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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Estaleiro Atlântico Sul se prepara para entregar mais um navio (PE)

Temos um navio concluído e que será entregue na próxima quinta-feira

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) irá entregar na próxima quinta-feira (14) o último Suezmax (de um total de dez) a Transpetro. Batizado de Abdias Nascimento, o navio está na fase final de acabamento. Após ser entregue, o navio segue até salvador para abastecer e depois irá para a bacia de campos, no Rio de Janeiro, pra receber o óleo extraído do pré-sal, que será distribuído nas refinarias do Brasil, dentro da estratégia brasileira de produção de combustíveis e derivados do petróleo.
Nesta segunda-feira (11), o ministro de Minas e Energia, Fernando Filho, visitou as instalações do EAS, onde foi recebido pelo presidente do estaleiro, Harro Burmann, que solicitou ao ministro que intercedesse na Petrobras para que a Transpetro desse uma previsibilidade de quantos contratos têm no plano de encomendas de navios. Segundo ele, o estaleiro não sabe que direção tomar. 

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Vazamento de óleo no cais santista pode acarretar multa de até R$ 250,7 mil


O derramamento de cerca de 100 litros de óleo no Porto de Santos, na madrugada do último domingo (10), poderá acarretar multa de até R$ 250,7 mil aos responsáveis pelo acidente. A decisão, de acordo com informações da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), deverá sair até o meio desta semana.
O acidente ocorreu porque uma mangueira estourou quando uma empresa fazia a retirada de resíduo de óleo do tanque do navio mercante Amber Champion, com bandeira de Hong Kong.
A embarcação, que faz transporte de açúcar, estava atracada no cais do Armazém 19. A Marinha informa que ficou sabendo do problema por intermédio da Capitania dos Portos às 3h30. Na sequência, peritos foram enviados ao local.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Sem novos contratos, Estaleiro Atlântico Sul pode fechar em 2019



O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) convive com o risco de ter que fechar as portas depois de meados de 2019, quando terá terminado de entregar os navios para o seu único cliente, a Transpetro, a subsidiária de logística da Petrobras. "Esse risco [de paralisar atividades a partir do fim de 2019] é alto", diz Harro Burmann, presidente do EAS. Controlado por Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, o estaleiro se movimenta para evitar o pior. Tenta há meses garantir novas encomendas de construção de embarcações com a South American Tanker Company (Satco), discussão que passa pela Petrobras. Em outra frente, o EAS está envolvido em renegociação de dívidas com bancos. Só ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seu maior credor, o EAS ainda deve R$ 1,3 bilhão.
Na avaliação do EAS, apesar de todas as dificuldades, um eventual pedido de recuperação judicial não é necessário, embora a solução para a crise tenha que passar pela renegociação das dívidas com os credores. Se considerar BNDES, Banco do Brasil e bancos privados (Bradesco e Santander), o EAS tem dívidas de R$ 352 milhões vencendo este ano. No mercado, a visão de especialistas, porém, é de que se o estaleiro não conseguir renovar a carteira e não renegociar suas dívidas de forma direta com os credores, a recuperação judicial pode terminar sendo um caminho inevitável.
Burmann preferiu não falar sobre o tema. Disse que há mais de um ano tenta tornar viáveis contratos de construção entre o EAS e a Satco envolvendo 13 embarcações, pacote de US$ 1,67 bilhão. A lista inclui oito navios para transporte de petróleo e derivados e cinco embarcações tipo Suezmax DP. O arranjo considera que a Satco contrataria o EAS para construir os navios e depois os alugaria à Petrobras. A construção dos oito navios, conhecidos pela sigla MR, depende, portanto, do aval da estatal.
No começo, os MRs seriam feitos pela Kingfish, mas a Satco se dispôs a assumir os contratos, disse Burmann. A negociação exigiria, porém, a extensão de prazo para entrega das embarcações à Petrobras. Em nota, a Petrobras afirmou: "No que diz respeito aos contratos celebrados com a Kingfish, para a construção de oito navios da classe 'MR', a projeção da demanda com o cenário atual não indica uma nova celebração desses contratos para outra empresa ou mesmo a sua extensão".

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Ação conjunta de Suape, Cipoma e Polícia Civil combatem desmatamento em área de preservação



A administração do Complexo Industrial Portuário de Suape realizou ação de combate contra o crime de desmatamento de mata atlântica e obra irregular na Vila Nazaré, localizada no Parque Metropolitano Armando Holanda Cavalcanti, área de preservação do território de Suape que fica no município do Cabo de Santo Agostinho. A operação, realizada em conjunto com a Polícia Civil e a Polícia Militar, por meio da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente – Cipoma, autuou quatro pessoas em flagrante, que foram conduzidas para a Delegacia do Cabo de Santo Agostinho. 

Ao todo, foram cerca de nove horas de operação para  fazer o fechamento de seis tanques, com o próprio barro retirado do local, que estavam sendo construídos de forma irregular para a criação de camarão. Para escavar os tanques, uma área de 1.500 m² de mata atlântica nativa e restinga foi destruída. O serviço foi todo executado com acompanhamento da área de proteção ambiental de Suape, que garantiu que as máquinas retroescavadeiras fizessem a ação de recuperação de solo sem causar mais danos ou agressão ao meio ambiente. “Essas intervenções terão o caráter permanente, objetivando a proteção ambiental na localidade”, afirmou Jorge Araújo, diretor de meio ambiente de Suape.

Suape mantém um trabalho preventivo de inspeções diárias em todo o território de 13,5 mil hectares. A administração do Complexo conta com sete equipes motorizadas (cada uma com dois agentes) que realizam vistorias com o objetivo de minimizar as invasões e qualquer tipo de degradação das áreas de preservação ambiental. Esses profissionais não trabalham armados e estão sempre com farda e identificação da empresa Suape. No caso de identificação de qualquer irregularidade, eles solicitam que pare e compareça à administração do Complexo de Suape para ser orientado e explicar a ação. Se o responsável não atender a solicitação, a Polícia Militar é acionada para impedir a ocupação das terras públicas de forma ilegal, com o devido registro de Boletim de Ocorrência na delegacia local e adoção de providências judiciais, se for o caso.

Para denúncias de crimes ambientais, entre em contato com o Cipoma pelo telefone: 3181.1700. Informações também podem ser enviadas para a Ouvidoria de Suape pelo telefone: 3527.5060.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

TRANSPETRO REDUZ PEDIDOS E ATINGE VARD PROMAR


A crise financeira da Petrobras e o impasse em torno da Sete Brasil continuam afetando o setor naval. Esta semana, o estaleiro Vard Promar, localizado em Pernambuco, foi informado do cancelamento de duas encomendas de navios gaseiros, orçados em quase R$ 300 milhões.

A notícia caiu como uma bomba na empresa, que já estava em situação complicada devido aos

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Complexo de Suape estuda implantação de parque Eólico




Por Sabrina Medeiros

De olho nas oportunidades de negócios para o setor eólico, o Complexo Industrial Portuário de Suape participou de 1º a 3 de setembro do evento Brazil Windpower 2015, que aconteceu no Rio de Janeiro. Este foi o 4º ano consecutivo que Suape participa como expositor na feira, considerada a maior da América Latina no setor de energia eólica.
Fonte: http://www.suape.pe.gov.br

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Dilma batiza petroleiro e inaugura estádio para a Copa em Pernambuco



A presidenta Dilma Rousseff participa hoje (20) em Pernambuco da cerimônia que marca o início da operação do navio petroleiro Zumbi dos Palmares e da inauguração da Arena Pernambuco, que vai sediar jogos da Copa das Confederações e do Mundial de 2014.

sábado, 23 de março de 2013

Pernambuco: Segundo navio do estaleiro Atlântico Sul segue para prova de mar


Petroleiro Zumbi dos Palmares será entregue à Transpetro até maio



O Zumbi dos Palmares, segundo navio construído pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS) no Complexo de Suape, seguirá para prova de mar na próxima sexta-feira. Os testes marcam a última etapa da construção do petroleiro antes de ser entregue à Transpetro, entre o final de abril e o início de maio. 

A partida da embarcação deveria ter acontecido ontem, mas uma falha no sistema de pressão da bomba do motor adiou a partida. A previsão é reparar o problema entre hoje e amanhã. Em março do ano passado, o petroleiro João Cândido realizava sua prova de mar e foi entregue à Transpetro no dia 24 de maio de 2012.

A prova de mar é uma espécie de test drive do navio. A embarcação passa cerca de duas semanas no mar, a uma distância de quatro a cinco milhas náuticas (entre sete e nove quilômetros), fazendo testes de velocidade, potência de motor, consumo de combustível, raio de manobra, tanques de carga e as condições operacionais dos sistemas do petroleiro. 

Participam da prova técnicos, funcionários do EAS, tripulantes, representantes do dono do navio (a Transpetro), fabricantes dos equipamentos e fiscais da sociedade classificadora American Bureau Of Shipping (ABS).

A prova de mar do João Cândido, realizada entre Natal e Maceió, durou apenas uma semana, numa indicação de que os testes foram positivos. A expectativa é que aconteça o mesmo com o Zumbi, que teve uma história de construção menos conturbada que a do navio número 1 do EAS. 

O João Cândido passou três anos e oito meses em construção, precisou passar por reparos e entrou para a história da retomada da indústria naval como um azarão.

O Zumbi dos Palmares também está atrasado. A previsão inicial era que a entrega acontecesse em 2011, mas os problemas com o João Cândido provocaram um efeito dominó no atraso do cronograma geral das embarcações. 

A demora fez com que, no ano passado, a Transpetro suspendesse os contratos de 16 dos 22 navios encomendados ao Atlântico Sul. Depois de cumprir parte das exigências da estatal, o EAS conseguir reaver os contratos de dez navios e continua negociando os pendentes.

Uma das exigências da Transpetro foi que o estaleiro apresentasse um cronograma confiável de entrega das encomendas. O Zumbi já está seguindo essa nova lógica. 

Quando lançou a embarcação ao mar (fase em que o navio sai do dique seco para o cais de acabamento) em novembro do ano passado, o EAS disse que entregaria o petroleiro até o final do primeiro semestre. 

Com a conclusão da prova de mar, o navio passará por ajustes finais e passará a integrar a frota da Transpetro no prazo acordado.

O segundo navio do EAS ainda vai entrar para a lista dos que tiveram elevação de preço acima da média de 15% prevista pelo mercado nessa fase da curva de aprendizagem. 

No contrato inicial o petroleiro estava orçado em R$ 317 milhões, mas no balanço publicado pelo estaleiro em 2012 aparecia com um ágio de 24% (R$ 424,6 mi).

JC Economia

Fonte: http://www.blogdasppps.com

quarta-feira, 20 de março de 2013

Segundo navio do estaleiro segue para prova de mar


Petroleiro Zumbi dos Palmares será entregue à Transpetro até maio

 Zumbi dos Palmares, segundo navio construído pelo Estaleiro Atlântico Sul (EAS) no Complexo de Suape, seguirá para prova de mar na próxima sexta-feira. Os testes marcam a última etapa da construção do petroleiro antes de ser entregue à Transpetro, entre o final de abril e o início de maio. A partida da embarcação deveria ter acontecido ontem, mas uma falha no sistema de pressão da bomba do motor adiou a partida. A previsão é reparar o problema entre hoje e amanhã. Em março do ano passado, o petroleiro João Cândido realizava sua prova de mar e foi entregue à Transpetro no dia 24 de maio de 2012.

A prova de mar é uma espécie de “test drive” do navio. A embarcação passa cerca de duas semanas no mar, a uma distância de quatro a cinco milhas náuticas (entre sete e nove quilômetros), fazendo testes de velocidade, potência de motor, consumo de combustível, raio de manobra, tanques de carga e as condições operacionais dos sistemas do petroleiro. Participam da prova técnicos, funcionários do EAS, tripulantes, representantes do dono do navio (a Transpetro), fabricantes dos equipamentos e fiscais da sociedade classificadora American Bureau Of Shipping (ABS).

A prova de mar do João Cândido, realizada entre Natal e Maceió, durou apenas uma semana, numa indicação de que os testes foram positivos. A expectativa é que aconteça o mesmo com o Zumbi, que teve uma história de construção menos conturbada que a do navio número 1 do EAS. O João Cândido passou três anos e oito meses em construção, precisou passar por reparos e entrou para a história da retomada da indústria naval como um azarão.

O Zumbi dos Palmares também está atrasado. A previsão inicial era que a entrega acontecesse em 2011, mas os problemas com o João Cândido provocaram um efeito dominó no atraso do cronograma geral das embarcações. A demora fez com que, no ano passado, a Transpetro suspendesse os contratos de 16 dos 22 navios encomendados ao Atlântico Sul. Depois de cumprir parte das exigências da estatal, o EAS conseguir reaver os contratos de dez navios e continua negociando os pendentes.

Uma das exigências da Transpetro foi que o estaleiro apresentasse um cronograma confiável de entrega das encomendas. O Zumbi já está seguindo essa nova lógica. Quando lançou a embarcação ao mar (fase em que o navio sai do dique seco para o cais de acabamento) em novembro do ano passado, o EAS disse que entregaria o petroleiro até o final do primeiro semestre. Com a conclusão da prova de mar, o navio passará por ajustes finais e passará a integrar a frota da Transpetro no prazo acordado.

O segundo navio do EAS ainda vai entrar para a lista dos que tiveram elevação de preço acima da média de 15% prevista pelo mercado nessa fase da curva de aprendizagem. No contrato inicial o petroleiro estava orçado em R$ 317 milhões, mas no balanço publicado pelo estaleiro em 2012 aparecia com um ágio de 24% (R$ 424,6 mi).