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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Antaq reduz tempo de análise de processos de outorgas na navegação


A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ reduziu o tempo médio de tramitação dos processos de outorgas de autorização nas áreas da navegação.
Entre janeiro e agosto de 2017, com relação à igual período de 2016, a redução nos tempos de tramitação dos processos de autorização atingiu 57% na navegação de apoio Marítimo, passando de 22 dias para nove dias.
Na cabotagem, o tempo para autorização caiu de 50 dias para 30 dias, o que significou redução de 30%. Na cabotagem porte bruto Inferior a 5.000 TPB, o tempo para autorização dos pedidos caiu de 69 dias para 13 dias, significando uma redução de 80%.
Com relação aos pedidos para obtenção do Pré-Registro de Embarcação em Construção, o tempo de autorização recuou 99%, saindo de 15 dias para 12 horas.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Porto de Suape integra rota para transporte de cargas de grande porte



As indústrias pernambucanas agora podem utilizar uma nova rota para transportar máquinas e peças de grande porte pelo Brasil. A empresa Aliança Navegação e Logística, que pertence ao grupo alemão Hamburg Süd deu início a uma rota nacional ideal para transportar máquinas, turbinas e pás eólicas, conhecidas como carga de projeto, por não caberem em contêineres. Até então, o transporte desse material era realizado por via terrestre ou em rotas marítimas internacionais.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

SEP buscará alternativas para finalização de obras em Suape



O Ministro dos Portos, Antonio Henrique Silveira, participou de reunião ontem, quarta-feira (16/10) com a Ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior e o Governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para tratar de questões referentes aos portos de Suape e Recife.

sábado, 11 de agosto de 2012

Plano de mobilidade objetiva aprimorar competitividade do Porto de Suape


Jaime Alheiros, diretor de Planejamento do Complexo Industrial Portuário de Suape explica que o projeto terá sua primeira fase implantada até o final de 2013 e estará totalmente em operação a partir de 2014.

“O custo de um ônibus fretado hoje varia entre R$ 13 e 17 mil por mês. Algumas empresas alugam em torno de 100 a 200 ônibus. O impacto financeiro sobre a carteira de negócios desse empresário é muito grande. Ofertar um sistema de transporte público eficiente e confortável permite a ele não considerar esses custos dentro de seu investimento. Isso torna o complexo mais atrativo para a instalação das empresas”, ressalta Alheiros, que esteve presente no Suape Business Meeting, da Amcham-Recife em 26/07.
Números apresentados pelo executivo durante o evento mostram que das 06h00 às 08h00 são transportados mais de 40 mil passageiros para Suape. Destes, 0,3% utilizam os ônibus de linha; 9% usam carros de passeio; e 90,7% vão nos ônibus fretados.
Para trabalhar este cenário, o ponto-chave do plano de mobilidade é a integração entre modais de transporte rodoviário e ferroviário. “Não adianta criarmos um caminho crítico que seria adotar apenas um modal para atender à alta demanda de Suape”, pontuou. Dessa maneira, todo o sistema será alimentado via Veículo Leve de Transporte (VLT) e integrado a linhas de ônibus convencionais, explica Alheiros.
O plano, em sua opinião, vem para auxiliar Suape a vencer um de seus principais desafios que é evitar concorrer com a infraestrutura das cidades próximas. “Desde a concepção do complexo foi pensada uma estrutura segregada, por isso este é praticamente um território separado dentro dos municípios do Cabo e de Ipojuca”.
Ele cita que, por exemplo, o complexo já possui estrutura elétrica e de abastecimento de água independentes dos municípios no entorno. O próximo passo é diminuir a interferência do fluxo de pessoas e mercadorias no trânsito da região.
O executivo avalia que o resultado do plano, quando estiver em operação, será imediato. “Um ganho será na flexibilidade. O trabalhador e a empresa não precisarão ficar presos a um horário de entrada e de saída dos funcionários. Assim, haverá uma diminuição nos momento de pico no trânsito, aliviando os engarrafamentos que ocorrem na região”, finalizou.
Amcham

terça-feira, 3 de abril de 2012

Maersk aumenta 30% preços dos fretes

A dinamarquesa Maersk Line, maior empresa de navegação do mundo no transporte de contêineres, está aumentando os fretes marítimos entre o Brasil e diferentes destinos como Europa, Ásia, Oriente Médio e Estados Unidos. Os aumentos se inserem em política de recomposição tarifária que busca tornar o negócio rentável depois de um 2011 em que a empresa registrou prejuízo de US$ 602 milhões em suas operações globais. Os reajustes nos fretes variam de acordo com a rota e os clientes mas, em média, ficam em cerca de 30%.

A situação de dificuldade não é exclusiva da Maersk, mas se estende a outras grandes linhas de contêineres em um cenário que combina excesso de capacidade em relação à demanda e alta de custos. Só o combustível dos navios, o bunker, que representa mais de 40% dos gastos das empresas de navegação, triplicou de preço nos últimos dois anos. "2012 vai ser um ano crítico para a navegação, globalmente, e o Brasil não é uma exceção", diz Peter Gyde, diretor-geral da Maersk Line no país.

A Maersk é a terceira do ranking na navegação de longo curso no Brasil, entre operações de exportação e importação, com cerca de 11% de participação de mercado, em média, em 2011, atrás de MSC e Hamburg Süd. No ano passado, a Maersk transportou 447.373 TEUs no país, sendo 50% na exportação e a outra metade na importação. No mundo, a Maersk transportou 16,2 milhões de TEUs no ano passado, o que lhe garantiu participação de mercado de quase 16%. Gyde diz que a empresa quer crescer no Brasil em linha com o mercado.

As novas tarifas da Maersk começaram a ser implementadas em março em algumas rotas. O frete de exportação para carga seca na linha Brasil-Europa aumentou US$ 300 por contêiner a partir de 1º de março. A partir deste mês, outros aumentos vão entrar em vigor, um deles na rota Ásia-Brasil, para cargas de importação, com alta de US$ 600 por TEU. A Maersk não fala de preços de fretes, mas estimativas de mercado indicam que uma carga do Brasil para Ásia fica em cerca de US$ 1,8 mil por TEU.

Roberto Prudente, diretor de vendas da Maersk para o Brasil, diz que os clientes têm as estatísticas e entendem que os valores cobrados nos fretes são reduzidos se for analisada a série histórica. Gyde acrescenta que o crescimento nos volumes de contêineres no Brasil vem desacelerando. Em 2011, o mercado total de contêineres no país, na navegação de longo curso, entre exportações e importações, cresceu 7%, em média, abaixo dos 20% de 2010 (ver tabela acima). E a perspectiva para 2012 é de um crescimento de 5% sobre o ano anterior.

A Maersk vê um crescimento menor nos volumes de importação e uma recuperação, embora em bases pequenas, na exportação. Em janeiro, o mercado total de contêineres no Brasil, entre exportação e importação, ficou em 316.870 TEUs, com alta de cerca de 4% sobre idêntico mês do ano anterior. Em janeiro de 2011, o crescimento havia sido de 7% sobre janeiro de 2010.

"O crescimento histórico no comércio de contêineres tem sido de três vezes o PIB [Produto Interno Bruto], mas agora está tendendo para duas vezes o PIB", afirma Gyde. A situação é ainda mais crítica quando se combina essa demanda menos vigorosa com uma oferta de capacidade que tem crescido nos navios. Os dois fatores exercem pressão sobre os fretes. E o aumento de custos, resultante da alta do petróleo, reduz a geração de caixa. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajida) da Maersk Line ficou em US$ 1 bilhão em 2011 ante US$ 4,5 bilhões, no ano anterior.

"O que estamos vendo é um excesso de capacidade na Costa Leste da América do Sul, em geral, e no Brasil, em particular", diz Gyde. Segundo ele, novas empresas de navegação de pequeno porte, sobretudo da Ásia, estão entrando em nichos no Brasil e, dessa forma, contribuindo para aumentar a oferta e a pressão sobre o mercado. Como resposta, os grandes armadores vêm fechando parcerias operacionais que consistem em dividir espaço nos navios e, por consequência, reduzir a capacidade disponível.

Gyde estima que já houve um corte de 10% na capacidade na maioria das rotas que serve a Costa Leste da América do Sul. A Maersk, que há dois anos não tinha associações com outros armadores, acertou parcerias nas operações que incluem o Brasil. Fechou acordo com as empresas Hanjin, Cosco e UASC na rota para a Europa. Também assinou parcerias para a Ásia, com os armadores CMA-CGM, CSAV, CSCL e HSUD, e para a América do Norte, com a CMA-CGM.

A redução na capacidade ofertada abre espaço para aumentar os preços dos fretes. Estima-se que hoje cerca de 6% dos navios de contêineres, o equivalente a 913 mil TEUs, esteja parada nos portos. No começo deste ano o percentual era de 3,9%. Em janeiro de 2010, o percentual da frota global parada chegou a 11,7%.

Fonte:Valor Econômico/Por Francisco Góes | Do Rio

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Suape Global


Projeto Suape Global recebe estudantes de engenharia


O Complexo de Suape recebeu, hoje (27), alunos dos cursos de engenharia da Escola Politécnica de Pernambuco – POLI/UPE.

A visita faz parte das ações do Grupo de Trabalho 4 (GT-4) do Fórum Suape Global, que tem suas atividades voltadas para as áreas de pesquisa, tecnologia e inovação.

Após palestra sobre o cenário de desenvolvimento de Suape e de Pernambuco, o grupo seguiu para conhecer de perto as obras da Refinaria Abreu e Lima, e à tarde realizou uma visita às instalações da fábrica de geradores eólicos Impsa.

O grupo foi recebido pelo diretor de Suape Global, Silvio Leimig, que ressaltou a “importância e valorização dos cursos de engenharia face ao desenvolvimento pelo qual passa o Estado e em especial Suape”.

O Coordenador do GT-4 e superintendente de Pesquisa e Pós—Graduação do ITEP, Geraldo Eugenio, explicou que o intuito do projeto é “aproximar os jovens universitários e os professores do conjunto de obras e das oportunidades de negócios que permeiam o Complexo de Suape”.

Fonte: http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/jcnegocios/2012/03/27/projeto-suape-global-recebe-estudantes-de-engenharia/

sábado, 31 de março de 2012

Em PE, Estaleiro Atlântico Sul inicia provas de mar do navio João Cândido



Técnicos do Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, no município de Ipojuca, no Litoral Sul do estado, iniciaram neste sábado (31) as provas no mar do Petroleiro João Cândido, a primeira embarcação produzida pelo estaleiro, do tipo Suezmax. A saída do cais foi realizada pela manhã, com ajuda de rebocadores. O João Cândido seguiu para a uma distância de quase nove quilômetros da costa.
No total, 120 técnicos estiveram a bordo do navio. As provas de mar incluem testes estruturais dos tanques de carga e a verificação das condições operacionais dos sistemas do navio. De acordo com a empresa, essas provas são uma rotina no processo de construção naval e devem durar cerca de duas semanas. Nos próximos testes, o petroleiro vai se deslocar ao longo da costa da região Nordeste, num trecho entre as cidades de Natal e Maceió, em data ainda não divulgada.

Depois da fase de testes, serão feitos os ajustes finais no navio para que ele seja entregue à Transpetro. O lançamento oficial do petroleiro ao mar aconteceu em março de 2010, com a presença do então presidente Lula. Na época, o navio foi levado para o cais onde foi finalizado.