O estaleiro pernambucano Royal Mariner – especializado na fabricação de lanchas – vai investir R$ 10 milhões na construção de uma nova fábrica no Complexo de Suape.
Hoje, a unidade funciona em Barra de Jangada, mas a estrutura ficou pequena para os projetos da empresa. A estimativa é que o espaço comece a funcionar a partir do segundo semestre do próximo ano.
Ontem, os irmãos e sócios da Royal Mariner, Carlos Moraes Filho e Leonardo Moraes, apresentaram ao mercado dois novos modelos de lanchas, durante evento no Cabanga Iate Clube do Recife. “O bom momento da economia está aquecendo as vendas do setor.
Depois de comprar apartamento e carro, as pessoas apostam em lazer e a lancha é uma opção”, destaca Leonardo. Os preços variam de R$ 120 mil e R$ 1,5 milhão.
O plano de pagamento prevê uma entrada de 50% e o restante pode ser dividido em até dez vezes no cheque. Outra opção é fazer um financiamento bancário, similar ao de automóvel. Leia mais
Fonte:http://www.portosenavios.com.br/
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Exportações têm competitividade de dar dó
A competitividade da balança comercial brasileira anda bastante frágil. O crescimento das compras no exterior e o retrocesso das exportações de mercadorias nacionais, especialmente dos produtos manufaturados, coloca a economia do Brasil em uma zona de alto risco.
Diante desse preocupante cenário, empresas de todos os portes já veem com um pé atrás a possibilidade de entrar no comércio internacional.
Prova disso, é levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O estudo revela que empresas que vendem mais de 42,5% de sua produção para o mercado externo têm desvantagens operacionais em relação àquelas que atuam predominantemente no mercado interno.
A desvantagem em vender para territórios estrangeiros reside no fato dessas empresas acumularem créditos tributários em montante superior à sua margem de ressarcimento. Com isso, os exportadores precisam repassar o custo dos impostos para o preço final do produto no mercado internacional.
O resultado é uma competitividade de dar dó... Leia mais
Fonte:http://www.newscomex.com.br
Diante desse preocupante cenário, empresas de todos os portes já veem com um pé atrás a possibilidade de entrar no comércio internacional.
Prova disso, é levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O estudo revela que empresas que vendem mais de 42,5% de sua produção para o mercado externo têm desvantagens operacionais em relação àquelas que atuam predominantemente no mercado interno.
A desvantagem em vender para territórios estrangeiros reside no fato dessas empresas acumularem créditos tributários em montante superior à sua margem de ressarcimento. Com isso, os exportadores precisam repassar o custo dos impostos para o preço final do produto no mercado internacional.
O resultado é uma competitividade de dar dó... Leia mais
Fonte:http://www.newscomex.com.br
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
ANTAQ apresenta “raio x” da frota brasileira de cabotagem
A frota brasileira de cabotagem tem 147 embarcações disponíveis para o transporte, que são operadas por 32 empresas, de portes variados.
A tonelagem total da frota é de 2.929.073, sendo sua idade média de 18,4 anos, considerada elevada.
Esses e outros números estão no “Raio X da Frota Brasileira na Navegação de Cabotagem - principais empresas e suas frotas”, elaborado pela Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio (SNM), da ANTAQ.
O objetivo do trabalho é medir a capacidade de transporte da frota brasileira na navegação de cabotagem, por empresa operadora e por tipo de embarcação, em Tonelagem de Porte Bruto – TPB. A TPB é a diferença entre o deslocamento bruto e o líquido da embarcação, ou seja, o que pode ser transportado em carga, combustível e equipagem (tripulação).
No trabalho da ANTAQ, foram adotadas informações referentes às embarcações em operação nas empresas, em 1º de setembro de 2010.
Com isso, as embarcações que são afretadas têm sua TPB considerada nas empresas em que operam, e não na sua proprietária. Leia matéria completa
Fonte:http://www.antaq.gov.br/
A tonelagem total da frota é de 2.929.073, sendo sua idade média de 18,4 anos, considerada elevada.
Esses e outros números estão no “Raio X da Frota Brasileira na Navegação de Cabotagem - principais empresas e suas frotas”, elaborado pela Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio (SNM), da ANTAQ.
O objetivo do trabalho é medir a capacidade de transporte da frota brasileira na navegação de cabotagem, por empresa operadora e por tipo de embarcação, em Tonelagem de Porte Bruto – TPB. A TPB é a diferença entre o deslocamento bruto e o líquido da embarcação, ou seja, o que pode ser transportado em carga, combustível e equipagem (tripulação).
No trabalho da ANTAQ, foram adotadas informações referentes às embarcações em operação nas empresas, em 1º de setembro de 2010.
Com isso, as embarcações que são afretadas têm sua TPB considerada nas empresas em que operam, e não na sua proprietária. Leia matéria completa
Fonte:http://www.antaq.gov.br/
Esclarecimentos sobre a paralização das obras da refnaria Abreu e Lima
A Petrobras nega que haja irregularidades nas obras das refinarias Presidente Getúlio Vargas (Repar) e Abreu e Lima (Rnest). A Companhia já demonstrou ao Tribunal de Contas da União (TCU) que não há sobrepreço, mas sim divergência de parâmetros.
Os critérios utilizados pelo TCU não se aplicam a obras como uma refinaria de petróleo, mais complexa e com especificidades próprias.
Na elaboração de seus editais, a Petrobras observa rigorosamente os termos do Decreto nº 2.745/98 que trata do Procedimento Licitatório Simplificado e que conferiu à Companhia agilidade para desenvolver seus projetos com eficiência, economia e rentabilidade.
A Petrobras reitera que o critério de aceitabilidade de preços questionado pelo Tribunal está alinhado com as normas técnicas nacionais e internacionais sobre o tema.
Além disso, na formação de preços, a Companhia também considera aspectos relativos a itens de segurança, meio ambiente, saúde e responsabilidade social. Estes requisitos trazem importantes resultados, como baixo índice de acidentes nas obras.
A Petrobras colabora constantemente com os órgãos de controle e, quando há diferenças, procura esclarecê-las – o que vem sendo feito de forma sistemática no caso dessas obras.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Piratas Somalis atacam novamente
A força anti-pirataria da União Europeia informa que os piratas somalis sequestraram um navio com bandeira das Ilhas Comores que navegava para a Tanzânia, com 29 pessoas a bordo.
O navio mercante Aly Zoulfecar, de 43 metros, fazia a rota das Comores para Dar es Salaam quando foi atacado pelos piratas.
A força anti-pirataria da União Europeia informa que os piratas somalis sequestraram um navio com bandeira das Ilhas Comores que navegava para a Tanzânia, com 29 pessoas a bordo.
O navio mercante Aly Zoulfecar, de 43 metros, fazia a rota das Comores para Dar es Salaam quando foi atacado pelos piratas.
Ainda segundo o mesmo relatório, os ataques tornaram-se mais violentos e foi ampliada a zona de ataque.
Os piratas fizeram 37 sequestros de navios com sucesso nos 10 primeiros meses de 2010, contra 33 no mesmo período de 2009, diz o relatório da ONU.
TCU recomenda suspensão de 32 obras do governo federal
Tribunal de Contas da União apontou indícios de irregularidades; das 32 obras, duas são de Pernambuco: a construção da Refinaria Abreu e Lima e da Adutora Pirapama
O relatório de fiscalização de obras públicas do Tribunal de Contas da União (TCU) apresentado nesta terça-feira (9) recomenda ao Congresso Nacional a paralisação de 32 obras - de 231 fiscalizadas 'in loco' entre janeiro e agosto - devido a indícios de irregularidades.Em Pernambuco, foi recomendada a paralisação das construções da Refinaria Abreu e Lima (foto) e da Adutora do Sistema Pirapama.
Das 32 obras, 18 integram o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O TCU também recomendou a retenção parcial dos recursos destinados a 6 obras, até que os problemas sejam resolvidos.
Em outras 184 obras, também foram encontrados indícios de irregularidades, mas, nesses casos, segundo o TCU, não se justifica a paralisação. Em nove obras fiscalizadas, o TCU não fez ressalvas.
A Advocacia Geral da União (AGU) afirmou que ainda não foi informada oficialmente do relatório do TCU. Em nota, a assessoria do órgão disse que “deverá fazer o contraponto das informações apresentadas, levando posteriormente ao conhecimento da Comissão Mista de Orçamento para adoção de providências nos casos em que elas forem realmente necessárias”.
A reportagem do G1 procurou também a assessoria da Casa Civil, responsável pela coordenação do PAC, e aguarda resposta. Sobre a refinaria, a secretaria de Imprensa do Governo de Pernambuco disse que cabe à Petrobras se pronunciar sobre o assunto. leia matéria completa
fonte:http://pe360graus.globo.com/noticias/brasil
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