quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Safmarine lança aplicativo Android e-Shipping

Empresa visa facilitar acesso às informações sobre itinerários

O lançamento do aplicativo da Safmarine para todos os dispositivos móveis que utilizam o sistema operacional Android permitirá aos consumidores da Safmarine acessarem e baixarem infomações essenciais de navegação, de qualquer lugar e a qualquer hora do dia.

Em abril do ano passado a companhia lançou um aplicativo e-Business similar para iPhone, iPad e iPod touch.

De acordo com Benoît Lebrun, gerente Global de e-Businessa da Safmarine: “Esse novo aplicativo demonstra, mais uma vez, a liderança da companhia em prover soluções de negócios inovadoras para a indústria marítima.

O Android tem se tornado, cada vez mais, uma plataforma popular para muitos dispositivos móveis utilizados por nossos consumidores e o lançamento dessa nossa ferramenta irá facilitar os negócios dos nossos consumidores com a gente”, explicou.

O novo aplicativo permite aos consumidores visualizarem os itinerários de viagens, rastrear contêineres por meio de um número, encontrar detalhes de contatos dos escritórios da companhia e receber novidades. Há também uma opção de “alerta” que envia as informações diretamente para o aparelho utilizado pelo consumidor.

Para utilizar a ferramenta, basta baixá-la, gratuitamente, neste site. É preciso se registrar com um endereço de e-mail válido.



EAS repassa r$ 500,00 em equipamentos para o IF-PE de Ipojuca

 
 
O Estaleiro Atlântico Sul (EAS), que tem como uma de suas diretrizes o apoio à qualificação de mão de obra, repassou ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Estado (IF-PE), Campus de Ipojuca, equipamentos que vão tornar top de linha o laboratório do curso técnico de Construção Naval. Com um investimento de R$ 500 mil, o laboratório passa a se equiparar aos melhores do Brasil na sua área.

Ao todo, são 28 equipamentos, dentre eles uma máquina de corte de aço computadorizada, uma calandra (máquina para produção de painéis metálicos curvos) de quatro rolos motorizada, um curvador de tubos, uma prensa dobradeira de perfis de aço e um maçarico de aquecimento.

Em 2010, o estaleiro, em parceria com as empresas ShipConstructor Sotfware Inc. (Canadá) e a Autodesk, Inc. (EUA), doou para o campus licenças do ShipConstructor, softwares de última geração para o projetos de embarcações (navios e plataformas offshore).
 
O curso técnico de Construção Naval do IF-PE é fundamental não só para a formação de mão de obra, que certamente será absorvida pelas empresas que escolheram Pernambuco como local de trabalho, como também para a melhoria da qualidade de vida das comunidades de municípios como Ipojuca, Cabo, Jaboatão e Recife, destaca o presidente do EAS, Agostinho Serafim Júnior.

Vale ressaltar que o EAS, juntamente com a Fundação de Estudos do Mar (Femar) e a Escola do Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro, participou da elaboração do currículo disciplinar do curso, que teve o seu primeiro vestibular em 2010. Atualmente, são duas turmas com 98 alunos, a mais avançada já ingressando no terceiro período de um total de quatro. Para este ano de 2012, o vestibular do IF-PE definiu duas turmas para primeira entrada e uma para a segunda.

“É realmente um curso pioneiro e se, à época em que o desenvolvemos, houvesse profissionais qualificados em Pernambuco, todos já estariam empregados”, observa o diretor do Campus Ipojuca, Enio Camilo. “Nossos formandos estarão qualificados não só para a indústria naval, mas também para a área de metal-mecânica”, complementa.
 
 
 

Importador se prepara para novo IPI



As importadoras de carros - que, impulsionadas pela valorização do real, apresentaram franco crescimento nos últimos cinco anos -, têm pela frente um cenário de dificuldades. Mas o setor se preparou para minimizar o impacto da majoração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre veículos de baixo conteúdo regional.

Muitas das empresas correram para nacionalizar os veículos até a primeira quinzena do mês passado e, com isso, formaram estoques que vão permitir não repassar integralmente - pelo menos no primeiro trimestre - o aumento de 30 pontos percentuais do tributo, em vigor desde 16 de dezembro.

Paralelamente, para manter um padrão razoável de competitividade, algumas delas negociaram um aperto de margens de rentabilidade com as montadoras no exterior e as concessionárias no Brasil. Mesmo assim, o mercado fala em queda de 15% a 20% nas importações de carros que foram afetados pelo novo regime automotivo.

Os modelos de entrada asiáticos - os mais acessíveis - devem sentir o maior abalo porque competem com similares no Brasil que não tiveram aumento de imposto. A Fenabrave, entidade que abriga as concessionárias, prevê uma contração de 45% nas vendas desses produtos.

Por outro lado, analistas apontam que os carros de luxo e mais sofisticados - notadamente os modelos europeus, como as marcas Jaguar, BMW e Porsche - tendem a sentir menos porque, muitas vezes, não encontram competidores no Brasil.

Além desse fator, existe a percepção de que os modelos de alto valor agregado mostram menor elasticidade da demanda em relação a variações de preços. Ou seja, o consumo é menos influenciado pelas mudanças de preço, dizem os especialistas.

As projeções oficiais, assim como o resultado dos importadores independentes em 2011, só serão divulgadas amanhã pela Abeiva, a entidade que representa o setor. De janeiro a novembro, as vendas quase dobraram na comparação com o mesmo período de 2010, chegando a 180,2 mil carros - quase 6% do mercado. A previsão da Abeiva para 2011, anunciada em novembro, aponta para 200 mil unidades no período.

A expectativa de analistas é de que dificilmente esse volume será repetido em 2012, mas as empresas se movimentam para que o pouso seja o mais suave possível. Especialista em mercado automobilístico, Francisco Trivellato não acredita em um repasse integral do IPI na maioria dos casos.

Para ele, as montadoras estrangeiras - apertadas por um excesso de capacidade em suas operações na Europa e na Ásia - serão obrigadas a "bancar" parte do aumento do IPI se quiserem escoar sua produção ao mercado brasileiro, o quarto maior do mundo. "Quanto maior for o aumento (de preço), maior será a queda (nas vendas)", avalia.

Algumas marcas já prometeram segurar os preços enquanto durar os estoques adquiridos no regime antigo, caso da JAC Motors e da Chery - montadoras que, juntas, tiveram 1,3% do mercado de carros de passeio e utilitários leves no ano passado. A JAC pretende manter preços até março, enquanto a Chery diz que vai segurá-los pelo menos neste mês.

A Kia Motors, por sua vez, vai repassar gradualmente à sua tabela de preços o aumento tributário, começando por um reajuste médio de 3% no mês passado, logo após o início da vigência do IPI maior. Outros dois aumentos - de percentuais que ainda serão definidos - estão previstos para fevereiro e março. Leia mais


Volks confirma fábrica no Brasil



O presidente mundial da Volkswagen, Martin Winterkorn, confirmou ontem, na abertura do Salão de Automóvel de Detroit, que a marca pretende instalar uma nova fábrica no Brasil ou ampliar uma unidade já existente no País.

O executivo evitou aprofundar o tema. Não deu pistas de qual Estado estaria com mais chances, mas deixou claro que a situação ainda está indefinida e não há uma data específica para fazer o anúncio.
Os pernambucanos há muito esperam a posição oficial da montadora alemã.

Para quem não lembra, o presidente da marca no Brasil, Thomas Schumall, declarou em setembro do ano passado que Pernambuco estava na disputa com outros cinco Estados e desde então muitas especulações surgiram. Jornais de grande circulação nacional e sites importantes deram como certa a vinda da fábrica para o Complexo Portuário de Suape, onde inicialmente seria instalada a Fiat.

As negociações e encontros entre representantes do governo do Estado e executivos da Volks são conhecidos do público. Representantes da marca já estiveram várias vezes sobrevoando a região e reunidos com integrantes da alta cúpula do governo estadual para ouvir as propostas.

As notícias veiculadas pela imprensa a respeito dão conta de que a nova unidades terá capacidade para produzir até 250 mil veículos por ano. E o Up! – um automóvel recém-lançado na Europa e que vai atender a vários mercados do mundo – seria o modelo fabricado nesta nova planta.

Ele viria para ser o Fusca do século 21. Além de Pernambuco, há mais cinco Estados interessados na nova fábrica da Volks. O Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo.

Para o anúncio oficial da unidade com o local, seria preciso resolver o sistema tributário brasileiro. O governo um novo regime de cobrança de impostos e várias montadoras aguardam essa definição para anunciar novas unidades no País.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/2012/01/10/volks-confirma-fabrica-no-brasil/

Governo de Pernambuco planeja novos acessos para o litoral norte

Rodovias terão pedágio, facilitarão a vida dos motoristas e darão nova vida econômica à região



Uma nova rota rodoviária de acesso ao Litoral Norte, sem necessidade de passar pelo caótico trecho da BR-101 entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, pode resgatar de vez a Ilha de Itamaracá e revolucionar a praia de Maria Farinha e do Janga, em Paulista.

Com autorização do governo estadual, a Galvão Engenharia apresentará até abril os resultados de um estudo para um grande sistema viário hoje avaliado em R$ 600 milhões, que envolve duplicação e requalificação de rodovias, construção de novos trechos de pista e até três novas pontes.

A administração do sistema seria como no acesso à Praia do Paiva, com uma empresa responsável pela concessão e pagamento de pedágio pelos motoristas.Recebo a notícia com uma surpresa agradável, diz o prefeito de Itamaracá, Rubens Catunda.

 Para ele, depois do intenso processo de degradação por que passou, a ilha começa receber projetos que vão integrá-la de vez à Região Metropolitana do Recife e ao Litoral Norte, que receberá megainvestimentos como a fábrica da Fiat, em Goiana.

O novo acesso foi proposto como uma parceria público-privada (PPP), a segunda de um projeto rodoviário no Litoral Norte. A outra, com estudos bem mais adiantados, é o Arco Metropolitano, avaliado em R$ 1,6 bilhão. Ele prevê 100 quilômetros de vias novas e existentes ligando a BR-101 Norte, na altura de Itapissuma, à BR-101 Sul próximo a Fábrica da Caninha 51, em Suape.

Técnico da Secretaria de Governo (Segov), Alexandre da Maia ressalta que a nova PPP ainda está em fase preliminar. Uma das ideias é que o Arco e o acesso via Itamaracá se comuniquem, formando um sistema turístico e de cargas, afirma Alexandre.

Hoje, para se chegar a Itamaracá, vindo da região metropolitana, é preciso encarar a BR-101, estrangulada em Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, até Igarassu.

A proposta inicial do acesso por Paulista e Itamaracá prevê duplicação da Avenida Carlos José Gueiros Leite a partir da Ponte do Janga até a PE-001 em Maria Farinha. De lá, uma ponte cruzaria o Rio Timbó, ligando Paulista a Cruz de Rebouças aproveitando parte da Estrada de Nova Cruz e um novo traçado que, com outra ponte, sobre o Canal de Santa Cruz, chegará à ilha.

O novo sistema inclui melhorias, em Itamaracá, na PE-001 e PE-035 (principal via da ilha), até o acesso atual por Itapissuma. O estudo apontará se a ligação com a BR-101 será a mesma ou se haverá uma nova via cortando Itapissuma até a BR, na altura da PE-041.

O estudo da Galvão Engenharia custará R$ 10,7 milhões. A construtora avalia formar consórcio com a Andrade Gutierrez. O estudo será entregue ao Estado, que pode ou não licitar o contrato de construção, manutenção e operação do sistema por 30 anos.

Crescimento planejado

O novo acesso viário ao Litoral Norte trará a oportunidade de um crescimento planejado, algo que não se viu no Complexo de Suape e no Litoral Sul, cujo os acessos demandaram e demandam obras urgentes de ampliação e melhora de rodovias.

A expectativa é que, junto da tão sonhada transferência dos presos de Itamaracá para um complexo prisional em Itaquitinga, o novo e milionário projeto viário faça renascer o turismo e o mercado imobiliário em Itamaracá, Maria Farinha e Janga.

Com certeza esse novo projeto traz grande valorização, tanto para Itamaracá quanto para Maria Farinha. A PE-001 em Maria Farinha vive congestionada. Com a duplicação, a coisa seria bem diferente.

Se o novo sistema puder realmente evitar a BR-101 Norte entre Abreu e Lima e Cruz de Rebouças, por dentro de Itamaracá, o fluxo para o Litoral Norte ficará mais rápido e a mobilidade vai melhorar muito, afirma o vice-presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-PE), Félix Sá. Leia mais



segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Importância de Suape para a indústria petrolífera: Entrevista com Sílvio Leimig



A 5X Petróleo dessa semana é com o Diretor do Fórum Global Suape, Silvio Leimig. Na entrevista ele fala sobre os investimentos no Complexo pernambucano e qual a importância estratégica do Porto para a indústria petrolífera.

1X) Quais aportes e investimentos o Complexo de Suape adquiriu ao longo desses anos e quantas empresas estão se instalando no Porto?

O Complexo Industrial Portuário de Suape tem experimentado um grande crescimento no passado recente. Para se ter uma idéia, até 2006, durante os seus 28 anos de funcionamento, foram aportados cerca de USD 2 bilhões de dólares pela iniciativa privada. Somente de 2007 até hoje, mais de US$ 22 bilhões em novos investimentos estão sendo investidos.

Atualmente mais de 100 empresas se encontram em operação e outras 25 em fase de implantação. É um crescimento simplesmente fantástico. Trata-se do Complexo Industrial Portuário que mais cresce no país na atualidade. Não é à toa que SUAPE foi eleito, por duas vezes consecutivas, o melhor porto público do Brasil.

Em 2007, pelo Instituto de Pós-Graduação, Pesquisa e Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro e, em 2010, pelo Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS). Um outro dado importante: a estimativa para 2016 é uma movimentação de 50 milhões de toneladas.

2X) Qual a importância estratégica do Complexo de Suape para a indústria petrolífera?
São muitos os diferenciais competitivos de SUAPE, entre eles podemos citar a sua excelente infraestrutura, ótima profundidade (15,5 metros no Porto Interno e 20,0 metros no Porto Externo), além de ser um porto abrigado e quase sem assoreamento.

O modelo de gestão “Landlord Port”, onde Suape é responsável pela infraestrutura e as empresas privadas constroem e operam, tem se mostrado bastante eficiente. Um outro grande destaque para Suape é a sua grande retroárea. Enquanto o Porto de Rotterdam, hoje o maior da Europa, possui uma retroárea de 5.000 hectares para a instalação de empresas, Suape possui 7.500 hectares.

Sendo assim, o Projeto SUAPE GLOBAL vem oferecer ao mundo uma opção de investimento em um Complexo Industrial Portuário de águas profundas e tranquilas, dotado de toda a infraestrutura necessária para as indústrias interessadas. Sem falar nos incentivos fiscais provenientes dos Governos Federais, Estadual e Municipal. Na área federal, redução de 75% do Imposto de Renda.

 Na área estadual, redução de 75% a 95% do ICMS. E ainda são oferecidos incentivos municipais inerentes a cada cidade. E é a partir de Suape que poderão ser oferecidos produtos e serviços para as empresas que estão se instalando em Pernambuco, para as novas refinarias do Nordeste, para o pré-sal no Sudeste/Sul e para a costa oeste da África. Leia mais


Tecon Suape projeta crescimento de 30%

TERMINAL ESPERA MOVIMENTAR 440 MIL CONTÊINERES EM 2011. A META PARA O PRÓXIMO ANO É CHEGAR A 550 MIL UNIDADES MOVIMENTADAS. OS INVESTIMENTOS CHEGAM A R$ 100 MILHÕES



A movimentação de contêineres no Complexo Industrial e Portuário de Suape (PE) deverá ultrapassar as projeções iniciais que já superavam os 400 mil TEUs (unidade padrão para contêineres de 20 pés).

 De acordo com o presidente do Tecon Suape, Sérgio Kano, o terminal deverá operar cerca de 420 mil Teus, um crescimento de 30% sobre o resultado registrado em 2010. A meta é chegar a uma movimentação de 550 mil Teus até o final do próximo exercício. Para alcançar os objetivos, o Tecon vai investir R$ 100 milhões até o final de 2012 na ampliação de sua área e na aquisição de novos equipamentos.

De acordo com Kano, o movimento no terminal é crescente, consolidando a posição de Suape como um hub port (porto concentrador de cargas). Apenas no primeiro semestre a média mensal de contêineres operados no Tecon era de 32 mil Teus/mês. Desde julho, porém, esta média chega a 42 mil TEUs mensais. A média mensal apontada ao longo do exercício de 2010 era de 28 mil contêineres/mês.

Este incremento nas operações da unidade portuária é que justificam os investimentos em curso. Estão sendo adquiridos novos equipamentos como portaineres e RTGs (voltados para a movimentação de contêineres no pátio), atividades de pátio e de armazenagem, sistemas de informação e controles, automação e ampliação das áreas de pátio. Os novos equipamentos chegarão ao Tecon Suape até o final deste mês e entrarão em atividade em janeiro próximo.

“Já o pátio completo do Tecon estará completamente pavimentado com esta última ampliação, de onze hectares, que está em curso, vamos alcançar os 400 mil metros da área total do terminal, totalmente construída, no próximo ano”, afirma o executivo. Desde o início de suas operações, há dez anos, o Tecon Suape já recebeu investimentos da ordem de R$ 200 milhões.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/2011/11/07/tecon-suape-projeta-crescimento-de-30/

Suape: crescimento sem agressão ao meio ambiente



Desenvolver ações integradas e duradoras que preservem o meio ambiente no entorno do maior canteiro de obras do Brasil. Esse é o objetivo do Programa Suape Sustentável, lançado pelo governador Eduardo Campos na manhã desta quarta-feira (29/06), no auditório do Centro Administrativo do Complexo, no município de Ipojuca. “É hora da gente transformar esse desenvolvimento de Suape numa referência para o Brasil e para o mundo sem que isso signifique agressão ao meio ambiente”, defendeu o governador.

Na ocasião, Eduardo assinou 11 projetos entre decretos, editais, ordens de serviço e convênios para execução de ações nas áreas de infraestrutura, controle urbano e ambiental, habitação, reflorestamento da Mata Atlântica, transporte público e segurança. Parcerias com a Refinaria Abreu e Lima e com o Estaleiro Atlântico Sul também foram firmadas. As ações de sustentabilidade definidas para Suape são o resultado dos estudos que estão definindo um novo Plano Diretor e Estratégico para o Complexo. "Estamos dando mais um passo para a institucionalidade de uma nova governança num território tão estratégico para Pernambuco como é o Porto de Suape”, afirmou o governador.

Entre os principais projetos anunciados hoje está o convênio com o BNDES, no valor de R$ 11 milhões, para ações de controle urbano ambiental no Território Estratégico de Suape. Os recursos serão administrados pela Agência Condepe Fidem, da Secretaria de Planejamento e Gestão. Outra ação que integra o programa é o financiamento de R$ 83 milhões junto à Caixa Econômica para a construção de casas através do Pró-Moradia, que vai beneficiar 6,2 mil famílias que vivem próximas à Suape em áreas consideradas de adensamento urbano.

O programa também instituiu a criação do Fórum Sustentável que reunirá um grupo de trabalho com os principais agentes envolvidos no projeto. O objetivo é dar continuidade as discussões e, assim, consolidar modelo de gestão de desenvolvimento sustentável que sirva de referência para outros estados do Brasil e do mundo. "Suape vai ser reconhecido no Brasil e no mundo por atender a indústria do futuro ao ter formulado um modelo de gestão de sustentabilidade", disse o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do porto, Geraldo Julio.

BALANÇO
Durante a solenidade, o vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, apresentou os números do crescimento de Suape e os projetos sustentáveis que já são desenvolvidos no Complexo. ‘”Suape é o maior canteiro de obras do Brasil, nem (o porto de) Santos tem uma carteira de empreendimentos tão diversificada”, comparou Amâncio, que salientou a preocupação do governo com a forma de crescimento “é importante que essa concentração de investimentos não traga impactos negativos para o meio ambiente", ressaltou. Leia mais