IBP dá início a mais um curso na área de petróleo, gás e biocombustíveis
Entre os dias 18 e 22 de outubro, vai ser realizado o Curso Básico de Instrumentação pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis.
O curso é destinado para engenheiros e técnicos das diversas áreas industriais de processo (operação, manutenção, projeto etc.), que pretendam ter conhecimentos introdutórios para o correto manuseio, especificação e montagem dos elementos usualmente utilizados para Medição e Controle de Processos.
De acordo com a administração do IBP, o curso vai apresentar de modo objetivo e prático os equipamentos usados na instrumentação industrial em seus princípios, características e aplicações, levando em conta a situação do mercado fornecedor. As aulas seguirão o seguinte conteúdo programático. leia mais
Fonte:http://www.caisdoporto.com/
sábado, 30 de outubro de 2010
ANP deve anunciar nesta sexta-feira a maior descoberta de petróleo do País
Segundo fontes, o Poço de Libra, na área do pré-sal, deve ser maior do que Tupi, que tem entre 5 e 8 bilhões de barris confirmados
Fonte: Kelly Lima e Nicola Pamplona, de O Estado de S. Paulo
A Agência Nacional do Petróleo deve anunciar nesta sexta-feira, 29, as estimativas de reservas do poço Libra, que está sendo perfurado no pré-sal da Bacia de Santos.
Segundo fontes, a expectativa é que seja a maior descoberta já anunciada no País, superior a Tupi, da Petrobrás, podendo chegar a 12 bilhões de barris, conforme revelou a Agência Estado.
"Minha expectativa é que amanhã (sexta-feira) teremos novidades", afirmou quinta-feira o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, em rápida entrevista após a cerimônia no Rio que comemorou o início da produção de petróleo na plataforma Cidade de Angra dos Reis, instalada no campo de Tupi.
Lima não quis, porém, dar detalhes sobre o anúncio, alegando que a agência necessitava analisar as últimas informações.
A dois dias do segundo turno das eleições, o anúncio da ANP fecha uma semana intensa em eventos no setor de petróleo.
Só a Petrobrás promoveu duas inaugurações, uma delas com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e dois anúncios de patrocínios a projetos sociais e ambientais, gerando críticas sobre o uso eleitoral da empresa.
"Não tem nada a ver", respondeu a diretora da ANP, Magda Chambriard, quando questionada se havia relação entre o anúncio do tamanho de Libra e as eleições. "O mundo não para por conta das eleições", reforçou o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, em entrevista após a inauguração da plataforma de Tupi. Leia mais
Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/
Fonte: Kelly Lima e Nicola Pamplona, de O Estado de S. Paulo
A Agência Nacional do Petróleo deve anunciar nesta sexta-feira, 29, as estimativas de reservas do poço Libra, que está sendo perfurado no pré-sal da Bacia de Santos.
Segundo fontes, a expectativa é que seja a maior descoberta já anunciada no País, superior a Tupi, da Petrobrás, podendo chegar a 12 bilhões de barris, conforme revelou a Agência Estado.
"Minha expectativa é que amanhã (sexta-feira) teremos novidades", afirmou quinta-feira o diretor-geral da ANP, Haroldo Lima, em rápida entrevista após a cerimônia no Rio que comemorou o início da produção de petróleo na plataforma Cidade de Angra dos Reis, instalada no campo de Tupi.
Lima não quis, porém, dar detalhes sobre o anúncio, alegando que a agência necessitava analisar as últimas informações.
A dois dias do segundo turno das eleições, o anúncio da ANP fecha uma semana intensa em eventos no setor de petróleo.
Só a Petrobrás promoveu duas inaugurações, uma delas com presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e dois anúncios de patrocínios a projetos sociais e ambientais, gerando críticas sobre o uso eleitoral da empresa.
"Não tem nada a ver", respondeu a diretora da ANP, Magda Chambriard, quando questionada se havia relação entre o anúncio do tamanho de Libra e as eleições. "O mundo não para por conta das eleições", reforçou o presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, em entrevista após a inauguração da plataforma de Tupi. Leia mais
Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/
Setor náutico brasileiro emprega 120 mil pessoas e cresce
A costa navegável do Brasil, que tem 8.500 km, é um belo motivo para que o setor náutico cresça no país, mas a realidade ainda não é satisfatória para os empresários do ramo.
Segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar), no país a relação é de 1 barco para cada 300 habitantes, enquanto na Europa a média de 1 para 60.
O setor náutico movimenta US$ 550 milhões por ano, com perspectiva de crescimento de 10% ao ano. Ao total o setor gera cerca de 120 mil empregos diretos e indiretos.
As embarcações mais procuradas são as de tamanho entre 20 e 50 pés (aproximadamente, de 6 a 15 metros).
A exportação começou a ser realizada a partir de 2003. Em 2009, foram produzidos 4,2 mil embarcações nos cerca de 151 estaleiros que existem no Brasil.
A região Sul ficou em segundo lugar na produção, com 17% do total. O Sudeste ficou na primeira colocação com 71%.
Em 2008, as exportações registraram movimentação de US$ 19.055 milhões, enquanto que em 2009 o número caiu para US$ 12.300 milhões.
Por outro lado, as importações mantêm um ritmo de crescimento estável. Em 2009, foram importados US$ 80 milhões e para este ano a projeção aponta negociações em torno de US$ 90 milhões.
O presidente da Acobar, Eduardo Colunna, acredita que os estaleiros nacionais competem de igual para igual, em qualidade, com o resto do mundo.
"O nosso maior problema no momento são os incentivos que o governo brasileiro dá aos produtos importados esquecendo a produção interna".
Colunna defende maior investimento no setor náutico, porque o brasileiro está descobrindo que ter um barco não é algo só para pessoas milionárias. "
A população está deixando de comprar o segundo carro para ter um iate", revela. l.eia mais
Fonte: EconomiaSC
Segundo a Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos (Acobar), no país a relação é de 1 barco para cada 300 habitantes, enquanto na Europa a média de 1 para 60.
O setor náutico movimenta US$ 550 milhões por ano, com perspectiva de crescimento de 10% ao ano. Ao total o setor gera cerca de 120 mil empregos diretos e indiretos.
As embarcações mais procuradas são as de tamanho entre 20 e 50 pés (aproximadamente, de 6 a 15 metros).
A exportação começou a ser realizada a partir de 2003. Em 2009, foram produzidos 4,2 mil embarcações nos cerca de 151 estaleiros que existem no Brasil.
A região Sul ficou em segundo lugar na produção, com 17% do total. O Sudeste ficou na primeira colocação com 71%.
Em 2008, as exportações registraram movimentação de US$ 19.055 milhões, enquanto que em 2009 o número caiu para US$ 12.300 milhões.
Por outro lado, as importações mantêm um ritmo de crescimento estável. Em 2009, foram importados US$ 80 milhões e para este ano a projeção aponta negociações em torno de US$ 90 milhões.
O presidente da Acobar, Eduardo Colunna, acredita que os estaleiros nacionais competem de igual para igual, em qualidade, com o resto do mundo.
"O nosso maior problema no momento são os incentivos que o governo brasileiro dá aos produtos importados esquecendo a produção interna".
Colunna defende maior investimento no setor náutico, porque o brasileiro está descobrindo que ter um barco não é algo só para pessoas milionárias. "
A população está deixando de comprar o segundo carro para ter um iate", revela. l.eia mais
Fonte: EconomiaSC
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Porto do Recife, séculos em atividade
Ao longo da faixa litorânea, no extremo leste da América do Sul, por entre as muralhas dos arrecifes, formadas há milhões de anos pelo encontro do mar com a areia, surgiu um ancoradouro que, na época colonial, recebeu o nome de Arrecife dos Navios, pelo navegador Pero Lopes de Souza, e que ficou registrado em seu Diário de Viagem (1530-1532).
Durante muito tempo, o Arrecife dos Navios permaneceu como principal portão de escoamento de mercadorias como o açúcar, o pau-brasil, animais silvestres, ouro e pedras preciosas, que eram a maior e mais rendosa fonte de riqueza para os cofres da Coroa Portuguesa, e do desembarque de imigrantes europeus, que tinham por objetivo a exploração das riquezas naturais da nova terra descoberta, de paisagem exuberante e de solo fértil, que enchia a vista e os bolsos dos exploradores.
A história do porto do Recife está profundamente ligada ao surgimento e ao desenvolvimento socioeconômico e cultural do estado de Pernambuco e do Nordeste, por ter sido o ponto de trocas de mercadorias e abastecimento das capitanias do Piauí, Ceará, Paraíba, Alagoas e Sergipe.Leia texto completo
Fonte:http://basilio.fundaj.gov.br/
ANTAQ pretende incrementar troca de experiências com MPF
A ANTAQ pretende estreitar o intercâmbio de informações com o Ministério Público Federal (MPF). Para isso, a Agência organizará uma reunião de integração entre os servidores da ANTAQ e do MPF. O encontro acontecerá na sede da Agência, em Brasília, no início de 2011.
Nesta quarta-feira (20), os diretores da ANTAQ, Fernando Fialho e Tiago Lima, receberam o subprocurador geral da República e coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, Antonio Fonseca.
O coordenador informou que a ideia do MPF é fazer reuniões com as autoridades das agências para conhecer melhor a atividade regulatória no país.
Durante o encontro, Fialho detalhou como será a reunião de integração. “Podemos fazer um seminário para contextualizar o trabalho da ANTAQ para os servidores do MPF.
A intenção é que cada superintendência finalística da Agência (Portos, Navegação Marítima e de Apoio e Navegação Interior) possa explicar suas atividades, seus desafios e seus temas. Além das superintendências, a Procuradoria da ANTAQ também fará uma apresentação”, explicou o diretor-geral. Leia matéria completa
Fonte:http://www.antaq.gov.br/
Petrobras acha petróleo em águas profundas na região Nordeste
A Petrobras informou ontem que a perfuração do primeiro poço em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe-Alagoas, no Nordeste brasileiro, identificou a presença de petróleo leve.
Segundo a estatal, que não estimou volumes no comunicado, "as informações até agora obtidas são suficientes para atestar a descoberta de uma nova província petrolífera na Bacia de Sergipe-Alagoas".
O poço, denominado 1-BRSA-851-SES (1-SES-158), conhecido como Barra, está localizado em profundidade de 2.341 metros, a 58 km da costa do estado de Sergipe.
A Petrobras detém 60% de participação no consórcio que opera no poço, e a IBV-Brasil, 40%. O consórcio dará continuidade às atividades de exploração e aos investimentos, através da perfuração de outros poços pioneiros.
Fonte: Valor Econômico/REUTERS
Segundo a estatal, que não estimou volumes no comunicado, "as informações até agora obtidas são suficientes para atestar a descoberta de uma nova província petrolífera na Bacia de Sergipe-Alagoas".
O poço, denominado 1-BRSA-851-SES (1-SES-158), conhecido como Barra, está localizado em profundidade de 2.341 metros, a 58 km da costa do estado de Sergipe.
A Petrobras detém 60% de participação no consórcio que opera no poço, e a IBV-Brasil, 40%. O consórcio dará continuidade às atividades de exploração e aos investimentos, através da perfuração de outros poços pioneiros.
Fonte: Valor Econômico/REUTERS
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Hartung cobra da Petrobras decisão justa para o estaleiro
O governador do Estado do Espírito Santo, Paulo Hartung, aproveitou a inauguração da Unidade de Tratamento de Gás (UTG) Sul Capixaba - um investimento de R$ 900 milhões que vai processar 2,5 milhões de metros cúbicos de gás por dia -, realizada ontem em Anchieta, para "cutucar" o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, que também esteve na cerimônia, sobre a decisão da Petrobras de exigir licença ambiental prévia emitida pelo Ibama para estaleiros novos ainda não instalados.
Essa nova regra prejudicaria o estaleiro que a Jurong quer implantar em Aracruz, cuja licença prévia foi emitida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), em fevereiro deste ano. Com a exigência, o Estaleiro Jurong Aracruz, o único do Estado, se veria fora da briga pela construção de 28 sondas do pré-sal, encomenda que beira os US$ 30 bilhões.
Em seu discurso, Paulo Hartung lembrou que a autorização para a instalação da UTG da Petrobras em Anchieta foi dada pelo Iema. "Temos que destacar que a licença desta unidade foi concedida pelo Iema. Pelo Iema, Gabrielli!". Hartung foi além. "Nossa relação com a Petrobras é ótima, mas de vez quando é preciso dar umas ?caneladas?. A democracia é assim", disparou o governador. Leia mais
Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/
Essa nova regra prejudicaria o estaleiro que a Jurong quer implantar em Aracruz, cuja licença prévia foi emitida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema), em fevereiro deste ano. Com a exigência, o Estaleiro Jurong Aracruz, o único do Estado, se veria fora da briga pela construção de 28 sondas do pré-sal, encomenda que beira os US$ 30 bilhões.
Em seu discurso, Paulo Hartung lembrou que a autorização para a instalação da UTG da Petrobras em Anchieta foi dada pelo Iema. "Temos que destacar que a licença desta unidade foi concedida pelo Iema. Pelo Iema, Gabrielli!". Hartung foi além. "Nossa relação com a Petrobras é ótima, mas de vez quando é preciso dar umas ?caneladas?. A democracia é assim", disparou o governador. Leia mais
Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Porto do Recife recebe visita inédita e oportuna
Para Guedes reunião foi oportunidade de mostrar a reestruturação do Porto
Pela primeira vez, o Porto do Recife sediou, na semana passada, a reunião de Monitoramento da Integração dos Portos Organizados, promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Com o objetivo de atualizar o Sistema de Desempenho Portuário - que cuida das estatísticas da movimentação portuária no Brasil - e trocar informações entre portos brasileiros, a reunião é feita, geralmente, entre duas e quatro vezes ao ano.
Um dos assuntos discutidos foi a nova versão do Sistema de Desempenho Portuário. Mensalmente, os portos mandam as informações de movimentação de carga para a Antaq por meio do site da agência. Com isso, o endereço, muitas vezes, fica congestionado.
Para solucionar o problema, está sendo desenvolvido um novo programa que funcionará como o da Receita Federal para a declaração do Imposto de Renda: a gestão do porto vai baixar um programa, preencher as informações e mandá-las para a instituição. “O tempo para mandar as informações vai mudar de cinco a 10 minutos para, no máximo, dois minutos”, contou o gerente de Estudo e Desempenho Portuário da Antaq, Bruno Pinheiro. O programa deve começar a funcionar em maio do próximo ano.
O presidente do Porto do Recife, Sileno Guedes destacou que “está sendo muito importante reunir diversos portos porque é uma oportunidade de mostrar nossa reestruturação e a retomada da atividade portuária em Pernambuco”. Ao longo de cinco anos, a reunião já visitou portos como o de Paranaguá, Fortaleza, Belém, Santos, Vitória e Porto Alegre. A próxima será em março, em Brasília.
Fonte: Folha de Pernambuco/GABRIELA LÓPEZ
Pela primeira vez, o Porto do Recife sediou, na semana passada, a reunião de Monitoramento da Integração dos Portos Organizados, promovida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Com o objetivo de atualizar o Sistema de Desempenho Portuário - que cuida das estatísticas da movimentação portuária no Brasil - e trocar informações entre portos brasileiros, a reunião é feita, geralmente, entre duas e quatro vezes ao ano.
Um dos assuntos discutidos foi a nova versão do Sistema de Desempenho Portuário. Mensalmente, os portos mandam as informações de movimentação de carga para a Antaq por meio do site da agência. Com isso, o endereço, muitas vezes, fica congestionado.
Para solucionar o problema, está sendo desenvolvido um novo programa que funcionará como o da Receita Federal para a declaração do Imposto de Renda: a gestão do porto vai baixar um programa, preencher as informações e mandá-las para a instituição. “O tempo para mandar as informações vai mudar de cinco a 10 minutos para, no máximo, dois minutos”, contou o gerente de Estudo e Desempenho Portuário da Antaq, Bruno Pinheiro. O programa deve começar a funcionar em maio do próximo ano.
O presidente do Porto do Recife, Sileno Guedes destacou que “está sendo muito importante reunir diversos portos porque é uma oportunidade de mostrar nossa reestruturação e a retomada da atividade portuária em Pernambuco”. Ao longo de cinco anos, a reunião já visitou portos como o de Paranaguá, Fortaleza, Belém, Santos, Vitória e Porto Alegre. A próxima será em março, em Brasília.
Fonte: Folha de Pernambuco/GABRIELA LÓPEZ
Brasil precisa de nova estratégia para comércio internacional, diz embaixador
O embaixador Rubens Barbosa defendeu nesta quinta-feira que o país adote uma nova estratégia de comércio internacional.
Barbosa, que representou o Brasil em Washington e em Londres, sustenta que o país deve apostar mais em políticas bilaterais. "Temos de apostar em uma nova estratégia. A dos últimos anos está errada", apontou em painel sobre perspectivas econômicas para o Brasil.
"Pela primeira vez, o Brasil está exportando menos de 10% (do total vendido ao exterior) aos Estados Unidos, o maior mercado mundial", afirmou.
Para ele, o governo deve se relacionar de forma mais objetiva e menos ideológica com os americanos. "Não sabemos o que fazer com a nossa relação com os Estados Unidos. Não sabemos quais são os interesses nacionais".
O embaixador questionou a efetividade do bloco comercial do Mercosul. "Temos que repensar a integração regional. O Mercosul terá de ser mudado".
O Brasil, segundo ele, precisa enfrentar as ações de "dumping" e as práticas comerciais chinesas na América do Sul. "A China é o maior desafio nessa região. Ela compete com o Brasil", reforçou.
Entre as propostas para maior desenvolvimento econômico do país, Barbosa acredita que o Brasil deveria aproveitar a fragilidade de países desenvolvidos para ganhar mercado, em detrimento das relações com países do hemisfério sul.
Gabriel Baldochi, Folha.com
Barbosa, que representou o Brasil em Washington e em Londres, sustenta que o país deve apostar mais em políticas bilaterais. "Temos de apostar em uma nova estratégia. A dos últimos anos está errada", apontou em painel sobre perspectivas econômicas para o Brasil.
"Pela primeira vez, o Brasil está exportando menos de 10% (do total vendido ao exterior) aos Estados Unidos, o maior mercado mundial", afirmou.
Para ele, o governo deve se relacionar de forma mais objetiva e menos ideológica com os americanos. "Não sabemos o que fazer com a nossa relação com os Estados Unidos. Não sabemos quais são os interesses nacionais".
O embaixador questionou a efetividade do bloco comercial do Mercosul. "Temos que repensar a integração regional. O Mercosul terá de ser mudado".
O Brasil, segundo ele, precisa enfrentar as ações de "dumping" e as práticas comerciais chinesas na América do Sul. "A China é o maior desafio nessa região. Ela compete com o Brasil", reforçou.
Entre as propostas para maior desenvolvimento econômico do país, Barbosa acredita que o Brasil deveria aproveitar a fragilidade de países desenvolvidos para ganhar mercado, em detrimento das relações com países do hemisfério sul.
Gabriel Baldochi, Folha.com
Portaria estabelece regras para extensão de medida antidumping
A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) publicou ontem portaria com a regulamentação operacional para os setores interessados em solicitar a extensão da medida antidumping para os casos de triangulação usados para burlar a cobrança da sobretaxa na importação de produtos protegidos.
O interessado deve informar os canais de distribuição do produto e a alteração de fluxos comerciais após o início do processo que deu origem à aplicação ou prorrogação da medida antidumping. Na regra geral devem ser analisadas as operações relativas aos 12 meses anteriores ao pedido.
A análise dará oportunidade de defesa aos interessados nas importações.
Segundo a portaria, o Departamento de Defesa Comercial (Decom) deve concluir as investigações no prazo de seis meses contados do início oficial da investigação. Em situações excepcionais o prazo poderá ser de nove meses. Para gerar abertura de investigação, porém, o pedido deve conter os indícios mínimos de violação ou neutralização da medida antidumping.
A extensão do antidumping será aplicada caso o valor das partes e peças originadas do país sujeito à medida representar mais de 60% do valor total dos componentes que integram o produto, ou caso o valor agregado no processo de industrialização no terceiro país for inferior a 25% do custo da manufatura.
FONTE: VALOR ECONÔMICO
Veja Resolução
O interessado deve informar os canais de distribuição do produto e a alteração de fluxos comerciais após o início do processo que deu origem à aplicação ou prorrogação da medida antidumping. Na regra geral devem ser analisadas as operações relativas aos 12 meses anteriores ao pedido.
A análise dará oportunidade de defesa aos interessados nas importações.
Segundo a portaria, o Departamento de Defesa Comercial (Decom) deve concluir as investigações no prazo de seis meses contados do início oficial da investigação. Em situações excepcionais o prazo poderá ser de nove meses. Para gerar abertura de investigação, porém, o pedido deve conter os indícios mínimos de violação ou neutralização da medida antidumping.
A extensão do antidumping será aplicada caso o valor das partes e peças originadas do país sujeito à medida representar mais de 60% do valor total dos componentes que integram o produto, ou caso o valor agregado no processo de industrialização no terceiro país for inferior a 25% do custo da manufatura.
FONTE: VALOR ECONÔMICO
Veja Resolução
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