sábado, 9 de outubro de 2010

CARGA DE BOBINAS DE AÇO CHEGA AO PORTO DO RECIFE




Demonstrando mais uma vez a boa fase e a recuperação de diferentes cargas, o Porto do Recife recebeu, hoje, mais um navio de grande porte carregado de bobinas de aço. A mercadoria há anos não era recebida pelo Porto, principalmente em unidades de 13 toneladas – tamanho não registrado em descarregamentos anteriores.

O navio que trouxe o produto é Maria Oldendorff, de bandeira liberiana, com 181 metros de comprimento e 32 pés de calado (quase 10 metros de profundidade). Ao todo, serão 3.761 toneladas de bobinas de aço, recebidas através do agente Wilson Sons e do operador portuário Start. A carga ficará armazenada no pátio de contêineres 2, que estava sem utilização por falta de infraestrutura e passou por reparos nos últimos meses.

De acordo com o diretor presidente do Porto do Recife, Sileno Guedes, essa carga é mais uma demonstração da dinamização do economia do Porto do Recife. “Estamos procurando incrementar todos os espaços para que o Porto volte a ter um desempenho esperado. Este pátio foi recuperado recentemente e está dentro da linha de investimentos para geração de receitas”, ressalta Guedes.

Equipamentos - No último dia 1º/08 o Porto recebeu um navio de equipamentos pesados importados da empresa chinesa XCMG, com 1.200 toneladas. O terceiro navio, fruto de um contrato com Êxito Importação & Exportação, está previsto para setembro.


Fonte:http://www.portodorecife.pe.gov.br/

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PetroquímicaSuape capacitará operadores em campus do IFPE



Imagen meramente ilustrativa


Os 46 profissionais aprovados no primeiro concurso público para Operador Júnior da PetroquímicaSuape passarão por um curso de formação, que será realizado no Campus Ipojuca do IFPE, antigo Cefet. A aula inaugural ocorreu na última segunda-feira (9 de novembro), às 14h30.
Este é o primeiro curso de formação a ser realizado pelo IFPE contratado por um dos empreendimentos âncoras que estão se instalando em Suape. A PetroquímicaSuape optou por realizar o curso de formação no Campus Ipojuca pela referência em qualidade de ensino que a Instituição possui e como forma de valorizar uma unidade de ensino que foi construída na região para atender às demandas de pessoal das indústrias do Complexo de Suape.
O curso terá duração aproximada de quatro meses, com aulas teóricas e práticas sobre processos químicos, realizadas de segunda a sábado, durante oito horas. Serão planejadas também outras atividades como visitas técnicas a indústrias e empresas do segmento químico, durante o período de treinamento.
Dos 46 operadores aprovados no concurso, 12, são oriundos do campus do IFPE, em Ipojuca. Esses profissionais trabalharão nas atividades operacionais da planta de PTA, uma das três unidades industriais da PetroquímicaSuape que estão sendo construídas em Suape.
A realização do curso em Pernambuco consolida também o compromisso da PetroquímicaSuape de priorizar a mão de obra local e estimular o desenvolvimento regional. Dos dois processos de seleção pública para contratação de pessoal que a Companhia realizou neste ano, todas as vagas foram destinadas para Pernambuco.

O número de empregos gerados nas obras de construção das plantas petroquímicas também coloca o estado em primeiro lugar: cerca de 90% do total dos trabalhadores são pernambucanos. Os ipojucanos ocupam 13% dos postos de trabalho.

Fonte:http://www.petroquimicasuape.com.br/site/?d=7&id=72

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Obras de Suape perto de começar



Trecho da Transnordestina que pas­sa­rá pelo Porto deve ser ini­cia­do em ou­tu­bro

Os im­pas­ses sobre o tra­ça­do da fer­ro­via Transnordestina que pas­sa­rá pelo Complexo Industrial Portuário de Suape estão perto de um fim. Repre­sentantes da Companhia Side­rúrgica Nacional (CSN) vão se reu­nir com a di­re­to­ria do ter­mi­nal ma­rí­ti­mo na se­ma­na que vem para apre­sen­tar os de­ta­lhes do novo pro­je­to, que já foi ex­pos­to à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A che­ga­da ao Porto pre­ci­sou ser al­te­ra­da por conta das ex­pan­sões dos mu­ni­cí­pios cir­cun­vi­zi­nhos. Fontes re­ve­la­ram à Folha de Pernambuco que as obras podem ini­ciar no pró­xi­mo mês e que o con­tra­to com a em­pre­sa res­pon­sá­vel es­ta­ria “pra­ti­ca­men­te as­si­na­do”.

A in­ten­ção é apro­vei­tar o tra­ça­do que co­nec­ta­va Suape a Porto Real do Colégio, em Alagoas. Para isso, será ne­ces­sá­ria a de­sa­pro­pria­ção de 16 qui­lô­me­tros. Além disso, ou­tros 120 qui­lô­me­tros tam­bém terão que pas­sar por in­ter­ven­ções. “No pro­je­to an­te­rior, a fer­ro­via pas­sa­va pró­xi­ma à área ur­ba­na de Ipojuca e den­tro de uma bar­ra­gem cha­ma­da de Engenho Maranhão, que aten­de à ofer­ta de água de Suape”, es­cla­re­ceu o pre­si­den­te do Complexo Industrial e se­cre­tá­rio es­ta­dual de Desenvolvi­mento Econômico, Fernando Bezerra Coelho.

Um dos pon­tos que es­ti­ve­ram em dis­cus­são foi a exis­tên­cia de um ramal fer­ro­viá­rio que passa por den­tro de Suape. A Transnordestina Logística, que res­pon­de pelas obras, que­ria uti­li­zá-lo, mas o ter­mi­nal ma­rí­ti­mo quer que ele sirva para aten­der os pas­sa­gei­ros dos fu­tu­ros Veículos Leves sobre Trilhos (VLTs). “Ela (a Trans­nordestina) vai ter que fazer um se­gun­do ramal e não po­de­rá usar o nosso tra­ça­do in­ter­no.

 É uma de­ci­são que já foi to­ma­da. Vai pas­sar do lado do ramal que exis­te, o que re­pre­sen­ta um custo ba­ra­tea­do, por­que a in­fraes­tru­tu­ra está pron­ta”, adian­tou o di­re­tor de Enge­nharia e Meio Ambiente do Porto, Ricardo Padilha. Leia matéria completa


Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

Portos brasileiros terão censo e um plano emergencial até o fim do ano




A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) começa segunda-feira uma espécie de censo nos grandes portos do país. O trabalho vai começar pelos 15 principais portos brasileiros, mas até o fim do ano deverá cobrir todo o sistema portuário nacional. As informações coletadas por técnicos da universidade
vão compor um plano emergencial, que será entregue à Secretaria Especial de Portos (SEP), ligada à Presidência da República.

O plano irá prever um conjunto de ações para sanar ou reduzir restrições existentes nos portos. O objetivo é melhorar as condições do fluxo do comércio exterior em um período de três anos. As ações estarão voltadas para atividades como gestão,economia portuária e finanças, operação,logística e áreas de influência do porto, ambiente e planejamento.

O plano emergencial a ser entregue à SEP faz parte de uma estratégia maior que passa por estruturar  um Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP) para os 35 portos do país em um horizonte de 20 anos. O trabalho deverá indicar o que o sistema portuário do Brasil precisará para atender ao crescimento do comércio exterior, disse Fabrizio Pierdomenico, secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da SEP.

A ideia do plano é dar uma visão do sistema portuário até 2030. O PNLP será elaborado pela UFSC por meio de um termo de cooperação assinado com a SEP, em março deste ano, e que prevê o repasse de R$ 30 milhões pelo governo à universidade. Os recursos permitirão contratar técnicos, consultores e elaborar os estudos.

O porto de Roterdã, na Holanda, considerado referência internacional, está atuando como consultor na parte do projeto, que trata da elaboração de planos diretores para os 15 principais portos.Os 15 portos são Rio Grande -RS, Itajaí -SC, Paranaguá -PR, Itaguaí e Rio de Janeiro, ambos no Rio, Vitória -ES, Salvador e Aratu, na Bahia, Suape -PE, Mucuripe e Pecém, no Ceará, Itaqui-MA,Vila do Conde e Santarém, no Pará. Leia Artigo completo

DNIT libera R$ 50 milhões para reconstrução de estradas em Pernambuco


Durante reunião realizada nesta quarta-feira (6), em Brasília, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, assinou um convênio com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a reconstrução e reforma de estradas e pontes na Mata Sul e Agreste de Pernambuco. O acordo, no valor de R$ 50 milhões, foi costurado durante reunião entre Eduardo, o governador de Alagoas, Teotônio Vilela, e o presidente Lula junto ao Gabinete de Crises do Governo Federal.

Além da verba, que será destinada à reconstrução da malha viária nas áreas afetadas pelas chuvas de junho, os governadores apresentaram dois pleitos ao presidente, que ficou de se pronunciar em uma nova reunião, marcada para a primeira quinzena de novembro. O primeiro deles foi a federalização da PE-60, no trecho de 214 km entre o Porto de Suape e Maceió. “Nossa intenção é transformar a rodovia estadual em BR para que possamos duplicá-la em breve”, explicou Eduardo. A estimativa é de que a obra de duplicação da rodovia custe cerca de R$ 450 milhões.Leia matéria completa

Publicado em 06.10.2010, às 21h34

Fonte: http://jc.uol.com.br

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Heróis Anônimos de um porto imortal

O video que postamos abaixo, é um presente do PortuáriaPE para todos os visitantes que nos privilegiam com seus acessos e visitas, uma verdadeira reliquia hitórica sobre o nosso imponente Porto do Recife, que durante sua longa trajetória, foi presenteado com homens corajosos que foram verdadeiros hérois e com tantos outros acontecimentos relevantes.



Duas empresas européias de olho no Porto de Suape




Representantes de mais duas empresas européias podem confirmar, até os próximos meses, sua instalação no Estado e conseqüente investimento no Porto de Suape. Juntas, as iniciativas devem gerar cerca de US$ 50 milhões, aproximadamente R$ 85 milhões. A negociação foi feita ontem e contou com a participação do governador do Estado, Eduardo Campos, do secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, além de executivos das marcas Gonvarri (indústria siderúrgica com base na Espanha cujo foco é a construção de torres eólicas) e a Bauer, marca alemã líder mundial na construção de guindastes e perfuratrizes de solo.

De acordo com o secretário Fernando Bezerra Coelho, o primeiro grupo, que anunciou um investimento de US$ 35 milhões e a construção de uma fábrica que ocuparia 15 hectares no pólo, sinalizou fechar negócio nos próximos 15 dias. O acerto dependeria apenas da resolução de questões enviadas pelos executivos à gestão pernambucana. "Eles (grupo Gonvarri) irão nos mandar um documento com perguntas acerca da definição dos incentivos dados para a implantação da empresa e também sobre algumas dúvidas estruturais. Caso a gente envie as respostas até a próxima a segunda-feira posterior, dia 9 de junho, o negócio poderá estar fechado em até 15 dias", explicou.

José Roberto Dalbem, representante da Gonvarri no Brasil, relatou que os diretores espanhóis ficaram muito satisfeitos com a recepção do governador e ressaltou que Suape tem a melhor estrutura para acolher a empresa em todo o Nordeste: "Foi muito positiva a impressão. Suape oferece a melhor infra-estrutura, não há dúvidas em relação a isso".

Já quanto ao grupo Bauer, Bezerra Coelho informou que os representantes da empresa estão decididos em instalar em Suape a primeira planta do Brasil. "Dentro dos próximos 30 dias, eles celebrarão contrato de associação com um empresa paulista e nos enviarão um plano de negócios para que também respondamos de maneira favorável ao projeto", completou. A expectativa é que até o agosto o acordo seja assinado."Os empresários querem importar produtos da nossa região e nós queremos, além de vender, trazer novos produtos e conhecer as novas tecnologias", afirmou a responsável pela internacionalização de negócios do Sebrae/PE, Margarida Collier.

Segundo ela, o Sebrae identificou as empresas que possuíam interesse em fechar parcerias ou trocar informações com os chineses e trouxeram as empresas. Participaram da reunião 11 empresários chineses e 15 representantes de empresas nordestinas. No evento, o secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho, disse que a troca de informações entre o Brasil e a China tem se intensificado nos últimos quatro anos.

Fonte: Folha de Pernambuco

O futuro visto hoje



Fonte: http://acertodecontas.blog.br/

Complexo de Suape negocia empréstimo com BNDES para dragagem de canal


Depois de receber apoio financeiro não reembolsável de R$ 10,9 milhões do BNDES, em setembro, para o Programa Especial de Controle Urbano Ambiental no Território Estratégico, o complexo de Suape negocia com a entidade empréstimo de valor não revelado para a dragagem do canal de acesso à área onde serão implantados cinco estaleiros. Além de prováveis recursos do BNDES, a obra de R$ 1 bilhão, cujo objetivo é deixar o canal com 11 metros de profundidade, contará com recursos do PAC 2 e do governo do estado de Pernambuco.


A realização da dragagem e a capacitação de mão de obra são, para o diretor global do Suape, Sílvio Leimig, os principais desafios para o crescimento do porto, que pretende ser o terceiro público em movimentação de cargas em 2016, com 48 milhões de toneladas por ano. Em 2009, Suape foi o sétimo, com 7,7 milhões. A previsão para 2010 é de 9,5 milhões de cargas movimentadas, o que representará 23% de aumento em relação ao ano passado. As proporções das cargas movimentadas no complexo de Suape são 50% de granéis líquidos, 40% de containeres e 10% de granéis sólidos e carga geral.


“O poder público investiu no complexo, de 2007 a 2010, R$ 1,4 bilhão em infraestrutura. A iniciativa privada deve investir US$ 20 bilhões de 2007 a 2012 contra US$ 2 bilhões de 1978 a 2006. Queremos que os investimentos sejam suficientes para tornar o crescimento organizado e sustentável”, diz Leimig, prestes a palestrar na Expoporto, feira de logística, transporte e comércio iniciada hoje na Grande Vitória (ES).


Durante a palestra, iniciada às 15h30, ele apresentou um filme com o papel de Suape no Nordeste, no Brasil e no mundo, falou da história do complexo, defendeu os diferenciais de Suape em relação aos demais portos públicos brasileiros e citou alguns dos novos empreendimentos do complexo, como os cinco estaleiros, as cinco plantas petroquímicas e a refinaria.


Com informações Portos e Navios

Projetos que se fazem necessário

Pernambuco promove audiência pública para debater Contorno Rodoviário do Cabo de Santo Agostinho

Nesta quinta-feira, 07, a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco, CPRH, realiza uma audiência pública, a partir das 9h30, para discutir a implantação e pavimentação do Contorno Rodoviário do Cabo de Santo Agostinho, proposto pelo Complexo Industrial Portuário de Suape.
O encontro acontece no Sesi do Cabo de Santo Agostinho e o Relatório de Impacto Ambiental, Rima, do empreendimento está disponível no portal da CPRH no endereço: http://www.cprh.pe.gov.br/ e no Centro de Documentação e Informação Ambiental, CDIA, da Agência.
A rodovia proposta vai contornar a cidade do Cabo pelo lado leste, permitindo o desvio do fluxo de veículos pesados que deixam ou se dirigem a Porto do Suape, em direção a Recife.
“De acordo com as informações do Relatório de Impacto Ambiental,a via proposta amenizará o tráfego e beneficiará a conectividade entre os centros urbanos existentes no entorno, região de turismo, lazer, áreas de preservação e de patrimônio cultural e histórico. Servirá ao desenvolvimento estadual e de Suape, o que inclui o cuidado ambiental”, afirmou o presidente da CPRH, Hélio Gurgel.
*Com informações da CPRH.

Por Danielle Jordan 
Fonte:http://www.ambientebrasil.com.br/

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Logística, transporte e comércio exterior em debate a partir desta terça-feira, 05, na Expoportos

Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br

Rota Eventos

Começa nesta terça-feira, 05, e vai até 07 de outubro, no Pavilhão de Carapina, na Serra (ES), a sétima edição da Expoportos - Feira de Logística, Transporte e Comércio Exterior. A feira é uma das três mais importantes do Brasil e o maior evento desses segmentos no Espírito Santo. A realização é da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e da Federação das Empresas de Transportes - ES (Fetransportes), com a organização da Rota Eventos.

Nesta edição, a Expoportos traz algumas novidades como o Seminário Transporte.LOG, comandado pela Fetransportes, e o Fórum de Internacionalização, realizado pelo Sebrae-ES, e que apresentará cases de sucesso para incentivar micro e pequenos empresários capixabas a ingressarem no mercado internacional. Também haverá Encontro de Negócios, showroom, palestra motivacional, e um show com o cantor Sérgio Reis.

A feira será realizada em uma área de oito mil metros quadrados e contará com 60 expositores. A Vale retorna à Expoportos como expositora, conferindo ainda mais credibilidade ao evento. Também participam Samarco, Log-in, Transpetro, Marca Ambiental, Interport, entre outras empresas e instituições de renome local e nacional.

“A Expoportos já está consolidada como uma grande vitrine da infraestrutura de logística, transporte e comércio internacional do Espírito Santo. Neste ano, esperamos receber cerca de 5.000 visitantes e queremos incentivá-los ao máximo a realizarem negócios, consolidarem parcerias e prospectarem novas oportunidades. Por isso, nossa programação inclui os principais temas e as principais presenças do Brasil quando o assunto é logística, transporte e comércio exterior”, afirma o diretor da Rota Eventos, José Olavo Medici.

Para participar da Expoportos basta se inscrever gratuitamente no site www.rotaeventos.com.br. Os debates ocorrerão a partir das 15h30. Já a visitação à feira será realizada das 18h às 23h.

Primeiro dia terá presença de ministro dos portos

O ministro da Secretaria Especial de Portos (SEP), Pedro Brito, confirmou participação na abertura oficial da Expoportos 2010, nesta terça-feira, 05 de outubro, às 15h30. Logo após a cerimônia, o Plano Estratégico de Logística e Transporte do Espírito Santo (Peltes) entrará em debate, como parte da programação do Seminário Transport.LOG.

O Peltes traz indicadores para o desenvolvimento do Estado nos próximos 20 anos, a fim de traçar um amplo e preciso diagnóstico socioeconômico e de infraestrutura e logística no Estado. Participarão da discussão representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedes), da Secretaria de Estado dos Transportes e Obras Públicas (Setop), do Governo Federal, e um dos coordenadores do plano.

Às 18 horas, iniciará o Fórum Sebrae de Internacionalização, com a palestra “Estratégia de posicionamento e internacionalização da marca Made in Brazil”, ministrada pela executiva Angela Hirata, responsável por lançar a marca Havaianas no mercado internacional.

Plano Nacional de Logística Portuária será destaque no segundo dia de evento

Os debates do segundo dia da Expoportos iniciarão com uma apresentação do assessor técnico e gestor Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP) da Secretaria de Portos da Presidência da República, Luis Cláudio Montenegro. A palestra vem de encontro aos objetivos do evento, que inclui promover maior integração entre os setores públicos e privados e o alinhamento entre temas de âmbito nacional e local.

Logo após, será a vez do diretor do Suape Global, Silvio Leimig, apresentar o modelo de gestão e infraestrutura do Porto de Suape, de Pernambuco. O complexo é o mais completo pólo para a localização de negócios industriais e portuários da Região Nordeste, chegando a movimentar 7,77 milhões de toneladas em 2009. Ambas as apresentações fazem parte do Seminário Transporte.LOG.

Novamente às 18 horas, o Fórum Sebrae de Internacionalização apresentará a palestra “Novas estratégias da marca Chilli Beans para conquistar o mercado internacional”, apresentado por Mario Ponci, executivo da maior rede de óculos e acessórios do Brasil. Ele contará para o público um pouco da história e dos processos de investimento e crescimento da marca.

Encerramento com apresentação da Transpetro, palestra motivacional e show

No ultimo dia da Expoportos, a Transpetro apresentará as atividades que realiza no Espírito Santo e no Brasil. A empresa ainda falará de seu Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), que encomendou 49 navios a serem construídos em território nacional, fazendo com que o Brasil passasse a ter a quarta maior carteira mundial de petroleiros.

Às 17 horas, encerrando os debates, o engenheiro e piloto Klever Kolberg, apresentará a palestra motivacional “Superando os desafios no deserto e no mundo dos negócios”. O piloto já representou o Brasil no Rally Dakar e é diretor e palestrante da Dakar Inovação e Empreendedorismo.

Fechando o evento com chave-de-ouro, a Expoportos 2010 contará com um show do cantor Sérgio Reis. O artista vem a convite da Confederação Nacional de Transportes (CNT) e fará uma apresentação exclusiva para os visitantes da feira. A vinda do sertanejo ocorre logo após o lançamento do DVD “Amizade Sincera”, que ocorreu em setembro e é resultado de uma parceria do cantor com Renato Teixeira

Petrobras importa US$ 9,51 bi em máquinas


O Banco Central (BC) registrou até o final de agosto de 2010 a entrada de US$ 9,51 bilhões em equipamentos de companhias estrangeiras para a exploração e produção de petróleo e gás em campos da Petrobras. Os dados constam dos oito relatórios de periodicidade mensal dos registros de arrendamento mercantil, leasing e aluguel elaborado pelo Departamento de Monitoramento do Sistema Financeiro e de Gestão da Informação Divisão de Capitais Internacionais e Câmbio do Banco Central.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a Petrobras não está cumprindo a meta de 53% de nacionalização dos equipamentos para exploração e produção. "É mais fácil para a Petrobras importar ou arrendar máquinas e equipamentos do que adquirir da indústria nacional", afirma o diretor de Óleo e Gás da Abimaq, Alberto Machado.

Segundo dados fornecidos por Machado, o setor de máquinas e equipamentos para exploração e produção de petróleo e gás faturou R$ 1,8 bilhão em 2009. "Em 2010, o faturamento com esse segmento deve ficar entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões", prevê o diretor da Abimaq.

Mas, segundo ele, a indústria nacional tem capacidade para dobrar a produção. "Na atual estrutura, com uma ocupação média de 75% da indústria e aumentando mais um turno de trabalho podemos fornecer atualmente até R$ 5 bilhões em equipamentos à Petrobras ou a suas fornecedoras de serviços", calcula Machado.

Segundo ele, não há falta de recursos da Petrobras para bancar as compras da indústria nacional.De fato, de acordo com dados fornecidos pela Petrobras ao DCI, a companhia vai investir US$ 108,2 bilhões em exploração e produção até 2014, como consta em seu plano de investimentos.

O diretor explicou que, por uma série de fatores, é difícil concorrer com os importados e as empresas internacionais de arrendamento de equipamentos. "O primeiro motivo é o câmbio, aparentemente uma questão insolúvel pelo governo."

A segunda questão apontada por ele é a carga tributária interna.Através do Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação (Repetro), a Petrobras entra com equipamentos sem pagar Imposto de Importação (II), Imposto de Produtos Industriais (IPI) e as contribuições sociais PIS e Cofins. "Em alguns casos, não paga nem ICMS aos estados", enumera Machado.

O terceiro ponto apontado pelo diretor da Abimaq são divergências em relação ao grau de nacionalização de um equipamento. "Se uma bomba qualquer tem 60% de peças produzidas no Brasil, o equipamento é automaticamente contabilizado como nacionalizado", exemplifica.

Ele explica a divergência dos critérios da estatal. "Muitas vezes, a Petrobras atinge esse percentual com algumas famílias de equipamentos, como, por exemplo, chapas de aço. Daí, a Petrobras tem liberdade para importar", aponta Machado.

Outro motivo que o diretor identificou é que, dado o "gigantismo da companhia", é impossível para a Abimaq acompanhar o Exame de Similar Nacional. "A aferição é feita pela própria Petrobras. O método de cálculo precisa ser aprimorado e transparente", sugere Machado.

De acordo com o diretor da Abimaq, muitos produtos importados pela Petrobras têm similar nacional. "Mas existe uma dificuldade de obter informação da Petrobras para que a indústria nacional possa antecipar a produção e atender às entregas", diz o diretor de Óleo e Gás da Abimaq.

O DCI procurou a Petrobras por meio de sua assessoria de imprensa, mas a companhia informou que não responderia questões sobre importação de equipamentos.

Mas, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Desenvolvimento e Comércio Exterior (MDIC), a indústria do petróleo, que além da Petrobras inclui outras grandes companhias, registra forte volume de compras, em 2010, de produtos com similar nacional.

Em 36 categorias de tubos de aço para exploração de petróleo e gás, perfuração e revestimento de poços e tubos para oleodutos foram registradas compras de US$ 218,2 milhões entre janeiro e agosto deste ano.

Em outra categoria específica, a de tubos flexíveis de aço para explotação submarina de petróleo e gás, registrou US$ 7,21 milhões em importação. Também foram registradas compras de US$ 1,08 bilhão em hastes de bombeamento do tipo utilizado para extração de petróleo.

Se, por um lado, a indústria nacional de equipamentos não consegue atender a demanda da Petrobras, por outro, a Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro), que reúne 33 fornecedoras da indústria do petróleo, quer mais liberdade para importar equipamentos. Desde o ano passado, a Abespetro reclamava da burocracia para entrar com equipamentos no País. Mas, segundo comunicado da entidade ao DCI, a situação não mudou muito.

"A Abespetro entende que os prazos atuais para concessão das permissões de utilização do Repetro ainda estão aquém do necessário para a indústria de óleo e gás", inicia o comunicado.

"A Abespetro, em conjunto com outras entidades representativas do setor, oferece todo o apoio à Receita Federal e acredita que o órgão irá encontrar uma solução adequada para o problema", termina a nota.

De fato, a Abespetro, assim como a maioria dos importadores, enfrenta dificuldades para entrar com equipamentos. Dados de 2009 da Receita indicam que a renúncia fiscal via Repetro era de R$ 20 bilhões por ano.

Diante da dificuldade da produção local e da burocracia de importação e dado o aumento da produção de petróleo no Brasil, a Petrobras tem optado por arrendar equipamentos de companhias no exterior, sendo os principais fornecedores Noruega, Holanda, Reino Unido, Dinamarca e Estados Unidos.

Entre as operações registradas pelo BC em agosto último, a Transocean, multinacional de equipamentos de perfuração marítima do Reino Unido, forneceu US$ 674,95 milhões em arrendamento mercantil e leasing.

A norueguesa Seadrill, de equipamentos de perfuração em águas profundas, anotou US$ 43,23 milhões nos registros. E outra companhia norueguesa, mas de equipamentos sísmicos marítimos, a RXT, registrou entrada de US$ 67,9 milhões. O recorde de arrendamento do ano à Petrobras permanece com a holandesa Diamond Offshore: US$ 1,1 bilhão, em junho.

Extraído em portosenavios.com.br
Fonte: DCI/Ernani Fagundes

Pernambuco Transportes

Perfil da Logistica em Pernambuco


O segmento da logística tem sofrido grandes transformações nos últimos 20 anos em todo o mundo. Devido à globalização, a logística de muitos países que ainda estava voltada para o mercado interno teve que se modernizar e ampliar sua área de atuação. O Brasil não foi exceção à regra. O presidente e também fundador do Grupo de Estudos da Logística de Pernambuco (Gelpe), Osvald Moz, é um dos entusiastas da logística nacional.

Por mais que seja comum se ouvir afirmar que os países subdesenvolvidos ainda estão 15 anos aquém da logística moderna, Moz mantém sua opinião otimista: “Hoje, com a tecnologia, se pode encurtar muito esta diferença. A tecnologia que propicia modernidade e eficiência a todo processo logístico está à disposição não somente nos países ricos. Ela tem um custo de investimento, claro, mas assim mesmo está à disposição também para nós, basta sabermos investir no futuro”, explica Moz. Hoje, no Brasil, muitas empresas que atuam como servidores logísticos, operadoras e transportadoras, já dispõem de tecnologia de primeiro mundo. 

Muitas delas, inclusive, estão instaladas em Pernambuco, no Pólo de Jaboatão, que tem se desenvolvido com grande velocidade nos últimos anos, tornando-se um dos principais do país. Na opinião do presidente da Associação Brasileira de Movimentação e Logística – ABML, Marcio Frugiuele, “Pernambuco com certeza terá grande importância na caminhada rumo ao futuro da logística brasileira, pois tem pensado a logística com planejamento e ações práticas. Não é à toa que importantes empresas do setor logístico estão buscando o Estado para fincar bases de operação.” Infra-estrutura - Diversos fatores contribuíram para o boom da logística pernambucana. 

A começar pela localização privilegiada. O Pólo de Jaboatão, ou da Muribeca, como também é conhecido, está estrategicamente posicionado num ponto de confluência entre a BR-101 Norte e Sul, e também próximo ao aeroporto e ao Porto de Suape. Num raio de 900 km de Fortaleza a Salvador, onde se concentra mais de 80% do PIB nordestino, Recife encontra-se no epicentro. Estamos também próximos de portos como o de Nova Iorque (EUA), Roterdã (Holanda) e Durban (África do Sul), sendo este último ponto de passagem para a Ásia. 

Além da localização, Pernambuco é um Estado onde a economia é baseada em serviços voltados para o comércio e transporte de cargas. Portanto, sempre teve um comércio muito forte. Outro fator definitivo para a consolidação do pólo logístico local foram os investimentos por parte do Governo do Estado em infra-estrutura. Com uma profundidade de 15,5 metros, o moderno Porto de Suape hoje já opera com supercargueiros e embarcações full containeres de grande porte com capacidade de até 6 mil containeres. O terminal de contêneires-Tecon, tem potencial para operar até 400 mil containeres anuais. 

O Recife também ganhou um novo aeroporto, que não somente trouxe mais conforto e modernidade e aumentou sua capacidade de embarque e desembarque de pessoas de 1,5 milhão para 5 milhões de pessoas por ano. Ele também aumentou o fluxo de cargas devido à ampliação da pista para 3.300 metros de extensão, a maior de todo o Nordeste, o que possibilita a recepção de qualquer tipo de aeronave cargueira em uso na aviação comercial, inclusive o modelo de maior capacidade do mundo, o Jumbo 747-400. Petrolina - Um dos desafios da logística em Pernambuco é ligar os pólos produtores do interior do Estado ao Recife ou outros pólos distribuidores. 

A duplicação e recuperação da BR-232 e da PE-15 muito contribuíram neste sentido, mas muito ainda precisa ser feito. Petrolina, cidade pernambucana localizada no centro do Nordeste e a 700 km do Recife, é um dos principais pólos produtores da região e a maior exportadora de frutas do país, com a produção cultivada no vale do Rio São Francisco chegando anualmente a um milhão de toneladas. Com a recente reforma do Aeroporto Nilo de Sousa Coelho, houve um ganho na velocidade de escoação, possibilitando o aumento das exportações e na própria demanda de produção. 

O aeroporto hoje conta com uma infra-estrutura moderna para o transporte de cargas, e tem a segunda maior pista de decolagem do Nordeste. Isto possibilitou o escoamento das frutas diretamente para Miami, Nova Iorque, Londres e Paris, sem escalas, condição imprescindível já que se tratam de materiais rapidamente perecíveis. Por esta razão, o aeroporto foi equipado com seis câmeras frigoríficas, com capacidade de armazenamento de 17 mil caixas cada uma, e dois túneis de resfriamento. 

Foram construídas docas e a antecâmara do terminal recebeu climatização para evitar que as frutas sofram choque térmico ao sair da temperatura ambiente, que varia entre 32oC e 38oC, para as câmaras frigoríficas, entre –2oC e 8oC. Semanalmente, um avião cargueiro dos de maior capacidade, 110 toneladas, pousa em Petrolina. A previsão da Infraero é de que a partir do próximo mês sejam dois por semana. A maior dificuldade, porém, ainda é o alto custo deste transporte, principalmente porque as aeronaves chegam vazias na cidade para que voltem carregadas com as frutas, e esta viagem de ida também precisa ser paga. 

Um projeto muito arrojado, porém, pretende solucionar este problema e trazer ainda mais prosperidade para a região. A idéia é transformar o aeroporto de Petrolina em um aeroporto-indústria. Através de benefícios fiscais e logísticos, ele se transformaria numa zona franca, cujos benefícios trariam uma redução de até 30% nos custos das empresas. O projeto prevê incentivo a empresas de tecnologia e de montagem de aparelhos eletrônicos para que montem seus parques industriais dentro do aeroporto. 

Com isso, o fluxo de carga teria entrada, já que se importariam os insumos. Estes produtos de ponta viriam da Europa e os mesmos aviões voltariam para estes países com as frutas de Petrolina. Desafios - Além de Petrolina, diversas outras cidades pernambucanas têm se destacado como pólos produtores, a exemplo de Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Toritama, com o pólo têxtil, e Araripina, com o gesso e a gipsita. 

O potencial comercial destas cidades é muito grande, mas não tem sido otimizado devido às dificuldades de escoamento da produção. Elas dependem quase que exclusivamente do conturbado transporte rodoviário, já que não contam com um aeroporto moderno, e os transportes ferroviários e hidroviários são extremamente reduzidos. 

Mesmo com as recentes reformas, as estradas pernambucanas, que sempre foram conhecidas pela má condição em que se encontram, continuam a ser um grande desafio. “Nossa malha rodoviária ainda encontra-se cheia de buracos e não existe sinalização. A reforma da BR-232 foi um grande avanço, mas a sua continuidade é muito importante para o avanço do Estado”, opina Osvaldo Moz. Um projeto já antigo, planejado inicialmente no século XIX, vai contribuir muito significamente com o plano de logística regional. 

Trata-se da tão esperada ferrovia Transnordestina, que vai permitir a ligação dos portos de Suape e Pecém por estradas de ferro, entre outras facilidades. As principais vantagens do transporte ferroviário são a eficiência e o baixo custo, com o valor do frete mais baixo. Por isso, é o transporte mais utilizado em países de dimensões continentais, como China e Estados Unidos, e é nele que o Brasil também passará a investir, com a recente aprovação pelo Governo Federal. 

O pólo gesseiro de Araripina, por exemplo, só é competitivo no Brasil. Mas se a Transnordestina já estivesse implementada, os custos logísticos estariam reduzidos a 50%, o que permitiria concorrer junto aos maiores mercados mundiais. O projeto, porém, não poderá ser concluído em curto prazo. As atuais linhas não poderão ser aproveitadas já que possuem muitas curvas, declives e aclives, e por isso, funcionam a apenas 20 km/h. “Mesmo com todos os recentes avanços em nossa infra-estrutura, a melhoria somente estará completa quando tivermos todos os modais integrados e em plenitude de operação”, alerta o professor universitário e consultor de empresas especializado em logística, Marcílio Cunha. 

Gelpe Não se pode falar da logística pernambucana sem citar o Grupo de Estudos da Logística – Gelpe. Criado há cinco anos, ele teve uma grande importância neste avanço da logística local. Através do Gelpe, profissionais locais passaram a ser capacitados para que não acontecesse mais o que era muito comum no passado: os cargos de alto nível eram sempre ocupados por profissionais de outra região. 

Além de mini cursos, a cada 15 dias a instituição passou a conferir uma palestra. A cada cinco palestras assistidas, o profissional ganha um certificado. Ao longo dos 5 anos, mais de 2500 foram beneficiados. “Com isso, além de capacitá-los, nós conseguimos desenvolver uma rede de relacionamento entre eles”, comemora Moz. Através do Gelpe também foi criado um banco de dados de profissionais, que têm seus currículos avaliados e encaminhados para empresas que oferecem vagas. 

A conseqüência desse trabalho foi muito positiva. Começaram a surgir na região cursos superiores e MBA´s voltados para a área de logística. No último mês de maio, foi realizada no Centro de Convenções de Pernambuco a I Feira de Transporte Intermodal e Logística. Foi a primeira do Nordeste e contou com mais de 70 expositores nacionais e internacionais e 7 mil visitantes. Somente em vendas de equipamentos, a feira movimentou mais de 5 milhões de reais em apenas 4 dias. Ao todo foram 15 milhões de reais movimentados. 

De acordo com Moz, devido ao sucesso desta primeira edição, já ficou certo que ela será realizada anualmente, sempre aqui em Pernambuco. Em 2006 o evento já contará com o dobro de expositores. “O Gelpe tem alcançado uma conquista muito grande e muito difícil, que é a mudança da mentalidade local. Graças a este recente crescimento da logística local, os profissionais estão amadurecendo, estamos gerando competitividade e atraindo cada vez mais empresas e investidores. Acredito que este é o caminho do desenvolvimento”, confessa Moz, e finaliza: “Eu vim de São Paulo para Pernambuco e não tenho intenções de voltar porque acredito muito no sucesso da logística local”.


Fonte: Revista Negócios - SA