O Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), vinculado ao Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, prevê que a maioria dos portos administrados pelo governo federal estará “dentro da linha” nos próximos três anos no que se refere ao tratamento de resíduos e efluentes. A previsão é do coordenador do Instituto, professor Marcos Freitas, que anunciou nesta quarta-feira (3) à Agência Brasil o início dos projetos básicos com essa finalidade. Adiantou, ainda que, antes desse prazo, alguns portos deverão gerar sua própria energia.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Futuro dos portos no Brasil envolve tratamento de resíduos e geração de energia
O Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), vinculado ao Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe), da Universidade Federal do Rio de Janeiro, prevê que a maioria dos portos administrados pelo governo federal estará “dentro da linha” nos próximos três anos no que se refere ao tratamento de resíduos e efluentes. A previsão é do coordenador do Instituto, professor Marcos Freitas, que anunciou nesta quarta-feira (3) à Agência Brasil o início dos projetos básicos com essa finalidade. Adiantou, ainda que, antes desse prazo, alguns portos deverão gerar sua própria energia.
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