Sem debate político acirrado, o governo do estado conseguiu aprovar, ontem, na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça da Assembleia Legislativa um projeto de lei que ´privatiza` e permite cobrança de pedágio em quase 50 quilômetros de estradas que cortam o Complexo de Suape e dão acesso a algumas praias do litoral Sul.
A matéria ainda vai passar pelas comissões de Finanças e Administração antes de chegar ao plenário da Casa, mas não deve ter grandes dificuldade de ser aprovada. A tramitação da proposta pegou a oposição no período pós-eleitoral, sem forças para barrar pretensões do Executivo.
Segundo o projeto de lei ordinária nº 1756/2010, a cobrança de pedágio servirá para manutenção, conservação, melhorias e ampliação de trechos rodoviários que vão do Hospital Dom Hélder Câmara, no município do Cabo de Santo Agostinho, até Nossa Senhora do Ó, em Ipojuca, distrito perto de Porto de Galinhas.
O trecho rodoviário 1, por exemplo, é um complexo de viadutos que seráconstruído na rótula de ligação da BR-101 (trecho antigo), sentido sul, com a nova BR-101, em direção a PE-060, denominado ´Rótula da Caninha 51`.
Caso a matéria seja aprovada, tudo será feito por uma empresa privada, mediante concessão de 35 anos e prorrogáveis por mais 35 anos. Nesse caso, o estado quer conceder a exploração comercial e demais serviços a serem finalizados em 48,8 quilômetros de estradas por meio de licitação prévia, na modalidade de concorrência nos termos da Lei Federal nº 8.987/95.
A empresa que vai administrar a concessão receberá boa parte das obras nas rodovias pronta. Só um dos trechos em andamento, a Express Way, de aproximadamente oito quilômetros, custará ao estado R$ 80 milhões, segundo o diretor vice-presidente do Porto de Suape, Sidnei Aires.
Ele justificou, no entanto, que o projeto foi enviado porque o governo não teria condições de manter estradas de porte como essas, por onde circulam cerca de 10 mil veículos por dia, a maioria de cargas pesadas.Leia mais
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Fator Relevante
Colliers vende área de R$ 1,4 bilhão em Suape
A Colliers Internacional Brasil, subsidiária da consultoria canadense de soluções imobiliárias, ganhou a concorrência para comercializar uma área de mais de 12 milhões de metros quadrados no Cone Suape, localizado no município do Cabo de Santo Agostinho, a 40 quilômetros do centro de Recife e a seis quilômetros do Porto de Suape.
O projeto, gerido pela Moura Dubeux, maior construtora do Norte e Nordeste do País, vai movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão e está preparado para receber cerca de 90 empresas que queiram se instalar no local nos próximos cinco anos.
O Cone Suape está dividido em quatro áreas de negócios: logística, exportação, industrial e serviços, com previsão de construção de dois hotéis, shopping center, faculdade, centro médico, edifícios empresariais e agências bancárias. Todo o complexo deverá gerar 300 mil empregos durante a fase de construção e mais 30 mil permanentes após a conclusão dos trabalhos.
Para conseguir atender a um projeto desse porte, a Colliers, baseada em São Paulo, abriu um escritório em Recife. "Ir para o Nordeste já estava nos nossos planos, o Cone Suape serviu como impulso", diz Sandra Ralston, vice-presidente da Colliers.
Além da comercialização da área do Cone Suape, a Colliers também vai oferecer serviços de apoio às empresas que estão chegando ao local, oferecendo consultoria nas áreas de financiamento bancário, licenças ambientais, fornecimento de água, energia e gás natural, entre outros.
A construtora Moura Dubeux conta com a parceria do Fundo de Infraestrutura gerido pela Caixa Econômica Federal (FI-FGTS), que já aportou metade do investimento de R$ 1 bilhão previsto para o Cone Suape.
Expansão. Os planos da Colliers em Recife vão além do Cone Suape. Segundo Sandra, a empresa pretende atender ao mercado aquecido das regiões Norte e Nordeste a partir da base pernambucana. Estão no foco os empreendimentos industriais, comerciais e residenciais em capitais como Fortaleza, Salvador, Natal e Belém do Pará.
A empresa já tem operações em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nos próximos dois anos, a Colliers pretende abrir mais dois escritórios, um na região Sul, em Porto Alegre ou Curitiba, e outro em Belo Horizonte ou Brasília. "Esse é o melhor momento da Colliers em 13 anos de atuação no Brasil", diz Sandra.
Segundo ela, a Colliers quer focar cada vez mais os negócios de consultorias para grandes investidores, como fundos de investimento, fundos de pensão e incorporadoras. "Caminhamos para nos tornarmos os consultores do mercado imobiliário brasileiro", diz Sandra. A consultoria tem 480 escritórios espalhados por 61 países, emprega 15 mil funcionários e fatura cerca de US$ 1,9 bilhão por ano.
Fonte: http://www.estadao.com.br/
A Colliers Internacional Brasil, subsidiária da consultoria canadense de soluções imobiliárias, ganhou a concorrência para comercializar uma área de mais de 12 milhões de metros quadrados no Cone Suape, localizado no município do Cabo de Santo Agostinho, a 40 quilômetros do centro de Recife e a seis quilômetros do Porto de Suape.
O projeto, gerido pela Moura Dubeux, maior construtora do Norte e Nordeste do País, vai movimentar cerca de R$ 1,4 bilhão e está preparado para receber cerca de 90 empresas que queiram se instalar no local nos próximos cinco anos.
O Cone Suape está dividido em quatro áreas de negócios: logística, exportação, industrial e serviços, com previsão de construção de dois hotéis, shopping center, faculdade, centro médico, edifícios empresariais e agências bancárias. Todo o complexo deverá gerar 300 mil empregos durante a fase de construção e mais 30 mil permanentes após a conclusão dos trabalhos.
Para conseguir atender a um projeto desse porte, a Colliers, baseada em São Paulo, abriu um escritório em Recife. "Ir para o Nordeste já estava nos nossos planos, o Cone Suape serviu como impulso", diz Sandra Ralston, vice-presidente da Colliers.
Além da comercialização da área do Cone Suape, a Colliers também vai oferecer serviços de apoio às empresas que estão chegando ao local, oferecendo consultoria nas áreas de financiamento bancário, licenças ambientais, fornecimento de água, energia e gás natural, entre outros.
A construtora Moura Dubeux conta com a parceria do Fundo de Infraestrutura gerido pela Caixa Econômica Federal (FI-FGTS), que já aportou metade do investimento de R$ 1 bilhão previsto para o Cone Suape.
Expansão. Os planos da Colliers em Recife vão além do Cone Suape. Segundo Sandra, a empresa pretende atender ao mercado aquecido das regiões Norte e Nordeste a partir da base pernambucana. Estão no foco os empreendimentos industriais, comerciais e residenciais em capitais como Fortaleza, Salvador, Natal e Belém do Pará.
A empresa já tem operações em São Paulo e no Rio de Janeiro. Nos próximos dois anos, a Colliers pretende abrir mais dois escritórios, um na região Sul, em Porto Alegre ou Curitiba, e outro em Belo Horizonte ou Brasília. "Esse é o melhor momento da Colliers em 13 anos de atuação no Brasil", diz Sandra.
Segundo ela, a Colliers quer focar cada vez mais os negócios de consultorias para grandes investidores, como fundos de investimento, fundos de pensão e incorporadoras. "Caminhamos para nos tornarmos os consultores do mercado imobiliário brasileiro", diz Sandra. A consultoria tem 480 escritórios espalhados por 61 países, emprega 15 mil funcionários e fatura cerca de US$ 1,9 bilhão por ano.
Fonte: http://www.estadao.com.br/
Pedido de desculpas
Bom dia, caros leitores do PortuariaPE, venho através deste post, expressar meus profundos pedidos de desculpas, pois nos últimos dias eu estive sem tempo e disponibilidade para cuidar do nosso espaço Portuário.
A partir de hoje, vocês não ficarão mais sem nossas postagens diárias, pois todas as pendências foram resolvidas e me proponho novamente a mantê-los sempre atualizados e informados sobre as novidades e noticias Portuárias do nosso Estado.
Conto com todos vocês neste compromisso.
Sem mais para o momento.
Acrisio Lucena Raboni
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