segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A importância da Logística do transporte de cargas no custo Brasil


O tema estará em pauta durante a 17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, que acontecerá no período de 13 a 16 de setembro de 2011, no Centro de Convenções Freia Caneca em São Paulo.

O Painel “A importância da logística do transporte de cargas no custo Brasil” será realizado no dia 15 às 16h30 tendo como palestrantes: Edeon Vaz Ferreira, diretor-executivo do Instituto Pró Logística de Mato Grosso – Aprosoja; Rodrigo Vilaça, presidente executivo da ANTF (Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários) e Bernardo José Figueiredo de Oliveira, diretor geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestre).

Durante o painel - que terá como moderador: Marcelo Perrupato e Silva, secretário de Política Nacional de Transportes – Ministério dos Transportes -os palestrantes apresentarão o plano e as metas do governo federal e quais suas prioridades de implantação em médio e longo prazo, para que tenhamos resultado positivo no custo Brasil. Falarão, também sobre a importância do Brasil que está sendo considerado um dos países com grande potencial natural e produtivo. “Mas é preciso investir urgente em infraestrutura”, alertam os empresários.

Paralelamente ao encontro, acontecerá a Metroferr2011, exposição de produtos e serviços cuja organização e comercialização estão a cargo da Marcelo Fontana Promoções & Eventos, que reúne as empresas mais representativas do setor, mostrando o que há de mais moderno em termos de equipamentos, sistemas e serviços na área metroferroviária.

“Este ano a programação oficial contará com destaques da atualidade e do futuro do setor metroferroviário inseridos nos 13 painéis de debates e nos 44 trabalhos técnicos selecionados. Complementando, ele tem como perspectiva reunir mais de 2.000 participantes, entre os quais estarão estudantes, representantes da sociedade civil, de entidades de classe e de profissionais representando empresas do setor metroferroviário, originários dos vários estados brasileiros e países internacionais”, adianta o engenheiro Jayme Domingo Filho, vice-presidente da AEAMESP e coordenador técnico da 17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária.

Serviço

17ª Semana de Tecnologia Metroferroviária
Data: 13 a 16 de setembro de 2011
Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 596, 4º andar – São Paulo - SP
Mais informações: www.aeamesp.org.br

Criação de ZPEs



Positivo o pensamento do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, ao defender um redutor sobre a obrigatoriedade de 80% da produção para exportações no que diz respeito às Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs).

A lei que criou as ZPEs existe há cerca de 30 anos, quando foi fundada a zona de Manaus, garantindo um grande impulso ao crescimento industrial da região e ensejando o surgimento de outras que não tiveram o mesmo êxito e, ainda, ensaios para outras regiões, como aconteceu com Rio Grande, como exemplo, onde foi liberada uma vasta área junto ao Distrito Industrial, na Quarta Seção da Barra, com instalação de toda infraestrutura necessária, mas que, infelizmente, por uma série de fatores e entraves, terminou por tornar inviável a pretensão.

O ministro Pimentel está defendendo mudança na lei específica, com forte redução do índice de produção para o comércio externo, viabilizando a implantação de novos polos que, então, poderão ganhar investimentos de peso e alimentar uma maior produção que possa atender o mercado interno.

As ZPEs foram projetadas para a recepção de indústria de montagem, com recebimento de matéria-prima de outros países, onde parcela do produto acabado ganha condições de comercialização dentro do próprio país, enquanto a maior parte tem, obrigatoriamente, de ser embarcada para o comércio externo.

Tomara que o pensamento do ministro, externado durante audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, consiga sensibilizar os políticos para que o Brasil possa alavancar o setor que, em última análise, torna-se ferramenta importante para a geração de centenas de novos empregos.

Fonte: http://modallbrasil.wordpress.com/2011/09/05/criacao-de-zpes/

O vexame dos transportes no país



O Brasil é o quarto maior país em área continua do planeta: a distância entre o Rio de Janeiro e o Acre, ou entre o Rio Grande do Sul e o Ceará, equivale à de Lisboa a Moscou. São dimensões continentais que exigem grande esforço para serem vencidas e tornam nosso sistema de transportes fundamental para nossa integração e desenvolvimento.

Assim, os grandes países, como Canadá, China, Rússia, Estados Unidos, e a União Europeia, se esforçam continuamente para reduzir os custos de transporte, investindo e modernizando a infraestrutura e tornando as distâncias cada vez menos importantes na equação econômica. Porém, no Brasil, os longos trajetos são vencidos predominantemente por caminhão.

 Esta distorção nos impõe extraordinários prejuízos, dentre os quais uma ocupação territorial desequilibrada onde se destaca uma vasta região interior de acesso caro e difícil, pouco povoada, contrastando com uma faixa costeira abrigando quase 80% da população e da economia.

Para ilustrar a escala deste absurdo, imaginamos o Brasil possuindo um sistema de transporte semelhante ao do Canadá, com sua participação racional de rodovias, ferrovias e navegação, cada qual atuando em sua faixa própria: caminhões em distâncias curtas e médias, ferrovias e navegação nos trajetos maiores e nos troncos de grande densidade de tráfego). E calculemos os benefícios resultantes.

Um PIB a mais de benefícios

As contas foram efetuadas à luz da experiência que acumulamos no desenvolvimento dos grandes corredores ferroviários de Carajás, Norte – Sul, Ferronorte e Centroleste. Os resultados obtidos foram extraordinários: ao longo dos próximos 25 anos, o PIB brasileiro cresceria cerca de 3,8 trilhões de reais, o que equivale ao PIB atual. Ou seja, cresceríamos um PIB a mais no período considerado. Seriam arrecadados 660 bilhões de reais adicionais em impostos, economizaríamos 130 bilhões em manutenção rodoviária e 30 bilhões em acidentes. Além do fator financeiro, cerca de 360 mil mortes nas rodovias seriam evitadas.

As empresas também se beneficiariam muito. Elas fariam uma economia de por volta de 800 bilhões de reais em frete, uma fantástica quantia que seria reinvestida em suas atividades, aumentando a competitividade, reduzindo preços, ampliando mercados e aliviando pressões inflacionárias. O país deixaria de consumir cerca de 600 bilhões de reais em óleo diesel, energia equivalente a dez vezes a geração anual de Itaipu, evitando a emissão de 800 milhões de toneladas de dióxido de carbono, uma significativa contribuição à mitigação do aquecimento global.

As ligações ferroviárias e hidroviárias entre a vasta região central e a faixa litorânea do país, reduzindo os elevados fretes atuais, induziriam uma onda de desenvolvimento no interior, gerando mais de 30 milhões de empregos distribuídos por centenas de novas cidades. Tal ocorrência poderia absorver a sobrecarga dos grandes fluxos migratórios dos municípios costeiros.

 Por sua vez, as próprias cidades litorâneas, substituindo o caminhão pela navegação de cabotagem, estimulariam fortemente o comércio entre si, que é feito atualmente por estradas em condições precárias, sobretudo. Seriam inúmeras oportunidades de desenvolvimento, inclusive integrando os grandes centros litorâneos do País com as dos países vizinhos, desde a Patagônia até a Venezuela. Leia Artigo Completo

Por Paulo Augusto Vivacqua: Professor Emérito de Engenharia da UFES (Universidade Federal do Espírito Santo), presidente da Academia Nacional de Engenharia e presidente do Corredor Atlântico do Mercosul. Fonte: Carta Capital.

Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com%29

União Européia quer limite de velocidade nos mares

Objetivo é reduzir emissão de dióxido de carbono.



Diante do panorama ambiental cada vez mais complicado, a União Européia vem estudando estabelecer um limite de velocidade aos navios adentrarem seus territórios em direção a qualquer porto da região.

O objetivo da entidade é reforçar medidas elaboradas pela IMO (International Maritime Organization), órgão regulador internacional da indústria marítima. Em encontro realizado nesta semana, os países membros da entidade já sentem a pressão de não falharem em concordar com as medidas.

Até 2030, os Estados que compõem a União Européia precisam reduzir as emissões de poluentes em até 30%, em comparação aos níveis registrados pela indústria em 1990.

Detalhes do papel de reforço que deverá ser prestado pela UE ainda não foram delimitados e a Comissão Européia espera que a IMO surja com novas soluções que de fato apressem as companhias a se adequarem às medidas de eficiência energética.
 
 No entanto, a redução de velocidade tem sido apontada como uma dessas soluções, já que ela vem sendo bem sucedida em poupar combustível das embarcações, o que reduz, de maneira eficaz, a emissão de dióxido de carbono.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5328&gmn=1
 
 

Setor portuário recebe melhorias

Investimentos já chegam a R$ 1 bilhão.


A SEP (Secretaria Especial dos Portos) já está se preparando para a realização da Copa do Mundo de 2014. De acordo com o diretor de Sistema de Informações Portuárias da SEP, Luis Claudio Montenegro, ao todo, os investimentos já chegam a, aproximadamente, R$ 1 bilhão.

Entre as obras previstas está a implantação de infraestrutura para a recepção dos turistas que chegam ao País, a construção de Terminais de Passageiros e a preparação para permanência de navios de turismo, que ampliarão a capacidade hoteleira local nos portos de Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro e Santos, no Estado de São Paulo.

A instituição, inclusive, possui um conjunto de ações que visam aprimorar o setor portuário brasileiro, antes mesmo da realização do megaevento esportivo. Para isso, instituiu o Programa Nacional de Dragagem (PND), que já recebeu cerca de R$ 2 bilhões.

O montante foi utilizado em obras de dragagem nos portos marítimos de onde foram dragados e derrocados mais de 100 milhões de metros cúbicos de material que assoreava os canais de acesso, bacias de evolução e berços de atracação.

Segundo o diretor, já estão com dragagens concluídas os portos de Rio Grande, Recife, Suape, Salvador e Aratu, Itaguaí e Angra dos Reis, e estarão concluídas ainda este ano as obras de dragagem de Santos, Rio de Janeiro, Fortaleza, Natal, Cabedelo, São Francisco do Sul e Itajaí. "Após mais de 20 anos sem um projeto consistente de dragagem, os portos brasileiros agora tem capacidade suficiente para acompanhar a tendência mundial do crescimento das embarcações, com ganhos de escala que permitem a redução de fretes no transporte marítimo internacional", afirma.



Fretadores europeus querem incentivos sustentáveis, não taxas

Para órgão regulador, punições serão repassadas aos consumidores.



O ESC (European Shippers Council), conselho de fretadores europeus, fez uma declaração, nesta semana, demandando que o EEDI (Energy Efficiency Design Index), índice de eficiência energética elaborado pela IMO (International Maritime Organisation, órgão regular da indústria marítima mundial e pertencente às Nações Unidas) e implementado recentemente, seja baseado em incentivos e não em taxas de penalidade.

O conselho admite estabelecer um padrão de eficiência energética para os novos navios e limitar as emissões de CO2 são medidas que se traduzem em um grande passo para o desenvolvimento da indústria, mas se opõe à arrecadação de taxas de compra de combustível. Segundo o conselho, esse tipo de penalidade irá, no final, ser paga pelos consumidores por meio de sobretaxas.

Tanto o Brasil quanto a China - dois grandes mercados em ascensão - vêm buscando atrasos nas imposições da medida que, acreditam, irá impor altos custos para que se possa alcançar os padrões sustentáveis. Especialistas da indústria sugeriram, recentemente, que o grande número de encomendas por novos navios é, em parte, incentivado pela necessidade de obter embarcações antes que essas medidas caras sejam, de fato, aplicadas.

"Se você simplesmente introduz uma arrecadação que pune todas as transportadoras por emissões, elas irão apenas repassar isso para os consumidores. Onde está o caráter de incentivo nisso?", afirmou a secretária geral da ESC, Nicolette van der Jagt. A executiva apoia o padrão global mais do que as medidas regionais, mas acredita que não é realista esperar uma adoção coletiva e que, por ora, seria mais viável incentivar práticas melhores, em vez de se punir as práticas já existentes.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5356&gmn=1

Tecon Santos atinge a marca de 80,38 movimentos por hora



O Tecon Santos, administrado pela Santos Brasil, recorde de 80,38 MPH (movimentos por hora), por navio de média no mês. Esse é o maior registro de produtividade de sua história, que comparado aos 58,05 MPH de janeiro deste ano, representa um crescimento acumulado de 40%.

No período, foram operados 83.805 contêineres em 109 navios. Com meta para o ano de 70 MPH atingida já em maio, a empresa vem apresentando sucessivos recordes. Segundo Washington Flores, diretor executivo do Tecon Santos, os principais ingredientes para o aumento constante da produtividade é o comprometimento da equipe, além de investimentos realizados em capacitação e modernização tecnológica.

"O Tecon Santos opera com produtividade e tecnologia que o equiparam aos terminais mais eficientes do mundo e nossa meta é continuar melhorando todos os nossos indicadores, para chegar aos 100 MPH até 2015", afirma Flores.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5539&gmn=1

Porto de Santos registra recorde

Marca foi de 55 milhões de toneladas no 1º semestre.

O movimento no Porto de Santos registrou sua maior marca para o período acumulado de janeiro a julho (55 milhões de toneladas) e no mês de julho o segundo maior movimento mensal (9,4 milhões de toneladas) de sua história.

 O resultado do acumulado foi impulsionado pelo crescimento na movimentação de cargas de importação, que registrou uma variação de mais de 11, 8%, somando 19,4 milhões de toneladas. Com isso, cresce ainda os índices médios de produtividade do Porto. Os granéis sólidos apontam uma média de 327 t/h até julho deste ano, contra 282,84 t/h no ano passado.

Os recordes de aumento da produtividade do Porto de Santos foram anunciados pelo diretor-presidente da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), José Roberto Correia Serra, junto com representantes de terminais portuários como Antônio Carlos Sepúlveda, da Santos Brasil, Carlos Eduardo Magano, da Rumo Logística, Luiz Araújo do Tecondi e Wagner Biasoli, da Libra.

Todos disseram acreditar no crescimento do Porto, que este ano deve atingir um recorde na movimentação, chegando a um total superior a 100 milhões de toneladas. Apesar do clima festivo, as autoridades disseram que hoje o maior problema do porto se refere aos acessos terrestres e que "é imperativo uma transformação nesse sentido", finalizou Sepúlveda.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5541&gmn=1