sábado, 26 de maio de 2012

Novo Mundo Empresarial Paiva

Mais um empreendimento consolidando o Desenvolvimento surpreendente do Estado de Pernambuco:








Bom final de semana a todos.


Por: Acrisio Lucena

João Cândido é o maior navio da frota com bandeira brasileira – Conheça melhor o navio

Navio tipo Suezmax – Suezmax é um tipo de navio petroleiro com dimensões que permitem sua passagem pelo Canal de Suez. A capacidade de carga do navio varia cerca de 1,1 milhão de barris. A tonelagem de porte bruto (TPB) varia de 120 à 170.000 TPB.



Dimensões:
274,20 metros de comprimento total
48,00 metros de largura (boca moldada)
51,6 metros de altura

Capacidade de carga:
12 tanques de carga e 2 de sobras
157.700 toneladas de porte bruto (TPB)
1.000.000 de barris de petróleo

Capacidade de deslocamento:
Potência Máxima Contínua: MCR de 16.852kw a 91 rpm
Velocidade de 14,8 nós
Autonomia de 20.000 milhas náuticas (mais de 37 mil quilômetros)



Porto do Recife tera centro logistico da Hemobras



O Porto do Recife deve ganhar um centro logístico da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), cuja fábrica está sendo construída em Goiana, na Zona da Mata Norte. 
De acordo com a administração do terminal, um termo entre as duas estatais foi firmado na última quarta-feira (23) e prevê desde a exportação de plasma para a França até a distribuição dos derivados de sangue no Brasil. O acordo tem validade de seis meses, prorrogável por igual período, e deverá evoluir para um contrato em breve. 
A expectativa é de que o Porto do Recife comece a receber, já no início de 2013, os equipamentos, sistemas e componentes que serão usados na produção dos remédios que serão fabricados pela Hemobrás. 

A estatal vai produzir medicamentos para o tratamento de pessoas portadoras de hemofilia, imunodeficiência primária, câncer, AIDS, entre outras doenças. A carga, composta por aproximadamente seis mil itens, está orçada em R$ 200 milhões, segundo a assessoria do Porto do Recife. 

“Haverá um terminal exclusivo para receber e despachar os navios com as cargas da Hemobrás”, afirmou o diretor de Operações e Comercial do porto, Sidnei Aires, em nota à imprensa.

O Porto do Recife também já está pronto para realizar as operações de exportação de plasma, feita em contêineres refrigerados, já que estas atividades não demandam armazenamento e logística diferenciados. Porém, para poder receber a importação dos medicamentos hemoderivados prontos, o porto recifense irá construir, em uma área de 5 mil metros quadrados, localizado na zona primária, um terminal específico conforme determinações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
De acordo com informações da Hemobrás, “a Anvisa prevê a instalação de câmara fria com temperatura entre 2°C e 8°C para estocar os medicamentos que virão da França, produzidos com o plasma recolhido pela estatal nos principais hemocentros brasileiros”. A câmara fria receberá um investimento de R$ 5 milhões.
“Para firmar o termo de intenção, consideramos as atuais condições operacionais do Porto do Recife e também sua proximidade com a fábrica e com o aeroporto (Internacional dos Guararapes, no Recife)”, disse o presidente da Hemobrás, Romulo Maciel Filho, através de sua assessoria de comunicação.
Enquanto o contrato entre Hemobrás e Porto do Recife não é assinado, as importações e exportações da estatal continuam sendo realizadas pelos portos de Santos (São Paulo) e do Rio de Janeiro, e também de avião, desembarcando na capital pernambucana.
Orçada em R$ 670 milhões, a fábrica da Hemobrás fica em um terreno de 25 hectares no Polo Farmacoquímico de Pernambuco. Sua capacidade de processamento de plasma será de 500 mil litros por ano.
Com informações do Porto do Recife e Hemobrás
Diário de PE

Estudantes do ETEPAM desenvolvem projeto para monitorar transportes e vencem maratona no Camp Windows Phone 7



O aplicativo desenvolvido para fornecer uma interface que possibilite ao usuário ter informações de transporte que facilitem a chegada ao seu destino rendeu o primeiro lugar aos estudantes Emmanuel de Morais e Cleiton Lima. Denominado “Guie Me”, o aplicativo concorreu com 207 outros projetos apresentados durante o Camp Windows Phone 7, maratona realizada entre os dias 19 e 20 de maio, no auditório da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (ETEPAM).
Como prêmios, eles receberam um celular Nokia Lumia 800 e um Xbox 360 4Gb com Kinect. Vale destacar que “Guie Me” é resultado de projeto elaborado para conclusão de curso do Students to Business (S2B) da Microsoft, em Pernambuco. Ainda na Categoria Aplicativos, os projetos “Talk4Signals”, de André Luiz Figueiredo; e “GPS Localization Tasks”, de Alexandre Gomes, ficaram, respectivamente, com o segundo e terceiro lugar. Em breve, estes aplicativos estarão disponíveis gratuitamente no Marketplace – mercado onde produtos e serviços são oferecidos. Leia mais aqui 

terça-feira, 22 de maio de 2012

Vídeo mostra trabalho no porão de navio em porto capixaba

A vida nos portos sempre foi uma incógnita. Quem vê os portos de longe não tem ideia do que acontece na faixa do cais, muito menos nos porões dos navios. Atenção e tensão permanentes são os companheiros dos trabalhadores. Aliás, esses são alguns dos principais lemas dos portuários.

Para você conhecer um pouquinho dessa vida de trabalho portuário, foi produzido um vídeo pela jornalista Andréa Margon, que mostra apenas uma pequena parte do dia a dia desses profissionais que arriscam suas vidas cotidianamente e que tanto representam para a economia brasileira.






As imagens foram feitas dentro de um navio atracado no Porto de Praia Mole, em Vitória (Espírito Santo).

Fonte:http://www.portogente.com.br/comente/


Terminais definem estratégias para reduzir impactos ambientais




Em busca de sustentabilidade, os terminais do Porto de Santos já começaram a traçar estratégias para causar menos impactos ambientais em suas operações. Compra de equipamentos, destinação adequada de resíduos sólidos, redução na emissão de gases poluentes e campanhas de conscientização são algumas das medidas adotadas pelas empresas.

O Grupo Libra, que administra os terminais de contêineres T-35 e T-37 do complexo santista, na Ponta da Praia, investe, desde 2009, em um intenso programa voltado à sustentabilidade. “O Marcelo Araújo (presidente do grupo) decidiu estruturar dois pilares no seu modelo de gestão. Um é o desenvolvimento de pessoas e o outro, a sustentabilidade. As duas questões permeiam a gestão dele”, explicou a gerente de sustentabilidade do grupo, Cristine Naum. 

Segundo ela, após alguns debates, quando começou a ser construída essa nova cultura, a empresa estruturou uma comissão de sustentabilidade que agregou representantes das sete unidades da firma, que estão localizadas em diferentes regiões do país. “Cada unidade tem seus projetos, suas metas e prestam contas dos seus indicadores. E essas informações vão norteando as tomadas de decisões dentro da empresa”, disse Cristine.

A Libra tem metas referentes ao consumo de óleo diesel, gás GLP, água, produção de resíduos, ocorrência de derramamentos e a emissões de gases do efeito estufa. Conforme explicou a gerente, mensalmente é feito um acompanhamento desses itens em cada unidade. “Verificamos como se comportam e se o consumo aumentou ou diminuiu. Também é feita uma análise para saber se determinado projeto escolhido pela unidade está refletindo positivamente naquele indicador”.

Para diminuir as emissões, o grupo tem como prioridades a conscientização dos funcionários e a compra de novos equipamentos, que integram as chamadas “tecnologias verdes”.

Na primeira vertente, são realizados treinamentos para que os colaboradores aprendam como melhorar a gestão dos recursos de cada área. Os motoristas de caminhões, por exemplo, são capacitados para fazer manutenção preventiva. Já os que trabalham com manutenção de máquinas são orientados a identificar se os aparelhos estão operando dentro de um modo de baixo consumo, entre outros ensinamentos.

Há ainda o Prêmio de Inovação e Sustentabilidade, que incentiva o surgimento de novas ideias e reconhece os melhores projetos, que acabam sendo colocados em prática. Ao todo, a empresa já conta com 285 projetos de funcionários.



A logística da costura dos tênis


Tênis existem há muito tempo e as técnicas básicas de fabricação são as mesmas desde então. Materiais são cortados e costurados – seja algodão, couro ou qualquer outro tecido – e formam a parte superior do tênis. Esta parte de cima é então costurada à uma sola. Simples assim. Mas isto está mudando, pelo menos para uns tênis de corrida muito diferentes.

O tênis em questão é o Flyknit da Nike, um calçado de corrida ultra-leve, fabricado para fazer você se sentir usando apenas meias. Para dar a sensação de que ele é apenas uma meia, a fabricação da parte da cima segue os princípios de fabricação de uma meia! Exceto que trata-se de uma meia de última tecnologia.


Em um processo que a Nike chama de “engenharia de ultra precisão”, um programa de computador comanda a máquina para alterar minuciosamente a estabilidade e a estética do calçado. Se o dedão do pé precisa de mais elástico, o projeto pode ser alterada digitalmente instantaneamente para adicionar lycra. Para maior resistência no calcanhar, o software utiliza várias camadas de fios de diferentes espessuras. A Nike planeja patentear o processo, evidentemente.

E como a parte superior é feita em uma única peça, o Flyknit tem uma grande vantagem em relação ao popular modelo Air Pegasus +28: ele tem 35 partes a menos para serem montadas. Isso torna a produção mais rápida, com menos trabalho e as margens de lucro são maiores. O processo Flyknit também se encaixa na ideia de sustentabilidade da Nike porque a quantidade de material desperdiçado na fabricação de cada par pesa o mesmo que uma folha de papel. A Nike afirma que o Flyknit produz 66% menos resíduos que Air Pegasus +28.
O processo reduz a fabricação dos components da parte superior do tênis em apenas duas peças – basicamente, a língua e resto.
Isso reduz a quantidade de trabalho necessário para montar o sapato e levanta uma outra discussão: onde estes tênis devem ser fabricados. Isso mesmo, a costura desse tênis levanta questões da cadeia de suprimentos.
A Nike produz 96% dos seus sapatos no Vietnã, China e In
donésia, onde os custos de mão de obra são baixos. A desvantagem é o tempo que leva para os sapatos chegarem aos mercados como dos EUA. Um sapato passa boa parte de seu tempo num barco vindo da Ásia. Se você pudesse eliminar essa etapa seria uma grande economia de tempo.
O fato é que a fabricação de calçados no mercado interno ainda custaria mais caro, mas com menos estoques e com uma resposta mais rápida e (supostamente) mais vendas. A produção local e o processo em si poderiam permitir a custmização e personalização maior dos tênis – tanto emtermos de forma que de cores.
Este é um exemplo de como a inovação no processo pode abrir uma infinidade de possibilidades de como gerir a cadeia de suprimentos. A Nike certamente está em posição de explorar esta tecnologia tanto do lado do marketing quanto de sua presence no varejo. Uma coisa é certa. Isso não vai ser um renascimento da indústria de calçados dos EUA, pelo menos em termos de empregos.
Mesmo que a Nike implante esta tecnologia em uma vasta gama de produtos, o número de postos de trabalho abertos será pequeno. Na verdade, a necessidade de pouca mão-de-obra é a única razão pela qual se poderia pensar em fabricar estes sapatos nos EUA.



EcoRodovias entra no setor portuário




O grupo EcoRodovias comprou 41% de participação no Terminal para Contêineres da Margem Direita (Tecondi) do porto de Santos. O negócio fechado por R$ 540 milhões inclui a opção de compra dos 59% restantes em um ano. 

A estratégia, porém, é assumir o controle até o fim do ano. A compra foi feita com 30% de capital próprio e 70% por meio de emissão de dívida, disse o presidente da companhia, Marcelino Rafart de Seras, em entrevista exclusiva ao Valor.

As ações foram adquiridas do grupo Formitex, que há uma semana assumiu o controle integral do Tecondi, com a finalização da compra da parte do sócio, o grupo Barbeito. O atual presidente do Tecondi continua sendo o executivo Cesar Floriano, do Formitex. O novo vice-presidente do terminal é Luis Opice, presidente da Elog - braço de logística da EcoRodovias.

A aquisição inclui ainda a Termares (armazém alfandegado) e a Termlog (de transporte e logística) que dão apoio às operações do Tecondi, o único dos três com saída para o mar. O terminal tem três berços de atracação privativos, com extensão de 703 metros, e cinco pátios de armazenagem que totalizam retroárea de 181 mil m2.

Com a compra do complexo Tecondi - primeiro ativo portuário da EcoRodovias - a área de logística passa a responder por 35% da receita da companhia ante fatia atual de 14%. O principal negócio do grupo ainda é a concessão rodoviária nas regiões Sul e Sudeste.

Com os ecopátios Cubatão e Imigrantes e as demais unidades da Elog Sudeste - localizadas em um raio de até 200 quilômetros do porto de Santos - a EcoRodovias tende a dinamizar a atual capacidade da instalação portuária.



Economia verde: quem vai pagar essa conta?


Um dos questionamentos mais fortes que se fará presente durante a Cúpula dos Povos na Rio+20 é a questão da “economia verde“. Na opinião das organizações que compõem A Cúpula, a economia verde mascara a real ação dos países que mais contribuem para a poluição ambiental no mundo.

Além de todos os problemas ambientais e também sociais gerados pela exploração indiscriminada do meio ambiente, há também o fato de que, independentemente do que esses países façam para tentar minimizar os problemas, nada será suficiente para solucioná-los inteiramente.

E aí, quem paga a conta?

Os prejuízos recaem sobre os países que poluem menos – bem como sobre os povos sem voz –, como é o caso dos indígenas, dos pequenos agricultores etc., que muitas vezes são obrigados a assistir à apropriação de seus territórios pelos mais influentes.

Esses e outros são questionamentos que o organizador da Conferência Mundial dos Povos Sobre Mudanças Climáticas, Pablo Sólon, pretende discutir ao longo do evento. Para ele, não há como esperar mais 20 anos para que as atitudes necessárias sejam tomadas. 

Também há a expectativa de que países emergentes como Brasil, Índia e África do Sul se conscientizem desde cedo sobre a importância de se desenvolver de modo sustentável e responsável.

Assista à entrevista com Pablo Sólon em vídeo produzido pela Via Campesina para a TV Cúpula.





segunda-feira, 21 de maio de 2012

Senado debaterá exploração de portos privados




A proposta da senadora Kátia Abreu (PSD-TO) que modifica a Lei dos Portos (Lei 8.630/93) para permitir a exploração de portos privados com movimentação de carga de terceiros, sem necessariamente haver carga própria do dono, será tema de audiência pública conjunta de três comissões do Senado na quarta-feira (23), às 15h.

Foram convidados para a audiência José Leônidas de Menezes Cristino, ministro da Secretaria de Portos; Wilen Manteli, diretor-presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários; Eduardo Requião, ex-superintendente do Porto de Paranaguá (PR); Robson Braga de Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Luiz Antônio Fayet, consultor para Logística de Transporte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA); e Sérgio Salomão, presidente da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público.

O projeto em discussão (PLS 118/2009) modifica a Lei dos Portos para permitir a exploração de portos privados de uso misto para movimentação de carga própria e de terceiros, independentemente do percentual de ambas as cargas. Atualmente, a lei só permite que a movimentação seja de carga própria, somada a de terceiros. A exploração dos portos privados é feita por meio de concessão.

Kátia Abreu argumenta que o Brasil necessita ampliar sua infraestrutura e que, diante do escasso investimento do setor público, não mais se justifica a vedação da lei quanto à implantação de portos por investidores privados para movimentação de cargas de terceiros, com ou sem participação de cargas próprias.

O projeto tramita atualmente na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde tem como relator o senador Jorge Viana (PT-AC), que apresentou voto pela rejeição da matéria.

A audiência pública será realizada conjuntamente pela CAE e pelas Comissões de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) e de Serviços de Infraestrutura (CI).



Aceleradora de startups vai se implantar no Recife


Iniciativa é uma parceria do Grupo Iguatemi, da família Jereissati - do Ceará - com o governo do Estado

Publicado em 21/05/2012, às 16h09

Do JC Online





O Recife terá uma aceleradora de startups, empresas iniciantes que atuem de forma inovadora e desenvolvam produtos na área de Tecnologia da Informação. A iniciativa é fruto de uma pareceria do Grupo Iguatemi - da família Jereissati, do Ceará - com o governo do Estado. “A expectativa é que sejam empregados R$ 35 milhões nos próximos cinco anos”, disse o executivo do Grupo Iguatemi, Antonio Machado, depois de participar de uma solenidade em que o governador Eduardo Campos (PSB) anunciou o projeto no final da manhã desta segunda-feira.

Provisoriamente, a aceleradora tem o nome de Armazém Criativo e deve começar a funcionar em setembro próximo no nº420 da Rua Capitão Lima, em Santo Amaro. “Serão escolhidos cinco a 10 projetos que ficarão na aceleradora por um prazo de cinco meses. A nossa intenção é ser um espaço colaborativo com um café aberto e uma programação que traga convidados na área de cultura, tecnologia e empreendedorismo”, conta Machado.


Segundo ele, nesse primeiro momento quem estiver interessado em participar da aceleradora deve apresentar o seu projeto ao Porto Digital. “Depois, vamos ter um site e um endereço físico. E, no futuro, vamos ter um fundo de investimento para aportar recursos nos projetos”, comenta Machado.



Novo complexo bilionário, agora vizinho à Fiat




A fábrica da Fiat, em Goiana, será vizinha de um dos projetos na safra pernambucana de complexos imobiliários. Será a Cidade Atlântica, que prevê a instalação de 18 mil habitações em uma área praticamente do tamanho do Bairro de Boa Viagem, no Recife: 400 hectares. É o segundo complexo do gênero anunciado para Goiana. O outro é o NotrhVille.

O novo projeto, ainda em estágio de análise de demanda, foi lançado no início da tarde desta segunda-feira (21) pelos quatro grupos à frente do negócio: Queiroz Galvão, Moura (das Baterias Moura), GL Empreendimentos e Cavalcanti Petribu. Apenas o segmento residencial tem estimativa de receber R$ 3 bilhões em investimentos. O NorthVille, do Consórcio Paradigma, tem investimento total avaliado em R$ 1 bilhão.

A área total destinada ao complexo, na verdade, será de 600 hectares - sendo que 200 hectares serão uma espécie de reserva, para eventual uso em expansão, e o esforço será concentrado mesmo nos 400 hectares de onde parte a Cidade Atlântica. Até porque, para desenvolver todo o empreendimento, serão necessárias várias etapas.

O diretor regional da Queiroz Galvão, Múcio Souto, explica que a demanda ainda será definida em pesquisas, mesmo quanto a uma primeira fase do projeto. Segundo ele, a intenção é iniciar as obras "no próximo verão", a depender, por exemplo, da velocidade do licenciamento ambiental.

O masterplan prevê, basicamente, uma divisa de toda a área em quatro módulos distintos: dois bairros e dois centros de comércio e serviços, sendo um chamado de centro local, focado no público da Cidade Atlântica (com posto de gasolina e escolas, por exemplo), e outro regional, com shopping center e hotelaria.

Leia a cobertura completa na edição desta terça-feira (22), do JC.



Vice-presi​dente mundial de Recursos Humanos da Fiat visita Goiana



O vice-presidente mundial de Recursos Humanos, Produção e Desenvolvimento de Negócios da Fiat Chrysler, Andrea Franco, fez uma visita a Goiana, na manhã desta sexta-feira (18/05), com o objetivo de conhecer a realidade das instituições educacionais e o nível das instalações dos cursos que estão sendo realizados no município, além de buscar entender melhor o potencial e a realidade local para ver qual processo de RH deverá ser implementado pela montadora no novo pólo econômico que surge no Estado a partir de Goiana.

Acompanhado da assessora Maria Grazia e do secretário-executivo de Projetos Especiais da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado, João Guilherme Ferraz, o executivo italiano foi recebido pelo prefeito de Goiana, Henrique Fenelon, e o presidente da AD Goiana, Rodrigo Augusto, no campo de futebol da 3ª Companhia de Polícia Militar, no Largo da Alvorada.

Dali a comitiva seguiu para a Escola Técnica Estadual Aderico Alves de Vasconcelos, onde foi recebida pelo diretor da unidade, Luciano Trajano, e pela gerente geral de Educação Profissional da Secretaria Executiva de Educação Profissional de Pernambuco, Luciane Pulça. Na ETE, Andrea Franco conheceu as instalações e esteve no laboratório de informática da escola, onde posou para fotos com alunos e professores.

É importante observar laboratórios e a estrutura de aulas, entender as diferenças para a Europa, por exemplo; analisar essas diferenças e, posteriormente, fazermos um plano em conjunto, para que tenhamos um sistema educacional de RH coerente à realidade daqui, afirmou o executivo, destacando que a Fiat vai trazer tecnologia e ferramentas que irão preparar para o setor automotivo, tudo sustentado com responsabilidade social e ambiental.

A segunda parada das autoridades foi na Escola Municipal Marie Armelle Faguières-Emaf, onde estão sendo realizados os cursos do Projeto Automotivo, ministrados pelo Senai, numa parceria com a Secretaria Estadual de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo-STQE.

Na Emaf, a comitiva foi recebida pela analista de Educação Profissional do Senai e coordenadora do Projeto Automotivo, Carla Abigail, a gerente de Intermediação de Mão de Obra da STQE, Juliana Tassell, e a coordenadora dos cursos em Goiana, Ana Maria Lira. Na ocasião, Andrea Franco visitou duas salas de aulas dos cursos, uma de Armador e outra de Pedreiro, posou para fotos com alunos, professores e demais autoridades e falou a todos os presentes da importância em se capacitar para se inserir no contexto de desenvolvimento que vive hoje Goiana.

Em seguida foi a vez de encontro na Faculdade Dirson Maciel-Fadima, onde o executivo da montadora italiana esteve numa sala com alunos dos cursos técnicos profissionalizantes de Eletrotécnica e Automação Industrial, também ministrados pelo Senai, através do Pronatec. “O mais surpreendente aqui em Goiana é o entusiasmo das pessoas esperando a Fiat virar realidade. É o maior empreendimento da Fiat no mundo. E o mais importante é essa animação das pessoas, o que não é visto em canto nenhum”, enfatizou Andrea Franco desejando sorte aos alunos e novamente posando para fotos com todos.
 
Fonte: AD Goiana
 

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