
O diretor corporativo da Refinaria Abreu e Lima admitiu que o maior problema, para o futuro da refinaria, é mesmo a questão hídrica. O problema ocorre porque uma obra desta natureza precisa de muita água, em especial para realizar o resfriamento de algumas unidades.
“É uma grande preocupação, de fato, porque uma refinaria bebe água, muita água, no processo produtivo”.
Nesta quarta-feira, sem alarde, a Petrobras manteve uma reunião com a Compesa, para tratar justamente do assunto, em tempos de racionamento de água na Região Metropolitana do Recife. Segundo o executivo, a estatal demonstrou que terá condições de atender a demanda da refinaria.
Atualmente, a obra recebe água de Bita e Utinga, dois mananciais que já atendem o porto de Suape e estão operando hoje no limite da capacidade. Por isto, a ideia é que a refinaria possa ter um reforço com captação no Rio Ipojuca, com a nova barragem anunciada pela Secretaria de Recursos Hídricos, chamada Engenho Maranhão.
A demanda de água bruta da refinaria será de 1,5 mil metros cúbicos por dia. “A gente sabe que a situação está crítica, por isto conversamos sobre o futuro, sobre o que pode ser feito junto”
No futuro, a empresa não descarta a possibilidade de usar água do mar, por meio de dessalinização. “O Velho Chico já está esgotado, os mananciais locais, também. Quando não tiver mais onde pegar água, vamos ter que usar água de onde tiver”, avisa.
Custo da refinaria
A Refinaria Abreu e Lima, em construção em Suape, é o maior investimento já planejado para Pernambuco. Seus contratos foram questionados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e investigados até por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A questão que se colocadou é quanto custará a refinaria, uma resposta que a Petrobras não tinha para para dar até recentemente. A companhia já admitiu não fazer a menor ideia desse número.
A Petrobras, apesar de ter controle estatal, se negava a prestar contas do dinheiro público. Ignorava repetidas vezes pedidos de informação. A tão sonhada refinaria é um mistério para o pernambucano.
Quando anunciado, em 2005, o custo do empreendimento mal ultrapassaria R$ 4 bilhões. No último orçamento divulgado pela Petrobras, chegou a R$ 26,7 bilhões, alta de R$ 3,7 bilhões diante do número que a própria companhia anunciou em dezembro de 2009.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Novas tecnologias levam turbinas eólicas para o alto mar



Construir um moinho de vento no meio do oceano é uma tarefa complicada e exige tempo e dinheiro. A torre tem de estar bem ancorada no fundo do mar, para garantir sua estabilidade e suportar as variações extremas dos ventos e das ondas. Sendo assim, os projetos só se tornam viáveis em profundidades inferiores a 50 metros.
No entanto, uma nova geração de turbinas eólicas não apresenta essas dificuldades.
Fonte: http://pedesenvolvimento.com/2013/02/16/32940/

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mais uma turbina de Suape II já pode gerar energia


UG 14 de usina pernambucana tem potência instalada de 22,4 MW. Aneel torna sem efeito autorização de operação comercial para UG1 da UTE Maranhão




A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou nesta quarta-feira, 30 de janeiro,o início da operação comercial da unidade geradora 14 da UTE Suape II, localizada na cidade de Cabo Santo Agostinho (PE). 

A UG 14 tem potência de 22,4 MW. 

A Aneel também aprovou o início da operação comercial da UG 1 da  UTE Chapadão Agroenergia, em Brejo Alegre (SP), que tem 44 MW de potência.

A Agência tornou sem efeito nesta quarta-feira o despacho emitido no último dia 28, que autorizava a operação comercial da UG 1 da UTE Maranhão.
Fonte: http://www.energiconsultoria.com.br/news