sábado, 19 de fevereiro de 2011

Concurso Publico Petroquimica Suape



Amanhã é o ultimo dia para inscrições on line do Concurso Publico da Petroquimica Suape.

Saiba todas as informações, leia o edital e se inscreva clicando no link abaixo

http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/suape0111/suape0111.html

Os profissionais que estiverem aptos paraas vagas e que procuram se inserir no desenvolvimento de Suape, não pode perder essa oportunidade

Abraços

Acrisio

ESTALEIRO ATLÂNTICO SUL BUSCA FUNCIONÁRIOS EM OUTROS ESTADOS



Buscando crescimento e visando suprir a falta de mão de obra especializada, o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado no Complexo de Suape, em Pernambuco, iniciou 2011 com uma frente para a contratação de aproximadamente 1.200 profissionais.

São soldadores, montadores, engenheiros, projetistas e supervisores de produção, prospectados através de anúncios veiculados em jornais de oito Estados: Pernambuco, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Amazonas, Pará e Bahia.

Dentre as mais de mil vagas disponibilizadas, a maior parte é para soldadores – cerca de 570 – com experiência em MIG/MAG; 6G/Tubulação; eletrodo revestido e TIG.


Logo abaixo estão as especializações de montadores, com aproximadamente 520 vagas disponíveis; engenheiros com 60 vagas, supervisores de produção e projetistas, ambos com 20 vagas respectivamente.

No caso de montadores, as especialidades a serem contratadas são de estrutura ou caldeireiro, montador de tubos ou encanador e montador elétrico.

Os engenheiros devem ter formação, preferencialmente, em Mecânica, Engenharia Naval ou de Produção. Para projetistas, as áreas requeridas são de Mecânica, Naval ou de Tubulação.


Os supervisores de produção devem ter trabalhado ou estar trabalhando na indústria naval ou metal-mecânica. Para concorrer às vagas, os candidatos devem acessar o site do EAS e se cadastrar.

Os currículos passarão por triagem e, posteriormente, seleção no próprio estaleiro, no Complexo de Suape. Para todas as funções é exigida experiência comprovada em carteira.

Com as novas contratações, o estaleiro passará a contar com seis mil trabalhadores. “Estamos reforçando o nosso quadro, considerando a nossa carteira atual, de 22 navios e um casco de plataforma, e também as demandas que poderão ser captadas, já que estamos participando de licitações da Petrobras e vamos participar de outras concorrências que estejam no foco do nosso negócio”, afirma o presidente do EAS, Angelo Bellelis.

O EAS
Atualmente, o Estaleiro Atlântico Sul conta com cerca de 4,7 mil funcionários e foi resultado de investimentos de R$ 1,8 bilhão, em uma planta com capacidade de 160 mil toneladas de aço por ano e uma carteira que conta, atualmente, com cerca de US$ 3,5 bilhões.


Para a nova leva de trabalhadores que devem ingressar no EAS, a empresa garante, através de nota divulgada na mídia, salário compatível com o mercado, plano de carreira, participação nos resultados, assistência médica e odontológica, transporte e refeitório, entre outros benefícios.

Nicomex Notícias – Redaçãonicomex@nicomex.com.br

SUAPE TERÁ 3º ESTALEIRO


Grande centro produtivo do Nordeste, o Complexo Portuário de Suape, no litoral sul de Pernambuco, irá ganhar mais um estaleiro, em um investimento de USD 440 milhões. Trata-se de um consórcio formado por quatro empresas espanholas – Indasa, Tecnymo, ElectroRayma e Gabadi – que assinaram, no dia 4 último, um protocolo de intenções com o governo do estado. A parceria das companhias européias foi batizada de Galíctio.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, o empreendimento será voltado à construção e reparo de embarcações e irá gerar 500 empregos durante a construção e 4.000 na operação. O objetivo do Galíctio é atender às demandas da Transpetro por reforma de navios. Hoje, a estatal de logística contrata tal tipo de serviço de estaleiros sul-coreanos e de Cingapura. Entretanto, o projeto só será viabilizado caso o consórcio conquiste encomendas da Transpetro.

A área destinada ao empreendimento é de 40 hectares, alocados por trás do espaço onde já funciona o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), na Ilha de Tatuoca. A previsão é de que o Galíctio esteja concluído em 30 meses e que o parceiro tecnológico do projeto seja o Navantia, o maior da Espanha. Além do EAS, Suape também conta com outro estaleiro, o Promar, que, inicialmente, seria construído no Ceará, mas terminou por fincar bases em Pernambuco.

A escolha
Na cerimônia de assinatura do protocolo de intenções para o Galíctio, o presidente do consórcio espanhol, Isidro Silveira Rey, afirmou que a intenção era se expandir para fora da Europa e Pernambuco foi considerado o lugar ideal para a movimentação. No mesmo dia, o estado ainda comemorou mais três parcerias para implantação de indústrias em Pernambuco, somando investimentos de R$ 836 milhões, com previsão para criação de mais de cinco mil empregos.

Nesse cenário de desenvolvimento do estado, Suape se consolida, cada vez mais, como a mola-mestra desse movimento de expansão. De acordo com a administração do complexo portuário, a intenção é consolidar o pólo como um cluster com empreendimentos que vão desde o atendimento a navios de grande porte, como o EAS e o Promar, até uma unidade de fabricação de módulos e plataformas e um estaleiro de reparação naval.

Nicomex Notícias – Redaçãonicomex@nicomex.com.br

Duas licitações são reabertas para obras no Complexo Industrial Portuário de Suape



Foram reabertas as licitações para duas importantes obras no Complexo Industrial Portuário de Suape, conforme publicação ontem no Diario Oficial do Estado.

O anúncio indica abertura em 22 de março de licitação para execução de obras de proteção dos cabeços Norte e Sul da abertura dos arrecifes (fundamental para a confirmação do futuro terminal de minérios que pode ser instalado no terminal marítimo).

 No dia 23 de março, será aberta licitação para execução das obras de dragagem e derrocagem do canal de acesso externo ao porto organizado. No início do mês, os editais foram revogados para “ajustes técnicos”, segundo comunicou a assessoria de Imprensa de Suape.

Fonte: Folha de Pernambuco (PE)/tatiana notaro

Mercosul Line muda escala na costa brasileira



A Mercosul Line informa que a partir de 6 de abril vai ter uma nova escala na costa brasileira no porto de Itajaí (SC) utilizando o Terminal Teconvi e vai deixar de fazer escala no porto de Imbituba (SC).

A empresa destaca que o porto de Itajaí é servido pela BR-101 (duplicada), importante malha rodoviária que faz ligação com Florianópolis, região Sul do Estado e Rio Grande do Sul, e ao Norte, comunica-se com Joinville, o Norte do estado e Curitiba. A BR-470 liga Itajaí a todo o Oeste Catarinense, passando por Blumenau, Lages e demais regiões do Estado.

O porto de Itajaí também possui uma Estação Aduaneira de Interior (porto seco) totalmente alfandegada e sincronizada com o porto. Segundo empresa, as instalações do porto de Itajaí são extremamante modernas e automatizadas, com alto nível de produtividade. Desta forma, a Mercosul Line visa entregar uma solução de logística eficiente e completa aos seus clientes.

Em comunicado à imprensa a Mercosul Line afirmou que está empenhada em continuar a prestar a todos os clientes o melhor produto do mercado de cabotagem no Brasil, bem como o mercado do River Plate.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Petroquímica de Suape pode ter sócio estrangeiro



A Petrobras admite entregar a um sócio estrangeiro o controle da Companhia Petroquímica de Pernambuco (Petroquímica de Suape), no município de Ipojuca (PE).

A medida, que envolveria a transferência de até 60% do projeto, será tomada caso a Odebrecht, sócia da estatal na Braskem, confirme a decisão de não entrar no empreendimento.

O diretor de Abastecimento da petrolífera, Paulo Roberto Costa confirma que aguardará até dezembro para iniciar entendimentos sobre Suape.

Confira a matéria completa na edição impressa do Brasil Econômico desta quinta-feira (17/2).

Fonte: http://negociosemsuape.blogspot.com/

Prejuízo com o blecaute é de R$ 100 milhões

Pelos cálculos iniciais da Associação de Grandes Consumidores, a perda financeira das empresas do Nordeste com o apagão deve ser ainda maior

A Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace) estima que o apagão da última sexta-feira trouxe um prejuízo de R$ 100 milhões para as empresas implantadas nos sete Estados do Nordeste que ficaram às escuras. “Essa é uma estimativa conservadora, porque os prejuízos não ocorreram apenas nas horas que faltou energia e esse número pode ser maior”, comentou o assessor da Abrace na área de energia elétrica, Fernando Umbria.
 
 Ele acrescentou que apenas um dia de paralisação no polo petroquímico de Camaçari, na Bahia, provoca um prejuízo de aproximadamente R$ 30 milhões.

Depois de uma interrupção brusca de energia, alguns processos produtivos nas indústrias podem levar até uma semana para serem restabelecidos, de acordo com Umbria. Ainda existem várias empresas restabelecendo essas linhas de produção em toda a região.

“Nos preocupam muito esses apagões, porque eles indicam a necessidade de melhorias no sistema e não sabemos o que isso vai representar para os consumidores.
 
Hoje, o receio é: será que esses investimentos são compatíveis com o preço da luz que estamos pagando ou será que vai aumentar muito a conta de luz”, comentou, se referindo ao fato de que o País passou por dois grandes apagões num intervalo de 15 meses. Em novembro de 2009, uma falha numa linha de transmissão de Furnas, no Sudeste do País, deixou 18 Estados sem energia, atingindo principalmente o Sul e o Sudeste.

“No setor industrial, a energia é considerada um insumo e a frequência desses apagões pode retirar competitividade da economia como um todo”, argumentou.

Mesmo quem não teve prejuízo financeiro com o apagão ficou com a sua rotina alterada. O Terminal de Contêineres do Porto de Suape (Tecon-Suape) teve toda a sua programação modificada devido à falta de energia, porque os equipamentos foram desprogramados. “Isso trouxe um transtorno logístico e só conseguimos normalizar as nossas operações depois de três dias”, afirmou o diretor comercial do Tecon-Suape, Rodrigo Aguiar.

A causa do apagão foi uma falha numa cartela eletrônica que fazia parte do sistema de proteção da subestação de Luiz Gonzaga, na pernambucana Jatobá, Sertão de Pernambuco. O problema desligou seis linhas de transmissão e também retirou do sistema a energia que estava sendo produzida em três hidrelétricas da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf). Só o Piauí e o Maranhão não ficaram às escuras.

NOTA

Ontem, o Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou uma nota informando que no momento do apagão o sistema Nordeste estava com uma linha de transmissão que liga São João do Piauí, no Estado de mesmo nome, a Milagres, no Ceará, desligada em caráter de urgência, porque estava sendo realizada uma manutenção que começou às 17h25 do dia 3 de fevereiro.

De acordo com o próprio ministério, o desligamento dessa linha durante o apagão “ agravou as condições operativas do sistema da região”.

Ainda na mesma nota, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, recomendou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que realize uma fiscalização extraordinária nas principais subestações do Sistema Interligado Nacional (SIN), principalmente quanto à funcionalidade dos esquemas especiais de proteção. O apagão começou as 23h08m do dia 3 de fevereiro e o serviço só foi completamente restabelecido depois das 3h30m do último dia 4.

Fonte: http://www.jconline.com.br/

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

48 milhões de toneladas de cargas em Suape até 2014



O terminal de contêineres do Porto de Suape terminou o ano de 2010 acima das nove milhões de toneladas de cargas e prevê que, em 2011, chegue a dez milhões de toneladas. Mais: até 2014, serão 48 milhões de toneladas.

Isso vai nos transformar em um porto maior que o de Paranaguá, no Paraná (um dos maiores do País)”, disse o vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, sobre os números apresentados nas palestras que marcaram os três anos de mercado da revista Negócios PE, mediadas pe­los colunistas de Economia da Folha de Pernambuco, Sarah Eleutério, e do Jornal do Commercio, Fernando Castilho.

Os índices mostraram os trilhos pe­los quais seguem o desenvolvimento do Estado e, principalmente, previsões otimistas. No entanto, ainda se lida com o deficit de mão de obra e de escolaridade, que estão do outro lado do crescimento de Pernambuco: os números e previsões astronômicas de Suape versus as dificuldades de acompanhar a velocidade como as cifras crescem por aqui.

Embora positivos, os dados apontam contradições entre os índices do Estado. Por exemplo, como serão guiadas as políticas públicas que já preparam Pernambuco para a Copa do Mundo de 2014, quando pesquisa do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) mostra que 22% dos turistas que pretendem vir ao evento se preocupam, principalmente, com a (falta de) segurança. “


A Copa terá grande capacidade de atrair turistas e investimentos para o setor e será ainda grande motivo para resolver o problema da segurança”, disse o presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), José Otávio Meira Lins.

E o que o setor turístico quer, disse Meira Lins, é conquistar esse visitante e sair do insistente índice de 5,5 milhões de turistas/ano. “A meta é duplicar”, mensurou

Por Guia Marítimo

Frota reefer perde participação no mercado



As embarcações especializadas destinadas ao transporte de cargas frigorificadas têm perdido terreno para o segmento de porta-contêineres.

Nos últimos anos, as operadoras reefer têm sentido uma pressão considerável das linhas de contêineres, que entraram em competição direta pelo mercado de itens perecíveis e obtido participação cada vez maior no segmento - em um processo semelhante ao observado no passado, quando as cargas conteinerizadas superaram o transporte de carga geral, segundo analistas.

Porém, segundo o gerente geral da transportadora reefer Seatrade, Yntze Buitenwerf, o segmento não deve desaparecer do mercado. "Todos dizem que que os navios reefer estão sumindo, mas isso não é uma verdade. Não estamos desaparecendo, apenas deixamos de crescer enquanto o mercado continua em crescimento", considera o executivo.

Buitenwerf reconhece que as embarcações continuam a perder market share em relação ao segmento de contêineres. "Em 2008, 30 milhões de toneladas - ou 45% dos 72 milhões de toneladas reefer - foram transportadas em navios especializados", disse o executivo. "O fato importante é que o montante transitado pelos navios refrigerados cairá para cerca de 20 milhões de toneladas nos próximos anos."

Segundo o executivo, isso se deve pela idade média da frota especializada, que é superior a 20 anos. Como não foram efetuadas encomendas para unidades de pequeno e médio porte do segmento nos últimos dez anos, a projeção é que a frota diminua pela metade daqui a dez anos.

Outras informações e matérias com os principais armadores, agentes de carga e câmaras de comércio atuantes no mercado reefer podem ser conferidas na edição 450 do Guia Marítimo - Especial Carga Reefer, disponível a partir da segunda quinzena de fevereiro.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/

Exportação de vinho brasileiro engarrafado soma US$ 2,29 milhões em 2010

As vinícolas brasileiras integrantes do projeto setorial Wines of Brasil, realizado em parceria entre o Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), exportaram US$ 2,29 milhões em 2010, valor semelhante ao de 2009, quando US$ 2,30 milhões foram vendidos.

Para este ano, a expectativa é aumentar em 90% as exportações de vinho brasileiro fino engarrafado, alcançando US$ 4,4 milhões, muito próximos dos US$ 4,68 milhões de 2008, o melhor resultado conquistado pelo projeto.

Das 36 vinícolas associadas ao projeto, 18 são exportadoras, sendo que, destas, 13 efetuaram vendas ao exterior no ano passado.

A Inglaterra foi o principal destino do vinho brasileiro em 2010. Em 2009, a Inglaterra ocupou apenas a 9ª posição entre os países importadores de vinho do Brasil. Os Estados Unidos perderam a liderança para a Inglaterra e ficaram no segundo lugar em 2010.

As exportações de vinho brasileiro em geral alcançaram US$ 6,82 milhões em 2010, ante US$ 10,1 milhões em 2009, puxadas pelas vendas de vinho a granel para a Rússia. Em 2009, foram comercializados US$ 6,7 milhões em vinho a granel (97% para a Rússia).

Em 2010, a exportação de vinho brasileiro a granel caiu para US$ 2,9 milhões (US$ 2,3 milhões para a Rússia e o restante para o Paraguai).

Fonte: http://www.canalrural.com.br/