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quinta-feira, 13 de junho de 2013
Japoneses acertam aquisição de 25% do EAS
Um grupo de empresas japonesas liderado pela IHI Corporation - antiga Ishikawajima Harima Heavy Industries - acertou a compra de 25% do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) por R$ 207 milhões. As negociações se estenderam por mais de um ano, incluíram reuniões com a Petrobras, o principal cliente do EAS, e até mesmo uma visita do presidente da IHI Corporation, Tamotsu Saito, ao Rio para reuniões com a estatal. Em um segundo movimento, previsto para ser concluído até dezembro, os japoneses devem aumentar para 33,3% sua participação no estaleiro pernambucano.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Vetos à MP favorecem projetos dos armadores
Os armadores que operam na navegação de cabotagem, entre os portos do país, voltaram a ver oportunidades de investimentos portuários com os vetos da presidente Dilma Rousseff à nova Lei dos Portos (12.815), sancionada no dia 5. A Log-In e a Companhia de Navegação Norsul estão entre as empresas que planejam investir em terminais portuários. Diversos projetos estavam no portfólio das empresas quando as novas regras, propostas via medida provisória, foram anunciadas no fim de 2012. Mas até a aprovação da lei, semana passada, muitas companhias deixaram projetos em compasso de espera.
terça-feira, 11 de junho de 2013
O 2º estaleiro pernambucano - Começa a operar a fábrica que consolida polo naval
O Vard Promar, segundo estaleiro pernambucano, começa a funcionar no próximo dia 17, no Complexo de Suape. O start será dado com o corte da chapa de aço do primeiro navio do empreendimento. Vizinho de muro do Atlântico Sul, o Promar contribui para dar forma ao polo naval do Estado. Com expertise na fabricação de embarcações de apoio offshore (fundamentais na exploração de petróleo em águas profundas), o estaleiro tem o plano audacioso de conquistar 30% das encomendas da Petrobras no setor. Até 2020, a petrolífera vai contratar 150 desses navios.
Trabalhadores cruzam os braços no Porto de Maceió
Devido ao perigo de incêndio pelo uso constante de fósforo e fagulhas de solda, no Porto de Maceió, cerca de 250 operários da Empresa Tomé Ferrostaal que começou a funcionar em Maceió há poucas semanas, paralisou as atividades nesta segunda-feira em protesto pelo não pagamento do adicional de periculosidade aos trabalhadores.
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