sexta-feira, 18 de março de 2011

Em reportagem especial, Folha de São Paulo diz que Pernambuco é a locomotiva do Nordeste

Pernambuco vive sua revolução industrial


Com um pacote de R$ 46 bi em investimentos, Estado vira locomotiva do Nordeste; PIB cresceu 16% em 2010

O helicóptero decola do heliponto do Centro Administrativo de Suape. A 200 metros do chão, é possível ter a dimensão da revolução econômica que a injeção de R$ 46 bilhões em investimentos públicos e privados previstos até 2014 está promovendo em Pernambuco, a nova locomotiva do Nordeste.

Não é o único canto do Estado que avança ligeiro e que tem mudado não só a vida dos 8,7 milhões de pernambucanos, mas sobretudo permitido a volta dos retirantes que um dia caíram no mundo atrás de uma vida melhor.

No interior, duas obras gigantes (a transposição do rio São Francisco e a construção da Ferrovia Transnordestina) ajudam a desenhar uma nova paisagem na vida do morador do agreste e do sertão.

LITORAL

No litoral, onde pode-se observar a síntese da nova dinâmica econômica, o complexo industrial-portuário de Suape, erguido a 40 quilômetros ao sul do Recife, brota a velocidade impressionante.

"Cento e vinte empresas já estão instaladas, outras 30 estão em construção e mais 20 irão surgir até 2014", enumera Frederico Amâncio, vice-presidente de Suape. Do alto é possível avistar obras em todos os cantos dos 13,5 mil hectares do complexo.

Justo ali, onde há 380 anos invasores holandeses -que acharam de tomar uma fatia do Brasil colônia- indicaram como ponto mais propício à criação de um porto.

E foi nessa região, após romperem pequena porção da parede dos arrecifes que protege o litoral do Atlântico, que os holandeses criaram uma passagem para que os barcos de açúcar alcançassem os navios em alto-mar.

A visão dos invasores ganhou forma quase quatro séculos depois. Investimentos de mais de US$ 3 bilhões nos últimos dez anos criaram a infraestrutura básica para o atual ciclo de expansão do porto de Suape, e converteram a região no principal polo de atração de negócios do Nordeste brasileiro.

A APOSTA PRIVADA

Agora, o PIB pernambucano demonstra vigor e o combustível é Suape. Em 2010, o PIB estadual foi de R$ 87 bilhões -expansão de 15,78% num só ano. Os velhos engenhos de cana e as usinas de açúcar e álcool pouco a pouco deixam de ser predominantes na matriz econômica de Pernambuco.

A aposta do poder público em Suape ao longo de 40 anos -desde o plano original de 1960- começou a seduzir o capital privado. O complexo industrial-portuário, um modelo inédito no Brasil, está fazendo surgir um novo Estado industrial no país.

"Não tínhamos indústria de petróleo e gás, nem indústria naval ou automobilística. Agora há uma nova perspectiva para o Estado", diz Geraldo Júlio, presidente de Suape e secretário de Desenvolvimento Econômico. Leia mais

Fonte: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo

Litoral Sul recebe Regata Vicente Pinzón neste final de semana



A 10º edição da Regata Vicente Pinzón aporta no litora sul do Estado neste final de semana (19 e 20). Diversas embarações oceânicas percorrerão 25 milhas (o que equivale a cerca de 44 quilômetros) entre Recife e Cabo de Santo Agostinho, abrindo o calendário 2011 das competições da classe Oceano em Pernambuco.

A abertura oficial do evento acontece às 8h do sábado (19), no Marco Zero, e as embarcações deixam o local às 10h. A regata tem como linha de chegada o Porto de Suape, e a previsão é de que a competição acabe por volta das 14h.

Promovido pelas Prefeituras do Recife e de Jaboatão dos Guararapes, com apoio do Complexo Portuário de Suape e Supermercados Arco-Íris, o evento presta uma homenagem ao navegador espanhol que teria descoberto o Brasil, no Cabo de Santo Agostinho, antes da chegada de Cabral e sua frota.

Para esta edição, são esperados que mais de 30 barcos nas categorias RGS-A (barcos de 50 a 30 pés), RGS-B (de 30 a 20), Multicascos (mais de dois cascos) e Aberta (19 pés) participem da disputa.

Neste ano, o favorito a levar o Troféu Fita Azul, concedido ao primeiro a cruzar a linha de chegada, é Vicente Galo, comandante do Trimarã Ave Rara. “É uma regata muito boa e temos ótimos adversários, mas acredito que temos todas as chances de conquistar o trófeu mais uma vez.

Apesar de os ventos estarem fracos, acredito que possa haver uma frente fria e isso poderá nos ajudar", afirma Galo.

Veja toda programação do evento

Tripé de medidas impulsionou o Estado


Complexo Industrial e Portuário de Suape é tido como locomotiva do desempenho econômico de PE
FOTOS: RODRIGO CARVALHO

Recife Ser o centro das atenções da região que, hoje, é a que mais cresce no Brasil coloca Pernambuco numa posição bastante confortável. O Complexo Industrial e Portuário de Suape é tido como locomotiva desse desempenho, é certo.



A Fiat irá instalar a sua 2ª fábrica no País em Pernambuco, o que garante um investimento de R$ 3 bilhões e 3.500 empregos

Mas outros fatores também contribuíram para que o Estado esteja com sua competitividade tão elevada. De acordo com o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio, que também é o presidente do Complexo de Suape, a posição atual de Pernambuco é alavancada por um tripé.

Política para o NordesteO primeiro deles, afirma, são as políticas nacionais que favoreceram o Nordeste - e, nesse ponto, ele destaca a atuação do ex-presidente Lula, que é pernambucano, como uma espécie de "divisor de águas". "Lula criou uma política de salário mínimo diferencial, e salário mínimo se paga no Nordeste, que é a região mais pobre do País. Ele potencializou o INSS e o Bolsa Família, e onde é que se paga o Bolsa no País? No Nordeste!", cita.

Incentivos
Além destas ações, a decisão de incentivar implantação de refinarias na região e de incluir a nacionalização na compra de navios também tiveram repercussão forte na economia da região. "Resumindo, quando ele fez isso, ele dinamizou o mercado do Nordeste, e o Nordeste passou a ser um mercado consumidor importante.

Nas palavras do governador Eduardo Campos, o Nordeste deixou de ser parte do problema do País para começar a ser parte da solução", diz Júlio.

Portanto, chegou a vez do Nordeste. E para que Pernambuco estivesse à frente dessa nova realidade, Júlio afirma que os empreendimentos que vieram se instalando no Estado, que são chamados por eles de "estruturadores" (aqui chamam-se "estruturantes") fizeram a diferença.

"O que aconteceu em Pernambuco nos últimos quatro anos, do ponto de vista de impacto dessas medidas? Pernambuco recebeu uma refinaria que já tem R$ 8 bilhões em obras. Recebeu um estaleiro, que já está implantado, já lançou um navio na água e está com outros dois dentro do dique, um navio e uma plataforma.

Pernambuco recebeu a petroquímica e conseguiu viabilizar o início das obras da ferrovia Transnordestina com muita força. Quem recebe refinaria, estaleiro e encomenda de mais de 30 navios, petroquímica do tamanho que a gente tem aqui e uma obra do tamanho da ferrovia e da transposição do Rio São Francisco, naturalmente, o mercado abre os olhos pra uma situação dessa. Vira um polo nacional", afirma. Leia mais

Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=946747

Japão: o mundo solidário

Desde a última semana, o mundo acompanha o drama de centenas de milhares de homens e mulheres que se viram sem casa e sem solo para viver.

Depois da devastação do Japão por um terremoto e um tsunami, a população daquele país se encontra incerta sobre o futuro, ainda mais agravado com as explosões de reatores de usinas nucleares da cidade de Fukushima



Portogente e Portuária PE se juntam ao sentimento de solidariedade e apoio que o mundo despertou a partir da tragédia japonesa.

Visitem o http://www.portogente.com.br/

quinta-feira, 17 de março de 2011

Portos japoneses podem passar meses desativados

Terminais exportam 7% de tudo o que o Japão produz; prejuízo pode ser de R$ 5,4 bi por dia



O terremoto e os tsunamis que atingiram o Japão na última sexta-feira (11) causaram graves danos aos portos do país. Com uma economia baseada na exportação, portos fechados podem significar perdas de R$ 5,4 bilhões (US$ 3,4 bi) por dia para a economia japonesa, segundo a publicação do setor Lloyd’s Intelligence.


Cerca de 7% de tudo o que o Japão fabrica sai do país pelos portos. Grande parte disso não será exportada. Além das exportações, a estrutura portuária também é essencial para que o Japão receba ajuda externa, matérias primas e produtos que possam ajudar a reconstruir as áreas devastadas.

O tremor de 8,9 graus na escala Richter afetou principalmente portos que embarcavam contêineres para indústrias de produtos eletrônicos, como a Hitachi e a Daikin.

O analista da empresa Nomura Securities, de Tóquio, diz que o impacto do desastre foi maior do que o do terremoto de Kobe, que atingiu o Japão em 1995 e matou 6.000 pessoas.

- Após o terremoto de Kobe, a atividade no transporte de cargas levou três meses para voltar aos níveis pré-terremoto.

Os portos de Tóquio e de todas as regiões localizadas ao sul da capital estavam operando normalmente após o tremor.

Os portos de Hachinohe, Sendai, Ishinomaki e Onahama, que ficam no nordeste do país, devem passar meses ou até anos sem funcionar. Apesar destes serem portos considerados médios, especializados no transporte de contêineres, alguns também manipulavam combustíveis e alimentos.

Para o gerente de operação Tetsuya Hasegawa, a recuperação será demorada.
- Esses portos precisarão de muito tempo até que possam ser plenamente restaurados

Prejuízo

No ano passado, o comércio marítimo do Japão, terceira maior economia mundial, totalizou R$ 2,5 trilhões (US$ 1,5 trilhão). Os valores foram convertidos de dólar para real a partir do custo das duas moedas nesta segunda (US$ 1 equivalendo a R$ 1,66). Leia mais sobre o assunto

Fonte: http://noticias.r7.com/

Ministério Público do Trabalho de olho em abusos nos portos brasileiros



Vídeo produzido pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) mostra que a instituição está de olho em possíveis irregularidades trabalhistas nos portos brasileiros. Para melhor conhecer essa realidade, a Coordenadoria Nacional do Trabalho Portuário e Aquaviário (Conapta) promete fazer dezenas de fiscalizações presenciais ao longo de 2011.

O pólo de Macaé, de pujante crescimento devido às operações petrolíferas, terá atenção especial do Conapta, que busca regularizar as relações de trabalho, de acordo com a Lei 8.630/93 e com a Convenção 137 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).



Fonte:http://www.portogente.com.br/comente/index.php?cod=42181

A logística nada inteligente da matriz brasileira de transportes



Diante dos computadores ou no ar condicionado dos escritórios, a maior parte da população que trabalha com logística não percebe o quão ineficiente continua sendo a matriz brasileira de transportes.

Reportagem realizada no Paraná e exibida no vídeo abaixo mostra que caminhoneiros ficam até 48 horas em uma fila para descarregar cargas do agronegócio brasileiro no Porto de Paranaguá.

Mercadorias saem do Centro-Oeste e do Norte do Brasil e são transportadas até portos do Sul/Sudeste sem sequer passar por hidrovias e ferrovias, modais onde custos e impactos ambientais são menores.

Apesar das eternas promessas, entidades governamentais como a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não se entendem e não aprimoram a cadeia logística brasileira.

No vídeo abaixo, se vê de tudo (de ruim). Um caminhoneiro até solta um palavrão diante das condições precárias de trabalho. O meio ambiente é deteriorado, já que não existe infraestrutura adequada para os profissionais da estrada. Quando isso irá mudar?


Estabilidade no mercado em PE

 
 
O número de postos de trabalho em Pernambuco se manteve praticamente estável em fevereiro, com uma variação de 0,18% frente ao mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Ca­ged), divulgado ontem pelo Mi­nistério do Trabalho e Empre­go (MTE).
 
 Foram criadas 44.580 novas oportunidades for­mais, mas 42.511 funcionários foram desligados. A maior surpresa é a queda de 1,69% na indústria da transformação, um dos grandes propulsores do desenvolvimento econômico do Estado. Quase dez mil pessoas foram demitidas no setor.
Outro segmento que sofreu  foi o da agropecuária (-2,06%). Por outro lado, os serviços (1,13%) e a construção civil (1,04%) ficaram entre os maiores destaques po­sitivos. No acumulado do ano, o número de empregos formais em Pernambuco caiu 0,27%, o equiva­lente a 3.139 vagas a menos.

Se analisados os últimos 12 me­ses, os resultados são favoráveis: um aumento de 10,26% e a criação de 618.805 postos de trabalho. O emprego na Região Metropolitana do Recife cresceu 0,64% em fevereiro, comparado com janeiro.
O País alcançou 280.799 postos, quando no mesmo mês do ano passado havia 209.425 empregos. O resultado do último janeiro é o saldo entre 1,79 milhão de admissões e 1,51 milhão de demissões. Contribuiu o bom resultado do mês passado o fato de o Carnaval ter sido em março, ajudando setores como hotelaria e alimentação.

Destaque para o setor de serviços que registrou a criação de 134.342 vagas, recorde para todos os meses da série histórica. A indústria da transformação abriu 60.098 postos e a construção civil, 30.701 postos. Na agricultura, foram criados 20.837 empregos e no comércio, 17.394.

Estaleiro Atlântico Sul (EAS) troca comando da empresa



O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) anunciou oficialmente a troca do seu presidente. Angelo Bellelis (foto) estava no comando do maior estaleiro do hemisfério sul desde outubro de 2008 e, embora o motivo de sua saída não seja conhecido, ele deixou o cargo 16 dias após admitir, em entrevista ao JC, problemas na construção e entrega do navio João Cândido, primeira encomenda do EAS e marco da retomada da indústria naval brasileira. O novo presidente do estaleiro é o engenheiro Agostinho Serafim Júnior.

O João Cândido é um superpetroleiro do tipo suezmax, apenas um de uma carteira de 10 embarcações desse tipo contratadas pela Transpetro, braço de logística da Petrobras. A primeira encomenda foi lançada ao mar com pompa, em maio passado, para receber acabamento já na água. Deveria ter ficado pronto em agosto passado. Em seguida, um novo prazo foi estipulado, projetando para este mês. Agora, a embarcação só vai navegar em setembro – sendo três anos após o início de sua construção, em setembro de 2008.

Além disso, o estaleiro ainda precisa entregar o casco da plataforma P-55, da Petrobras, até junho, mesmo mês em que o João Cândido deve fazer sua “prova de mar”, uma espécie de teste de navegação.

Ao todo, o estaleiro tem encomendas de 22 navios, o casco da P-55 e sete navios-sonda, um total de US$ 8,13 bilhões.

Em entrevista publicada pelo JC no dia 27 passado, Bellelis afirmou, em tom de brincadeira, que tiraria “25 mil toneladas dos ombros”, o peso de um superpetroleiro, quando entregasse o João Cândido. Na ocasião, falou sobre vários temas, desde dificuldades de contratação de mão de obra especializada a problemas com fornecedores.

Em nota, além de confirmar a troca de comando, o EAS informou apenas que Bellelis deixou o cargo “após completar a construção do Estaleiro Atlântico Sul e viabilizar a fabricação de navios e plataformas offshore” em Pernambuco e que ele vai “assumir novos desafios em sua carreira.”

Isso apesar do anúncio do Atlântico Sul, no último dia 1º, de um investimento de R$ 690 milhões para sua ampliação, enquanto toda a sua implantação custou R$ 2 bilhões.

O primeiro presidente do estaleiro, Fernando Haddad, ficou no cargo de março de 2007 a outubro do ano seguinte.

Agostinho Serafim Júnior foi diretor regional da Queiroz Galvão no Rio Grande do Sul, onde participou das negociações para a implantação de um estaleiro, e atualmente trabalhava em uma jazida de gás do Campo de Mexilhão, também a serviço da empreiteira. Agora, é o principal executivo de uma sociedade entre a própria Queiroz Galvão, a Camargo Corrêa, da PJMR e da sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI).

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7664

Kraft Foods amplia investimento no Estado



A Kraft Foods Brasil anuncia investimento de US$ 20 milhões na ampliação da fábrica de Vitória de Santo Antão (Zona da Mata de Pernambuco), antes mesmo da inauguração da unidade. A abertura oficial da indústria está programada para maio, com a presença do presidente da operação brasileira da Kraft, Marcos Grasso, e convite feito à presidente Dilma Rousseff.

Com o projeto de expansão, além dos sucos em pó e dos chocolates, os biscoitos vão fazer parte do mix de produção da planta local. A ideia é destinar à unidade pernambucana parte da fabricação do biscoito salgado Club Social, concentrada hoje em Piracicaba (SP).

O diretor de Assuntos Corporativos da Kraft, Fabio Acerbi, falou sobre o projeto de ampliação da unidade pernambucana, ontem, durante coletiva de imprensa em São Paulo para anunciar as novidades da companhia para a Páscoa 2011.

 “A ampliação da unidade antes da inauguração é uma demonstração de que fizemos uma aposta correta quando iniciamos, em 2004, um projeto de estruturação da companhia no Nordeste, com a inauguração de um escritório local e agora da fábrica”, destaca. Atualmente, a região responde por 15% do faturamento da empresa e vem crescendo em ritmo vigoroso nos últimos anos.

A fábrica de Vitória de Santo Antão recebeu investimento inicial de R$ 100 milhões e começou a ser construída em dezembro de 2009. Em fevereiro, a Kraft deu início aos testes de produção das linhas de sucos em pó, que vão fabricar as marcas Tang, Fresh e Clight.

“No próximo mês vamos começar a produção de chocolates para inaugurar oficialmente a unidade em maio”, adianta Acerbi, dizendo que além da marca BIS a planta poderá fazer toda a linha de chocolates em tabletes da empresa, a exemplo de Lacta, Diamante Negro, Laka e Milka.

O executivo diz que 70 profissionais já estão trabalhando na fábrica e a estimativa é atingir 600 contratados até maio. A empresa treinou 1.200 profissionais, por meio da Universidade do Alimento, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

“Os trabalhadores foram treinados em boas práticas de manufatura, segurança alimentar e segurança do trabalho, em um programa de dois meses. Os que não forem contratados pela Kraft estarão capacitados para ocupar vagas em outras empresas de alimentos, como a Sadia e outras que estão instaladas em Vitória”, destaca Acerbi. Leia matéria completa

Adriana Guarda adrianaguarda@jc.com.br

Fonte: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/economia/noticia

MDIC reduz imposto de importação para 253 produtos



O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) reduziu o imposto de importação para 253 produtos de bens de capital e bens de informática e telecomunicações. A lista foi publicada ontem (16) no Diário Oficial da União por meio de resolução da Câmara de Comércio Exterior (Camex). As alíquotas caíram para 2%.

Por meio dos ex-tarifários, o governo pode reduzir temporariamente as tarifas para aquisição no exterior de bens de capital, informática e telecomunicação sem produção nacional. A redução do imposto de importação ocorre depois da análise dos projetos de investimentos apresentados pela iniciativa privada.

Segundo o Ministério, os investimentos globais estimados vinculados aos novos ex-tarifários chegam a US$ 2 bilhões. O valor das importações de equipamentos é de US$ 571 milhões. A maior parte é vinculada ao setor de siderurgia.

No mês passado, a Camex já havia reduzido a 2% a alíquota do imposto de importação para 417 itens ligados a investimentos no valor de US$ 2,1 bilhões. O governo entende que o ex-tarifário estimula os investimentos ao baratear a compra de máquinas e equipamentos sem similar nacional.

O mecanismo é usado pelo Ministério do Desenvolvimento desde 2003. O uso deste mecanismo cresce sempre que há aumento dos investimentos no País.

Também foi publicada hoje outra resolução alterando a Tarifa Externa Comum (TEC - usada pelo Mercosul para taxar importações de terceiros países). O imposto para importação de carvões para pilhas elétricas e de acetato de vinila caiu de 12% para 2%, a partir de 1º abril. O MDIC explicou que a queda se deve à inexistência de fabricação no Mercosul.

O acetato de vinila é utilizado como matéria-prima na fabricação de tintas e de fibras artificiais e sintéticas. O produto já estava com redução tarifária temporária, com cota, concedida por razões de desabastecimento interno. leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

Política de resíduos sólidos



A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aliada a outros diplomas como a Lei Nacional de Saneamento Básico, representa uma tentativa do país para solucionar a questão do lixo, que é grave. O Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE), através da publicação da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, ocorrida em 2008, oferece um panorama desse quadro precário.

Dentre os dados apresentados, ressalta-se que 50,75% dos municípios brasileiros dispõem seus resíduos em vazadouros a céu aberto (lixões), e somente 27,68% dispõem em aterros sanitários. Apenas 3,79% dos municípios têm unidade de compostagem de resíduos orgânicos, 11,56% possuem sistema de triagem de resíduos recicláveis, e 0,61% têm unidade de tratamento por incineração.

No intuito de se alterar esse quadro manifestamente insustentável, a Lei apresenta diversos mecanismos que deverão ser progressivamente implementados.

Primeiro devemos apontar a promissora distinção feita entre resíduos e rejeitos. Segundo a lei, rejeitos são resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada.

 Já os resíduos consistem no lixo que pode ser reaproveitado ou reciclado. Feita essa distinção, a PNRS determina que a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, que consiste na sua distribuição ordenada em aterros, deva ser implantada até 3 de agosto de 2014.

Em outras palavras, a partir desta data, os resíduos não poderão ser dispostos em aterros, tendo em vista a possibilidade de seu reaproveitamento ou reciclagem. Além disso, a lei proíbe a disposição de resíduos sólidos em lixões, os quais deverão ser gradualmente eliminados e recuperados. Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/