sexta-feira, 30 de junho de 2017

Nova era: tecnologia cognitiva chegou para mudar a gestão empresarial



Entre as tendências vindas da transformação digital nas empresas, as tecnologias de computação cognitivas ganham cada vez mais força no mercado. Essas plataformas combinam Inteligência Artificial, processamento de linguagem, visão e interação humana com o objetivo de trazer mais assertividade e rapidez na tomada de decisão.
Esse conceito foi amplamente abordado na edição 2017 do CeBIT, maior evento de serviços digitais e TI do mundo, que tive a oportunidade de participar recentemente na cidade de Hannover, na Alemanha. Além das soluções cognitivas, a Inteligência Artificial e a Internet das Coisas (IoT) também foram protagonistas. Não é de se estranhar que esses temas tenham pautado uma das maiores feiras sobre tecnologia, afinal o investimento em soluções cognitivas e de Inteligência Artificial podem atingir até $12,5 bilhões de dólares ainda em 2017, segundo um levantamento da consultoria IDC (International Data Corporation).

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Clientes digitais versus empresas analógicas


 Empresário da indústria analisando dados: é preciso focar na experiência do consumidor | Foto: Freepik

Indústria precisa respirar dados para focar, cada vez mais, na experiência do consumidor e não apenas na entrega de produtos e serviços

Por Gabriel Lobitsky, diretor de Vendas da Infor
A palavra transformação digital pode até parecer mais uma tendência tecnológica, afinal, todos ainda falam em nuvem, e da mesma forma como o cloud computing veio para ficar, a transformação digital também. A prova disso são as estimativas de mudanças em diversos setores da economia que são preditas em estudos.
O primeiro, da IDC, mostra que essa transformação terá um impacto superior a US$ 1 trilhão nos gastos das empresas esse ano; outro, da Accenture, afirma que até 2020, 25% de toda a nossa economia será digital e 48% do trabalho que fazemos hoje já não existirá em cinco anos. Por último, a mais recente pesquisa do Facebook afirma: até 2020, 80% dos serviços de customer service como conhecemos hoje não existirão. Mas, será que as empresas estão preparadas para o impacto dessas mudanças?

Vamos falar sobre o setor de manufatura

A indústria nunca esteve tão tumultuada e aquecida como atualmente. Mesmo falando em novos progressos, modelos de negócios e aquecimento do setor, há, ainda, uma dificuldade com o básico, que é demonstrado pelas baixas taxas de crescimento ocasionadas por atrasos em processos operacionais e de gestão. Mas, de que lado a indústria vai ficar? No das oportunidades ou das barreiras?
É evidente que o setor pode ter sucesso com a próxima geração de tecnologias, pois a digitalização, internet das coisas, machine learning, big data e realidade virtual aumentada mudarão a forma de trabalho em muitos setores, permitindo que as indústrias, por exemplo, tenham uma visão completa do presente e futuro da sua cadeia de abastecimento.
Embora o setor esteja lidando com dores constantes, a digitalização na manufatura já está acontecendo. Existem diversos casos de sucesso que comprovam isso, vemos empresas como Ferrari, Dunlop Aircraft Tyres, JR Watkins aproveitando o melhor das aplicações em nuvem e dos ERPs. Hoje, com o apoio da tecnologia, essas empresas conseguem melhorar a produtividade e ter uma visibilidade melhor dos seus negócios.

O que Uber e Airbnb têm para ensinar?

Foco no cliente e na experiência do consumidor. É assim que empresas com o modelo de entrega de serviços, como Uber e Airbnb, têm para ensinar. Hoje, serviços básicos de carona e hospedagem podem ser solicitados por um custo relativamente menor do que os ofertados pelos modelos tradicionais, e com uma experiência superior, mas o que essas empresas podem ensinar às indústrias está resumido nos seguintes pilares:
  • Desenvolvimento de uma estratégia centrada no cliente
  • Preocupação com a experiência do consumidor
  • Foco no efeito final e não apenas no produto
Hoje, as tecnologias têm o potencial de fazer grandes mudanças e virar o jogo para o setor de manufatura, que pode ir muito além da indústria 4.0, com modelos de negócios centrados em ofertar serviços de valor e personalizados aos seus clientes.
As tendências como machine learning, internet das coisas e big data estão aí para ensinar a indústria que é possível pensar à frente do seu tempo. Afinal, a era da digitalização da manufatura exigirá que as empresas não pensem apenas no design do produto, emissão da ordem de pedido, embarque e entrega. Será preciso estar atento à experiência pós consumo, e, para isso, o setor de manufatura precisará respirar analytics e KPIs, pois toda boa experiência começa nos bastidores: com a compreensão do que os dados têm a dizer.
Imagem da publicação: Projetado pelo Freepik

terça-feira, 27 de junho de 2017

Entenda como as constantes crises hídricas que o Brasil vive afetam de forma constante a logística do país.



Por Reinaldo Menegazz, Head of Trucks da CargoX

Quando pensamos em falta de água logo realizamos a relação com o consumo humano, seja ligado a ingestão direta, higiene, produção e cultivo de alimentos ou coisas relacionadas, entretanto, outro ponto importante e que pouca gente leva em consideração é como a crise hídrica afetaria de forma muito relevante a logística dentro do Brasil. Antes de entender como isso pode ocorrer, temos que ampliar a visão de que isso só ocorreria pois impactaria no fator humano, isso pode ser mais profundo e muito mais amplo, pois o cenário nacional possui características únicas.

Temos que partir do ponto que a falta de água iria inviabilizar a reutilização de veículos e/ou carrocerias em um tempo hábil para sua reutilização. Existem produtos que necessitam de um transporte muito especifico e que não possuem uma oferta adequada de veículos, por isso, muitos são utilizados, higienizados e, depois, utilizados novamente. Isso é importante para manter o custo do transporte dentro de condições possíveis para os embarcadores e para aqueles que realizam o transporte. Caso não fosse possível reutilizar, o custo do frete nesses casos seria bastante elevado, o que faria com que o mercado sofresse bastante e todas as camadas iriam sofrer impactos.

Prêmio é concedido aos melhores projetos de logística apresentados pelas turmas avançadas do curso de logística ministrado pelo Senai Morvan Figueredo


No ultimo dia 13/06, o Senai Morvan Figueredo ( Unidade Senai responsável por Logistica) realizou, em parceria com a Revista Painel Logístico, a II Edição do Prêmio Painel Logístico Senai Morvan Figueredo.
Mesmo com uma noite chuvosa e com muito trânsito, o evento não perdeu seu brilho, e contou com a presença de diversos profissionais da logística que foram prestigiar a II edição do evento e foram recepcionados pelo Diretor do Senai Morvan Fiqueredo, Sr. Jose Luis Leme, que ressaltou a importância de incentivar a capacitação e aprendizado, como diferencial dentro das empresas. Destacou também a parceria com a Revista Painel Logistico, que vem contribuindo com a aproximação de grandes empresas do setor logístico com o Senai Morvan Figueredo, com intuito de formar novas parcerias no setor e consolidar ainda mais o Senai como a Casa da Indústria.
A cada edição o Premio Painel Logístico Senai Morvan Figueredo vem se consolidando e ganhando destaque no setor logístico entre as empresas prestadoras de serviços logísticos e principalmente entre os embarcadores do mercado. Nesta edição fomos contemplados com apresentação de um Case incrível ministrado pelo CEO da Confenar, Sr. Victor Simas, que destacou o processo logístico aplicado na operação de entrega de bebidas da AMBEV por todo Brasil.