quarta-feira, 13 de julho de 2011
Antaq organiza reunião para representantes de Suape (PE) e Itaqui (MA)
Representantes dos governos do Maranhão e de Pernambuco se reuniram, ontem (12), no Porto de Suape (PE). O encontro, organizado pelo diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho, proporcionou às autoridades maranhenses e pernambucanas trocarem informações sobre os portos dos dois estados.
Para Fialho, os Complexos Portuários do Maranhão e de Pernambuco são fundamentais para o desenvolvimento dos estados. Além disso, contribuem de forma significativa para a movimentação de cargas do Brasil.
“A ideia do porto-indústria de Suape tem muitas semelhanças com a do porto-indústria do Itaqui e sua retroárea, no Maranhão. Essa troca de informações com os representantes do Porto de Suape e do Porto do Itaqui significará mais crescimento para o setor portuário nordestino em um futuro próximo”, ressaltou o diretor-geral.
O diretor-geral da Antaq ressaltou que a Agência sempre trabalhou para o desenvolvimento do setor portuário brasileiro. “Pernambuco e Maranhão são estados estratégicos quando o assunto é logística. Contribuir para o crescimento do setor portuário desses dois estados é fazer com que o Brasil melhore sua logística e, por consequência, desenvolva suas regiões. Por isso, a ideia dessa troca de conhecimento. O setor portuário sempre deve ser discutido”, apontou.
Fialho enfatizou que um setor portuário desenvolvido favorece o desenvolvimento regional e demonstra que o país atrai indústrias. O diretor-geral participou de uma apresentação da diretoria do Porto de Suape para o secretário de Planejamento, Fábio Gondin, e para o secretário de Indústria e Comércio, Maurício Macedo, os dois do Maranhão, sobre desenvolvimento regional e atração industrial. Participou da apresentação também Luiz Carlos Fossati, diretor-presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
Para o secretário Maurício Macedo, essa troca de informações foi importante. “Suape é voltado para o segmento industrial e isso é fundamental para o desenvolvimento da Região Nordeste”, destacou Macedo, afirmando: “O papel da Antaq é fundamental como incentivadora dessas parcerias entre os portos e nós do Maranhão vamos trabalhar para que o setor portuário maranhense cresça ainda mais.”
Fábio Gondin informou que um dos objetivos do governo do Maranhão é implantar o orçamento por resultado em 2012. De acordo com o secretário, uma das prioridades é implantar um projeto que desenvolverá ainda mais o Porto do Itaqui. “Iremos traçar metas, fazer ações multissetoriais, estabelecer melhoria de indicadores. Iremos envolver toda a estrutura administrativa para desenvolver o porto.”
Luiz Carlos Fossati destacou que um distrito industrial ligado ao porto é fundamental para o desenvolvimento regional. “Fazendo esse tipo de planejamento, o crescimento da região aparece”, disse.
Atualmente, Suape recebe investimentos de US$ 17 bilhões. São mais de 100 empresas instaladas e outras 35 em fase de implantação nos 30 anos de existência do complexo.
Após a apresentação, as autoridades maranhenses visitaram o Terminal de Contêineres de Suape e o Estaleiro Atlântico Sul. Durante a visita, os representantes dos governos do Maranhão e de Pernambuco puderam discutir, entre outros assuntos, projetos de expansão, licenciamento ambiental e investimentos. “A Antaq apoia os projetos em benefício dos portos, pois entendemos que o setor é vital para o Maranhão, para Pernambuco e para o país”, disse Fernando Fialho.
Fonte: http://www.portalnaval.com.br/noticia
Investimento de R$ 11 mi visa reduzir filas em porto
No último mês, a Ferroeste, a Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar) - vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento - e a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) se debruçaram em um projeto que pretende, com um investimento de R$ 11 milhões, criar seis centros logísticos (Cascavel, Maringá, Guarapuava, Araucária, Ponta Grossa e Paranaguá) para estacionar caminhões, armazenar e classificar a carga que vai para o Porto de Paranaguá.
Reaproveitamento - O projeto parte do reaproveitamento de estruturas das três entidades e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já existentes - e ociosas em boa parte do tempo - para tentar diminuir a fila de caminhões na BR-277 e agilizar o trabalho do porto. Nem todo o setor produtivo teve acesso ao projeto ainda, mas as primeiras análises indicam que a proposta é paliativa e pode até aumentar os custos para transportadores e cooperativas.
Outras medidas - "O projeto não exclui todas as outras medidas necessárias, como a ampliação da Ferroeste, mas dá sobrevida à ferrovia", explica o presidente da Ferroeste, Maurício Querino Theodoro. O objetivo do projeto, segundo ele, é não só controlar melhor o tráfego de caminhões, mas dar um lugar seguro e adequado para os caminhoneiros esperarem, com restaurantes e banheiros, já na safra do ano que vem, e começar todo um trabalho de classificação que resultaria, daqui a dois ou três anos, em um programa de certificação de origem - um selo para os produtos agrícolas paranaenses, sob a responsabilidade da Empresa Paranaense de Classficação de Produtos (Claspar).
Prioridade - O montante estimado para o projeto consta das prioridades da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística para o orçamento de 2012, segundo o secretário José Richa Filho, e estaria sendo avaliado pelo secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi. O projeto também teria sido apresentado ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird).
Piloto - O projeto começaria pelos centros de Cascavel e Guarapuava, em um piloto intermodal. O uso dos silos da Ferroeste, da Codapar e da Conab existentes no estado representaria um aumento de 50% na capacidade estática de armazenamento do Porto de Paranaguá (557.340 toneladas). Uma diferença grande ocorreria também na classificação de cargas. Hoje, o Porto de Paranaguá tem capacidade para avaliar, no máximo, a carga de 1,8 mil caminhões/dia. Se o trabalho ocorrer antes, nos seis centros logísticos, esse número saltaria para mais de 4 mil/dia.
Produtores - Para o assessor econômico e técnico da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) Nilson Hanke Camargo, que teve acesso ao projeto há 20 dias, a ideia do governo estadual não resolve os problemas de escoamento da produção paranaense; apenas alivia, domesticamente, a situação. "É um esforço para se reaproveitar estruturas e órgãos um tanto ociosos e isso é válido, mas não resolve nosso principal gargalo: a velocidade de carregamento do Porto de Paranaguá", diz.
Entrada - Hanke afirma que a classificação anterior ao porto também não ajuda muito, porque o problema está mesmo na entrada no pátio de triagem por causa da demora no carregamento. "Em 1990, entravam e saíam 13 milhões de toneladas. Em 2010, 20 anos depois, esse número saltou para 38 milhões de toneladas e o porto é o mesmo, os equipamentos estão obsoletos", descreve. Ele alerta ainda que a armazenagem da carga nos silos dos centros logísticos pode acarretar em mais custos. "Você vai ter o custo do transbordo, do caminhão para o silo e vice-versa, e o custo do período em que a carga ficará ali. Se isso vier a representar um aumento nos gastos em relação ao que existe hoje, não vejo validade", argumenta.
Viável - Nos estudos prévios do governo estadual, o piloto intermodal nos centros de Cascavel e Guarapuava seria mais viável economicamente que o modelo exclusivamente rodoviário. No trecho entre Cascavel e Paranaguá, por exemplo, o custo com o novo centro - estacionando caminhões e armazenando a carga nos silos - ficaria entre R$ 55,30 e R$ 60,30 por tonelada transportada, contra R$ 58,06 a R$ 68,94 do transporte feito apenas pelos caminhões.
Discussão - A Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) informou que está com o projeto em mãos, mas que ainda vai discuti-lo com os 288 grupos de produtores que representa, nas próximas semanas, para formular uma avaliação. Uma delas, a Cocamar Cooperativa Agroindustrial, com sede em Maringá (Noroeste), disse que não tem conhecimento do projeto.
Fonte: http://www.portosenavios.com.br
domingo, 10 de julho de 2011
Sete principais portos do país terão editais para obras
A Secretaria Nacional de Portos deverá publicar até o final da próxima semana editais para a continuidade das obras de melhoria de infraestrutura nos sete principais portos do país. O objetivo é investir R$ 740 milhões até o final de 2013, quando as obras deverão estar concluídas.
De acordo com o ministro Leônidas Cristino, serão feitas obras de dragagem nos portos para permitir a ancoragem de grandes embarcações, que precisam entre 12 e 15 metros de profundidade. "Só depois de feita a dragagem é possível melhorar as condições dos terminais de passageiros nos portos", disse em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social em parceria com a EBC Serviços.
A Secretaria Nacional dos Portos implementou o Plano Nacional de Logística Portuária, para atender à demanda durante os megaeventos esportivos que vão acontecer no país, nos próximos anos. O ministro destacou que "o país precisa sempre melhorar os portos, pois 90% das riquezas das nações passam por eles" . Por isso, está em andamento também a modernização de estruturas e o desenvolvimento paralelo do Programa Porto sem Papel, para reduzir a burocracia e melhorar a funcionalidade dos serviços.
Os portos que vão contar com as obras de maior porte para a Copa do Mundo e as Olimpíadas são os de Fortaleza, Natal, Salvador, do Rio de Janeiro, de Santos, Manaus e Recife. Os portos de Santos, Rio de Janeiro e Salvador poderão comportar até seis navios cada. Os de Natal, Recife, Fortaleza e Manaus terão ancoradouros para dois navios. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) prioriza 18 portos ao longo de toda a costa brasileira. Atualmente seis já estão com as obras concluídas. Seis estão em fase de conclusão e os demais, em processo licitatório.
http://www.jornalatual.com.br/noticia.asp?id=6855
Hamburg Süd batiza porta-contêineres Santa Rita
Embarcação é empregada no serviço entre Ásia e África do Sul/Costa Leste da América do Sul
A Hamburg Süd batizou na última quarta-feira, dia 06 de julho, em Sepetiba (RJ), o porta-contêineres Santa Rita, terceira de uma série de dez embarcações idênticas com capacidade para 7,1 mil TEUs e equipadas com 1.600 tomadas reefers construídas para o armador. O navio apresenta, ainda, comprimento total de 299,9 metros, entre as perpendiculares de 286,8 m, largura de 42,8 m e calado máximo de 13,5 m.
Desde a sua entrega no Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering, na Coréia do Sul, no último mês de maio, o Santa Rita é empregado no serviço da Hamburg Süd entre Ásia e África do Sul/Costa Leste da América do Sul, denominado New Good Hope Express.
A embarcação é utilizada, também, para outra finalidade. Juntamente com o Monte Tamaro, o Santa Rita serve para a Hamburg Süd efetuar o treinamento de oficiais, engenheiros e marinheiros que irão operar em sua frota.
http://tecnologistica.com.br/frota/hamburg-sud-batiza-porta-conteineres-santa-rita/
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