sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Empresa chinesa vai desembarcar caminhão pelo Porto do Recife

Mais um Centro de  Distribuição de veículos no Porto do Recife


O Porto do Recife assina hoje, sexta-feira (2), protocolo de intenção para receber mais um Centro de  Distribuição de veículos. Desta vez é com a empresa Metro Shacman, representante da marca chinesa de caminhões  Shacman, que está chegando com força ao mercado brasileiro.

A comitiva de chineses veio conhecer a estrutura do Estado que foi escolhido com porta de entrada para o novo  negócio. Nesse momento inicial, a Metro Shacman está investindo US$ 25 milhões para montar a estrutura de  logística em todo o Brasil, incluindo o Centro de Distribuição, que irá empregar cerca de 40 pessoas  diretamente, entre motoristas, mecânicos e funcionários da administração da empresa. Quando desembarcados, os  caminhões precisam ser vistoriados, adesivados e, em alguns casos, as peças trocadas para, enfim, serem levados  as concessionárias e comercializados.

Os primeiros caminhões irão chegar ao Porto do Recife a partir de janeiro de 2012. A meta é importar 1,5 mil  caminhões neste primeiro ano. Os veículos somados ao valor das peças e ferramentas significam uma movimentação  de mais de US$ 500 milhões. Os caminhões pesados ficarão armazenados em uma área alfandegada de 1,5 hectares  destinada pelo Porto do Recife. “O espaço tem a capacidade de armazenar até 250 veículos ao mesmo tempo. A  expectativa é que o desembarque dos importados traga um incremento de R$ 2,5 milhões na receita do porto”, conta  diretor de Operações e Comercial do Porto do Recife, Sidnei Aires.

A escolha do Porto do Recife pela Metro Shacman levou em consideração alguns fatores determinantes para a  empresa. “Primeiro de tudo trata-se de um porto público com uma estrutura adequada para o negócio. A localização  é outro grande atrativo”, afirmou Teixeira, lembrando que os incentivos dados pelo Estado foram decisivos na  escolha.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/13068-empresa-chinesa-vai-desembarcar-caminhao-pelo-porto-do-recife


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Logística jurídica ganha espaço nos escritórios

30/11/2011



A logística jurídica vem ganhando cada vez mais espaço no contexto da gestão legal de escritórios que se preocupam em empreender uma administração pautada na estratégia. Tecnicamente, ela consiste no desenvolvimento de procedimentos para otimização do trabalho do departamento paralegal dos escritórios de advocacia e departamentos jurídicos e geralmente envolve projetos de terceirização de algumas tarefas do contencioso.

É necessário registrar que a logística jurídica, até há pouco tempo, foi marginalizada pelo mercado jurídico, sendo certo que a incipiente utilização dos recursos tecnológicos no meio jurídico acabou por minar a profissionalização deste segmento e, por um longo período, ele foi representado pela estigmatizada imagem do correspondente, qual seja, a de um advogado recém formado que se desloca ao fórum e realiza consultas processuais no tempo ocioso que dispõe entre seus poucos atendimentos e peças processuais diárias.

O estereótipo descrito ainda permeia o imaginário do advogado de grandes bancas, que acaba por estabelecer uma relação de amor e ódio com o correspondente. Não se pode mais conceber esta situação como o ideal da logística jurídica, pois ela não se resume a isto. Um bom projeto de logística jurídica vai abranger uma análise ampla e sistemática sobre o escritório e sua atuação, incluindo seu posicionamento no mercado. Logística jurídica não é ir ao fórum extrair cópias de processos e entregar contestação em audiência!

Hoje, ela é imprescindível a qualquer escritório que queira se destacar, seja ele pequeno, médio ou grande, tenha processos somente na comarca sede ou espalhados pelo estado e mesmo pelo país.

Os clientes exigem dos escritórios a onipresença em todas as comarcas onde haja processos seus. Assim, para poder crescer, além de ter uma boa gestão dos procedimentos e dos processos, eles necessitam de bons parceiros, que tenham entrosamento e mesmo proximidade com os cartórios locais, para poder fornecer informações importantes até mesmo para a estratégia de defesa.

Felizmente o mercado acabou por se adaptar, em um movimento que se iniciou com o advento de escritórios de advocacia regionais formatados para atender a demanda das grandes bancas, vindo, até mesmo, alguns contratados, a fundirem-se com seus contratantes. leia mais



Holanda quer entrar no mercado brasileiro de lácteos

30/11/2011



O ministro da Agricultura, Pecuária e Abasteicmento, Mendes Ribeiro Filho, recebeu, nesta terça-feira (29/11), uma comitiva presidida pelo ministro da Agricultura e Comércio Exterior da Holanda, Henk Bleker.

Durante o encontro, a Holanda mostrou seu interesse em entrar no mercado nacional de lácteo e se informou sobre os requisitos sanitários de exportação para o Brasil. “Uma das prioridades do nosso governo é avançar no que diz respeito às questões de defesa agropecuária e sanidade, para incentivar o comércio internacional e aumentar o controle da nossa produção”, destaca Mendes Ribeiro Filho.

Segundo o ministro, as negociações agrícolas internacionais são de extrema importância para o desenvolvimento econômico mundial e para uma produção agrícola segura e eficaz.

Quanto às questões sanitárias, o ministro da Holanda Henk Bleker informou que o objetivo do governo holandês é estar em plena conformidade com o regulamento brasileiro, para alcançar a abertura do mercado lácteo.

Como sugestão, Henk Bleker sugeriu que seja realizada uma missão brasileira à Amsterdã para verificar como funciona o sistema de fiscalização e as unidades produtoras de leite, queijos e demais produtos lácteos.


RISCOS SÃO MENORES NA CABOTAGEM


O transporte de carga no extenso território brasileiro é um serviço fundamental na cadeia de produção e distribuição de bens industriais e agrícolas. São mercadorias transportadas para o abastecimento interno, mercadorias destinadas à exportação e mercadorias importadas, em trânsito, no percurso complementar à viagem internacional.

Os sistemas viários são formados pela malha rodoviária, ferroviária, vias fluviais e aéreas. O modal rodoviário representa 60% de tudo que é transportado no país, porém, o ônus para a sua utilização é demasiadamente alto e, inexplicavelmente, o governo não investe na melhoria de outros setores de transportes, como o hidroviário e o ferroviário.

A indústria brasileira identifica que há espaço para outros meios de transporte de carga, e uma opção, é a cabotagem, feita por navios numa rota exclusivamente dentro dos limites do território brasileiro, entre portos nacionais pelo litoral ou por vias fluviais. Além dos benefícios econômicos, o transporte de cabotagem releva o aspecto social, já que a maioria dos acidentes ocorridos nas rodovias brasileiras, com vítimas fatais, envolvem veículos de transporte de carga.

O transporte de cabotagem desperta muito interesse do mercado segurador, que acredita que esse sistema seja uma alternativa para o equilíbrio das contas do seguro no ramo de transportes. Com o transporte hidroviário, espera-se redução da sinistralidade das apólices, que é medida considerando os prêmios recebidos e sinistros indenizados.

O número de acidentes e incidentes envolvendo o transporte rodoviário é maior que os ocorridos nos demais modais, razão pela qual, as seguradoras são muito exigentes na avaliação e aceitação de seguro de transporte rodoviário.

Para classificar um seguro de transporte, as seguradoras consideram um conjunto de fatores, como o tipo de mercadoria, a viagem, medidas de segurança, valores transportados, percurso e meio de transporte. A taxa do seguro para os riscos de transporte de cabotagem é inferior ao rodoviário, uma vez que os riscos são menores e praticamente concentrados nos percursos rodoviários iniciais e complementares à viagem por água. Leia mais



CSAV nega procura por compradores

30/11/2011
Unidade internacional da empresa afirma que pretende arrumar parceiros
A empresa   chilena de  negócios  marítimos, CSAV Internacional negou as    alegações   de que seus negócios estariam à venda. Por meio de um comunicado, a companhia afirmou que atualmente ocorre um processo de reestruturação de seus serviços para ampliar sua competitividade no setor.

Esta informação já havia sido obtida pelo Guia Marítimo com o diretor regional da América Latina, Luigi Ferrini, por meio de comunicado na tarde de ontem, no qual contrariava às informações anunciadas no exterior, via a IFW, de que a empresa procurava um comprador para suas atividades marítimas e sim, buscava parceiros para expandir seus negócios.

“A CSAV busca joint-ventures com outras empresas do mesmo ramo para elevar sua eficiência e a qualidade dos serviços prestados.”

Parte do documento enviado a imprensa internacional afirma que, dentre as medidas de reestruturação, está “a busca de um parceiro estratégico para o nosso negócio, mas não há uma busca para encontrar um comprador para essa unidade de negócio.”

Além disso, a empresa afirma que há, ainda, um projeto para separar os negócios de transporte de carga das operadoras do porto e do terminal gerido por sua subsidiária (SAAM) afim de promover o crescimento deste último. A criação de uma nova estrutura organizacional que facilite a implementação da estratégia da empresa.

“Há, também, um incremento de US$ 1,2 bilhões no capital da CSAV por meio da Celfin Capital que irá fortalecer a posição financeira da linha de expedição”, conclui o comunicado da companhia.



Como habilitar sua empresa a operar com comex

30/11/2011


 As estatísticas oficiais indicam que o volume de importação e exportação brasileiro saltou de 50 bilhões em 1994 para 200 bilhões em 2005, ou seja, um crescimento excepcional de 4x. Exportamos algo em torno de 2,7 bilhões de dólares em 1970, US$ 20 bilhões em 1980 e US$ 30 bi em 1990.

No início desta década esses valores ultrapassavam os 100 bilhões e agora já ultrapassamos os 200 bilhões de dólares. E para uma economia crescer, é necessário que novas empresas participem ativamente desse processo e que se relacionem comercialmente com os mais diversos países em diversos segmentos.

No Brasil, para uma empresa importar ou exportar, é preciso ser habilitada na Receita Federal, na Secretaria de Comércio Exterior e que isto esteja especificado em seu contrato social. Conheça a seguir todas as etapas do processo de importação e exportação.

Na Receita Federal, essa Habilitação consiste em um exame prévio realizado pelos Auditores Fiscais desse órgão, para qualquer pessoa física ou jurídica que pretende realizar operações de comércio exterior. Esse registro tem o nome de Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (RADAR) e figura entre os momentos mais importantes e decisivos para o empresário.

No Brasil, todas as pessoas físicas e jurídicas estão obrigadas a ser cadastradas nesse mecanismo de controle, e passam a ter acesso ao Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior), valendo por tempo indeterminado e podendo atuar em qualquer alfândega brasileira.

Com essa ‘chave de entrada’, é possível credenciar os despachantes aduaneiros, funcionários, entre outros, diretamente no ambiente Web da Receita Federal, para praticarem as atividades relacionadas com o despacho aduaneiro.

De um modo geral, o processo de habilitação no RADAR pela Receita Federal do Brasil tem por objetivo autorizar as empresas interessadas para atuarem nas operações aduaneiras brasileiras, disponibilizando, em tempo real, informações de natureza aduaneira, contábil e fiscal que permitam ao fisco analisar o comportamento e inferir o perfil de risco daquilo que está entrando e saindo das nossas fronteiras. Leia mais sobre esta matéria


segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O impacto da expansão do Canal do Panamá nas cadeias de suprimentos



O Canal do Panamá está passando por reformas e está sendo ampliado, o que terá consequências no mundo todo.

Hoje, os maiores navios capazes de atravessar o canal, que liga os oceanos Atlântico e Pacífico, carregam carga equivalente a 4.400 contêineres de 20 pés (TEU). Depois da expansão, este número será quase triplicado, para 12.600. Já para 2014!

O frete marítimo transoceânico está intimamente ligado com economias em escala, e um navio capaz de carregar três vezes mais carga tem um impacto considerável no custo, principalmente quando a alternativa é descarregar na costa oeste americana e transportar a carga por trens até a costa leste. Isso ainda é muito melhor do que fazemos hoje no Brasil, sem a disponibilidade dos trens…

Hoje a viagem da Ásia até a costa oeste americana, mais o trajeto dos trens até a costa leste leva em torno de 18 dias. O trajeto sempre pela água, através do Canal do Panamá leva uns 22 dias, aproximadamente o mesmo que através do Canal de Suez – uma rota alternativa (e concorrente) da Ásia para a costa leste. A viagem pelo mar também pode ser mais longa, dependendo da velocidade do navio e da congestão das rotas escolhidas. Hoje, 70% das importações americanas vindas da Ásia chegam aos portos da costa oeste.

A opção navio + trens pode custar entre 10% e 25% mais caro, dependendo de como uma determinada carga é roteada para atender restrições de entrega (como just in time).

Executivos da Autoridade Portuária de Georgia dizem que varejistas tais como o Wal-Mart planejam enviar mais produtos através do Canal de Panamá renovado.

Isto não significa que os portos da costa oeste estejam fadados ao fracasso. Eles tem melhores conexões ferroviárias e outras vantagens infraestruturais que os portos da costa leste.  Além disso, navios maiores estão a caminho.

A revista The Economist tem um artigo descrevendo um navio da Maersk Lines capaz de carregar 15,000 TEUs e que navios de até 18,000 TEUs estão sendo fabricados. Estes gigantes não passarão nem pelo Canal do Panamá renovado, e desde que portos como o Los Angeles possam recebê-los, eles irão diminuir a vantagem de custo da rota pelo Panamá.

Tem mais um ponto a ser lembrado. Como os recentes eventos no Japão e Tailândia nos mostraram ter toda a sua produção centralizada num único lugar pode ser arriscado. O mesmo pode ser dito para ter somente uma rota logística.

Os transportadores gostam de alternativas. Conflitos trabalhistas na última década fecharam alguns portos da costa oeste e enviaram boa parte dos negócios para o Canal do Panamá, que nunca mais voltaram.
“O que não se pode discutir é que todo o sistema logístico tornou-se mais diversificado”,  diz o diretor executivo da Autoridade Portuária da Geórgia.

O menor custo oferecido pelo trânsito através do Canal do Panamá vai diminuir o custo, sem alterar drasticamente o fluxo de produtos.

Cursos superiores para áreas petrolíferas



Implicam conhecimentos em diversas áreas

As áreas petrolíferas, e em consequência os trabalhos nas plataformas petrolíferas, implicam conhecimentos em diversas áreas, sendo assim possível tirar vários cursos superiores para uma posterior candidatura a esse tipo de trabalhos.

Como uma plataforma petrolífera implica profissionais em diversas áreas, é também preciso profissionais com cursos superiores completamente distintas. Vamos aqui dar algumas sugestões de cursos para este tipo de trabalho.

Poderá tirar a licenciatura de engenharia geológica ou electrotécnica para diversos tipos de trabalho presentes nestas plataformas, outras áreas são a química, a física, biologia e a mecânica. Este tipo de cursos está presentes na maioria das Universidades do país, sendo assim muito fácil aceder a estes cursos para aqueles que anseiam num futuro entrar neste mundo tão complexo e com tanto futuro.

Desde o ano passado, o Instituto Piaget de Vila Nova de Santo André (Santiago do Cacém), está disponível a primeira licenciatura nacional em Engenharia de Petróleos, no ramo da refinação petrolífera. Com este curso poderá facilmente ter acesso a saídas profissionais como a Indústria Petrolífera e Petroquímica, as Indústrias de Base Química ou a Administração Pública.

Esta é uma excelente opção para quem quer seguir uma carreira dentro destas áreas, já que atualmente existe uma enorme procura de profissionais nesta área e o mercado não consegue dar vazão a tantas ofertas de emprego.