sexta-feira, 25 de março de 2011

Operação da Companhia Siderúrgica de Suape (CSS) vai ser antecipada



A Companhia Siderúrgica de Suape (CSS) deverá iniciar suas operações dois anos antes do previsto. A notícia foi dada ontem ao governador Eduardo Campos por executivos do grupo Danieli em Milão, na Itália.

Pelo novo cronograma, o empreendimento deverá abrir as portas no último trimestre de 2012, e não mais em 2014, data divulgada quando do anúncio feito em 2010 (Foto).

A Danieli é parceira tecnológica da Cone (Construtora Moura Dubeux mais Fundo de Infraestrutura-FGTS) na CSS, numa joint venture que tem participação da multinacional Trasteel, Fábrica Participações e a consultoria Metal Data.

A primeira laminadora de aços planos do Nordeste está orçada em R$ 1,5 bilhão, devendo gerar 3 mil empregos na construção e 800 na operação.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

Hamburg Süd trará seis novos porta-contêineres ao país

 
 
A Hamburg Süd anunciou, nesta semana, a encomenda de seis porta-contêineres com capacidade nominal para carregar 9.600 Teus (contêineres de 20 pés) para operar nos tráfegos com a Costa Leste da América do Sul. O investimento é de US$ 711 milhões.
 
O contrato foi feito com o estaleiro sul-coreano Hyundai Heavy Industries e admite a construção de mais quatro navios. Será a maior família de conteineiros em operação na América Latina. As novas embarcações serão equipadas, ainda, com 1.700 tomadas para contêineres refrigerados, os chamados reefers.
 
 "Nós consideramos aqui (o Brasil) a nossa casa, é uma história de sucesso. Os volumes no país cresceram mais rápido do que a infraestrutura podia comportar e precisamos de medidas para resolver isso, mas nenhum desses problemas nos levará a deixar de operar aqui. Muito pelo contrário, continuaremos investindo", garantiu o diretor superintendente do Hamburg Süd no Brasil, Julian Thomas.
 
 Não está definido em quais rotas as embarcações serão empregadas, mas tudo leva a crer que será no serviço com o Extremo Oriente - o que mais tem crescido nos últimos anos. A previsão é que as entregas dos navios comecem a ser feitas em maio de 2013 e eles sejam incorporados à frota do armador na sequência.
 
 As embarcações foram desenhadas especialmente para atracar nos principais portos concentradores brasileiros, que estão em processo de aprofundamento pelo programa de dragagem da Secretaria de Portos (SEP). Com o objetivo de eliminar restrições de operação, o armador apostou no aumento da largura do navio (48,2 metros) para evitar crescer o calado. "O calado máximo das embarcações será de 13,5 metros, para que os portos brasileiros possam atender plenamente", disse Thomas.
 
Atualmente, os maiores navios de contêineres com operação regular na costa leste da América Latina são os da classe "Santa", da própria Hamburg Süd. As embarcações fazem o transporte de e para os países asiáticos. São 10 novos porta-contêineres que ainda estão sendo incorporados ao portfólio da companhia. "Todos estarão em operação até o início do ano que vem", disse Thomas.
 
 Nos últimos 30 anos, a evolução do tamanho dos navios acompanhou a escalada do comércio exterior. Lançado em 1981, o Monte Rosa tinha oferta para 1.200 Teus. Em 1990, o Cap Trafalgar comportava 2 mil Teus. De lá até chegar aos "Santa", foram mais duas famílias.
 

Morosidade provoca alta dos custos nos portos brasileiros



A recuperação dos volumes no comércio exterior brasileiro em 2010 impôs custos operacionais inéditos ao transporte marítimo de contêineres, por contraditório que possa parecer.

O principal problema foi o hiato entre a infraestrutura portuária existente e a necessária para abarcar o inesperado salto de 22% na movimentação, que fechou em 4,7 milhões de contêineres ante queda de 15% em 2009.

A Hamburg Süd, líder no transporte marítimo na maior parte dos tráfegos com o Brasil, calcula que teve custos adicionais de US$ 118,1 milhões decorrentes, principalmente, de atrasos na atracação dos navios e cancelamentos de escalas nos portos da costa nacional, que impuseram maiores gastos na rotação dos navios e perdas de receita.

O número é cerca de 40% superior ao verificado em 2008 - o exercício de 2009 é considerado um ponto fora da curva em razão dos impactos da crise financeira mundial, que esvaziou o comércio exterior. O último dado oficial da companhia, no fim de 2010, totalizava perdas de US$ 80 milhões até setembro.

Em 2010 a Hamburg Süd realizou 3.646 escalas no Brasil. Mas cancelou 368 paradas, perdeu 782 janelas - quando há previsão contratual de garantia de atracação no berço do terminal -, e computou 62.120 horas perdidas nos portos, à espera de sair ou entrar com o navio.

O quadro foi acentuado pelo aumento vertiginoso das importações, que levam mais tempo para deixar os terminais portuários e dar lugar às cargas de exportações. Isso ocorre por uma série de razões, dentre as quais: abandono da mercadoria no porto pelo importador; escassez de áreas na retaguarda; e processos aduaneiros mais lentos.

Segundo a Alfândega do Porto de Santos, que escoa quase um quarto da balança comercial, 24% dos atrasos na liberação dos contêineres de importação no cais santista se devem a erros no preenchimento de documentos por parte dos agentes que representam o dono da carga.

No ano passado, o tempo médio que um equipamento permaneceu nos terminais marítimos de Santos foi de 11,5 dias, com picos de 19 dias para um contêiner deixar o terminal após o desembarque do navio. "É uma deseconomia de escala enorme", disse o coordenador do Comitê de Usuários de Portos e Aeroportos do Estado de São Paulo (Comus), José Cândido Senna, ao assistir à apresentação do diretor superintendente da Hamburg Süd, Julian Thomas, na sede da Associação Comercial de São Paulo.

Fonte http://clippingmp.planejamento.gov/

Implantação de novo terminal será acelerada

Movimento de contêineres em Suape está acima da previsão



A movimentação de cargas no Terminal de Contêineres (Tecon) do Complexo Industrial Portuário de Suape este ano já está acima das expectativas traçadas pela gestão. De acordo com o vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, a meta do ano é que o crescimento seja de 11% em relação a 2010, mas, somente nos dois primeiros meses de 2011, está “na faixa de 20% a 30%”.

Isso vai acelerar o prazo de implantação do novo terminal de contêineres de 2014 para 2013. A área prevista é de 38 hectares, mas o projeto ainda não está fechado, assim como o valor final, que vai estar no patamar dos “três dígitos, facilmente”, segundo Amâncio.

De acordo com Frederico Amâncio, hoje, cerca de 20 empresas estão em processo avançado de negociação avançada. “Estamos sendo mais seletivos, focados efetivamente naquilo que é mais adequado ao projeto de desenvolvimento do Complexo: petróleo, gás e offshore, energia eólica, automobilística, siderúrgica”, diz.

Como nós ainda temos algumas áreas disponíveis no Polo Cerâmico, ainda temos espaço disponível para algumas indústrias de cimento e outras voltadas para a construção civil, mas não é mais nossa área com foco principal, explicou.

Hoje, está sendo feito um levantamento da área ainda disponível de Suape. “Tínhamos uma área grande, que ia ser mais fortemente trabalhada agora, mas em novembro foi empregada no projeto da Companhia Siderúrgica de Suape, que demandou 360 hectares.

Para se ter uma ideia, a maioria das indústrias ocupa de 10 a 20 hectares. Em dezembro, veio a Fiat, ocupando 440 hectares do Complexo”, explica o vice-presidente. Por causa dessa “lotação”, está em estudo a criação de distritos satélites, “que seriam partes da empresa Suape, não necessariamente dentro do território estratégico”, de acordo com Amâncio.

Hoje, o crescimento do Porto tem um raio de cerca de 40 quilômetros (o território estratégico), que engloba os municípios de Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Cabo de Santo Agostinho, Ipojuca, Ribeirão, Sirinhaém e Escada.

Fonte: Folha de Pernambuco (PE)/TATIANA NOTARO

Complexos portuários japoneses reabrem

Todos os 15 portos retornaram operações.



Todos os portos japoneses afetados pelos desastres no Nordeste do país no dia 11 de março reabriram, de acordo com o governo do país.

O Porto de Oarai (foto) em Ibaraki retornou às operações nesta quinta-feira, tornando-se o último dos 15 maiores complexos portuários da costa pacífica deTohoku e Kanto a se tornarem operacionais novamente. Os portos de Ofunato, em Iwate, e Ishiomake, em Miyagi, reabriram na terça e na quarta, respectivamente.

Os portos de Hachinohe, Sendai, Ishinomaki e Onahama também retornaram às operações normais. Estes são considerados portos médios, especializados principalmente no transporte de contêineres, embora alguns também manipulassem combustíveis e produtos a granel.

Os portos de Tóquio e de todas as localidades ao sul da capital estão operando normalmente depois de interromperem brevemente suas operações após os abalos sísmicos. No resto do país, no entanto, funcionários estão avaliando os danos à estrutura portuária, segundo fontes setoriais.

A paralisação dos portos deve causar prejuízos de US$ 3,4 bilhões por dia devido ao cancelamento de embarques. No ano passado, o comércio marítimo do Japão, terceira maior economia mundial, totalizou US$ 1,5 trilhão.

O prejuízo para a infraestrutua dos transportes, a falta de combustíveis e o medo de um desastre nuclear grave envolvendo usinas dificultaram os esforços de recuperação nas áreas mais afetadas. A estimativa do impacto dos desastres naturais para a economia do país, segundo o governo japonês, é de US$ 200 a US$ 300 bilhões.

Empresas escolhem Recife para iniciar investimentos no Nordeste




A empresa Projeta Consult organiza plano de ação comercial para expansão de quatro marcas no Nordeste. Entre as franquias que chegam à região estão as paulistas Ghala Doux Cosméticos, o fast food Big X Picanha e o curso de idiomas Inglês 200h.

Os executivos das marcas escolheram o Recife para começar os investimentos em todos os estados do Nordeste, visando o próspero cenário econômico apresentado nos últimos anos pela região.

Além das marcas paulistas, a Pizzeria do Gordo, genuinamente pernambucana, também planeja expandir sua franquia. A empresa abriu cinco unidades na Região Metropolitana do Recife, em apenas três meses.

No dia 1º de abril, será a vez de Candeias, no Jaboatão dos Guararapes, receber o mais novo ponto da franquia.


quarta-feira, 23 de março de 2011

Navio movido parcialmente pela força do vento deve chegar ao Porto de Santos



O vento movimenta quatro rotores de 27 metros de altura no convés do navio

Chega ao Porto de Santos nesta terça-feira o E-ship 1, primeiro cargueiro do mundo movido parcialmente por energia eólica. O navio, que faz sua segunda escala no cais santista, atraca entre às 16 e 17 horas.
A embarcação vem do Porto do Rio Grande, no Sul do país, e daqui segue para Emden, na Alemanha.

O cargueiro tem feito viagens regulares entre o Brasil e a Alemanha, trazendo componentes para usinas eólicas que a empresa Wobben Windpower está construindo no Nordeste e no Sul do país e levando aerogeradores fabricados pela empresa no Brasil.

Em Santos realizou uma operação de embarque de carga, com duração prevista de um a dois dias.

O E-ship 1 foi projetado pela Enercon Shipping GmbH, uma das maiores fabricantes de turbinas eólicas no mundo. Com a propulsão diesel-elétrica como sua principal fonte de energia, o navio é considerado revolucionário por utilizar a força dos eventos em sua navegação.

A ajuda da natureza é possível graças aos quatro rotores cilíndricos, de 27 metros de altura por quatro de diâmetro, localizados no convés.

Fonte:A crítica de Campo Grande

Empresa de contêiner vai operar no Porto do Recife



Mais uma empresa anunciou investimentos para operar contêineres no Porto do Recife. A Gulftainer Group Co. é especializada em serviços de logística. Vem dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e trabalha em vários portos no mundo há 35 anos.

O aporte será de R$ 15 milhões, especialmente na aquisição e instalação de máquinas e equipamentos. Para o Porto do Recife o ganho será no aumento de movimentação de cargas e, consequentemente, no recolhimento de mais R$ 3,2 milhões por ano em tarifas portuárias. A previsão é que a operação comece ainda neste primeiro semestre.

Desde o começo do ano, a Gulftainer é a terceira empresa a anunciar aportes na movimentação de contêineres no porto da capital. O primeiro foi o grupo paulista Rodrimar, que irá aplicar R$ 12 milhões para iniciar as operações também neste primeiro semestre.


 A segunda a estudar investimentos é a pernambucana Agemar. A Gulftainer chega grande. Vai movimentar anualmente 30 mil TEU’s. O incremento nas receitas do porto será de 15% só com as atividades da companhia.

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/

Estudo aponta escassez de navios em 2012



De acordo com análise da Macquarie Equities Research, poderá haver uma escassez de porta-contêineres em 2012, em virtude do baixo índice egistrado na carteira de encomendas para novas embarcações - o mais baixo em 10 anos.

Em seu último relatório sobre o setor maritimo, a Macquarie apurou que a atual carteira de encomendas produziria um incremento de 10% no tamanho da frota global para o próximo ano, mas que o número seria reduzido para 6% em 2012.

"Com base em nossa perspectiva de que os volumes alcançariam um crescimento mínimo de 8% ao ano, estamos encarando uma potencial escassez de capacidade em 2012", declaram os autores do estudo, acrescentando que o nível atual da carteira de encomendas estaria se equiparando ao observado em 2003, antes do último boom nos lucros para porta-contêineres.

Por sua vez, a Alphaliner estima que cerca de 6,7% da carteira de encomendas foi cancelada desde o início da crise financeira em outubro de 2008, levando em conta o sucateamento de embarcações, que também contribuiu para a diminuição da capacidade global.

Em 2009, apenas dois novos pedidos para porta-contêineres foram efetuados. Neste ano, as 55 unidades encomendadas equivalem a apenas 2,2% da frota existente. Leia mais

Fonte: http://blogisticanoticias.blogspot.com/

Encomendas de porta-contêineres preocupam indústria

Número crescente de pedidos pode não ser atendido.
 
 
 
A encomenda de porta-contêineres tem se tornado um evento praticamente diário. Na última semana, a Seaspan assinou um contrato no valor de mais de US$ 2 bilhões por uma série de embarcações 10.000 Teus (unidade equivalente a um equipamento de 20 pés). Logo depois, surgiu a notícia de que a OOCL estava fechando uma encomenda para dez embarcações de 13.000 Teus.

A Hyundai Heavy Industries, por sua vez, confirmou nesta semana que a Hambug Süd ordenou seis navios de 9.600 Teus, com possibilidade para mais quatro unidades, enquanto a Maersk, em fevereiro, fez sua encomenda de US$ 1,9 bilhão por 10 navios de 18.000 Teus de capacidade, com um acordo para mais 20.
Outros proprietários, como a Zodiac Maritime, o Mediterranean Shipping Co, Hapag-Lloyd, Evergreen, Costamare, Schulte, Ofer Group and Neptune Orient Lines, também fizeram suas encomendas de porta-contêineres de grande porte. Além disso, a NOL disse que planeja encomendar navios da classe dos 13.000 Teus.

Analistas vêm se perguntando se todo este cenário está começando a se tornar uma repetição de 2007, quando a ordem de compra subiu para níveis nunca vistos e que, sem dúvida, contribuiu para o colapso que se seguiu depois, quando a capacidade não deu conta do volume de cargas. Mas, por enquanto, a resposta é negativa. A indústria ainda se debate para reparar sua situação econômica depois do encolhimento do mercado de 60% na época de pico para menos de 27%, segundo dados da Maersk.

Contudo, mais encomendas certamente serão feitas nos próximos meses já que as companhias lutam para se equilibrarem, com contratos de um ano inteiro, totalizando cerca de 1,5 milhões de teu – mais do que o dobro da quantidade registrada em 2010.

Este ainda é um longo caminho para que a indústria chegue à soma de 3,5 milhões de teu de 2007. As encomendas dessas companhias adquirirão ativos a preços bem mais baratos do que os que os pátios cobravam há quatro, cinco anos atrás. Esses navios também serão mais eficientes em matéria de combustível e menos poluentes, além de serem designados para mercados específicos, como os trades da América Latina.

Em uma indústria com um recorde tão volátil, esta renovação das encomendas precisa ser monitorada bem de perto para que os sinais de excesso não façam com que as ofertas e a demanda fiquem, mais uma vez, em descompasso.
fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/

terça-feira, 22 de março de 2011

Portos do Pecém e Suape podem concentrar a carga



As soluções apontadas pelo estudo e pelos dois palestrantes do evento vão além da criação de uma linha direta marítima entre o Nordeste brasileiro e países africanos (hoje as cargas que saem daqui utilizam aproveitamento de espaço em outros navios e vão primeiro para Europa e depois para África, resultando em aproximadamente 45 dias de transporte – o que é inviável).

O ideal seria estudar as linhas já existentes e criar condições para uma escala na África, onde os produtos seriam armazenados em entrepostos e a partir daí, seguiriam para a distribuição.

Para concretizar a sugestão, seria necessária a ação conjunta do Governo, exportadores e armadores, comerciais exportadoras, câmaras de comércio e entidades ligadas ao fomento do comércio exterior.

“A nossa sugestão é que os Portos de Pecém (CE) e Suape (PE) sejam os portos Nordestinos concentradores de carga e os países africanos (Cabo Verde, Angola e Moçambique) tenham os portos distribuidores de cargas em África, através dos entrepostos e depósitos aduaneiros ou não”, explicou Roberto Marinho.

Fonte:  O POVO Online/OPOVO

Principal gargalo está na falta de acesso aos portos



Segundo o ex-ministro dos Portos, Pedro Brito, a falta de acesso aos portos brasileiros é o principal gargalo para se alavancar as exportações. Ele falou a empresários cearenses durante encontro da Câmara Brasil Angola, que avaliou a logística para países da África

O ex-ministro da Secretaria Especial dos Portos, Pedro Brito, voltou a afirmar durante encontro da Câmara Brasil Angola que o maior problema portuário hoje no País é o acesso. Ele deu como exemplo o Porto do Mucuripe, que está com 90% da drenagem concluída e vai contar com o caldo de 14 metros a partir do final de abril.

“Mesmo com esse aumento da capacidade, as vias de acesso continuam do mesmo jeito, com algumas pioras, como é a obra numa das avenidas que levam ao Porto do Mucuripe, que está em obra há três meses, obrigando caminhões a passarem pela avenida Beira-mar”, criticou Pedro Brito.

Roberto Marinho, presidente da Câmara Brasil Angola no Ceará e vice-presidente da Câmara Brasil Portugal no Ceará, que realizou o evento, apresentou ainda um estudo de logística entre o Nordeste do Brasil e a África.

O estudo apresentou detalhes da estrutura dos portos do Nordeste e também da Costa Oeste da África, além dos dados que mostram como está a relação comercial desses países com o Brasil.

De acordo com o trabalho, apesar do cenário apresentar problemas nas infraestruturas, tanto no Brasil como nos países africanos, há uma grande oportunidade do Brasil se fazer protagonista no atendimento às necessidades básicas da África.

“Observamos, por exemplo, uma possibilidade em determinados setores como móveis, já que o Ceará tem um polo moveleiro e a demanda nos países africanos é muito grande”, explica. Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

A importância do consumo consciente da água



Estamos no Dia Mundial da Água. Muita gente se anima a escrever em defesa da água, apresentando receitas de consumo consciente, etc.

O Secovi-SP, por exemplo, entende que o sistema de medição de água individualizada deveria integrar a celebração do Dia Mundial da Água. Mas enquanto o hidrômetro individual não for obrigatório, ensina o sindicato da habitação, o jeito é economizar bem tão precioso do Planeta.

 O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Sindicato, Hubert Gebara, diz que a data continua sendo evocada  de forma romântica, sem ênfase no valor que esse sistema pode agregar ao imóvel.

"Água e energia elétrica são a segunda e a terceira maiores despesas da cota condominial, perdendo apenas para mão de obra e encargos. O sistema de medição de água individualizada pode reduzir em até 35% a conta de água, baixando também a conta de energia elétrica”.

Fonte: http://www.portogente.com.br/

Rio Formoso terá distrito industrial

Através da elaboração de um novo Plano Diretor municipal e do levantamento de um Diagnóstico Estratégico, o município de Rio Formoso tem recebido destaque entre as cidades que compõem o Território Estratégico do Complexo Industrial Portuário de Suape. As duas medidas integram o plano de desenvolvimento municipal para atrair a atenção de empresários.
O Plano garantirá melhor aproveitamento dos recursos, de até R$ 1 milhão, oriundos do Governo Estadual para a criação de seu Distrito Industrial (DI). Já o Diagnótico foi executado pela Prima Consultoria - empresa responsável pela orientação da gestão empresarial e de negócios de Suape - que avalia necessidades e oportunidades de Rio Formoso, identifica a vocação local e posiciona o município como novo polo eletroeletrônico do Complexo portuário.
Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico de Rio Formoso, Patrícia Marinho, com o levantamento, várias empresas já começaram a visitar a cidade para avaliar possíveis instalações no DI. Duas indústrias já assinaram protocolo de intenções. “O nosso Plano Diretor era de 2000 e nunca foi executado e é essencial para organizar o que virá no futuro e para as próximas indústrias a se instalarem no município”, conta o prefeito municipal, Hely Farias.

O Plano Diretor e o Diagnóstico Estratégico foram conduzidos pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Rio Formoso.

Para a secretária, são essenciais para que a pasta caminhe em consonância com o processo de crescimento que o município atravessa. Atualmente, o novo Plano Diretor de Rio Formoso está orçado em R$ 500 mil, com o teto de R$ 1 milhão, que serão destinados a melhorias como: sistema de abastecimento de água, fornecimento de energia, terraplanagem, esgotamento sanitário, vias de acesso, comunicação, saúde e educação.
Para o Presidente de Suape, Frederico Amâncio, o levantamento destaca o potencial econômico do município. “Temos experimentado que o que impressiona os empresários não é a infraestrutura, não é o Porto, não são as empresas que já estão aqui, mas o Plano Diretor de cada cidade. Com os negócios e investimentos para os próximos anos, Rio Formoso está no caminho certo”, comenta.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Júlio, Rio Formoso desenvolveu um trabalho muito estruturado demonstrando interesse para a composição do polo eletroeletrônico. “Se cada município apresentar suas políticas e questões de infraestrutura para as empresas, melhor o Governo do Estado vai direcionar esses investimentos”.

Japão: cadeias de fornecimento globais sofrerão grandes interrupções



As organizações precisam se preparar para a possibilidade de uma interrupção prolongada nas cadeias de fornecimento globais resultante do terremoto e do tsunami no Japão.

Muitas empresas multinacionais que dependem de fabricantes japoneses na área de bens e serviços, bem como em vendas, podem ser afetadas durante alguns meses por interrupções na cadeia global de fornecimentos. Este é o alerta da multinacional Marsh, uma das maiores corretoras de seguros do mundo.

Segundo o executivo Gary Lynch, líder de gerenciamento de riscos das cadeias de fornecimento da Marsh Risk Consulting, dado que as prioridades imediatas no Japão deverão ser sociais e não econômicas, as repercussões destes desastres nas economias globais devem ocorrer muito lentamente; muitas das consequências econômicas ainda não ocorreram.

Uma empresa multinacional cuja cadeia de fornecimento possa ser afetada pela catástrofe deve começar a assumir agora que seu negócio será fortemente interrompido por um período prolongado e desenvolver uma estratégia de mitigação eficaz. Ao invés da destruição física das instalações de produção, a maioria das interrupções na cadeia de fornecimento devido a esta catástrofe deverá ser causada por problemas ligados à infraestrutura, energia, eletricidade, transporte, e restrições em estradas/acessos a portos.

O impacto mais significativo inicial será nas indústrias de alta tecnologia, aço e automobilística, que serão seguidas rapidamente por aquelas que dependem dessas indústrias, tais como as de instrumentos médicos, fornecedoras de equipamentos de comunicação, concessionárias de veículos, solar, construção naval, aviação e eletrônicos. "Este é mais um sinal de alerta para as empresas que ainda têm que fortalecer a resiliência de suas cadeias de fornecimento globais.

Apesar de grandes perdas devido à interrupção na cadeia de fornecimento em acontecimentos passados, muitas empresas que operam no mercado global continuam gerenciando o risco de interrupção da cadeia de fornecimento de modo ineficiente”, afirma o especialista.[7] Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

segunda-feira, 21 de março de 2011

Brasil registra recorde de movimentação portuária de cargas



Portos e terminais de uso privativo brasileiros movimentaram 833 milhões de toneladas em 2010, batendo o recorde histórico da movimentação de cargas. O número é 13,7% maior que em 2009, quando circularam pelas instalações portuárias 733 milhões de toneladas.

 O crescimento superou as expectativas da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ), que estimava que fossem movimentadas 760 milhões de toneladas.

“O excelente desempenho das commodities, em especial do minério de ferro, derrubou as previsões mais otimistas”, explicou o diretor-geral da Agência, Fernando Fialho, por meio de nota da assessoria de imprensa.

Para ele, a recuperação econômica de importantes parceiros comerciais, como o Japão e a Alemanha, foi determinante para a elevação da tonelagem movimentada de minério. “Em 2011, a expectativa é de que haja um novo aumento, que vai depender da solidez da recuperação econômica mundial delineada em 2010”, conclui.

O minério de ferro respondeu por cerca de 38% do total de cargas transacionadas, registrando uma movimentação de 311 milhões de toneladas e um crescimento de 16,1% em relação a 2009.

Assim, apresentou-se como o de maior tonelagem movimentada da série histórica de minério de ferro, situando-se 11% acima do antigo recorde, alcançado em 2008.

Fonte: Jornal do Commercio (RS)

Atrasa entrega de 1º navio do Atlântico Sul

Quase um ano após o lançamento ao mar, em maio do ano passado, o navio João Cândido ainda passa pela fase de acabamento no cais do Estaleiro Atlântico Sul, em Suape.
A entrega da embarcação à Petrobras Transporte (Transpetro), prevista para ocorrer entre abril e maio deste ano, teve que ser adiada para o segundo semestre.
Após a conclusão do acabamento, o petroleiro ainda terá que ser docado (rebocado) de volta ao dique seco, onde será realizada a chamada docagem de entrega.

O João Cândido ainda terá de ser docado (rebocado) de volta ao dique seco. Segundo nota divulgada pelo EAS, os ajustes que estão sendo feitos atualmente no João Cândido envolvem os sistemas de vapor, água e óleo, entre outros, e também a casa de bombas.
Quando essa parte for concluída, a embarcação passará por uma faxina geral no dique seco antes de receber a pintura final. O processo é necessário para remover resíduos e algas que se acumularam durante o tempo em que ficou ancorada no cais, sob pena de ter sua performance comprometida.

´Concluída essa fase, o navio passará pelas provas de mar e será entregue aoarmador`, diz a nota do estaleiro. As provas de mar são testes a que o navio é submetido antes de sua entrada em operação comercial.
 Com uma tripulação mínima, são testados o leme, âncoras, potência do motor etc, em cursos previamente estabelecidos. Os testes podem durar dias e tudo é anotado em planilhas. Caso algum teste não saia satisfatório, a manobra é repetida até a aprovação final. Leia mais