sexta-feira, 8 de abril de 2011

Suape terá 41 mil vagas este ano

Administração do complexo fez um levantamento sobre as oportunidades de emprego no local. Os postos vão desde operadores de máquina a médicos



Na contramão do fechamento de postos de trabalho, como mostrou ontem o balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Cadeg), mais de 40 mil oportunidades serão abertas em Suape este ano. Para ser mais exato, serão 41.580 postos de diferentes profissões, como de operador de máquina a médico e dentistas.

O número consta de um levantamento realizado pela administração de Suape com as empresas que estão se instalando no local (arte ao lado).

Em 2009, vários projetos que estão se instalando em Pernambuco entram na sua fase mais aquecida de construção. Por isso, a maior parte das vagas abertas estão na área da construção civil.

O maior projeto em andamento é o da Refinaria Abreu e Lima, com previsão de gerar até 20 mil empregos. A partir de abril deste ano deve estar aquecida a contratação para os profissionais que farão a Casa de Força e depois a Estação de Tratamento de Água do empreendimento.

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) ainda estará tanto em fase de construção, o que está sendo feito pelo Consórcio Tatuoca, quanto com trabalhadores no processamento de aço. A previsão de Suape é ter 2.000 postos ainda nessa construção.

Em fevereiro, a metal-mecânica Fasal precisará de operadores de pontes rolantes, auxiliares de serviços gerais, com previsão de abrir 120 vagas na construção e 210 empregos entre diretos e indiretos quando estiver operando. A indústria de bebidas Campari contratará 35 pessoas a partir de junho para a sua nova fábrica no Estado.

No total, o levantamento de Suape inclui 15 empresas e o Sest/Senat como demandantes de mão-de-obra para Suape em 2009. O investimento previsto em todos os empreendimentos alcança US$ 5,7 bilhões, a maior parte disso referente à refinaria, que sozinha abocanhará US$ 4 bilhões.

 Em segundo lugar na geração de empregos está a Petroquímica Suape, com previsão de gerar 16.200 empregos. O projeto que envolve a construção de uma fábrica de ácido tereftálico purificado (PTA), fios de poliéster e uma fábrica de resina PET.

As informações são do Jornal do Commercio

Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/site/?home=noticias&n=CNUzT

Dragagem de Suape: ainda nada a declarar




Um dos programas mais bem-sucedidos do setor portuário nacional, nos últimos três anos, é o da dragagem de aprofundamento. Vários portos nacionais ou já concluíram a dragagem ou estão com ela em andamento.

No entanto, emblemático é o caso do Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. Desde 2007, o porto tenta, mas não consegue, sair da fase de licitação da dragagem.

O assunto é envolvido em muitos questionamentos em todos os processos iniciados durante a gestão de Fernando Bezerra Coelho à frente de Suape.

Hoje no cargo de ministro da Integração Nacional, por indicação política do governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), Coelho esclarece que não tem nada com o atual certame, que foi suspenso em janeiro último e foi parar, para exame, nas mãos do Tribunal de Contas da União (TCU), em Brasília.

* Polêmicas fazem com que licitação de dragagem de Suape se arraste há três anos


Pior do que a licitação que nunca chega ao final há quatro anos, é tentar obter informação sobre o assunto junto à direção do porto pernambucano.

Em contato com a assessoria de imprensa de Suape, na Intermodal South America, em São Paulo, na tarde desta quarta-feira (6), a única resposta obtida sobre se o edital foi relançado ou não é a de que o assunto é muito complexo, que precisa levantar muitas informações e que isso leva tempo.

Se o porto não pode prestar informação que é pública, quem pode? A assessoria de imprensa do Governo do Estado de Pernambuco procurada para esclarecer se governo vem acompanhando o processo licitatório da dragagem de aprofundamento do porto de Suape que tem esbarrado em uma série de questionamentos, respondeu que as perguntas estavam sendo repassadas para a assessoria direta do Porto de Suape.

Em contato com a assessoria de imprensa do TCU, também nesta quarta-feira (6), a informação é a de que o processo, sob o número 001.202/2011-1, ainda está sendo examinado, portanto a questão ainda não foi julgada.


“Informações sobre possíveis irregularidades só teremos após decisão do Tribunal”, esclarece a assessoria.

Leia também:

* Os impactos da refinaria de Suape ao meio ambiente
* Suape aguarda vencedor de licitação internacional da dragagem

Website: www.suape.pe.gov.br

Fonte: http://www.portogente.com.br/portosdobrasil


* Suape no TCU – II
 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Localfrio prioriza "saída para o mar"



A Localfrio, companhia especializada na atuação de retroporto, planeja se tornar um dos maiores grupos de operação logística de contêineres do país no médio prazo e para isso precisa de uma saída para o mar.

Nos últimos anos a empresa vem se preparando para alcançar a meta baseada em três diretrizes: crescimento alavancado, lastreado mais em aquisição de ativos do que na expansão orgânica; consolidação da governança corporativa e da gestão; e preparação para abrir o capital até 2015, quando projeta ter uma receita de aproximadamente R$ 500 milhões - num cenário conservador.

"O setor portuário tem muito potencial de crescimento e que vai se consolidar. E a Localfrio quer ser um grande consolidador, por isso estamos fazendo esse movimento já vislumbrando o futuro", diz o presidente do grupo, Marcelo Orpinelli, à frente da empresa desde 2009, quando recebeu do conselho a missão de dobrar a receita da empresa em cinco anos.

Há dois anos, o faturamento da companhia foi de R$ 167 milhões. Neste exercício, deve fechar em R$ 320 milhões, principalmente em razão da compra de quatro companhias em 2010. Com mais uma aquisição, já dobraria de tamanho - antecipando a meta estabelecida pelos acionistas.

A empresa conta com instalações de armazenagem na retaguarda em Guarujá (SP), Itajaí (SC), Suape (PE), empresas de transporte rodoviário que fazem a distribuição dos contêineres, além de duas unidades de armazenagem de cargas secas e resfriadas na cidade de São Paulo.

No ano passado, adquiriu quatro empresas, o que deu outra dimensão ao grupo. Falta, porém, a tão sonhada saída para o mar. "A nossa vocação é a retroárea. Nós queremos ir para água? Queremos, e estamos trabalhando para isso.

Para tanto, participaremos de licitações de novos portos, novos cais", diz Orpinelli, sem destacar uma região específica. Questionado, ele pontua, porém, que faria todo sentido ter uma área em um porto onde está presente com uma das unidades de retaguarda. "Cria-se sinergia muito grande, claro."

De acordo com o executivo, a possibilidade de crescimento no cenário em que o operador controla a cadeia de porto e retroporto chega a ser 50% superior.

Os planos de crescimento não contemplam fusões ou parceiros privados. "Vamos crescer sozinhos. Somos compradores e não vendedores", afirma. Sobre a opção por apostar mais na compra de ativos, o executivo diz: "Os riscos também são maiores, mas estamos com o pé no chão.

O grupo é extremamente capitalizado, seguro". O nível de endividamento da companhia sempre foi baixo, aumentou com a emissão de debêntures para adquirir as companhias em 2010. A movimentação de volumes deve crescer 20% neste ano.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario

Tecon Santos bate recorde de produtividade

 
 
O Tecon Santos, administrado pela Santos Brasil, encerrou o último mês com dois recordes históricos de produtividade: 60,71 movimentos (embarque ou desembarque de um contêiner) por hora de média acumulada no mês por navio e 23,94 movimentos por hora por guindaste. Ao todo, foram movimentados 70.582 cofres. A marca é o melhor desempenho já registrado no Brasil.  

Para atingir essa excelência, a companhia investe pesado em capacitação de pessoal e em muita tecnologia de ponta. Os portêineres do tipo Double Hoist, operados no Terminal da companhia, por exemplo, são os mais modernos guindastes sobre trilhos do mundo. Os equipamentos são projetados para operar as maiores embarcações, os navios Super-Post-Panamax. 

Os portêineres operam simultaneamente até dois contêineres de 40 pés cheios ou quatro de 20 pés. É no mínimo o dobro da capacidade de outros equipamentos do gênero. O Tecon Santos conta atualmente com 13 guindastes, sendo seis deles do tipo Double Hoist. Antes de começar a usar o equipamento, o operador passa por três meses de treinamento. “Alta tecnologia associada à capacitação resulta em maior produtividade”, avalia Washington Flores, superintendente do Tecon Santos.
 
Se depender dos investimentos na modernização tecnológica, o Tecon Santos deve continuar batendo recordes. A Santos Brasil adquiriu 30 reboques capazes de puxar dois contêineres cheios de uma só vez (terminal tractors). A previsão é que os equipamentos cheguem a partir de maio.
 

Portos atingiram o limite em 2010, diz Antaq

 
 
O sistema portuário nacional está com sua capacidade instalada "praticamente saturada" e precisa de investimentos em ampliações urgentemente, disse ontem o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Lima, durante o evento de comércio exterior Intermodal South America, que termina hoje em São Paulo.
 
 Dados da agência mostram que os portos nacionais movimentaram 833 milhões de toneladas em 2010, volume que, aposta, deve crescer 20% neste ano, numa projeção otimista.

Apesar dos investimentos em curso, ele avalia que o cenário provável será de filas nos complexos de maior operação. Hoje, 91% da movimentação de cargas em tonelagem está concentrada nos dez maiores portos do país - principalmente Santos (SP), Rio Grande (RS), Itajaí (SC), Paranaguá (PR), portos do Rio de Janeiro, Vitória (ES), Itaqui (MA) e Suape (PE).
 
No caso da movimentação de contêineres, cujo universo é mais concentrado, o impacto pode ser maior. No setor, 86% de contêineres são movimentados por portos públicos, operados pela iniciativa privada por meio de licitação, e apenas 14% por privativos (empreendimentos que não precisam ser licitados, por movimentarem apenas carga do empreendedor). 
 
Lima avalia haver projetos de ampliação em várias regiões, "alguns muito interessantes, tanto de arrendamentos quanto de portos privativos". Em âmbito de terminais privativos, são cerca de 14 em tramitação hoje na agência.
  
Segundo o ministro dos Portos, Leônidas Cristino, em relação a concessões públicas, o sistema também está recebendo investimentos.
 
Ele destacou, além do porto de Manaus (cujo projeto final está para ser encaminhado à Antaq, a quem caberá fazer o edital de licitação), existem alguns projetos de arrendamentos. "Temos algumas coisas encaminhadas em Vila do Conde (PA), um porto de águas profundas em Vitória (ES), e o Porto Sul, na Bahia", disse. Leia mais
 

Maestra amplia operação de cabotagem

A Maestra Logística, empresa de navegação doméstica (cabotagem) do grupo Triunfo Participações, está prestes a inaugurar a operação do primeiro de seus dois navios de bandeira nacional e já anuncia o afretamento de mais duas embarcações no mercado externo.

O objetivo é estar com a frota completa de quatro navios em até 60 dias, e ser grande no promissor mercado de transporte marítimo nacional de contêineres, controlado hoje por três concorrentes.


"Não queremos ser apenas transportadores de contêineres. Nosso objetivo é sermos provedores logísticos, combinando os modais para melhor atender o cliente", diz o presidente da Maestra, Fernando Real, com a experiência de quem veio do setor rodoviário.

Como a Triunfo tem capital aberto, o executivo não faz projeções de movimentação para este ano.


Segundo estudo encomendado pela empresa, do universo de carga com perfil típico de cabotagem (distância entre origem e destino superior a 1.500 quilômetros e centro consumidor a até 200 quilômetros do porto), mais de 60% está na rodovia, apenas 14% no transporte marítimo e o restante dividido entre ferrovia e setor aéreo. "Hoje existe espaço para uma nova empresa de cabotagem.

Temos projetos muito interessantes para atrair esse carga para o navio", afirma Real, destacando que a cabotagem é considerada mais ecoeficiente e rentável para longas distâncias.


A reforma dos navios Maestra Atlântico e Maestra Mediterrâneo consumiu cerca de R$ 60 milhões. O primeiro saiu do Rio de Janeiro, onde estava em reparos, e está em viagem rumo ao porto de Navegantes (SC), do qual o grupo Triunfo é acionista, condição que dará uma óbvia sinergia para o armador, atesta Real.

Já o Maestra Mediterrâneo está passando por reforma na Argentina, devendo chegar a Navegantes nos próximos dias e estar operacional até o fim deste mês. Cada qual tem cerca de mais 15 anos de vida útil, estima o executivo. Leia mais

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7786

Porto do Recife se veste para virar polo de lazer



Governo do Estado define, ainda em abril, como será feita a obra de recuperação de quatro dos oito armazéns previstos para serem restaurados e ocupados com novos usos. A previsão é encerrar os serviços até 2014.

A reforma anunciada para o Porto do Recife, que vai permitir a abertura de 1,3 quilômetro de extensão do cais a atividades de lazer, comércio e serviços, já começou e até o fim deste mês avançará mais um degrau. É que o governo de Pernambuco define, ainda em abril, como será feita a obra de recuperação de quatro dos oito armazéns previstos para serem restaurados e ocupados com novos usos. A previsão é encerrar os serviços até 2014.

Arquitetos do Estado criaram os projetos de adaptação dos armazéns 9, 12, 13 e 14. Agora, falta decidir se o governo assume a execução do serviço ou se entrega as propostas, desde o início, à iniciativa privada. A reforma dos quatro armazéns está orçada em R$ 25 milhões, de acordo com o arquiteto Zeca Brandão, coordenador do Núcleo Técnico de Operações Urbanas da Secretaria Estadual das Cidades.

O projeto Porto Novo contempla, além da revitalização dos armazéns localizados na área não operacional do terminal, obras de urbanização do cais. Esse trabalho está em andamento, com a nova pavimentação do passeio projetado ao longo do braço de maré que será disponibilizado para contemplação do público, do armazém 7 ao 14. A obra completa de urbanização custará R$ 25 milhões e terá recursos do Estado.


Por: Portos e Navios

Fonte: http://www.conexaomaritima.com.br/novo/index.php?id=1-7787

Ministro buscará gestão mais próxima aos portos

Definição de presidentes das companhias docas deve sair em 15 dias.




O ministro dos Portos, Leônidas Cristino, afirmou ontem na Intermodal South America que a SEP (Secretaria de Portos) buscará uma participação maior no gerenciamento dos complexos portuários brasileiros. Apesar de não especificar as alterações que podem ser aplicadas, Cristino disse que "a SEP está trabalhando em um procedimento com uma participação maior do governo federal, com um acompanhamento mais técnico e mais próximo da administração, investindo e administrando em conjunto".

Questionado sobre as definições dos novos presidentes das companhias docas para sua gestão, o ministro também não entrega maiores detalhes. "Creio que nos próximos 15 dias resolveremos as direções de todas as companhias. Não mudaremos muita coisa nas companhias docas, pois a maioria delas já está desempenhando trabalhos importantes, aconteceram avanços interessantes em todo o sistema. Já avaliamos tudo isso e falta somente uma aprovação final", informou.

Em relação ao pedido de revisão da Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) para o projeto da Poligonal de Santos - incluindo a área da margem esquerda do porto, que seria destinada à Base Aérea de Santos -, Cristino afirmou que o caso ainda está sendo avaliado. "Estamos negociando com a Codesp e Antaq e vamos resolver o problema de uma forma que seja boa para a Codesp e para a SEP.

Com certeza a Antaq quer o melhor, a Codesp quer o melhor e eu quero o melhor para o porto, então resolveremos o problema da melhor maneira possível. Acho que até o final do mês resolvemos essa questão", estimou o ministro.

Segundo Cristino, a SEP atestou aumentos substanciais nas demandas de movimentações dos complexos portuários nacionais nos primeiros dois meses de 2011. "Santos teve alta de 18%, Fortaleza 13%, Pará 14% e Paranaguá quase 30%. Estamos fazendo um trabalho de melhorar a condição do escoamento dos portos .

Todos os investimentos são importantíssimos e daremos prosseguimento às obras de dragagem para aprofundamento, recuperação de estrutura, acessos das áreas portuárias, inclusão de VTMIS. São obras que têm que ser feitas imediatamente. Vamos investir em portos estratégicos como Santos, Itaguaí, Rio Grande, Itaqui, Paranaguá, Suape, Aratu, Vila do Conde. Vamos focar nos portos que estão com entraves mais complicados", concluiu.

Foto: Janine Moraes/SEP.
 

Aliança reestrutura serviço de cabotagem e prospecta crescer 10% em 2011




Em razão do crescimento expressivo no volume de cargas, bem como o aumento dos fluxos logísticos nacionais e do Mercosul, a Aliança Navegação e Logística reestruturou o serviço de cabotagem para acompanhar o aumento da atividade econômica do Brasil.

“Nosso principal objetivo com essas mudanças é continuar oferecendo confiabilidade nos nossos serviços de cabotagem no Brasil e Mercosul. Essas alterações trarão mais agilidade e abrangência ao atendimento em toda cadeia logística”, explica Gustavo Costa, gerente de cabotagem da Aliança.

As alterações, iniciadas no final do ano passado e já finalizadas, redimensionaram os dois aneis de serviços da cabotagem. O Anel 1, que cobria de Buenos Aires a Manaus, passa agora a escalar os portos de Santos, Navegantes, Itaguaí, Suape e Manaus. De acordo com o executivo, com esta nova rotação, a redução estimada no tempo de trânsito de Manaus para Santos será de 2 dias, passando de 11 para 9.

Já o Anel 2 está operando com os portos de Buenos Aires, Montevidéu, Rio Grande, Paranaguá, Santos, Itaguaí, Salvador, Suape e Pecém, atendendo assim todo o Mercosul. “Este anel atende, principalmente, as cargas do Sul e Sudeste para o Nordeste que antes eram limitadas pela profundidade dos portos de Santa Catarina”, explica.

Para atender à região do Espírito Santo, a empresa desenvolveu o Anel 3, que faz a escala dos portos de Santos, Itaguaí e Vitória.

Outra novidade da Aliança será a operação no Porto Itapoá prevista para meados do ano. As operações no Sul, hoje realizadas pelos portos de Navegantes e Paranaguá, serão substituídas por Itapoá (SC).

“Ganharemos mais operacionalidade, uma vez que o Porto Itapoá possui maior profundidade, possibilitando uma melhor utilização da capacidade dos navios”, afirma.

Desafios e Perspectivas para 2011

De acordo com Costa, o grande desafio da Aliança em 2011 será o desenvolvimento de novos provedores para a atividade multimodal, ou seja, parcerias no transporte rodoviário e ferroviário. “Hoje, 60% da movimentação da cabotagem é feita porta a porta. Com isso, a nossa contratação nas pontas é um item fundamental para o sucesso da cabotagem e confiabilidade do serviço”, ressalta. Leia mais

Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=43803

Ministro dos Portos anuncia investimento em inteligência logística




Um dos destaques do segundo dia da 17ª edição da Intermodal South America, em São Paulo, a mais importante feira de negócios dos setores de logística, transporte de carga e comércio internacional da América Latina, foi a presença do ministro Leônidas Cristino, da Secretaria de Portos.

Ele percorreu a feira e visitou diversos estandes para conversar com empresários e autoridades presentes. Aproveitou também para anunciar que o Governo Federal vai investir, nos próximos quatro anos, cerca de R$ 500 milhões em inteligência logística. “Faremos muitos projetos, mas alguns já estão bem adiantados como o Porto sem Papel e o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP)”, ressaltou o Ministro.
                                     
Já o diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Tiago Pereira Lima, que também nesta quarta-feira (6), na Intermodal, anunciou que a presidenta Dilma Rousseff vai acelerar o processo de implantação de uma política de navegação de cabotagem no País.

Para ele, este ainda é um modal pouco utilizado no Brasil e a ajuda do Governo Federal será fundamental para mudar este quadro. "O projeto está em fase de discussões na Casa Civil, mas creio que, ao ser aplicado, vai mostrar resultados em dois ou três anos", disse Tiago.

Ferrovias

Para o diretor executivo da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF), Rodrigo Vilaça, a Intermodal é um momento único, onde fornecedores e clientes conseguem se encontrar e estreitar relações. “A organização da Intermodal está de parabéns pela qualidade dos expositores e a ampla participação de representantes de outros países, que neste ano somam mais de 23 nacionalidades”.

Fonte:http://www.portogente.com.br/

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Conferência de Transportes Nacional e Internacional



Nos dias 10 e 11 de maio estaremos em uma grande rede criativa entre executivos para juntos discutir inovações na Gestão de Transportes Multimodais em âmbito nacional e internacional, que atendem aos novos requerimentos do mercado e a crescente demanda.

Indústria, Varejo, Atacado, Transportadores, Operadores Logísticos, Entidades de Classe e Governo reunidos para discussão de como dar sustentabilidade à demanda face às inúmeras adversidades de infraestrutura logística interna e externa.

E também, como alavancar o diferencial competitivo, por meio de benchmarking com casos de planejamento eficazes em transportes e mutimodais para distribuição e recebimento de produtos no Brasil e no Exterior.

Fonte: http://www.portalsupplychain.com.br/hotsite/transporte/

16 mil profissionais serão treinados para obras



A refinaria Premium II deve gerar, durante a obra, cerca de 90 mil empregos diretos, indiretos e por efeito-renda. Só o Prominp vai treinar 16 mil profissionais para trabalhar na obra de construção. As primeiras oportunidades de negócios começam em outubro

O empreendimento, durante o período de obras, irá gerar cerca de 90 mil empregos diretos, indiretos e por efeito-renda (JORGE ALVES) O empreendimento, durante o período de obras, irá gerar cerca de 90 mil empregos diretos, indiretos e por efeito-renda (JORGE ALVES)

As primeiras ações para implantação da Refinaria Premium II que será construída no Ceará - cercamento, supressão vegetal e vigilância -, devem começar em outubro deste ano se o terreno for liberado e entregue à Petrobras pelo Governo do Estado.

O empreendimento grandioso, estimado em US$ 11 bilhões, deve gerar em torno de 90 mil empregos diretos, indiretos e por efeito-renda. Só o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) vai treinar 16 mil profissionais para trabalhar na obra de construção.

Segundo o coordenador local do Fórum Regional do Prominp e gerente de inspeção da Lubnor, Cícero Moura, através do Programa Nacional de Qualificação Profissional (PNQP) já existem em torno de 1.300 profissionais formados pelo Senai e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).

São trabalhadores de nível médio, básico e técnicos nas áreas de construção e montagem (pintores, soldadores, mecânicos e eletricistas). Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

Petrobras terá 6 mil vagas até 2013



A Petrobras vai contratar 6 mil novos funcionários até 2013, mantendo um ritmo de dois concursos por ano. A idéia é que um seja realizado no primeiro semestre e o outro no segundo para “aproveitar as melhores cabeças que saem das escolas do Brasil”, afirma a gerente de Recursos Humanos da estatal, Mariângela Mundim.

A política de contratações da Petrobras não passa por exigências de experiência, portanto, quem pretende trabalhar numa das empresas mais desejadas do País deve focar nos estudos e acompanhar os editais já lançados.

Mariângela informa que a estatal petrolífera tem hoje em torno de 58 mil funcionários e a diretoria aprovou um aumento na força de trabalho para 64.605 colaboradores nos próximos dois anos. Empreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima e a exploração do Pré-Sal são os propulsores do crescimento da empresa. “Nossa refinaria mais novinha é de 1980.

Estamos construindo novas unidades, com a de Pernambuco, e temos o complexo petroquímico do Rio. São novos empreendimentos que exigem admissões”, argumenta.

Ela disse que o processo de contratações já começou faz tempo, inclusive para a Refinaria Abreu e Lima, que já tem pessoal da estatal em operação.

Mas uma grande parte já foi aprovada em concursos anteriores e está sendo formada por meio de cursos e operação em outras plantas de refino da empresa. “A gente vem fazendo isso há algum tempo, treinando o profissional para se acostumar com a companhia, entender nossos processos e cultura.

Temos de fazer antes de entrar em operação.” Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario

Centro de Simulação forma primeira turma de operadores de guindaste

 
 
A Virtualy, empresa especializada em simuladores, realiza na próxima sexta-feira, dia 12 de abril, a entrega dos diplomas pela conclusão do curso de treinamento de operadores de guindastes, no Centro de Simulação de Guindastes Portuário e Offshore, que integra simuladores de alta tecnologia desenvolvidos pela empresa. 
 
A primeira turma do curso foi formada por alunos da OGMO-RJ (Orgão Gestor de Mão de Obra do Trabalho Portuário), que pretende qualificar novos operadores e reciclar operadores que já estão no mercado.
 
A demanda por qualificação de mão de obra nesse setor está cada vez maior, principalmente com os investimentos que os portos brasileiros têm recebido. O Centro, localizado na Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, onde a Virtualy é residente, é o primeiro desta categoria no Brasil a funcionar como ambiente de treinamento para operações em guindastes de bordo, portainer, ponte rolante e caminhões.
 
Os simuladores estão disponíveis para empresas, escolas e pessoas físicas, interessadas em locar os equipamentos para treinamento de mão-de-obra qualificada.
 

Refinaria cobra Prominp por pessoal para pico de obras

Petrobras diz que pode até ultrapassar os 26,5 mil trabalhadores previstos anteriormente


A Refinaria Abreu e Lima alcançará este ano um pico de 26,5 mil trabalhadores no canteiro de obras, número que pode até ser ultrapassado, segundo a Petrobras. A organização do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp) garante, apesar dos atrasos, que atenderá à demanda por mais 2.500 novos operários somente na refinaria, em 2011.

Os cursos do 5º ciclo deveriam ter começado em março. Foram arremessados para o segundo semestre e, na tarde desta terça (5), o Prominp informou que uma primeira leva de convocados começará as aulas no próximo dia 27.

Segundo o diretor de Relações Institucionais da Refinaria, Marco Petkovic, o Prominp "adiantou" esse primeiro grupo para casamento com os prazos Petrobras.

Fonte:Jornal do Commercio (PE)/Giovanni Sandes

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Tecon Suape prevê 400 mil contêineres em 2011




O Tecon Suape está completando 10 anos em 2011 e aposta que rompe a marca de 400 mil contêineres. A empresa aprovou um plano de investimentos de mais de R$ 50 milhões para aumento da capacidade de movimentação de 450 mil para 700 mil teus/ano. Em 2010 o Tecon Suape foi o terminal com maior crescimento no País (35% sobre 2009), chegando a 340,5 mil cofres de carga.

Curiosamente em 2009 o IFC do Banco Mundial estimou que esta movimentação seria atingida em 25 anos. O Tecon Suape fez em 9.

Plataforma em Salgueiro pode ser porto seco



A Plataforma Logística Multimodal Miguel Arraes, que será erguida em Salgueiro, pode se tornar uma espécie de filial do Complexo Industrial Portuário de Suape e até levar a “marca” do terminal portuário. De acordo com o secretário Executivo de Desenvolvimento Econômico, Sidnei Aires, a intenção é atrair para o Sertão os grupos que estão instalados no Porto.

Algumas empresas já teriam demonstrado interesse em abrir filiais. Para o Terminal de Veículos Automotores, a General Motors (GM), que já possui Centro de Distribuição (CD) em Suape, aparece como potencial cliente. Notícias de bastidores também revelam o interesse da Fiat, montadora italiana com projeto fabril em Pernambuco.

“O Porto de Roterdã, na Holanda, tem portos secos espalhados pela Europa. A ideia é fazer o mesmo aqui. A carga que Suape pega hoje de caminhão poderá levar de trem e distribuir no Interior. A ideia é trazer investimentos privados por meio de arrendamentos. O Estado só vai preparar a infraestrutura. Temos que apresentar Pernambuco com esta solução logística integrada”, pontuou Sidnei Aires. A Plataforma terá áreas para terminais de contêineres e de granéis líquidos.

O Governo do Estado tem o objetivo de construir outros empreendimentos similares no Interior interligados à ferrovia Transnordestina, mas as cidades ainda não foram fechadas. Além destes locais de carga e descarga, o traçado da Transnordestina terá pátios de cruzamento a cada 30 quilômetros. “É uma linha alternativa para que o trem no outro sentido passe.

Ela também servirá para a movimentação de cargas, com armazéns, CDs e terminais de tancagem, desde que isso se justifique”, observou o diretor de Negócios da Transnordestina Logística, Marcelo Marques.

http://www.portosenavios.com.br/

Gestão da Cadeia de Suprimentos – conceitos, tendências e ideias para melhoria

O gerenciamento da cadeia de suprimentos é um conjunto de métodos que são usados para proporcionar uma melhor integração e uma melhor gestão de todos os parâmetros da rede: transportes, estoques, custos, etc. Esses parâmetros estão presentes nos fornecedores, na sua própria empresa e finalmente nos clientes.



A gestão adequada da rede permite uma produção otimizada para oferecer ao cliente final o produto certo, na quantidade certa. O objetivo é, obviamente, reduzir os custos ao longo da cadeia, tendo em conta as exigências do cliente – afinal, isso é qualidade: entregar o que o cliente quer, no preço e nas condições que ele espera.

Esta gestão é por vezes difícil, especialmente para um sistema que não tenha controle sobre toda a cadeia. Por exemplo, uma empresa que terceiriza uma parcela da produção ou da logística, deixou de ter controle sobre uma parte importante do processo.

É difícil também porque a demanda do cliente é desconhecida na maioria das vezes e varia substancialmente de um mês ao outro, o que implica um planejamento da produção mais complexo. Os produtos a serem fabricados também podem mudar (nova estação, moda, modelos, melhorias), o que colocará em evidência a necessidade de uma estratégia de preços e cálculos de custos de fornecimento e estoque.

O problema aparece também em produtos completamente novos, inovadores, onde os modelos prontos não podem ser aplicados e exigem, assim, novas soluções. Por exemplo, projetar uma nova fábrica na China: os produtos seriam entregues para os clientes, após a fabricação, em 6 semanas (por navios).

O problema: não se considerou que ambientes salinos podem enferrujar os produtos. Embora neste caso a questão de mudar o tipo de transporte não seja colocada em discussão (pois multiplicaria o custo por 10), é preciso levar em consideração os fatores inerentes ao tipo de transporte e acondicionamento.

No exemplo de nosso equipamento enviado por via marítima existe outro problema: o de transbordo. Essas plataformas são usadas apenas para receber produtos e redirecioná-los. Há momentos em que ocorrerão gargalos (e outros momentos em que haverá falta de produtos) nesses centros de distribuição.

Este é o problema do equilíbrio dos fluxos. Esse balanço garante que todo o fluxo que entra é igual ao que sai. Estas plataformas não produzem e não consomem produtos, apenas encaminham. No entanto, é possível utilizar este ponto de redistribuição como um produtor se, por exemplo, ele embala o produto, aplica um rótulo ou termina uma etapa de montagem.

Melhorias por partes

Seu produto passa por muitas etapas antes de chegar ao consumidor final. Uma gestão eficaz da cadeia de suprimentos pode ajudar a pôr em prática um processo contínuo e suave, desde a pré-produção até o consumo, passando pela distribuição. Veja mais sobre este assunto

Fonte http://www.logisticadescomplicada.com/

Estados do Nordeste investiram mais no setor petroquímico e naval



Os estados do Nordeste investiram nos últimos anos na atração de empresas de ponta e fornecedoras para essas cadeias produtivas. Além disso, o desenvolvimento passa pelos portos que estão instalados na região

Pesquisadores afirmam que é necessário incentivar não apenas as exportações , mas o comércio dentro da própria região (Foto: IGOR DE MELO) Pesquisadores afirmam que é necessário incentivar não apenas as exportações , mas o comércio dentro da própria região (Foto: IGOR DE MELO)

No placar da atração de investimentos, o Ceará perde de goleada para os outros estados da Região. Enquanto a Bahia já tem tradição na indústria petroquímica e Pernambuco desenvolveu o Porto de Suape para ser o polo de atração industrial de grandes empresas, o Ceará ainda está com os investimentos difusos em indústrias de transformação.

Segundo o coordenador da unidade de pesquisas do Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará (Indi) da Fiec, Pedro Jorge Ramos Viana, a diferença existe pelo tipo de indústria que cada estado atrai. Enquanto na Bahia o parque industrial é muito mais desenvolvido com indústrias de base no polo petroquímico e com montadoras, o Ceará possui indústrias de transformação. Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/industria-naval

Estado tem R$ 1 bi para investimento

Valor é de recurso livre. O orçado chega a R$ 3,6 bilhões



O Estado começou o ano com R$ 1,1 bilhão em caixa para investimentos. O resultado é um retrato do dinheiro disponível no cofre pernambucano depois de fazer todo o encontro de contas de 2010 e inclui tanto receita própria do governo quanto a captada por convênios e empréstimos.

O secretário da Fazenda, Paulo Câmara, apresentou ontem, na Assembleia Legislativa, o balanço das contas pernambucanas de 2010. Segundo ele, 2009 já havia deixado em Pernambuco uma disponibilidade de dinheiro de R$ 475 milhões, que também ajudou na conta.

Os R$ 700 milhões pagos à vista pelo Bradesco para administrar a folha de pagamento do governo também contribuíram para a folga.

Há duas diferentes formas de ler as contas públicas, a orçamentária e a financeira. A leitura financeira, em que aparece o R$ 1 bilhão, funciona exatamente como na casa de um cidadão comum: depois de pagar as últimas contas de um ano, pode até faltar dinheiro e o salário de janeiro chega para pagar os atrasados.

 Mas, no caso de haver sobra, o salário de janeiro paga as contas normais e o extra é usado em investimento na reforma da casa ou na compra de um carro novo.

“Ainda não usamos os R$ 700 milhões do Bradesco e também recebemos recursos de empréstimos e convênios, com uso carimbado. Mas é tudo para investimento”, reforça Paulo Câmara.

Quando a análise é orçamentária, a folga diminui. Essa outra leitura só olha para um único ano e faz uma conta de tudo que entrou e saiu do caixa exclusivamente dentro dos 12 meses.

Nesse aspecto, se não fosse o Bradesco, o Estado ficaria no vermelho. O banco garantiu um superávit de R$ 447,3 milhões em 2010. Em 2009, houve déficit de R$ 159 milhões.

Fonte: http://escadaedesenvolvimento.wordpress.com/