quinta-feira, 14 de abril de 2011

MSC investe em operação própria em portos



O diretor comercial da MSC, Adrian Ursilli, falou durante o 5º TOP MSC - Melhores do Ano 2010 que a empresa investe em verticalizar sua operação com projetos próprios não só em portos como também em catering.

“Por a operação ser nossa geramos mais eficiência e autonomia de atuação. Conseguimos embarcar três mil passageiros em duas horas”, aponta o profissional.

Ele ainda revelou a intenção de ter um terminal portuário operacional apenas da MSC em Santos. “O projeto está sendo apreciado pelo governo e deverá entrar em licitação".

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario

Canteiros de obra no Complexo Industrial Portuário de Suape são fiscalizados



Todas as obras e empreendimentos que acontecem por ora no Complexo Industrial Portuário de Suape foram monitorados pelo Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE) no mês passado, dos dias 14 a 18, e o balanço foi divulgado ontem.

A ação foi chamada de Semana Suape e inspecionou o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e os canteiros da PetroquímicaSuape e da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), atendendo diretamente a cerca de 15 mil trabalhadores. Essa foi a primeira de uma série de ações que a entidade fará, acompanhando as obras.

O MPT-PE vem acompanhando alguns conflitos trabalhistas recentes em Suape, a exemplo da greve de 34 mil trabalhadores que paralisaram as obras da Rnest e da Petroquímica até o dia 29 do mês passado. Com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o MPT-PE fez um trabalho preventivo, verificando condições de saúde e segurança, alojamentos, carteira de trabalho e pagamentos.

Segundo informações do procurador do Trabalho e coordenador da atividade, Leonardo Mendonça, não houve registros graves nessa primeira inspeção, mas apenas um embargo na Petroquímica. Todas as empresas tiveram documentos solicitados. No EAS, sete mil trabalhadores foram atendidos e nenhuma infração foi encontrada.

Outra empresa fiscalizada foi o Consórcio CNCC (Camargo Corrêa e CNEC), que atua na obra de construção da Refinaria Abreu e Lima, onde foram atendidos cerca de 1,6 mil trabalhadores. Nessa atividade, o MPT-PE solicitou às empresas documentos como cartões de ponto e o Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT).

Fonte: Folha de Pernambuco/Com informações da assessoria de Imprensa do MPT-PE

Gargalos infraestruturais do Brasil – os nós que precisam ser desatados – aeroportos e ferrovias

investimentos na infraestrutura em ferrovia e treminvestimento em infraestrutura de aeroportos


Há muitos anos ouvimos que o Brasil é o país do futuro. O futuro chegou, e o Brasil ainda está longe de ser a potência que nos fizeram sonhar. Mesmo com relativo equilíbrio político e tranqüilidade econômica interna, aliados a um longo período de prosperidade externa, não foi possível colocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento rumo a um futuro melhor.

Nesta matéria veremos os principais gargalos infraestruturais que o governo e a sociedade precisam solucionar se quisermos ver o Brasil um país melhor no médio e longo prazos. Abordaremos hoje os aeroportos e as ferrovias, e na próxima matéria você verá o que precisa ser feito nas rodovias e nos portos.

Veja no final desta matéria como manter-se atualizado e não perder a segunda parte deste estudo.
Começamos pelos investimentos totais em obras de infraestrutura. Nos últimos 8 anos, os investimentos diminuíram levemente, estando estimados em 2,18% do PIB, segundo o IPEA.

Chegou a ser 3,32% em 2001 e caiu até 1,85% em 2004. Para avançar, é preciso muito mais, mais do que o dobro deste valor. Tomemos como exemplos números de outros países, também em desenvolvimento e em situação semelhante à nossa:

A China, o gigante industrial da atualidade investe 7,3% do seu PIB, que já é muito muito maior do que o nosso. O Chile, nosso quase-vizinho sul-americano investe 6,2%, a Colômbia 5,8% e um outro membro do BRIC, a Índia investe 5,63%.

Já abordamos muitas vezes aqui no Logística Descomplicada a lacuna que existe entre demanda e realidade no setor aéreo no Brasil. Veja por exemplo Infraestrutura brasileira – transporte aéreo de passageiros e Pesquisa infraestrutura parte 3 – aeroportos brasileiros.

Investimentos em infraestrutura aeroviária não podem ser feitos no curto prazo, pois são obras grandes, que normalmente envolvem construção de estradas, trens, metrôs e outras obras para garantir a integração do aeroporto na vida da cidade.

Para as 12 cidades-sede dos jogos da Copa do Mundo de 2014, o governo prometeu 5,5 bilhões de reais em investimentos no setor aéreo. Destes, apenas 195 milhões, ou 3,5%, estão contratados e míseros 54 milhões (ou menos de 1%!) estão executados.

 A diferença não é justificada, pois nenhum grande aeroporto do país tem capacidade ociosa. Em Cumbica, a demanda é de 65 pousos e decolagens por hora, enquanto a capacidade é de 53. Veja na tabela abaixo a diferença entre a demanda e a capacidade de diversos aeroportos do país:

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/gargalos-infraestruturais-do-brasil

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Lixo e entulhos no Porto do Recife após chuvas na Região Metropolitana



Passada as chuvas e o que restou em frente ao Porto do Recife é isso que vocês podem ver na foto acima, muito lixo, baronesas descidas dos rios, entulhos, etc....

`´E praticamente impossivel manter uma profundidade satisfatória em um Porto da qual dois grandes rios desaguam em seu entorno.

O trabalho de manutenção de dragagem que vem sendo executado a algum tempo é praticaamente jogado fora, pois não suporta a demanda de assoriamento provocado por essa situação.

Cabe a própiria população concientizar-se de que tudo que é jogado nos rios e canais da Região Metropolitana terminam aqui, em frente ao Porto do Recife, tão importante para o desenvolvimento do nosso Estado.

Por  Acrisio Lucena Raboni

terça-feira, 12 de abril de 2011

Licenciamento ambiental é um gargalo logístico?




Quem acompanha as notícias do setor logístico sabe que não são poucas as obras que foram interrompidas ou atrasadas por conta de problemas envolvendo o licenciamento ambiental. Construções de estradas, ferrovias e dragagens são apenas a ponta do iceberg. Para eliminar esse gargalo, o professor da Universidade de São Paulo (USP), Backer Ribeiro, defende uma participação maior da comunidade nos processos.

“Sendo assim, porque não usar os instrumentos de comunicação para que todos participem dos processos de licenciamento ambiental, contribuindo com informações estratégicas para o empreendimento, alertando sobre os riscos, prevenindo acidentes, evitando processos jurídicos desnecessários e interrupções nos prazos? A participação popular pode ser útil na elaboração dos estudos de impacto ambiental, uma consultoria gratuita onde todos ganham”.

Backer Ribeiro acompanha há 15 anos os processos de licenciamento ambiental em São Paulo, dentro de um modelo que existe há 30 anos, desde a criação, em 1981, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama). Para ele, poucos avanços ocorreram desde então, principalmente no que diz respeito à participação da sociedade nos debates sobre licenciamentos ambientais de grandes empreendimentos. “Aos cidadãos restam apenas as audiências públicas.”

Os licenciamentos ambientais podem ser considerados como um gargalo logístico para o País? Ou isso é desculpa dos que não conseguem criar projetos consistentes que aliem preservação da natureza e a evolução da infraestrutura?

País conduz checagem de radiação em navios



Japão está pronto para começar a checagem de radiação em navios e contêineres que partem dos seus três principais portos internacionais tanto em Tóquio quanto nas proximidades em direção a portos estrangeiros. A operação está prevista para começar até o final deste mês. Os portos de Tóquio, Yokohama e Kawasaki são responsáveis por cerca de 40% do movimento de contêineres estrangeiros no país.

O Ministério de Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão está elaborando uma série de normas de procedimentos para a checagem de radiação, mas ainda não acertou uma data exata para que a ação entre em voga. De acordo com essas diretrizes, três autoridades do porto medirão os níveis de radiação dos navios e dos contêineres. Estando dentro do permitido, emitirão um certificado provando que eles estão livres de contaminação.

De acordo com o gerente de segurança e emergência do Ministério, Kinya Ichimura: "Qualquer empresa marítima, tanto japonesa quanto estrangeira, pode ter os níveis de radiação medidos em suas embarcações e contêineres", afirmou. Ele disse ainda que a ação terá início pelos três portos principais por terem sido eles os que mais sofreram com o terremoto e o tsunami: "Depois de testarmos os níveis da água na região, consideraremos expandir a ação para outros portos", explicou.

Ainda segundo o Ministério, 27 porta-contêineres estrangeiros cancelaram as escalas nos portos de Tóquio, Yokohama e Kawasaki entre 11 de março e 3 de abril, mas ainda não se sabe se esses cancelamos foram feitos diante do acidente nuclear ou por outras razões.

No último mês, autoridades chinesas fizeram o MOL Presence deixar o porto de Xiamem, devido á suspeita de radiação elevada. Eles permitiram que o navio atracasse em um berço em Hong Kong depois de alguns testes que comprovaram que a embarcação estava livre de contaminação radioativa. Leia mais


Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7802

País tem superávit de US$ 3,978 bi no ano



A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 3,978 bilhões em 2011, até a segunda semana de abril, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 11, pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No mesmo período do ano passado, a balança registrou saldo positivo de US$ 1,673 bilhão.

A corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 110,692 bilhões, superando em 28,4% o total de US$ 86,209 bilhões apurado em igual período de 2010.

Até a segunda semana de abril, as exportações totalizaram US$ 57,335 bilhões, com média diária de US$ 843,2 milhões, equivalentes a um crescimento de 28,6% ante a média de US$ 655,8 milhões registrada no mesmo período de 2010. Neste ano, as importações já chegam a US$ 53,357 bilhões, com média diária de US$ 784,7 milhões, valor 24,4% superior à média de US$ 630,9 milhões registrada em igual período do ano passado.

Resultado de abril

A balança registrou superávit de US$ 826 milhões na segunda semana de abril, de acordo com o MDIC. Entre os dias 4 e 10, as exportações somaram US$ 5,054 bilhões, com média diária de US$ 1,010 bilhão, enquanto as importações chegaram a US$ 4,228 bilhões, com média de US$ 845,6 milhões.

Na primeira semana de abril (dia 1º), a balança registrou déficit de US$ 17 milhões, com US$ 1,049 bilhão em embarques e US$ 1,066 bilhão em compras. No acumulado do mês até a segunda semana, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 809 milhões. Nos 6 primeiros dias úteis de abril, as exportações totalizaram US$ 6,103 bilhões e as importações, US$ 5,294 bilhões.

Em relação à média diária de embarques de abril do ano passado, houve crescimento de 34,2%, enquanto ante março deste ano houve aumento de 10,8%. Nas importações, o valor foi 27,2% superior à média registrada no quarto mês de 2010 e 4,5% maior que o apurado no mês passado.

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7807

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Agradecimentos do Portuária PE





Gostaria de agradecer ao grande colaborardor Gabriel Campelo, pelo empenho e a motivação que tem proporcionado ao Portuária PE, e desejando que ele continue sempre presente neste nosso espaço.

Obrigado e Parabéns Gabriel

Por: Acrisio Lucena Raboni

O que você precisa saber para conseguir um estágio ou emprego



Com a proliferação dos cursos técnicos, tecnólogos e até mesmo alguns bacharelados específicos em logística, temos muitos estudantes nesta área. Claro que muitos deles (idealmente todos) irão ingressar no mercado de trabalho ainda durante seu curso, através de estágios. Nos próximos parágrafos você terá dicas e informações para conseguir seu primeiro estágio – ou melhorar o seu estágio atual.

O currículo

Seu currículo é a primeira e principal porta de entrada numa empresa. É através dele que as empresas decidirão se você será convidado a participar de uma entrevista ou não. Portanto, capriche no seu CV. No cabeçalho inclua seus dados pessoais e forma de contato (não se esqueça de incluir telefones e email).

Nos parágrafos seguintes do seu currículo, verifique 3x que tudo está escrito corretamente. Nada pior para a sua imagem do que erros de português na sua primeira apresentação. Se você não se garante, peça para alguém que entenda corrigir para você, como um professor.

Inclua seu curso atual e outros cursos relacionados que possam interessar ao empregador (línguas, informática, etc). Não minta nem exagere em suas habilidades. Dizer que fala “inglês avançado” e gaguejar numa possível entrevista em inglês (mesmo que seja só uma pergunta pra confirmar que você sabe mesmo) é a certeza de não ser contratado.

Sites especializados em gestão de carreira têm dicas para construir um currículo ganhador, vale a pena ler as dicas que eles oferecem na hora de construir o seu.

A entrevista

O mundo corporativo ainda é bem conservador: a primeira impressão é a que fica. Vista-se sobriamente. Não se espera que um estagiário vista-se como um executivo bem sucedido, mas você irá para uma entrevista que poderá lhe render um emprego, e não estará sentado na cozinha de sua casa.

Use roupas adequadas. Tenha cuidado com a aparência: cabelos, unhas, barba, maquiagem, tudo deve ser cuidado e sem exageros, inclusive no perfume. Por respeito ao entrevistador, não deixe seu celular ligado e claro, seja pontual.

Durante a entrevista, seja você mesmo. Você e suas habilidades são o produto que a empresa quer, então venda-se bem e mais uma vez, seja sincero. Leia tudo o que puder sobre a atuação da empresa e sobre como pode ser sua inserção neste negócio para que você esteja preparado para os diferentes assuntos durante as perguntas. Leia mais

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/o-que-voce-precisa-saber-para-conseguir-um-bom-estagio/

Agenciamento de carga: um ramo cada vez mais dinâmico



Não é novidade para ninguém que o comércio exterior contemporâneo exige das empresas importadoras e exportadoras cada vez mais qualidade, valores competitivos, eficiência, velocidade e pontualidade.

Peça fundamental no comércio exterior, os agentes de cargas ainda precisam passar por algumas transformações para que consigam acompanhar o ritmo da evolução dos negócios de seus clientes e, principalmente, para agregar valor aos seus serviços.

No início, os agenciadores de cargas limitavam-se ao atendimento do modal que propiciava o transporte internacional, ou seja, a mera revenda de fretes que, muitas vezes, se limitava a troca de conhecimentos de transporte master x house.

Vendo o aumento das necessidades de seus clientes e também o surgimento de uma imensa quantidade de concorrentes, fato que reduzia cada vez mais seus ganhos, os agenciadores começaram aumentar o seu poder de alcance através da intermodalização ou multimodalização de seus serviços de transportes, oferecendo inclusive o desembaraço aduaneiro, a distribuição e o armazenamento de mercadorias.

Um dos exemplos clássicos dessas transformações, porém, no sentido inverso, ocorreu com as comissárias de despacho aduaneiro, que trouxeram para o seu escopo de atendimento o agenciamento e hoje se tornaram também agentes de carga, competindo em pé de igualdade com muitas empresas tradicionais.


Toda essa pressão pela qualidade, pelo baixo custo e pela eficiência, fez e faz com que essas empresas agenciadoras se reinventem a cada dia, buscando trazer para o seu escopo de atendimento cada vez mais serviços e mais competências.

Com efeito, hoje encontramos no mercado empresas que se especializaram em soluções logísticas, propiciando aos seus clientes o cumprimento de todas, ou quase todas as suas necessidades.

Atendimento irrestrito: Para que não fique fora do contexto, esta deve ser a meta diária das empresas agenciadoras.

O fato é que hoje, os agentes de cargas precisam conhecer sobre transportes terrestres (todas as suas possibilidades e tipos de veículos), transporte marítimo e aéreo, movimentação de cargas, funcionamento de terminais portuários e retroportuários, estufagem de containers, armazenagem e distribuição, infraestrutura nacional e internacional, legislação de transporte e portuária e aduaneira, responsabilidades no transporte, faltas e avarias, incentivos fiscais, tratamentos tributários, classificação fiscal de mercadorias, etc.

Ora, se um cliente procura uma empresa agenciadora para que esta apresente um projeto completo, como por exemplo, de importação combinada com a distribuição de um determinado produto, perde aquela que não observar todos os detalhes do processo. É no detalhe que uma concorrência pode ser ganha. É no detalhe que é possível obter reduções consideráveis de custos e despesas.

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/

Maiores navios de carga do mundo visam reduzir frete



Entre as peças-chave do projeto da Vale para reduzir o custo do frete para a China estão 12 novos supernavios em construção capazes de carregar 400 mil toneladas de minério de ferro. As embarcações consumirão investimentos de US$ 1,6 bilhão.

As embarcações, batizadas de Valemax, são as maiores do tipo graneleiro em construção no mundo hoje e reduzirão o custo de frete para a China, já que têm capacidade maior de transporte -feito atualmente com navios de até 230 mil toneladas.

As embarcações serão entregues até 2012. Só poderão ser carregadas a plena capacidade em Ponta da Madeira, nos berços em construção no píer dedicado ao minério.

Apesar da pressão do então presidente Lula, as 12 embarcações serão construídas em um estaleiro da China.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/