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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Monitoramento das operações deve agilizar movimentação de mercadorias

Painel debateu as novas tecnologias nas operações do Porto de Santos


O próximo desafio para aumentar a eficiência e a segurança nas movimentações de cargas é o monitoramento dos caminhões desde sua origem até a chegada ao Porto de Santos. É o que afirmou o Diretor de Operações Logísticas da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) , Carlos Henrique de Oliveira Poço, nesta terça-feira (12).
Durante o terceiro painel da 15ª edição do Santos Export – Fórum Internacional para Expansão do Porto de Santos, que debateu as novas tecnologias nas operações do Porto, o executivo destacou a eficiência do atual modelo de agendamento de caminhões no complexo e disse que há a possibilidade de rastrear a mercadoria desde o início do trajeto do caminhão até o navio. “A implantação completa desse sistema pode resolver em até 100% os gargalos que se referem aos caminhões”.

terça-feira, 5 de setembro de 2017

ANTT reduz tarifa de pedágio da BR-163/MT/MS


Os valores das tarifas de pedágio da BR-163 terão redução de R$ 0,10 em cada uma das nove praças de pedágio a partir da 0h de 6 de setembro, conforme definido pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (4/8). 
Os novos valores variam de R$ 3,70 a R$ 6,90, de acordo com a área de abrangência. Com o desconto, o trecho da BR-163 que corta o município de Nova Mutum (269 quilômetros ao norte de Cuiabá), apresentará o ponto de cobrança mais barato entre as nove praças de pedágio da Rota do Oeste no Estado.
Os valores a partir de amanhã (6/8) serão de R$ 3,70 para automóveis, de R$ 3,70 de comercial por eixo e de R$ 1,80 para motos. Já o local mais caro segue na praça de pedágio no município de Sorriso (460 quilômetros ao norte de Cuiabá), onde a cobrança será de R$ 6,90 para automóveis e de R$ 6,90 também para comerciais por eixo e de R$ 3,40 para motos. 

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Impasses legais travam R$ 30,5 bi de investimentos em rodovias privadas



As concessionárias de rodovias federais amargam uma intrincada lista de problemas

Infraestrutura. Indefinições contratuais, morosidade do governo para tomar decisões, dificuldade de crédito e até a Operação Lava Jato emperram obras de melhoria e expansão em 10 mil quilômetros de estradas federais pedagiadas no País, como a BR-163
As concessionárias de rodovias federais amargam uma intrincada lista de problemas. Apesar de cada empresa ser um caso particular e muitas serem vítimas das próprias decisões equivocadas, especialistas em infraestrutura apontam dois traços em comum no imbróglio: solução dos entraves depende do poder público e sua protelação custa caro – paralisa R$ 30,5 bilhões de investimentos na melhoria e expansão de estradas, segundo a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). 
“É raro encontrar uma concessionária que não tenha alguma discussão relevante com órgãos públicos afetando decisões de investimentos”, diz a advogada Letícia Queiroz, especializada em infraestrutura. Há indefinições contratuais por divergências entre órgãos públicos; morosidade do governo para tomar decisões; dificuldade para garantir crédito e até investigação na Operação Lava Jato.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Câmara aprova MP que federaliza trechos de rodovias em 15 estados




Fonte: http://www.abtc.org.br

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta terça-feira (24), a Medida Provisória 708/15, que autoriza a União a reincorporar trechos da malha rodoviária federal transferidos aos estados e ao Distrito Federal com base na MP 82, de 2002. A matéria será votada ainda pelo Senado.

A grande novidade no projeto de lei de conversão aprovado, de autoria do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), é a inclusão de uma lista com os trechos que serão reincorporados pela União.

O anexo mostra que, dos 14,5 mil km transferidos a 15 estados em 2002, pouco mais de 10 mil km voltam ao controle da União: a maior parte em Minas Gerais (2,8 mil km), Rio Grande do Sul (1,8 mil km) e Bahia (1,3 mil km). Os trechos terão de atender a critérios definidos na Lei 12.379/11.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

DEFICIÊNCIAS NO TRANSPORTE CUSTAM 30 BILHÕES AO BRASIL, DIZ CNI

O mais completo e longo estudo sobre o transporte no país mostrou que anualmente o Brasil pode desperdiçar R$ 30 bilhões por usar caminhos antigos e tortuosos para transportar suas mercadorias.
O trabalho, realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nos últimos quatro anos com a consultoria Macrologística, levantou os custos de transporte das empresas para usar as atuais