sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Antaq lançará Plano Nacional de Integração Hidroviária no próximo dia 19



A Antaq lançará, no próximo dia 19 de fevereiro, o Plano Nacional de Integração Hidroviária. O estudo, elaborado por meio de termo de cooperação técnica com a Universidade Federal de Santa Catarina, permitirá a realização de análises sobre regulação e planejamento em transporte e logística, através de uma ferramenta chamada GIS.

Esse aplicativo possibilita simular, por exemplo, a melhor rota para escoamento de uma carga, a partir de uma determinada região produtora, e comparar a eficiência dos modais aquaviário, rodoviário e ferroviário nessa rota.

O PNIH contemplará ainda o Plano Geral de Outorgas do Subsetor Hidroviário, onde serão apresentadas as diversas áreas com potencial para implantação de novas hidrovias, portos e terminais no interior do país.

Identificando os produtos mais relevantes em cada região, trazendo ainda dados importantes para a elaboração das políticas públicas do setor, como a quantificação dos fluxos atuais e a projeção dos fluxos futuros de comercialização e transporte.


Trabalhador Portuário

Trabalhadores do setor portuário podem entrar em greve




Representantes de trabalhadores do setor portuário pediram nesta quinta-feira (14) ao governo federal mais discussão sobre as mudanças introduzidas pela Medida Provisória (MP) 595/2012, que trata da reestruturação do setor. Na próxima semana, os trabalhadores vão fazer plenárias para definir se entrarão em greve.

“Todo mundo sabe que se estivador não quiser trabalhar, não tem como nem importar nem exportar nada”, disse o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, após reunião com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Segundo ele, o novo sistema vai “matar” os portos públicos e irá prejudicar os trabalhadores no futuro.

“Realmente, o governo não mexeu nos direitos dos trabalhadores agora, mas, na medida em que você tem um porto privado ao lado de um porto público, ele vai quebrar o porto público, porque o porto público tem um custo maior e todos os direitos dos trabalhadores serão perdidos”, disse.

A Medida Provisória 595/2012, em tramitação no Congresso Nacional, deverá ser analisada até o dia 17 de março, quando começa a trancar a pauta. A matéria recebeu 646 emendas no Senado e será analisada por uma comissão parlamentar mista que deve ser instalada nos próximos dias.

A ministra Gleisi Hoffmann explicou que o objetivo da MP é dar competitividade ao setor portuário brasileiro e reduzir o Custo Brasil. Segundo ela, o governo acredita na competitividade dos portos públicos. “Do jeito que vocês falam, parece que o nosso porto é ineficaz, caro, demorado e que não vai aguentar uma competição. Eu não aposto nisso, eu acredito nos portos brasileiros e sei que eles vão encarar bem a competição e a modernização que é tão necessária”, disse a ministra.

Gleisi também garantiu que os direitos dos trabalhadores não serão afetados com as mudanças, pois os mesmos pontos da legislação atual foram mantidos. O ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, disse que a MP estabelece metas para a gestão dos portos. Segundo ele, o governo poderá mudar pontos da medida que prejudiquem os trabalhadores.

Durante a reunião, que pôde ser acompanhada pelos jornalistas, o presidente da Federação Nacional dos Estivadores, Wilton Ferreira, pediu a criação de um canal de negociação entre governo, empresários e trabalhadores para tentar solucionar os entraves da MP. Segundo ele, as mudanças poderão prejudicar os trabalhadores dos portos públicos por permitirem uma migração das cargas para os portos privados. “O trabalhador prima pelo seu pão de cada dia. Todo plano de logística do governo é muito bonito, mas hoje os portos funcionam da maneira que está e não são o gargalo do país”, disse

O plano de incentivos lançado pelo governo em dezembro do ano passado prevê investimentos de R$ 54,2 bilhões no setor portuário brasileiro, a maior parte do setor privado. A previsão é beneficiar 18 portos com a medida.

Fiat lança programa para engenheiros em Pernambuco



As vagas serão oferecidas para quem tem graduação concluída entre junho de 2010 e março de 2013 em várias engenharias
A Fiat irá selecionar engenheiros para a fábrica de Goiana, Mata Norte de Pernambuco. Através do Programa Jovens Profissionais, em parceria com a DMRH, a empresa pretende identificar e desenvolver profissionais que tenham interesse em atuar na área industrial e que sejam movidos pelo interesse na construção de uma carreira dentro da companhia no Estado.
As vagas serão oferecidas para quem tem graduação concluída entre junho de 2010 e março de 2013 nos cursos de engenharia de controle e automação, engenharia elétrica, engenharia eletrônica, engenharia industrial, engenharia de materiais, engenharia mecânica, engenharia mecânica com ênfase em mecatrônica, engenharia metalúrgica, engenharia química, engenharia de produção, engenharia automotiva e engenharia robótica.
A Fiat pede que os candidatos tenham vivência em gestão de projetos, profissionalmente ou por meio de estágios; conhecimento mínimo de Projetos, Lean Manufacturing e Qualidade; e domínio do pacote Office. O conhecimento no idioma inglês, espanhol e/ou italiano será considerado diferencial no momento da seleção.
O programa de desenvolvimento da fábrica terá como base as tecnologias de ponta, inéditas no Brasil, que serão utilizadas dentro da Fiat em Goiana. O objetivo, então, é treinar os selecionados de acordo com novas metodologias, através de um percurso formativo, preparado de forma personalizada para cada profissional. O processo de formação será definido de acordo com a área na qual o engenheiro será alocado e de acordo com o perfil profissional identificado.
O candidato selecionado participará de um percurso formativo em uma das plantas da Fiat no mundo e, só após essa formação, é que atuará na planta de Goiana.
O número de vagas e a remuneração não foram especificados, mas a Fiat diz que “garante remuneração e pacote de benefícios compatíveis com o mercado”.
Os interessados têm até o dia 17 de fevereiro para se inscrever através do site http://www.jovensprofissionaisfiat.com.br.
Uma vez feita a inscrição na página, os selecionados passarão por dinâmica de grupo, testes online, assessment center (realização de testes psicológicos e dinâmicas de grupo), entrevista com o gestor e etapas adminissionais. A previsão de início é junho de 2013.

Mão de obra trava TI


Empresas de tecnologia devem enfrentar falta de 140 mil profissionais neste ano, segundo dados da Brasscom

Abrigadas no segundo maior mercado de tecnologia da informação (TI) entre os países emergentes, as empresas do setor no Brasil vão investir cerca de US$ 134 bilhões (R$ 264 bilhões) este ano, aumento de 6% em relação a 2012, de acordo com dados da consultoria Gartner. 
Ainda que as notícias sejam boas, a falta de mão de obra qualificada no mercado continua sendo o maior gargalo do segmento. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o déficit atual é de cerca de 90 mil profissionais e pode chegar a 140 mil em 2013.
Ruim para os empregadores, mas excelente para os profissionais de alto nível do setor, que são contratados a peso de ouro e disputados pelo mercado até com uma certa selvageria. O desespero dos contratantes se justifica pela rentabilidade que esses colaboradores representam. 
De acordo com o censo 2012 recém-divulgado pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro Nacional), 30% das cerca de 300 empresas ouvidas faturam acima de R$ 100 mil ao ano por profissional.
Roberto Mayer, vice-presidente de Relações Públicas da Assespro, explica que o setor é representado principalmente por pequenas e médias empresas, que driblam a questão da falta de profissionais no mercado ao fazer o melhor uso da produtividade e capacidade de seus colaboradores. “Se não tivessem restrição de mão de obra, algumas empresas conseguiriam aumentar em 15% as suas equipes com contratações imediatas”, afirma.
 São profissionais como Felipe Horta, que construiu sua carreira de forma a se tornar, aos 36 anos, imprescindível para o mercado em que atua. Com 15 anos, ele era programador e, por sua experiência em várias empresas de software, foi convidado pelo fundador da Platão Inovação e Sistemas para ser CEO da empresa, em um ano de crescimento robusto, quando clientes da área de construção civil foram incluídos em um portfólio antes focado em empresas de educação.
Felipe explica que, em 2012, a empresa passou a atender 14 novos clientes somente na área de construção civil. “Foi preciso fazer 12 contratações para dar conta desse aumento.” A equipe, formada por colaboradores bem jovens, faz parte de uma geração inserida em um mercado inflacionado. 
Um programador júnior, com idade entre 20 e 22 anos, ganha salário inicial médio de R$ 4,5 mil. Ainda assim, existem vagas em aberto difíceis de serem preenchidas, especialmente no setor de vendas. Capacitar seria uma solução, mas Felipe afirma que o momento requer encontrar profissionais já prontos.
Indicações
Na empresa TWT Info, a situação é parecida. São cinco vagas em aberto há dois meses para as funções de implantador, programador e técnico em implantação. De acordo com Marco Flávio Gontijo Neves, CEO da empresa, o processo de seleção foi aprimorado e um programa de indicação interna com bonificação foi implantado para tentar solucionar o problema. A saída para a empresa pode ser importar mão de obra.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Entenda Melhor



Um círculo vicioso na cabotagem


Para atingir o equilibro no uso dos principais modais da matriz de transportes brasileira, tanto a cabotagem quanto o transporte por ferrovia precisam absorver volume expressivo da carga transportada pelo país.

A cabotagem de produtos conteinerizados evoluiu sobremaneira ao longo das últimas duas décadas e apesar disso temos nada mais que quatro operadores atuantes. Com o modelo mais moderno de construção de navios em estaleiro brasileiro, substituindo navios afretados ou menores e antigos. Há também quem importou e nacionalizou sua frota e ainda quem recuperou navios pequenos e antigos para dar o início a sua operação.

Há tributação maior sobre o combustível, em comparação à navegação de longo curso e pouca diferenciação em tarifas portuárias além de elevado custo e escassez de mão de obra embarcada. Tudo isso compõe o desafio do lado da oferta.

O outro lado da moeda, são os custos crescentes de transporte rodoviário, seja por restrição legal, relação de oferta e demanda ou ainda elevação de custos inerentes ao modal.

Estabelecer a competitividade pela métrica de um percentual abaixo do preço do transporte rodoviário tem sido a fórmula usada pela cabotagem e também pela ferrovia. É este o modelo que vai levar o modal para seu lugar na contribuição para uma matriz de transporte competitiva?

Do lado da indústria, que contrata o transporte nem sempre esta conta vai incentivá-la a mudar sua logística. Ela está amparada pelo meio de transporte que funciona  há muito tempo: o rodoviário. Neste sentido, eventos de frustação da execução do serviço no novo modal, levantam mais questionamentos se vale a pena mudar.

O embarcador não muda porque as condições de preço, prazo e serviço não estão ideais e o armador não faz ajustes porque o modelo não está gerando o retorno que o acionista almeja.

A mudança, no entanto, é inevitável pelo simples fato de que a infraestrutura de logística brasileira não dará conta de continuar predominantemente rodoviarista. O quanto de dor precisa causar ao longo deste caminho, vai indicar o tempo necessário para a mudança.

A intermodalidade, ou seja, a parceria entre os modais rodoviário, ferroviário e de cabotagem parece ser um caminho para aproveitar melhor as competências de cada setor para melhor atender ao cliente. Dessa forma esse último pode confiar que seu produto chegue no local de destino no tempo e condição adequados, com economia de custos e,  com isso passe a ser um promotor de uma logística mais sustentável.

Fonte: Comexblog

Porto de Paranaguá terá novos shiploaders




O Governo do Paraná, autorizou nesta semana a abertura do processo licitatório para a compra dos novos shiploaders (carregadores de navios) do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá. Serão adquiridos quatro novos equipamentos que ampliarão a capacidade de carregamento dos navios em 60%.

De acordo com o porto, essa será a segunda remodelação que o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá recebe em 40 anos, mas a primeira deste porte com a substituição de grandes carregadores de navios. Esta modernização do Corredor de Exportação vai agilizar o escoamento de cargas, impulsionando ainda mais as exportações.

Os novos shiploaders terão capacidade nominal para embarcar duas mil toneladas de grãos por hora. Os equipamentos hoje existentes no Corredor têm capacidade nominal de 1500 toneladas/hora. No entanto, por serem muito antigos, conseguem embarcar, em média por hora, cerca de 1200 toneladas. “Teremos um ganho de 800 toneladas hora por shiploader, que nos dará um aumento de produtividade na casa dos 60%”, explica o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

“Faremos as substituições dos shiploaders de maneira gradativa, obedecendo a um cronograma que evitará a paralisação das operações. Acreditamos que para a próxima safra, já tenhamos pelo menos um dos novos equipamentos em pleno funcionamento no Corredor de Exportação”, explica o superintendente. O prazo total para a instalação dos quatro shiploaders é de 22 meses.

Recordes – Ano a ano, o Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá vem batendo recordes de movimentação. As melhorias logísticas permitiram que o terminal ampliasse a movimentação das mercadorias mesmo sem modernização na estrutura. Em 2012, o Corredor de Exportação movimentou quase 16 milhões de toneladas de produtos, volume 14% superior ao registrado em 2011. Somente em janeiro deste ano, o Correx já exportou 878 mil toneladas de produtos, volume 8% maior do que o registrado em janeiro de 2012.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sucesso Garantido em Todo o Planeta.

O Portuária PE agradece e parabeniza todos os seus leitores, seguidores, vistantes e colaboradores do mundo inteiro pelo Sucesso e Fidelidade que fazem com que estejamos sempre em primeiro lugar em nosso Estado.


OBRIGADO A TODOS;

Por: Acrisio Lucena Raboni


Multinacionais na nova ordem global


Apesar de a agenda internacional estar centrada na crise europeia, no “abismo fiscal” nos EUA e nas incertezas geopolíticas no Oriente Médio, é importante não perder de vista algumas mudanças que ocorrem na economia global e terão efeitos importantes no longo prazo.

Centenas de milhões de pessoas nos países em desenvolvimento estão participando do mercado de consumo pela primeira vez, elevando seu padrão de vida e aumentando a produção econômica de suas respectivas nações. Empresas e empreendedores desses países estão lançando novos produtos e ideias, ajudando a moldar o mundo de novas formas. As multinacionais dos países emergentes têm papel importante a exercer nessa transformação.

Essas empresas, frequentemente chamadas de “multinacionais emergentes”, vêm conseguindo evoluir de um papel centrado em exportações para uma presença efetivamente global. Além da habilidade de competir internacionalmente, uma empresa global precisa ter operações, papel institucional, investimentos e geração de receitas em outros países, sedimentando sua marca, beneficiando-se do acesso a recursos humanos locais e desenvolvendo novas cadeias de fornecedores.

A história é rica em exemplos de como o sucesso de empresas multinacionais garantiu a seus respectivos países uma maior presença e relevância globais. Marcas como Siemens, Volkswagen e BMW, da Alemanha; Electrolux, Ericsson e Volvo, da Suécia; General Eletric, IBM e Coca-Cola, dos EUA; Toyota, Sony e Toshiba, do Japão; Philips e Shell, da Holanda, são alguns exemplos, dentre tantos outros.

Mais recentemente, multinacionais como a finlandesa Nokia, as coreanas Samsung, LG e Kia e as chinesas Sinovel e Huawei são exemplos desse fenômeno. Essas e outras multinacionais de países em desenvolvimento vêm investindo no aumento de sua capacidade para operar em novos mercados, ao mesmo tempo que se preparam para os desafios complexos advindos de tal iniciativa.

Em termos de oportunidades, as multinacionais emergentes apresentam algumas vantagens em relação às congêneres de economias maduras, pois se estruturaram e aprenderam a prosperar em ambientes bastante desafiadores e desenvolveram alto grau de criatividade, resiliência e agilidade de gestão. Entretanto, um desafio importante diz respeito a como essas empresas e o mundo desenvolvido lidarão com uma eventual reconfiguração do status quo geopolítico global, definido há cerca de 70 anos, após a 2.ª Guerra Mundial.

O futuro aponta para a organização de uma nova ordem, mais multipolar, com o setor privado assumindo papel de protagonismo na transição. Desenvolver um entendimento comum – setor público, iniciativa privada e entidades da sociedade civil – sobre esse novo cenário mundial se torna fundamental.

Há dias, no Fórum Econômico Mundial, em Davos, registrou-se a presença relevante de países emergentes e de suas empresas multinacionais, sedimentando o caminho para sua inserção mais efetiva nas discussões de temas pertinentes à agenda econômica global.

Além da já tradicional participação asiática, pode-se destacar neste ano uma grande presença de países africanos, cujo continente assumiu recentemente a posição de segunda maior taxa de crescimento do mundo.

Apesar de o Brasil e outros países da América Latina terem registrado algum nível de presença em Davos, é grande o potencial para ampliar sua participação – e influência – nas discussões, tanto no âmbito empresarial como dos Estados.

Evidentemente, o Fórum Econômico Mundial é apenas uma das plataformas em que o Brasil e suas empresas podem elevar sua voz no debate mundial, havendo diversas outras oportunidades e espaços para fazê-lo. Mas é importante que o façam. As multinacionais emergentes, em conjunto com seus respectivos governos, precisam aproveitar a oportunidade de poder influenciar de maneira mais determinante os novos caminhos que o mundo e sua população trilharão no futuro.

Fonte: Comexblog


Terminal de contêineres é atingido por incêndio em Santos


Fogo começou em uma pilha de papelão e se alastrou.


Caminhoneiro viu faísca de raio dar início ao incêndio.

Continua o combate ao incêndio que atinge um terminal de contêineres na noite desta terça-feira (12), no bairro da Alemoa, em Santos, no litoral de São Paulo. Oito carros do Corpo de Bombeiros estão no local para tentar controlar as labaredas, mas enfrentam dificuldades.

Segundo um caminhoneiro que passava em frente ao terminal, a faísca de um raio deu início ao fogo, que começou em uma pilha de papelão e material reciclável.

Seguranças e funcionários da empresa responsável pelo local tentaram conter o foco do incêndio no início, mas o fogo se alastrou rapidamente. As chamas atingiram também um galpão, cujo teto desabou.

Fonte: G1