sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Casa contêiner



Continuando a série de artigos sobre sustentabilidade, hoje será apresentado um modelo de moradia baseado em práticas sustentáveis que tem como premissa a utilização de matérias recicláveis, neste caso, a principal matéria prima para construção das moradias são contêineres reformados.

A primeira vista, morar em um contêiner pode parecer assustador, mas a alternativa de moradia chega a custar menos se comparada ao método de construção tradicional e ainda utiliza práticas sustentáveis



Existem varias iniciativas de casas contêineres no mundo. Um exemplo é demonstrado na Figura 02, onde podemos visualizar residências estudantis que foram construídas na Holanda em 2005 para atender aos estudantes da Universidade de Ultrecht.

O exemplo brasileiro é o projeto “Casa Container”, executado pelo arquiteto Danilo Corbas, que construiu um protótipo de residência baseada em técnicas sustentáveis a partir de uma estrutura de quatro contêineres reformados.



O projeto de arquiteto Danilo Corbas custou de 20% a 30% menos do que uma residência de alvenaria do mesmo tamanho e padrão. Isso devido à eliminação dos trabalhos de fundação do terreno, pois a sua estrutura é muito leve. O arquiteto fez um estudo de cálculo onde comprovou que a estrutura, o solo e a engenharia do projeto são 100% seguros. Em residências de menor padrão, a redução pode ser de até 50% do valor.



Os modelos de casas baseados em estruturas de contêineres reformados são mais um exemplo prático da utilização de matérias recicláveis, na construção de moradias sustentáveis evidenciando o caráter ecológico desse tipo de construção, vencendo as dificuldades técnicas que se apresentam e propondo soluções tanto eficientes quanto práticas.

Click no link abaixo e curta o video:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=lWUxf-MJH4Y#!

Fonte: http://www.portogente.com.br/texto.php?cod=56157

Frota brasileira de apoio marítimo cresce 87% em cinco anos



Segundo pesquisa feita pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a frota brasileira de apoio marítimo apresentou uma expansão de 87% ao longo dos últimos cinco anos. Esse crescimento foi impulsionado pela implementação, em 1999, do Programa de Renovação da Frota de Apoio Marítimo (Prorefam), da Petrobras.

Em 2006, a frota brasileira de apoio marítimo contava com 212 embarcações,dois anos depois esse número saltou para 316. Neste ano, esse tipo de navegação dispõe de 397 embarcações.

Os números fazem parte do Raio-X da Frota Brasileira na Navegação de Apoio Marítimo - Principais Empresas e suas Frotas, estudo realizado pela Superintendência de Navegação Marítima e de Apoio, da Antaq. Os dados apresentados foram extraídos do Sistema de Informações Gerenciais (SIG) da Antaq, em 16 de maio de 2011.

O levantamento aponta que, das 99 autorizadas, 15 empresas brasileiras de navegação detêm 54% da quantidade total de embarcações autorizadas para operar no apoio marítimo. Além disso, o estudo aponta que a idade média da frota brasileira de apoio marítimo está em 16 anos, a menor registrada entre as modalidades de navegação no país, devido a constante renovação.

As embarcações dos tipos rebocador/empurrador, supply e lancha representam o maior quantitativo autorizado para a navegação de apoio marítimo. Essas embarcações equivalem a 85% do número total da frota.

Embarcações estrangeiras

A frota de embarcações estrangeiras (exceto as afretadas a casco nu) autorizada para o apoio marítimo no país é atualmente composta por 225 embarcações. Em 2010, os gastos gerados com afretamentos dessas embarcações estrangeiras somaram US$ 1,162 bilhão.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br

Brado transportará 81 mil contêineres, em 2011



SÃO PAULO - A Brado Logística, empresa de contêineres criada pela ALL em dezembro do ano passado, deve encerrar este ano tendo transportado 81 mil contêineres (entre cheios e vazios). "Nossa estimativa é multiplicar por seis esse volume nos próximos cinco anos e chegar a 500 mil contêineres até 2016", afirmou hoje o presidente da Brado, José Luis Demeterco Neto. Se a meta se concretizar, ele acredita que a participação da empresa no mercado deve passar dos atuais 2% para 11%.

Ainda de acordo com o executivo, em 2012 a empresa deve fazer investimentos da ordem de R$ 250 milhões, sendo que 80% desse valor devem ser destinados para a compra de 10 locomotivas e 600 vagões. Os recursos fazem parte do R$ 1,2 bilhão anunciado em investimentos nos primeiros cinco anos da companhia. Em 2011, foram aplicados R$ 120 milhões, de acordo com Demeterco. "Compramos quatro locomotivas, que começamos a receber esta semana, e 145 vagões duplos. Devemos receber tudo até dezembro", afirmou.

Segundo ele, a empresa também investiu na construção de um terminal intermodal rodoferroviário entre Araraquara e Américo Brasiliense, no interior de São Paulo, que deve ser concluído em novembro, e na reforma de 11 plataformas, que serão entregues até o final deste ano. "Tudo isso irá agregar mais de 30% à frota atual que já temos, de 1.300 contêineres." Recentemente, a Brado firmou parceria com o Grupo Libra para serviços intermodais e está negociando também outras parcerias similares. A ALL possui 80% da Brado e a Standard, os demais 20%.

ALL é destaque no Prêmio Ilos de Logística 2011

Maior empresa com base ferroviária do Brasil ficou em terceiro lugar geral e em segundo no setor Agronegócio, recebendo votos de diversos setores produtivos.



A América Latina Logística – ALL (Bovespa: ALLL3) conquistou o terceiro lugar geral no Prêmio ILOS de Logística 2011, tradicional e reconhecido evento de premiação de prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro. O Instituto ILOS também homenageia as duas empresas mais votadas por setor da economia. No setor Agronegócio, a ALL conquistou o segundo lugar.

A qualidade dos serviços logísticos da ALL foi reconhecida por diversas áreas produtivas do Brasil, recebendo votos dos seguintes setores: material de construção e decoração, papel e celulose, agronegócio, comércio varejista, automotivo e autopeças, químico e petroquímico e alimentos e bebidas. Dos votos que a ALL recebeu, 53% foram de clientes da empresa e 47% de não clientes.

“O destaque da ALL no Prêmio ILOS, uma das pesquisas mais completas da área de logística no Brasil, mostra que a empresa tem trilhado o caminho certo no transporte ferroviário, prestando com qualidade um serviço considerado essencial para o país”, disse o diretor Comercial da ALL, Sérgio Nahuz.

Prêmio ILOS

O Prêmio ILOS de Logística é uma tradicional pesquisa realizada anualmente pela equipe de Inteligência de Mercado do Instituto ILOS. Durante a coleta de dados, cerca de 500 profissionais de logística das maiores indústrias do país indicam seus dois candidatos, e os 10 ganhadores são aqueles que obtiveram o maior número de votos.

Perfil ALL

Maior empresa independente de serviços de logística da América Latina e companhia ferroviária do Brasil que mais cresce, a ALL – América Latina Logística possui uma malha de 21.300 mil quilômetros de extensão, que abrange os estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, no Brasil, e nas regiões de Paso de los Libres, Buenos Aires e Mendoza, na Argentina. Opera uma frota de 1.095 locomotivas, 31.650 mil vagões e conta com unidades localizadas em pontos estratégicos para embarque e desembarque de carga.

Fundada em 1997, com a concessão da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), para atuar na malha sul do país, vem ampliando sua atuação em um histórico sem precedentes de expansão e aquisições no setor de logística brasileiro. Em 1999, adquiriu as ferrovias argentinas MESO e Central. Com a incorporação da Brasil Ferrovias em 2006, incluiu em suas operações o acesso ao Porto de Santos passando a atuar nos maiores corredores de exportação de commodities e nas mais importantes regiões industriais do país.

Desde a privatização da malha, a ALL investiu mais de R$ 6,7 bilhões. Além desses recursos, a empresa está investindo cerca de R$ 700 milhões no Projeto Expansão Malha Norte, que prevê a construção do trecho ferroviário ligando Alto Araguaia a Rondonópolis, ampliando em 260 quilômetros a extensão da malha ferroviária. A previsão é que a etapa final até Rondonópolis seja inaugurada em 2012.

Em dezembro de 2010 a ALL anunciou a criação da Brado Logística, em sociedade com a Standard Logística, para o transporte de contêineres. A ALL tem uma participação de 80% no capital social da Brado e os acionistas da Standard 20%. Em julho de 2011, a ALL anunciou a criação da Ritmo Logística, uma nova empresa no segmento de transporte rodoviário. Neste projeto, a unidade ALL Serviços Rodoviários foi segregada, fundindo-se com a Ouro Verde Logística. Esta companhia tem foco específico em serviços rodoviários. A ALL tem 65% da nova empresa e a Ouro Verde 35%.

Log-In: MP concede medida liminar proibindo obras no Terminal Portuário das Lajes


SÃO PAULO - A Log-In (LOGN3) anunciou ontem, quinta-feira (6) que a 7ª Vara Federal de Manaus concedeu ao Ministério Público Federal, em forma de ação civil pública, uma medida liminar proibindo a realização de desmatamento, obra ou outra intervenção material para a implantação do TLP (Terminal Portuário das Lajes), até que seja tomada nova decisão judicial.

Segundo o comunicado, a ação ainda determina a realizacão de perícia multidisciplinar para avaliar o valor cultural arqueológico, paleontológico, geológico, estético e paisagístico do "Encontro das Águas", e também constatar a situação da área, assim como sua ocupação urbana e industrial.

A companhia esclarece em nota que obteve em data anterior junto ao IPAAM (Instituto de Protecão Ambiental do Estado do Amazonas) a Licença de Instalação para o Terminal Portuário das Lajes, cujos efeitos permanecem em vigor.
Fonte: http://www.portosenavios.com.br

Scanner de fronteira em teste



Antes programados para entrar em operação no dia 30 de setembro, os dois scanners que já chegaram ao Ceará e que farão a fiscalização de mercadorias nos postos fiscais de fronteira deverão, desta vez, iniciar sua operação até o dia 30 de outubro. A redefinição da data foi informada ontem pelo secretário Mauro Filho. Os scanners funcionam como um raio-X, que verifica as mercadorias que entram no Estado através de caminhões.

O equipamento permite, em pouco tempo, conferir se o que está sendo trazido é o que está sendo declarado. A precisão da máquina é capaz, inclusive, de diferenciar sal de cocaína, por exemplo, colaborando até com o combate ao tráfico de drogas ou outros produtos ilícitos no Estado. Dos dois scanners, um será móvel, e outro ficará instalado no posto fiscal de fronteira de Tianguá. Para este, informou o secretário, a companhia OI instalou ontem a antena de transmissão para voz.

Fibra ótica

O tráfego de dados será realizado por fibra ótica, cuja conexão já foi realizada na quinta-feira da semana passada, segundo informou o secretário. A partir de agora, adianta, serão iniciados os testes de imagem do equipamento. Já o scanner móvel está colocado no Porto do Pecém, e já se encontra em testes.

Ele irá inspecionar os contêineres que chegam ao Estado pela via marítima. Ao todo, o Ceará contará com cinco equipamentos semelhantes.

Desburocratização

Até o dia 30 de outubro, os empreendedores no Ceará que quiserem formalizar um novo negócio ou alterar os dados de uma empresa já existente terão reduzida a burocracia pela qual terão de passar para realizar estes trâmites. A partir de então, eles precisarão encaminhar toda a documentação a apenas um órgão: a Junta Comercial.

Junta concentra processo

A apresentação de documentos na Receita Federal, na Secretaria da Fazenda (Sefaz) ou de Finanças (Sefin) e na Vigilância Sanitária, que até hoje ainda é necessária, não precisará mais ser feita com o processo.

O novo sistema integrado foi apresentado ontem pelo secretário da Fazenda, Mauro Filho, que participou da 3ª Reunião da Anprej (Associação Nacional de Presidentes de Juntas Comerciais), que se estende até sábado (8) no hotel Gran Marquise. "A Receita já aceitou.

A Junta Comercial vai digitalizar esses processos, e vai transferir pra Receita e para o Estado a cópia dessa documentação, em multimídia. Alias, a Junta do ceará acabou recentemente a digitalização de todos os seus processos, para que o Estado e própria Receita possam visualizá-los com mais facilidade. Os recursos tecnológicos já foram implementados pra que isso possa ser realizado".

De acordo com o presidente da Junta Comercial do Ceará (Jucec), Ricardo Lopes, a meta é que o Ceará possa alcançar o tempo hoje praticado por estados como Santa Catarina, onde consegue-se formalização em até 10 dias. "Na Junta, em 24 horas é possível formalizar uma empresa. Entretanto, o empreendedor precisa passar por toda uma ´via crucis´ nos demais órgãos fiscalizadores pra conseguir se registrar. Uma empresa que precisa tratar com órgãos ambientais demora de 30 a 40 dias", aponta.

21 mil registros

Lopes informa que, para este ano, a Junta espera que 21.600 empresas sejam registradas no Ceará. O número representa um acréscimo de 20% sobre o número alcançado em 2010, de 18 mil. "O crescimento maior este ano é por conta da Copa do Mundo de 2014. São empreendimentos nas áreas de comércio e serviços, tecnologia, entre tantos outros.

Prefeitura também facilita

Logo mais, às 11h, o secretário de Finanças de Fortaleza, Alexandre Cialdini, lançará o sistema Icad - Empresa Fácil, que já estará disponível à população. A ferramenta vem também para desburocratizar a abertura de empresas na cidade. Os empresários que forem começar seu negócio poderão transpor todas as fases de regulamentação utilizando apenas a internet.
Fonte: http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/12121-scanner-de-fronteira-em-teste?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

MetalShop de olho também nas empresas de Suape



A MetalShop, que amplia sua atuação no Sudeste do País, também amplia sua atuação nas empresas que se instalam em Pernambuco. Uma das clientes da empresa pernambucana é a PetroQuímicaSuape (PQS), de acordo com o diretor comercial da MetalShop, Fernando Montenegro. “Vendemos para a petroquímica R$ 80 mil em estantes para almoxarifado.” O diretor aponta também que o aquecimento verificado em Suape, no Litoral Sul do Estado, contribuiu para a criação de uma nova empresa, a MetalFrame, voltada para a construção de perfis de aço galvanizado e acessórios para os sistemas Light Steel Framing e Drywall, que dispensam o uso de concreto e tijolo nas construções.

Muito utilizadas nos Estados unidos, no Japão e na Europa, as construções a seco começam a ser utilizadas no País. Aqui no Estado, a metalFrame já começou a atuar em Suape, com a montagem de estruturas de escritórios para construtoras que estão trabalhando na Refinaria Abreu e Lima (Rnest). “Começamos a produção com apenas uma máquina de perfilamento de aço e já adquirimos mais três, mesmo sem ter volume de vendas por enquanto”, afirma Fernando Montenegro.

A MetalFrame representa 5% da produção da MetalShop. Mas a expectativa é alcançar 40% da produção em três anos. “Vislumbramos um grande crescimento desse mercado”. Já com a liderança no setor de sistemas de armazenagem no Norte e Nordeste com a MetalShop, Fernando Montenegro aponta que o objetivo é liderar também o setor de construção a seco, com a MetalFrame.


Porto de Suape apresenta Novo Plano Diretor



O novo Plano Diretor do Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros – Suape foi publicado através do Decreto 37.160 no Diário Oficial do dia 24/09. Ele funcionará como uma bússola para o seu desenvolvimento. O documento é composto por 14 volumes e contou com a participação de 50 técnicos e especialistas nas mais diversas áreas de conhecimento no Brasil e no exterior, além da colaboração de setores da sociedade civil e acadêmica.

O plano foi apresentado oficialmente no dia 29 de setembro pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Julio, e pelo vice-presidente de Suape Frederico Amâncio.
O novo Plano Diretor representa o novo cenário econômico e social existente em Pernambuco e instrumentaliza o Complexo de Suape para desempenhar um bom papel ao receber empreendimentos estratégicos como o Polo Naval, Refinaria Abreu e Lima, Petroquímica SUAPE e a Transnordestina.

O plano estabelece, também, parâmetros para atender às demandas crescentes por novos terminais de contêineres, terminais de granéis líquidos e sólidos, terminal de minérios e novos berços de atracação. O Complexo de Suape possui uma extensão territorial de 13.500 hectares distribuídos entre os municípios do Cabo de Santo Agostinho e Ipojuca.



Obras do terceiro estaleiro em Pernambuco começam em dezembro

O estaleiro vai receber investimento de R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos na fase de construção



O Estaleiro CMO - Construção e Montagem Offshore (batizado inicialmente de Construcap) - vai iniciar suas obras no Complexo de Suape em dezembro deste ano. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (3), pelo governador em exercício João Lyra Neto, depois de reunião com representantes do empreendimento, no Palácio do Campo das Princesas. O estaleiro vai receber investimento de R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos na fase de construção.

O CMO é o terceiro estaleiro do Polo Naval de Suape, que já conta com o Atlântico Sul, em operação, e o Promar S.A., em fase de implantação. O principal cliente do grupo é a Petrobras, que está realizando várias licitações para aquisição de plataformas de exploração de petróleo para o pré-sal. Os empreendedores participam de nove processos licitatórios para a construção dessas plataformas.

O Estaleiro CMO vai funcionar numa área de 40 hectares na Ilha de Tatuoca, ao lado dos demais empreendimentos que integram o cluster naval. Serão construídos módulos para plataformas marítimas (FPSO) fixados em estruturas flutuantes que extraem petróleo do fundo do mar em grandes profundidades. As plataformas são consideradas itens de maior valor agregado na indústria naval e podem custar, em média, R$ 1 bilhão. A montagem chega a empregar 7 mil pessoas.

O estaleiro terá capacidade para processar 40 mil toneladas de aço por ano, porte bem menor que o do Atlântico Sul, que consegue processar 160 mil toneladas por ano. Para tocar o empreendimento, a Construcap fechou parceria com a empresa americana MCDermott, com expertise no setor.

Antes da audiência com o governador do Estado, o presidente da MC Dermontt, Stephen Johson, e diretores da corporação visitaram o Porto de Suape. Para atrair o empreendimento, o governo de Pernambuco se comprometeu a realizar a dragagem do canal de acesso à área do estaleiro, em Suape. O Estado entrará com uma contrapartida de R$ 295 milhões e com incentivos fiscais. O dinheiro virá de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), já aprovado.

“É uma indústria de alta tecnologia que vem se somar aos estaleiros Atlântico Sul e Promar. Juntos, esses três estaleiros vão consolidando Suape como cluster naval e Pernambuco se insere cada vez mais como player mundial”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Geraldo Júlio.

Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/pernambuco/noticia/2011/10/03/obras-do-terceiro-estaleiro-em-pernambuco-comecam-em-dezembro-17872.php

Governador Eduardo Campos reúne-se com executivo de estaleiro italiano em Roma



Mais uma empresa da indústria naval sinaliza interesse em investir em Pernambuco. Um dia após o anúncio de que as obras do Estaleiro CMO começarão em dezembro, o governador Eduardo Campos reuniu-se em Roma com o CEO do Grupo Fincantieri, Giuseppe Bono, para oferecer o estado como destino dos futuros aportes da empresa italiana no país.

O grupo, que há dois anos mantém um contrato com a Marinha brasileira para construir 18 fragatas, é um dos maiores produtores de navios militares do mundo.

O primeiro contato com a Fincantieri foi em março. Na época, o empresário sinalizou o interesse de atender à demanda do mercado interno e exportar para outras países, tal qual ocorre na China e na Coreia do Sul.

Durante a reunião, na sede da embaixada brasileira em Roma, o governador destacou que a indústria naval terá no equipamento pernambucano o local ideal para a consolidação de um cluster no Nordeste. “A exploração da camada pré-sal vai requerer uma modernização do sistema de defesa brasileiro e, para isso, colocamos Pernambuco à disposição do Fincantieri e da recuperação da indústria naval brasileira”, afirmou Eduardo Campos em nota à imprensa.

O grupo naval italiano também atua no reparo e na produção de navios mercantes. Em 52 anos de atuação, o estaleiro já entregou mais de sete mil embarcações. Além de fragatas, o Fincantieri fabrica e presta consultoria técnica à produção de submarinos, porta-aviões, corvetas, entre outras embarcações para países como Estados Unidos, Índia, Iraque, Alemanha, Arábia Saudita, Turquia, entre outros.

Ontem, o governo do estado divulgou o calendário de início de obras do Estaleiro CMO (anteriormente chamado de Construcap), que amargou meses de espera por licenças ambientais. Trata-se do terceiro anunciado para Pernambuco. O empreendimento, que também teve seu aporte ampliado de R$ 200 milhões para R$ 720 milhões, deve ficar pronto no fim de 2012. A expectativa é de que sejam gerados 500 empregos diretos já na fase de construção.

No dia 14 de setembro, o Diário Oficial do Estado havia publicado um decreto autorizando a empresa Suape a ceder um terreno de 40 hectares na Ilha de Tatuoca, próximo de onde já funciona o Estaleiro Atlântico Sul, o primeiro a aportar em solo pernambucano.

O grupo tem a Petrobras como principal cliente e está participando de nove processos licitatórios para a construção de plataformas de exploração petrolíferas. Cada equipamento custa em torno de R$ 1 bilhão e demanda a mão de obra de sete mil pessoas.

No último fim de semana, a construtora mineira Mendes Júnior também anunciou o interesse em investir até R$ 1 bilhão na construção de um estaleiro voltado para plataformas de petróleo no estado. O interesse da empresa, que já está presente em Pernambuco através de obras na BR-101 e no Ramal Cidade da Copa, por exemplo, é atender a Petrobras durante a extração de combustível na camada do pré-sal.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br

Prestadores de serviços de logística contratam mão de obra para o final do ano



A temporada de contratações de mão de obra temporária para o final de ano já começou. De acordo com a Pesquisa de Expectativa de Emprego da Manpower, empresa de recursos humanos, a indústria (45%), logística (35%) e varejo (26%) são os setores com maior geração de postos de trabalho até o final do ano.
Na área de logística, a LOG Fashion, empresa especializada na logística para o varejo têxtil, prevê 60% de aumento no quadro de funcionários com as contratações temporárias no Centro de Distribuição, localizado na Granja Viana: “Estes funcionários já foram selecionados e passam por treinamento”, informa Marcelo Flório, CEO da empresa.
Para as pequenas e médias empresas do varejo, ou fabricantes em geral, a contratação de mão-de-obra terceirizada é fundamental no sentido de auxiliar na logística, distribuição e armazenamento dos produtos de final de ano. “A terceirização da logística permite que os clientes tenham como foco as vendas e não a operação”, acrescenta ele.
A vantagem do sistema da Log Fashion, é que os clientes podem controlar o manuseio dos materiais por meio de câmeras instaladas no local, cujas imagens podem ser acessadas nas empresas contratantes de qualquer local do País. “Este sistema é uma das exclusividades do nosso trabalho”, afirma.
A LOG Fashion também ampliou a sua estrutura física e, a partir de 10 de outubro, vai operar com mais um Centro de Distribuição, também na Granja Vianna. “Com o crescimento dos volumes e quantidades de clientes para o Natal, decidimos antecipar nossa meta de ampliação prevista para 2012. A nova unidade possui 1.500 m² e soma-se aos 2.000 m² do atual centro de armazenagem”.
Entre as atividades realizadas pela LOG Fashion estão: transporte de entregas especializadas (encabidadas e em caixas); recebimento, controle de qualidade; armazenagem (peças dobradas, encabidadas ou em caixas, produtos de alto valor, etc);
Sistema informatizado de gestão de estoques (WMS); colocação de alarmes de segurança, etiquetas, código de barras e tags e controle de estoques para venda pela internet (e-commerce). A larga experiência em shopping centers e aeroportos também é um diferencial que contribui para a agilidade na operação. Entre os clientes, empresas de e-commerce, fabricantes e varejistas de roupas e de artigos diversificados.

Governo de Pernambuco anuncia novo estaleiro

 
 
O estaleiro CMO - Construção e Montagem Offshore, terceiro a ser anunciado em Suape, Pernambuco, terá o início das obras em dezembro deste ano e operação prevista para o final de 2012. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (3) pelo governador do estado João Lyra Neto, após reunião com representantes da empresa, no Palácio do Campo das Princesas. O investimento no projeto totaliza R$ 720 milhões, gerando 500 empregos diretos já na fase de construção.
 
O grupo tem a Petrobras como principal cliente e está participando de nove processos licitatórios para a construção de plataformas de exploração de petróleo.
 
De acordo com informações do governo, cada plataforma construída custará em torno de R$1 bilhão e demandará a mão de obra de sete mil pessoas. A nova fábrica erguida em Suape ocupará uma área 40 hectares do Complexo. Serão construídos módulos para plataformas marítimas fixados em estruturas flutuantes que extraem petróleo do fundo do mar em grandes profundidades.
 
O governo arcará com contrapartida de R$ 295 milhões, oriundos do BNDES, destinados à dragagem do terreno.
 
 

Infra-estrutura viária: desenvolvimento urbano, econômico e social



A infra-estrutura viária é hoje fator que mantém diversas cidades brasileiras em estágio de estagnação, pois não conseguem atrair investimentos capazes de gerar renda necessária para manter os diversos serviços públicos fundamentais para a sociedade. Estas cidades na maioria das vezes possuem alta densidade demográfica, característica cidade-dormitório, e sofre por ineficiência dos serviços públicos pelo fato de, na maioria dos casos, não possuir recursos suficientes para garantir serviços básicos como educação, saúde e lazer.

As cidades, em muitos casos, têm seu desenvolvimento ligado à ferrovia, rodovia ou transporte fluvial, fato que auxilia na explosiva fixação populacional; sem dúvida, estes são estímulos que fazem com que os compradores de lotes prefiram estas cidades.

A infra-estrutura urbana está diretamente ligada ao desenvolvimento das cidades e reflete nas condições de vida de seus habitantes, tratar do sistema viário é tratar de pessoas, do composto infra-estrutura urbana é o subsistema que está mais vinculado aos usuários (os outros conduzem fluídos; este pessoas e veículos) (MASCARÓ, 2005, p. 14).

Podemos defender a idéia que as cidades, centrais ou periféricas, têm características diferentes, mas, todas devem ter captação de recursos suficientes a fim de manter um equilíbrio social e, independentemente de prioridades, seja comercial, industrial ou qualquer outra, as cidades devem possuir capacidade de acesso aos centros de consumo e de escoamento de sua produção.

Embora pobre de industrialização, as cidades dormitórios também devem possuir condições favoráveis ao transporte, este por sua vez, de acordo com CAMARGO (1987), cumpre uma importante função no processo de correção de desequilíbrios regionais e setoriais. A facilidade de locomoção, incluindo as vias e os meios, é importante para solução de problemas sociais por permitirem acessos assistenciais (escolas, e outros).

Os moldes da infra-estrutura urbana, mais especificamente a infra estrutura viária atual da maioria das cidades brasileiras sentem as conseqüências da megalopolização definido por Barbara Freitag em Teorias da Cidade (2006) como um padrão especifico de urbanização, FREITAG diz ainda que trata-se de um processo de transformação rápida e recente de uma metrópole em uma megalópole.

Portanto se percebe, devido o acelerado crescimento, surgem impactos negativos na composição urbana das cidades, o que segundo Barbara Freitag, são as conseqüências do american way of life (2006, p. 133).

Mesmo com os inúmeros esforços produzidos até os dias atuais, tratando de melhorias viárias, os mesmos não foram suficientes para garantir o bom fluxo na circulação e acompanhar amplo desenvolvimento tecnológico e econômico.

Tamanho e desordenado foi o crescimento urbano que hoje suas vias não conseguem atender as necessidades viárias dos municípios gerando enormes congestionamentos e bloqueando maior progresso nestas regiões. Garantir vias adequadas e suficientes para execução do transporte permite-se cumprir de forma eficiente e eficaz a finalidade do transporte, promover a circulação de riquezas (CAMARGO, 1987, p. 309).

Com as necessidades de deslocamentos nos dias atuais, “a situação ideal seria que toda a cidade fosse atendida por trens metropolitanos” (MASCARÓ, 2005, p. 23). O custo de uma estrutura pesada ainda não a torna viável em muitas cidades. Para garantir os deslocamentos de forma eficiente é necessário criar vias adequadas ao projeto urbano, não só voltada para os veículos automotores, mas também para pedestres.

O viário deve ser concebido pensando na demanda dos estabelecimentos, além de exercer uma fiscalização eficiente, o planejamento deve prever a necessidade de estacionamentos (vagas), dimensionamento e regularidade das calçadas, áreas destinadas à Carga e Descarga, pistas e/ou faixas exclusivas, entre outros pontos.



Grupo fará estudos para plano de logística portuária



A Secretaria de Portos da Presidência (SEP) criou um grupo de trabalho para o desenvolvimento de estudos do Plano Nacional de Logística Portuária e do Plano Geral de Outorgas, dentro do acordo de cooperação técnica celebrado entre a União, por intermédio da SEP e da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq).
A portaria instituindo o grupo foi publicada no Diário Oficial da União de hoje e define que as atribuições do grupo será gerenciar os trabalhos conjuntos, definir o plano de trabalho e as bases da revisão periódica do Plano Geral de Outorgas.
O grupo será formado pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário da SEP; pelo diretor de Modernização e Revitalização Portuária da SEP; pelo diretor de Sistemas e Informações Portuárias da SEP; pelo diretor de Desempenho Operacional da SEP; pelo superintendente de Portos da Antaq; gerente de Regulação Portuária da Antaq; gerente de Portos Públicos da Antaq; gerente de Estudos e Desempenho Portuário da Antaq.
A portaria define ainda que o grupo deverá se reunir mensalmente ou, extraordinariamente, sempre que houver convocação.
Fonte: http://www.dgabc.com.br/

"O mundo de olho no Brasil, e o Brasil de olho em Cubatão"

 
 
"Quantos de nós conhecem o projeto estratégico chinês chamado 'Brasil 2030'? Eles têm interesse em áreas como energia, telecomunicações, transportes em geral, mineração e agronegócio. Se neste ano a China investiu US$ 30 bilhões, no ano que vem a previsão é atingir US$ 50 bilhões. Abram bem os olhos para esses números", frisou a prefeita Marcia Rosa, discursando nesta terça-feira (4) na abertura do 6º Fórum ComexLog, promovido pelas emissoras TVB e Band no Centro de Convenções Mendes, em Santos.
 
Ela chamou a atenção do empresariado para a importância da Baixada Santista no contexto brasileiro e mundial, destacando o papel estratégico de Cubatão na logística do comércio exterior nacional.
 
"E por quê os chineses se referem ao ano 2030? A razão" - explicou Marcia – "é que os analistas internacionais já são unânimes em afirmar que, dentro de apenas 19 anos, o Brasil será a quinta maior economia do mundo, ultrapassando gigantes como Alemanha, Reino Unido e França; E se o mundo volta seus olhos para o Brasil, também já decidiu que o novo foco das atenções está bem aqui, na Baixada Santista e na macro-região que abrange também Campinas e seu entorno.
 
Com os investimentos no pré-sal da Bacia de Santos, o motor da economia brasileira está girando aqui. Daí a importância deste debate, que faz parte da agenda nacional e do mundo inteiro".
 
Depois, em entrevistas e durante a visita ao estande de Cubatão na mostra paralela ao Fórum, a prefeita relembrou que Cubatão apresenta as melhores condições logísticas para a instalação de empreendimentos, especialmente em apoio à exploração do pré-sal e ao comércio exterior.
 
Marcia participou da mesa de abertura do evento junto com sua colega de Guarujá, Maria Antonieta de Brito, e de Sérgio Aquino, secretário de Assuntos Portuários e Marítimos de Santos (que representou o prefeito João Paulo Tavares Papa).
 
Compuseram ainda a mesa o secretario estadual de Turismo, Márcio França (representando o governador Geraldo Alckmin); Agnes Barbeito, presidente da Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (ABTRA); Alaíde Quércia, presidente da organização Sol/Panamby (detentora da TVB, que na Baixada Santista é afiliada à Band); além de Cristiane Quércia e Claudia Rey, daquela emissora de televisão.
 
Também acompanharam o evento os secretários Benito Gonzalez (Emprego e Desenvolvimento), Fernando Alberto Jr. (Comunicação Social) e Silvano Lacerda (Obras).
 
Na oportunidade, Sérgio Aquino lembrou que "nenhum país consegue ser competitivo apenas com seu mercado interno. Se não se conectar com o comércio externo, vai perdendo competitividade. E Logística é o processo que viabiliza esta competitividade. Mais que isso, hoje logística é instrumento também de defesa ambiental, ao reduzir desperdícios".
 
Já a prefeita Maria Antonieta destacou, no complexo portuário santista, o "porto de Guarujá, que é o que mais movimenta contêineres", lembrando o impacto no município causado pela passagem de milhares de carretas e caminhões.
 
Falando em nome do governador, Marcio França relembrou que ainda recentemente Alckmin anunciou investimentos em logística da ordem de R$ 3 bilhões, a serem feitos na Baixada Santista nos próximos quatro anos, incluindo o túnel Santos-Guarujá, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e diversas obras de acessos, para as quais estão destinados R$ 500 milhões desses recursos.
 
Prevendo alguma turbulência na economia internacional, mostrou que as crises têm um lado positivo, permitindo que "possamos perceber como melhorar nossa gestão"
 
 

RS: Logística parou no tempo



Poucos estados brasileiros possuem uma geografia tão privilegiada quanto o Rio Grande do Sul. Hidrovias extensas, fronteira com Argentina e Uruguai e 622 quilômetros de costa que lhe garante a possibilidade de escoar sua produção Atlântico adentro.

 No entanto, se o trabalho da natureza foi exemplar, o mesmo não pode ser dito dos governantes que estiveram no Palácio Piratini nas últimas duas décadas. A falta de investimento em infraestrutura fez com que a localização e os recursos naturais que o estado oferece não fossem aproveitados adequadamente. Hoje, esse gargalo responde por boa parte da culpa da falta de competitividade do estado.
Alguns números são bastante ilustrativos das dificuldades logísticas do estado. Menos de 20% das rodovias estaduais são duplicadas, por exemplo. Um pouco mais da metade dos acessos municipais é asfaltada, ao passo que apenas 50% da capacidadade dos rios aptos ao transporte de carga são utilizados.

 O porto de Rio Grande – localizado a 320 quilômetros ao sul de Porto Alegre, e que deveria ser utilizado para escoar boa parte da produção do estado – tem dificuldade, tal como outros portos brasileiros, para atender a crescente movimentação de mercadorias.

Sem contar o agravante de seu principal acesso, a BR-101, estar constantemente congestionado, sobretudo em períodos de embarque da safra de soja. Para se ter ideia, a movimentação total de carga no porto no primeiro semestre deste ano foi de 18 milhões de toneladas – cerca de 9% a mais que no mesmo período do ano anterior – sem que nenhuma melhoria no acesso fosse efetuada.

A boa notícia é que ao menos o porto recebeu do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) investimentos de 1 bilhão de reais para obras de ampliação.

Em 2011, a Superintendência do Porto do Rio Grande (Suprg), em conjunto com os terminais Bianchini, Bunge e CCGL (Termasa/Tergrasa) e órgãos de controle e Segurança, colocou em prática o Plano de Ação da Safra de Soja.

Trata-se de um conjunto de medidas para reduzir os problemas que surgem no período de concentração dos embarques, tais como agendamento de cargas e expansão da área de estacionamento para diminuir as filas de caminhões na BR 392, que vai de Pelotas ao Rio Grande.

 Quando tudo corre bem, as filas de caminhoneiros esperando para embarcar duram 24 horas. Segundo o presidente do Sindmóveis (sindicato patronal da indústria moveleira de Bento Gonçalves), Glademir Ferrari, a burocracia para o embarque é tanta que, para alguns empresários da indústria, a exportação vira prejuízo.

O transporte até o porto chega a encarecer os produtos em 10%. “Muitas vezes a carga fica mais de um mês parada no porto. Se o cliente não pagou ainda, ele cancela o pedido”, diz o empresário.



Cresce superávit do Brasil no comércio com argentinos



BRASÍLIA – Aumentou para US$ 4,5 bilhões a diferença entre o que o Brasil exportou neste ano para a Argentina e o que importou do país vizinho. O saldo comercial acumulado de janeiro a setembro equivale a 185% do saldo de US$ 2,5 bilhões em favor do Brasil registrado no mesmo período do ano passado. Entre os principais parceiros comerciais do Brasil, a Argentina é o que conseguiu o menor aumento de suas vendas ao país, 18% de janeiro a setembro, comparado ao mesmo período de 2010.

O aumento no saldo incomoda o governo argentino e alimenta pressões protecionistas no país vizinho. A retenção de embarques de produtos alimentícios nas alfândegas argentinas levou o governo brasileiro, no dia 10, a determinar exigência de licença prévia de importação para entrada no Brasil de chocolates e biscoitos do país vizinho. “A medida foi motivada do nosso lado por monitoramento e análise interna a respeito do movimento de mercadorias nesse setor”, desconversou a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Tatiana Prazeres.

Citando o grande superávit no comércio com os argentinos, que pode chegar ao fim do ano a US$ 6 bilhões, a secretária negou que o Brasil esteja sendo prejudicado pelas barreiras à importação no país vizinho. “Constatamos problemas pontuais e estamos trabalhando diariamente por empresas em dificuldades”, disse ela. “Mas o comércio entre os dois países cresce, e cresce de maneira importante.”
Fonte: http://portosenavios.com.br

domingo, 2 de outubro de 2011

FAB recebe mais uma aeronave para patrulhar o pré-sal

A Força Aérea Brasileira (FAB) ganhou nesta sexta-feira (30) um importante reforço para patrulhar e defender as águas territoriais do país e a zona econômica exclusiva -  faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira onde estão concentradas as reservas de petróleo na camada do pré-sal.
Em cerimônia que contou com a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim, a FAB incorporou hoje, na Base Aérea de Salvador (BA), o avião P-3AM Orion, versão militar do comercial Lockheed Electra II. Participaram também do evento o Comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, e oficiais do alto comando da Força Aérea.
Comprada da Marinha dos Estados Unidos, a aeronave é especializada em patrulhamento marítimo, o que permitirá à FAB detectar, localizar, identificar e, se necessário, afundar qualquer submarino ou embarcação que invadir as águas territoriais brasileiras – o que, no jargão militar, costuma ser chamado de guerra antissubmarina (ASW, na sigla em inglês).
Ao todo, o Brasil adquiriu 12 aeronaves P-3 da Marinha norte-americana. Duas já foram entregues e outras sete estão sendo modernizadas pela Airbus Military. As demais servirão como suprimento.
Segundo a Força Aérea, a aviação de patrulha não realizava missões ASW há 15 anos – desde a desativação do P-16 Tracker, em 1996. Os atuais P-95 “Bandeirulha”, aeronaves menores e com diferenças operacionais, não têm essa capacidade.
Os P-3AM que entram hoje em operação podem lançar sensores sobre a água e detectar até mesmo submarinos que estejam em alta profundidade...