sábado, 30 de junho de 2012

Hamburg Süd lança iniciativa para redução de CO2


Meta é alcançar o índice de 26% nas emissões de gases poluentes até 2020

A Hamburg Süd estabeleceu a meta de reduzir em 26% as emissões de CO2 dos porta-contêineres até 2020. Além do dióxido de carbono, a medida também tem como objetivo a diminuição de outros gases poluentes, como o metano, produzido no processo de combustão.

A companhia pretende alcançar a meta seguindo uma série de medidas, entre elas o investimento na eficiência energética dos navios, o aumento do tamanho das embarcações, afretamento de acordo com as medidas de eficiência energética, além da implantação de um sistema de informações ambientais.

Segundo o presidente do Conselho Executivo da Hamburg Süd, Ottmar Gast, a empresa sempre se preocupou com a proteção ambiental, por isso lançou, no ano passado, várias iniciativas voluntárias e projetos para diminuir o impacto. “Com o corte em emissões de CO2, damos um passo adiante e tornamos nosso compromisso claro para que todos possam acompanhá-lo. Ao mesmo tempo, estamos confiantes de que os resultados mensuráveis nos permitirão identificar novas possibilidades de otimização no futuro”, completou o executivo.








Porto de Maceió tem novos investimentos

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O diretor-geral em exercício da Antaq, Tiago Lima, informou que a unidade da Jaraguá Equipamentos no Porto de Maceió será o primeiro empreendimento do país beneficiado pelo instrumento de uso temporário instituído pela norma 2.240, da Agência, que regula a exploração de áreas e instalações portuárias sob gestão das administrações portuárias no âmbito dos portos organizados.

O uso temporário de área portuária é por 18 meses e voltado para a movimentação de cargas não consolidadas no porto ou ainda se o detentor da titularidade do contrato atender plataformas offshore mediante o pagamento das tarifas portuárias pertinentes. Tal instituto, bem como toda a norma 2.240, foi submetida à audiência pública quando várias contribuições foram apresentadas. A norma está em consonância com o previsto no Decreto 6620/08, que determinou a necessidade de elaboração do texto.

Tiago Lima afirmou que é importante para o desenvolvimento do estado receber um empreendimento deste porte. “O Porto de Maceió foi o primeiro a receber um empreendimento contemplado com esse instituto da norma”, destacou o diretor-geral em exercício, que ressaltou a atuação proativa da superintendente do Porto de Maceió, Rosiana Beltrão.

A empresa será implantada numa área de 26 mil metros quadrados. Nos próximos 12 meses, a Jaraguá Equipamentos investirá cerca de R$ 15 milhões em obras de infraestrutura e na aquisição de materiais. Um ano é o prazo com que a empresa trabalha para implantar a unidade.

Fonte: Antaq



Navio afunda no litoral de Fortaleza



Navio mercante afundou na noite desta quinta-feira (28) no litoral de Fortaleza, após sofrer alagamento na noite da última quarta-feira (27). O navio NM SEAWIND, de nacionalidade búlgara afundou às 22h15 e apresenta apenas a superestrutura e o bico de proa fora d’água.

O navio afundou numa profundidade de dez metros. O Centro de Defesa Ambiental (CDA) observou pequenas quantidades de óleo diesel dentro do perímetro de contenção instalado nas proximidades do navios. No local, nas proximidades do navio, é possível sentir um forte cheiro do óleo já derramado no mar.

O Gabinete de Crise, instituído sob a coordenação da Autoridade Marítima e com a participação da Companhia Docas do Ceará, PETROBRAS, Procuradoria Regional do Trabalho da 7ª. Região, Advocacia Geral da União, Polícia Federal, IBAMA, SEMACE, Corpo de Bombeiros e Praticagem analisará tecnicamente a situação e as possibilidades para novamente o navio flutuar e se minimizar o impacto ambiental.

Com as informações – Diário do Nordeste



sexta-feira, 29 de junho de 2012

Portos de Recife e Suape receberão Porto sem Papel



Os portos de Recife e Suape promoveram, na Secretaria de Planejamento e Gestão, um encontro para afinar os últimos detalhes da implantação do projeto PSP (Porto Sem Papel). Os dois terminais pernambucanos começam  a operar fazendo uso do Sistema de Informação do PSP na próxima terça-feira, data definida pela portaria de n° 162 da SEP (Secretaria Especial de Portos) do Governo Federal e publicada no Diário Oficial da União.
“Estamos dando mais um passo para modernizar os portos do Estado. Esse projeto vai proporcionar maior organização e agilidade nos processos de liberação da operação dos navios. Isso significa um salto na qualidade logística no setor portuário do País e aproxima os portos brasileiros dos maiores portos do mundo”, afirmou Frederico Amâncio, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e presidente de Suape, Frederico Amâncio, durante a abertura da reunião.
O Porto sem Papel é um sistema de informação, financiado pela SEP e desenvolvido pelo Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). Através do sistema (denominado Sistema de Informação Concentrador de Dados Portuários) todos os dados necessários para atracação, operação e desatracação dos navios são unificados e disponibilizados para todas as instituições envolvidas na atividade portuária (ANVISA, Marinha, Ministério da Agricultura, Polícia Federal, Receita Federal e a Autoridade Portuária). 
Essa integração dos órgãos elimina a burocracia, diminui o tempo para obtenção das anuências e, consequentemente, o custo das operações em 25%, segundo estimativa da SEP.

Ferrovias terão de renovar 5 mil Km de linhas sem uso



O governo exigirá que as concessionárias de ferrovias recuperem 5 mil quilômetros de estradas de ferro que estão absolutamente abandonadas. Ao todo, terão de reformar 49 trechos de malha, um conjunto de obras que deverá custar perto de R$ 5 bilhões. A determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atinge 3 das 12 empresas que controlam a malha nacional: América Latina Logística (ALL), Transnordestina Logística e Ferrovia Centro-Atlântica.

A ANTT avalia que muitos trechos abandonados passaram a ter demanda e estão em situação mais que precária. É o caso, por exemplo, do trecho que liga os municípios paulistas de Pradópolis e Barretos. Nesse corredor de 131 km, diz Marcus de Almeida, gerente de transporte ferroviário de cargas da ANTT, existe hoje uma forte procura para viabilizar o escoamento de cana, açúcar e álcool.

O fato de existir ou não demanda, porém, não desobriga as concessionárias de reformarem as estruturas abandonadas, segundo Fábio Coelho Barbosa, gerente de regulação e outorgas ferroviárias de cargas da ANTT. "A regularização da malha é uma exigência e isso não se discute. Terá que ser feita", diz. Após a regularização, será verificado se a concessionária tem interesse em oferecer o serviço no trecho. "Caso ela não queira, a ferrovia ficará à total disposição do mercado", comenta.

As exigências às concessionárias fazem parte de uma série de mudanças em preparação pela ANTT. A agência está prestes a mexer numa das áreas mais sensíveis do atual modelo de transporte de carga: as metas de transporte, que levam em conta o peso total da carga transportada por ano.

Pelo regimento que esteve em vigor até 2011, as concessionárias precisavam apresentar só uma meta de transporte, que se atrelava à extensão total de sua malha. Isso significa que bastava somar tudo o que foi transportado e dividir esse volume pela quilometragem total da malha concedida para chegar a uma média, embora se soubesse que a maior parte da carga trafegou em apenas alguns trechos da ferrovia. Com a incapacidade da ANTT de fiscalizar todas as operações, as empresas atingiam a meta proposta sem fazer qualquer tipo de manutenção nos trechos não utilizados. "Agora isso acabou", afirma Barbosa. "O modelo atual passou a exigir uma meta de transporte por trechos".

A agência quer incentivar a entrada de outras empresas no setor, situação que ameaça a exclusividade das atuais concessionárias.

Fonte: Valor Econômico

Grupo japonês é novo parceiro do Atlântico Sul



A IHI Marine United Inc. (Ihimu), divisão de construção naval offshore da Ishikawajima-Harima Heavy Industries, controlada pelo grupo japonês Mitsui, é a nova parceira tecnológica do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), localizado no Complexo Industrial Portuário de Suape. 

A assinatura do contrato foi anunciada ontem pelo estaleiro, que não disponibilizou porta-voz para comentar o acerto, mas informou, por nota, que a Ihimu será “o consultant shipyard (estaleiro consultor) do EAS e prestará serviços de consultoria técnica de operações para todas as embarcações produzidas no EAS, incluindo os drill ships (navios-sonda)”.

O acordo atende à exigência contratual da Transpetro (empresa logística da Petrobras), principal cliente do EAS. O acordo estabelece a participação de um parceiro tecnológico para construção das embarcações encomendadas e, sem isso, o contrato estava suspenso desde o fim do mês passado. 

Agora a Ihimu será a responsável técnica de 16 dos 21 navios petroleiros que ainda compõem a lista pendente de entregas à estatal e inclui também os navios-sonda encomendados pela Sete Brasil (empresa na qual a Petrobras também tem participação).

O primeiro petroleiro entregue pelo EAS à Transpetro, o João Cândido, o segundo, o Zumbi dos Palmares, e outros quatro navios são projetos ainda cobertos pela Samsung, antiga parceira, que deixou o empreendimento em março. A Ishikawajima já atuou no setor naval brasileiro, no estaleiro Ishibrás (hoje Inhaúma, no Rio de Janeiro).

Segundo divulgou a Agência Estado, a suspensão do contrato com a Transpetro segue até 30 de agosto, prazo antes estabelecido, porque a Transpetro havia justificado a medida com três motivos. Por enquanto, o EAS ainda precisa apresentar ao cliente um plano de ação e um cronograma confiáveis de construção dos navios e a apresentação de um projeto de engenharia compatível com as especificações técnicas presentes nos contratos.

O Atlântico Sul informou que tem contrato com a norueguesa LMG Marin para fornecimento do projeto básico e detalhamento de sondas, já em execução. “A LMG está entre as líderes no mercado europeu no seguimento de arquitetura e engenharia naval, tendo sólida atuação na região do Mar do Norte”, declarou o Estaleiro, por nota.

A carteira de encomendas do EAS soma US$ 8 bilhões e inclui 22 petroleiros, além de sete navios-sonda. O suezmax João Cândido foi entregue com um ano e nove meses de atraso à Transpetro; o Zumbi era esperado para março deste ano, mas deve ser entregue até o fim deste ano. O terceiro navio, do mesmo tipo, está em corte de chapa de aço. 


Além das embarcações, o EAS entregou também parte do casco da plataforma P-55. A antiga parceira, a Samsung, detinha 6% das ações do estaleiro, minoritária no negócio que tem Queiroz Galvão e Camargo Correia como majoritárias, cada uma com 50% do empreendimento. A Ihimu é parceira tecnológica, mas não entra como sócia do EAS.


Países parceiros do Mercosul desistem de expulsão do Paraguai



Os presidentes de três dos quatro países do Mercosul (Argentina, Brasil e Uruguai) estão decididos a não expulsar o Paraguai do bloco regional e a não aplicar sanções econômicas contra o país, disse o ministro brasileiro das Relações Exteriores, Antônio Patriota. “Há consenso, no entanto, na manutenção do afastamento do Paraguai do processo decisório do bloco”, disse o ministro.

No âmbito da Unasul, em contrapartida, há propostas mais duras contra o Paraguai por parte de Argentina, Venezuela e Equador, como reação ao golpe no qual o Congresso do país derrubou o presidente Fernando Lugo.

Uma das propostas em discussão é a de criar uma comissão investigativa do processo de impeachment de Fernando Lugo, segundo informaram fontes diplomáticas. “Vamos propor e, caso o governo de Federico Franco não aceite receber a comissão de investigação, teremos motivos para expulsar o país do bloco político”, disse um diplomata equatoriano.

“A Argentina está a favor da proposta de endurecimento, como nós”, disse o diplomata equatoriano na mesa de negociação de sua delegação. Mas o vice-ministro das Relações Exteriores, Marco Vinício Albuja Martínez, ponderou que “há várias propostas e não há nada decidido, porque quem vai decidir são os presidentes”.

Martínez ressaltou que os países vizinhos não vão tomar “nenhuma medida que castigue o povo paraguaio, mas é preciso expressar de maneira contundente que rejeitamos o processo político atual no Paraguai, até que se restaure a legitimidade do governo democrático”. Segundo ele, “é preciso possibilitar o direito de defesa de Fernando Lugo”.

O vice-presidente do Parlasul (Parlamento do Mercosul), Ignacio Mendoza, afirmou que foi impedido de ter acesso à reunião parlamentar paralela da cúpula do Mercosul, que acontece nesta quinta e sexta-feira na cidade argentina de Mendoza, pelo fato de ser paraguaio.

Mendoza afirmou que havia se credenciado como membro do Parlasul mas que, ao tentar recolher a credencial, recebeu uma comunicação da chanceleria argentina segundo a qual membros da delegação paraguaia estavam proibidos de participar dos encontros.

Fonte: Jornal do Comércio

terça-feira, 26 de junho de 2012

Setor de bebidas investe em logística para reciclar vidro



Empresas do setor de bebidas investem em projetos para aumentar a reciclagem do vidro no País. Para a diretora de Relações Corporativas da Diageo, multinacional do setor de bebidas, Grazielle Parenti, o Brasil tem no vidro um grande potencial de reciclagem que ainda não está sendo explorado.


De acordo com dados do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), das 890 mil toneladas de vidro descartadas por ano no País, apenas 40% têm como destino a reciclagem. O vidro pode ser reciclado indefinidamente, mas são necessárias políticas de incentivo para reutilização. “É que ele é pesado, quem manuseia pode se cortar e o preço não é tão atraente quanto o do alumínio, por exemplo”, afirma Grazielle.
Para fomentar o avanço da reciclagem do vidro, a Diageo ampliou neste ano o programa Glass is Good, que incentiva alogística reversa. A ideia é ter um sistema que faça a ponte entre bares e restaurantes que utilizam embalagens de vidro e cooperativas de reciclagem. Para isso, a empresa fez parcerias com pontos de venda de seus produtos e com a Cooperativa Vira Lata, na cidade de São Paulo, para facilitar a coleta do material. Assim, os cooperados passam nos locais parceiros e recolhem todo o vidro utilizado no estabelecimento. “Eles levam qualquer objeto de vidro, mesmo os que não vêm de produtos da empresa”, explica Grazielle.
Segundo Grazielle, todo o vidro recolhido é vendido pelas cooperativas, que ficam com o lucro. “Dessa maneira, além do ganho ambiental, há o social também, com a geração de renda dos trabalhadores”, diz. Para a empresa, o retorno vem emtermos de imagem e reputação. Além disso, a ação também é considerada uma alternativa para reduzir os impactos ambientais gerados pela empresa. Ela afirma que o projeto está ajudando a companhia a se adequar à Política Nacional de Resíduos Sólidos, que responsabiliza as empresas pelo descarte de seus produtos após o uso pelo consumidor.
Desde o início do programa, em 2010, foram recolhidos cerca de 2 milhões de garrafas, o equivalente a 1 mil toneladas de vidro. Atualmente, o Glass is Good recicla 70 toneladas de vidro por mês, mas segundo Grazielly há potencial para muito mais. O objetivo é que esse número aumente para 300 toneladas por mês até o final do semestre. Para isso, é necessário ampliar as parcerias. Quando o projeto foi lançado, eram cinco estabelecimentos parceiros, agora, são 35 e mais dois condomínios residenciais. A expectativa é chegar aos 80 até julho.
Para ela, o projeto está totalmente dentro da realidade brasileira. “Temos uma cultura de cooperativas e a força delas vem crescendo. Por isso faz muito sentido no contexto brasileiro.” A intenção é expandir o programa para outras regiões. Em junho deve ser testado em Recife e até o final do ano no Rio de Janeiro. Grazielle diz ainda que a iniciativa está se tornando referência internacional e que outros países da América Latina já estão estudando implantá-la.

Europeus reciclam cada vez mais vidro

Em 2009, cerca de 67% de garrafas e boiões de vidro utilizados na Europa foram recolhidos para reciclagem, mais um ponto percentual do que em 2008. Estes números confirmam a tendência positiva dos últimos anos. A Bélgica é a campeã europeia da reciclagem, ao recolher 96% do vidro, seguida da Suíça (95%) e da Holanda (92%).


Petrobras espera definir em julho novo parceiro do EAS




O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Miranda Formigli, acredita que a definição sobre o novo sócio do Estaleiro Atlântico Sul (EAS) aconteça em julho. 

A nova empresa, cujo nome é mantido em sigilo, entraria no lugar da coreana Samsung. O EAS tem contratadas sete sondas pela Sete Brasil, empresa cujo controle é da Petrobras. A demora na entrega das sondas é apontada como uma das razões para a Petrobras não ter cumprido metas de produção nos últimos anos. 

Até o final do ano, a Petrobras deve operar 40 sondas - três devem chegar ao longo do segundo semestre -, número que pode subir para 41 equipamentos em 2013 e para 42 unidades a partir de 2014. Esses novos equipamentos poderiam ser contratados temporariamente pela estatal até a chegada de novas sondas. 

O projeto de expansão da estatal prevê que sejam entregues 33 sondas entre 2016 e 2020, sendo 17 unidades entre 2016 e 2017. Além das sete sondas encomendadas ao EAS, a Petrobras negociou 22 sondas com a Sete Brasil e cinco sondas com a Ocean Rig. 


Copa de 2014 será 'pesadelo logístico', diz jornal britânico


O diário britânico The Independentafirma em sua edição desta terça-feira que a Copa do Mundo de 2014 será ''um pesadelo logístico devido às grandes distâncias e variações de temperaturas'' no Brasil.


Durante a Eurocopa, a seleção inglesa, que foi eliminada pela Itália no domingo, teve de enfrentar quatro voos ao longo de 16 dias, mas o diário comenta que se a Inglaterra cair no Grupo E da Copa no Brasil, ela poderá ter de viajar uma distância de mais de 4.400 quilômetros.
Nessa chave, são previstos jogos em Manaus, Salvado, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
Além das cansativas e longas viagens, segundo o jornal, as equipes teriam que ''encarar temperaturas que iriam do tropical ao congelante''.

Inspeção

Como exemplo do extremo calor tropical que a equipe enfrentaria, o Independent cita a Arena da Amazônia, em Manaus, e, num o outro extremo, o estádio Beira-Rio, de Porto Alegre, ''que conta com invernos mais amenos que os europeus, mas que pode ocasionalmente ter temperaturas congelantes''.
Em julho, o técnico da Inglaterra, Roy Hodgson, lembra o jornal, viajará ao Brasil, na companhia de um representante da delegação inglesa, para inspecionar os locais que a Associação de Futebol (FA, na sigla em inglês) inglesa escolherá para hospedar a equipe.
De acordo com o Independent, a FA poderá optar pela região costeira do Nordeste, seja Fortaleza, Recife ou Natal ou ''mais provável, por bases em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, no sul''.
Independent lembra que nenhum país europeu já ganhou uma Copa do Mundo realizada na América do Sul e acrescenta que a competição contará com ''equipes mais talentosas que o atual time inglês''.
Mas o diário conclui que ''logisticamente a Copa de 2014 representa o maior desafio já encarado pela FA até hoje''.


O jornal diz que os transtornos enfrentados pela Inglaterra na Eurocopa 2012 - que teve que se deslocar várias vezes entre os dois países-sede do torneio, a Ucrânia e a Polônia -, são ''férias na praia'' se comparados com os que poderão ser enfrentados pela equipe inglesa, caso se classifique, durante a Copa no Brasil.