sábado, 28 de janeiro de 2012

28 de Janeiro Dia do Portuário


Comemora-se hoje o Dia do Portuário. As homenagens tiveram início com a Carta Régia assinada por Dom João VI, em 28 de janeiro de 1808. Desde então, festejos em alusão à abertura dos portos brasileiros ao comércio exterior são realizados no Brasil. A atividade ou trabalho portuário advém do transporte marítimo e entra no contexto logístico para a atividade mercantil.

 
É com grande satisfação que o Portuária PE vem parabenizar todos os nossos amigos Portuários de diferentes áreas de atuação nos Portos Brasileiros exercendo diversas atividades, fazendo com que as diversas regiões do País e do mundo se conectem, a fim de promover a movimentação de cargas e mercadorias, tornando-se peça fundamental para a Economia Mundial, promovendo integração entre as nações e tornando possível a tão falada Globalização.


Nós somos aqueles profissionais que trabalham nos portos como avulsos e empregados, usando luvas e capacetes, carregando e descarregando mercadorias, dirigindo guindastes e empilhadeiras, conferindo e pesando cargas, movimentando contêineres dentro e fora dos navios, fiscalizando entrada e saída de mercadorias e passageiros, também cuidamos da manutenção dos equipamentos, da segurança patrimonial do trabalho e do meio ambiente, da atracação dos navios, no controle alfandegário, na gestão portuária elaborando projetos de construção e no melhoramento da infraestrutura, e até mesmo, quando aposentados, continuamos vigilantes, ali nas cercanias dos Portos Brasileiros.

Aproveitamos a oportunidade para firmar nosso compromisso de estar constantemente informando e de alguma forma contribuindo para o desenvolvimento das atividades Portuárias e Logísticas proporcionando agilidade na informação e credibilidade em todos os assuntos abordados ao longo dos dois anos de existência, além de estar sempre de portas abertas para a prestação de serviços em nível de multiplicar conhecimentos e experiências.
Parabéns a todos nós.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Terminal Portuário de Navegantes registra aumento de importações em 2011

Seguindo o crescimento de 24% das importações catarinenses, o Terminal Portuário de Navegantes, Portonave registrou aumento na entrada de produtos pelo terminal, alcançando 99.164 contêineres movimentados no ano, um aumento de 11% em relação a 2010.

O porto também registrou no ano de 2011, um total de 545.192 TEUs (unidade de medida que corresponde a um contêineres de 20 pés) movimentados entre importações e exportações.

O número coloca o terminal de Navegantes como o maior movimentador de contêineres de Santa Catarina e, integrado com o Complexo Portuário do Itajaí, o segundo maior movimentador do Brasil e o único complexo além de Santos, a figurar entre os 120 maiores movimentadores de contêineres do mundo.

Iceport

O Terminal Frigorífico de Navegantes S/A (Iceport) acumulou desdeo início das operações, durante a metade de fevereiro de 2011, cerca de 123 mil toneladas. A câmara permite armazenagem de cargas frias anexa ao terminal. A movimentação de carga por meio da Trading Company registrou um aumento de 144,3% em relação ao ano passado.

Fonte: Economia SC


PORTA - CONTÊINERES FICAM OCIOSOS

As condições de mercado lembram um mar agitado, com ondas encrespadas. E a atual situação de turbulência pode se agravar ainda mais, dependendo da evolução do cenário econômico, para um conjunto de grandes empresas de navegação especializadas no transporte de contêineres, cujo negócio depende dos humores do comércio internacional. As companhias do setor enfrentam excesso de capacidade em relação à demanda. Esta realidade deixou ancorados nos portos, no início de janeiro, 246 navios ao redor do mundo, o equivalente a 595 mil TEUs (contêiner equivalente a 20 pés), ou 3,9% da capacidade de carga da frota mundial, estimada em 15,4 milhões de TEUs.

Em abril, o percentual de frota ociosa pode subir para 5,5%, segundo projeção da alemã Hamburg Süd, maior armador de contêineres na Costa Leste da América do Sul. E não está descartado que a frota de porta-contêineres parada possa chegar a um nível semelhante ao registrado no fim de 2009, quando o mundo ainda sentia os efeitos da crise financeira do ano anterior. Entre outubro e novembro de 2009, 572 navios, ou 11,7% da frota, permaneceram fundeados em portos de diferentes países.

O cenário agora também é preocupante e exige ações dos armadores até porque os custos, sobretudo o combustível de navegação (bunker), item que pesa muito nas despesas do setor, continua a pressionar o caixa e afeta a rentabilidade das empresas. Até o dia 10 de janeiro o preço médio do bunker posto em Rotterdã, na Holanda, foi de US$ 674 por tonelada, 91% acima da média de 2009, de US$ 352 por tonelada. Para uma empresa como a Hamburg Süd, que utiliza dois milhões de toneladas de bunker por ano, esta alta representa acréscimo de custos com o combustível de US$ 644 milhões por ano.

Com a sobreoferta de espaço nos navios, os fretes caíram. Dados de mercado apontam que há cerca de três anos o frete de um contêiner de 40 pés com frango exportado do Brasil para a Europa estava cotado entre US$ 2,6 mil e US$ 2,7 mil. Hoje, com sorte, o armador consegue fechar o frete por US$ 2 mil. No caso do mesmo contêiner embarcado para a Ásia, a cotação caiu de aproximados US$ 4 mil para algo em torno de US$ 2,7 mil.

Julian Thomas, presidente do Centro Nacional de Navegação (Centronave), associação que reúne os armadores, acredita que poderá haver um reequilíbrio entre oferta e demanda, com recuperação nos valores dos fretes a partir de meados do segundo trimestre. "É uma opinião pessoal", disse Thomas, que também é o principal executivo da Hamburg Süd para o Brasil e Costa Leste da América do Sul. "É preciso reconhecer que a indústria de navegação tem responsabilidade na situação atual [de sobrecapacidade de oferta] uma vez que todo mundo foi construindo navios cada vez maiores", afirmou.

Frente a esse contexto, ganha força, desde o fim de 2011, a tendência de consolidação de serviços marítimos. São acordos operacionais em que os armadores racionalizam a frota e dividem entre si a capacidade de carga dos navios. Segundo Thomas, há espaço para esta consolidação também no mercado brasileiro. No fim de dezembro, a Hamburg Süd anunciou que, a partir de meados de janeiro, a empresa passa a fundir com a MSC dois serviços entre o Mediterrâneo e a Costa Leste da América do Sul que até então operavam separados e agora passarão a funcionar como um serviço comum.

Também em dezembro, a francesa CMA CGM, terceiro maior armador do mundo, fechou um acordo de cooperação com a concorrente MSC, segunda do ranking, que inclui rotas da América do Sul, da Ásia com o norte da Europa e da Ásia com o sul da África. "Estamos em um processo de reorganização, de racionalização com a MSC. Não sabemos quantas rotas serão englobadas", disse Marc Bourdon, diretor-geral da CMA CGM no Brasil. A medida integra estratégia da CMA CGM para reduzir custos globais por conta dos resultados negativos ainda derivados da crise de 2008.

"Não temos planos de fechar as linhas com o Brasil", disse o executivo. Segundo ele, a CMA CGM estuda inclusive aumentar o serviço com os Estados Unidos. "Não vamos colocar mais capacidade, mas vamos abrir novos destinos", afirmou Bourdon. Em setembro, antes de anunciar a parceira com a MSC, o armador francês havia anunciado plano para reduzir os custos anuais em US$ 400 milhões, com resultados esperados já em 2012.

O plano da CMA CGM inclui racionalização das linhas e da capacidade, renegociação de taxas de aluguel de navios e medidas para melhorar a eficiência das embarcações no consumo de combustível. Ao anunciar a parceira com a MSC, a CMA CGM disse esperar uma recuperação na demanda em 2012 liderada pelo persistente crescimento da indústria de navegação de contêineres. Esse crescimento, porém, vem desacelerando.

A "Alphaliner", uma das principais publicações especializadas no setor, indicou, na primeira edição de janeiro, que a frota de 246 navios parados no início deste mês retirou do mercado capacidade maior do que no mesmo período do ano passado. Agora foram cortados 595 mil TEUs em capacidade, quase 85% a mais do que os 322 mil TEUs que ficaram ociosos no começo de 2011, como resultado da fraca demanda na Europa e nos Estados Unidos.

O corte reduziu a capacidade total da frota ativa, que hoje situa-se próxima aos 15 milhões de TEUs. A Alphaliner estima que o crescimento da frota ativa, na comparação anual, situe-se em 6,2%, a menor taxa de crescimento anual desde fevereiro de 2010. Dados da Hamburg Süd indicam que no fim de 2012 a capacidade da frota pode chegar a 16,7 milhões de TEUs.

A dinamarquesa Maersk, líder no transporte de contêineres, também está promovendo ações. Lançou, em 2011, um novo conceito de serviço diário para atender o comércio entre a Ásia e o norte da Europa, chamado "Daily Maersk", que oferece partidas diárias e tempo de transporte fixo. A iniciativa é um esforço para racionalizar e tirar o máximo proveito no tráfego entre Ásia e Europa. No terceiro trimestre do ano passado, a Maerk registrou prejuízo de US$ 297 milhões.

Os resultados negativos não foram exclusividade da Maersk. De julho a setembro do ano passado, diversas grandes empresas internacionais de navegação de contêineres registraram prejuízo operacional antes de juros e impostos, o chamado EBIT.

A Maersk disse, via assessoria, que é importante que todos os armadores consigam manter alta utilização da capacidade para reduzir perdas. No Brasil, há mudanças nos serviços com Europa e Ásia, que tiveram redução da capacidade de cerca de 10%, estimou a empresa. "Por isso, esperamos recuperar os fretes em breve, em especial com o contínuo crescimento das importações. Isso é chave para garantir menores perdas e manter as opções de serviços no mercado", disse a empresa via email.

Outro exemplo de consolidação de serviços, anunciado em dezembro, foi a parceria entre seis grandes empresas que concordaram em criar uma das maiores redes de tráfego para contêineres entre a Ásia e a Europa. Fazem parte da rede, chamada de G6 Alliance, a Nippon Yusen Kaisha, Hapag-Lloyd AG, Orient Overseas Container Line, APL, Hyundai Merchant Marine e Mitsui O.S.K. Lines. A parceria vai contar com mais de 90 navios em nove serviços que atenderão mais de 40 portos na Ásia, Europa e Mediterrâneo.

"O principal neste momento é reduzir os custos de operação. Várias iniciativas têm sido percebidas principalmente por conta dos altos preços do bunker no mercado internacional", afirmou Arthur Bezerra, diretor comercial da japonesa NYK.

Muitos armadores adotaram o chamado "slow steaming", estratégia de reduzir a velocidade das embarcações para consumir menos combustível. Além disso, disse Bezerra, é preciso olhar mais criticamente a racionalização das escalas dos navios nos portos e reduzir custos portuários. Ele afirmou que uma das saídas é tentar uma abordagem mais forte e estreita com os terminais portuários para rever as tarifas. "Nesse aspecto a própria situação dos portos não ajuda, porque os terminais têm dificuldades na questão de acessos. Mas é um exercício que tem sido feito."

(Fonte: Valor Econômico/Por Francisco Góes e Fernanda Pires | Do Rio e de Santos)


Escola Virtual Portogente convida para curso de Legislação Portuária



A Escola Virtual Portogente (EVP) está com inscrições abertas para o curso de Legislação Portuária, que oferece gratuitamente a oportunidade de aprender e entender informações importantes sobre o tema.
Desenvolvido pelo engenheiro Claudio Antonio Teixeira Bastos, o curso aborda, entre outros fatores, as principais leis que regem os portos, as modalidades de exploração em área de porto organizado, o papel dos principais atores do Direito Portuário e as funções do Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo).

Faça já o seu cadastro. A EVP está 24 horas por dia à sua disposição e oferece certificado de conclusão para todos os cursos.



Complexo de Suape divulga balanço ambiental



O ano de 2011 foi positivo para Suape e trouxe muitos avanços na área de meio ambiente. Na manhã desta quinta-feira (29), foi divulgado um balanço das principais ações realizadas na área. A apresentação contou com a participação do secretário de desenvolvimento econômico e presidente de Suape, Geraldo Julio, o vice-presidente do Complexo, Frederico Amancio, e o secretário de meio ambiente do Estado, Sérgio Xavier.

Na avaliação, destaque para o cumprimento das compensações ambientais, com o replantio de mais de 240 hectares de mata atlântica, e a restauração de 61 hectares de restinga e 9 hectares de mangue no Engelho Ilha. Além disso, estão em curso diversas ações de preservação de cerca de 100 hectares de restinga no Engenho Ilha e outros 22 hectares no estuário do Ipojuca – Merepe.“Crescimento com sustentabilidade é uma diretriz estratégica do Governo do Estado e 2011 termina com uma marca histórica para Suape que entra em 2012 sem passivo ambiental”, explica o vice-presidente de Suape, Frederico Amancio.

O Plano Diretor lançado este ano, por exemplo, é uma das grandes mudanças estruturadas por Suape neste ano, pois amplia a área de preservação ambiental de 48% para 59% do território total do Complexo, que são 13.500 hectares. Só a Zona de Preservação Ecológica (ZPEC) do Complexo é maior do que o tamanho de alguns municípios da Região Metropolitana do Recife (RMR), como Olinda, Camaragibe e Itamaracá. Outro passo importante foi a adesão ao Pacto Pela Restauração da Mata Atlântica, assinado em junho de 2011 por Suape e pelo Governador Eduardo Campos.

Também neste ano foi criado o Fórum Suape Sustentável, visando à gestão integrada e sustentável do Território Estratégico. O fórum é composto por 09 Secretarias Estaduais (SDEC, SASR, SCJ, SEDSDH, SEMAS, SECMULHER, SEPLAG, STQE e SETRA), EAS, RNEST, Petroquímica Suape, CSS, BNDES, BNB e Agência CONDEPE-FIDEM, e busca o desenvolvimento de ações sociais e ambientais.

O Complexo de Suape também desenvolve projetos na área de educação ambiental. Em 2011 foram disponibilizadas 460 vagas em cursos e oficinas gratuitos voltados para o meio ambiente. Foram oferecidosdebates sobre temas como pedagogia de projetos ambientais e desenvolvimento ecologicamente e socialmente sustentável. Durante as oficinas, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o viveiro florestal e participaram do plantio de espécies nativas de Mata Atlântica nas áreas de reflorestamento.

Inscrições abertas para o Programa de Educação Ambiental de Suape



O Complexo de Suape está selecionando novos participantes para o Programa de Educação Ambiental (PEA). As primeiras turmas começaram no dia 27 de novembro do ano passado e outras serão formadas ao longo de 2012. O Programa faz parte do Projeto de Pedagogia Ambiental, desenvolvido pela Coordenação de Educação Ambiental de Suape em parceria com o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (ITEP/OS).

Na proposta, dois cursos e duas oficinas oferecem 1380 vagas para pessoas maiores de 16 anos, integrantes de qualquer destes segmentos: recursos humanos da empresa Suape e das empresas instaladas no Complexo; comunidades locais; estudantes; professores; profissionais da administração pública federal, estadual e municipal; organizações da sociedade civil e demais interessados na temática. Tudo dentro de uma ação educativa ambiental.

Várias atividades são oferecidas, além de debates sobre temas como pedagogia de projetos ambientais e desenvolvimento ecologicamente e socialmente sustentável. Nas oficinas, os participantes têm a oportunidade de conhecer o viveiro florestal e saber como é a sua implantação e manejo. Além disso, os alunos realizam plantio de espécies nativas da mata atlântica nas áreas de reflorestamento.

Todos os cursos e oficinas são realizados no Centro de Treinamento de Suape e em ambientes naturais do Complexo. As atividades pedagógicas foram baseadas nos preceitos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA, nas diretrizes dos Parâmetros Curriculares Nacionais relativos ao Meio Ambiente e no EIA/RIMA de Suape. Leia mais



O empresário pernambucano está mais confiante do que a média nacional.



Quanto ao Índice Geral de Expectativas dos empresários pernambucanos para os próximos seis meses o resultado é 61,1 pontos. O valor – equivalente ao mês de dezembro/2011 – corresponde a 11,1 pontos acima do limite entre expectativas positivas e negativas e está a 2,5 pontos acima do Índice Nacional.

Na pesquisa, identificou-se que o empresário pernambucano apresenta expectativas maiores com relação ao Estado de Pernambuco (63,4 pontos), quando comparado as expectativas para a Economia Brasileira (58,8 pontos) e a Empresa (62,0 pontos).

Temos sentido este crescimento na própria demanda de serviços à FIEPE. Aumentou a articulação dos empresários com a Federação para captação de indústrias para join venture, pesquisas técnicas e de mercado, capacitação para exportação, etc.

Também cresceu o volume de projetos para o desenvolvimento do setor industrial no estado. Teremos uma indústria pernambucana muito mais forte em 2012.



Pernambuco é o sexto Estado a gerar mais empregos

 
 
Animado com os números revelados pela mais recente pesquisa do Caged, Geraldo Julio, Secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, comenta o desempenho do Estado: “mesmo sendo a décima economia do País, fomos o sexto Estado a gerar mais empregos, e o primeiro quando consideradas as regiões Norte, Nordeste e Centro Oeste.
 
Em taxa de crescimento, Pernambuco alcançou 7,62%, ficando em primeiro lugar entre todos os estados das regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro Oeste”, comemorou.

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/

Consórcio está selecionando profissionais de nivel médio e superior para atuar na Refinaria



Consórcio Ipojuca Interligações, empresa no ramo de EPC para indústria de Óleo & Gás está precisando de profissionais para algumas funções de nível superior e técnico para atuar na Refinaria Abreu e Lima (PE).

Os currículos devem ser encaminhados para o e-mail: selecao@consorcioipojuca.com.br ou Caixa Postal: 180 – Cabo de Santo Agostinho (PE) – CEP.: 54505-970

Ao todo, estão sendo disponibilizadas 90 VAGAS (03 para cada função).

CLIQUE AQUI PARA VER DETALHES DAS VAGAS E FUNÇÕES

Fonte: http://pedesenvolvimento.com/

Sesi em Suape realiza mais de 40 mil atendimentos em dois anos de atividades



Com a marca de 40 mil atendimentos realizados na área de Segurança e Saúde no Trabalho e cerca de 5 mil trabalhadores da indústria beneficiados com exames de saúde ocupacional, a unidade do Sesi em Suape vem se consolidando como importante parceiro das empresas instaladas no Complexo Industrial da região.

Grandes indústrias como Queiroz Galvão, Camargo Correa, Cerâmica Porto Rico, Amanco, entre outras, usufruem desde 2009 de serviços de exames admissionais, demissionais e periódicos, nas especialidades de audiometria, espirometria, oftalmologia e odontologia. Além desses serviços, a unidade ainda oferece eletrocardiogramas, eletroencefalograma, raios-x, coletas laboratoriais, aplicação de vacinas, hemogramas, colesterol, glicose e urina.

A gerente de negócios em exercício do Sesi Cabo, Karine Campelo, responsável pela administração da unidade em Suape, explica que “antes da instalação do Sesi na região, os trabalhadores do Complexo tinham que se deslocar à unidade da Mustardinha para pode realizar os exames. Fazê-los perto da empresa gera economia de tempo e dinheiro para as empresas”, diz. Para o superintendente do Sesi/PE, Ernane Aguiar, “a realização de mais de 18 mil atendimentos no ano passado, ratifica a importância da unidade no polo”.

Mais informações sobre a unidade do Sesi em Suape no local, na Rodovia BR 101 Sul, Km 10 TDR – Sul. Complexo Industrial de SUAPE, ou fones (81) 3527.1133 / 3527.1026. É possível contatar a administração também nos e-mails cabo@pe.sesi.org. e nurem.cabo@pe.sesi.org.br .


Governador assina Ordem de Serviço para construção de Serro Azul

Barragem será a quinta maior de Pernambuco e ocupará áreas de três municípios
Pernambuco dá o pontapé inicial para a construção da sua quinta maior barragem, a Serro Azul. Isso porque o governador Eduardo Campos assina, nesta sexta-feira (26), a Ordem de Serviço da obra. Ao todo, serão investidos R$ 246 milhões, sendo parte vinda do governo federal e a outra parte de recursos do próprio estado.
A barragem Serro Azul terá capacidade de acumulação total de 303 milhões de metros cúbicos de água. O maciço (paredão) do reservatório terá 1.012 metros de extensão com 65 metros de altura. O lago que ela vai formar ocupará áreas dos municípios de Palmares (4,34km2 – 1,28% do município), Catende (2,99 km2 – 1,44% do município) e Bonito (1,74km2 – 0,4% do município), num total de 907 hectares. A obra tem prazo de execução de 18 meses.

Medidas mitigadoras serão adotadas para minimizar os impactos ambientais da obra e permitir também a preservação da fauna, da flora e de outras riquezas naturais, como as cachoeiras de Bonito que não serão afetadas pela construção da barragem. Serro Azul se destina prioritariamente ao controle de cheias e vai operar a maior parte do tempo com apenas um terço do volume total, sendo utilizada em sua plena capacidade apenas na ocorrência de um período de chuvas mais intenso na região.

Enchentes

Para fazer o controle de cheias na Mata Sul, o governo de Pernambuco projetou um conjunto de cinco barragens, sendo quatro na bacia do rio Una e uma na bacia do rio Serinhaém. No Rio Una, além de Serro Azul, as barragens de Gatos, em Lagoa dos Gatos, e Panelas II, em Cupira, já estão com obras em andamento.

As barragens de Igarapeba, em São Benedito do Sul, também na bacia do Una, e a de Barra de Guabiraba, na bacia do Serinhaém, estão na fase final de elaboração de projeto e, em breve, começarão a ser construídas. O investimento nesse conjunto de obras está estimado em mais de R$ 500 milhões.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Os portos de Suape e do Recife estão na luta


Disputa pelo maquinário da Fiat

Os portos de Suape e do Recife estão na luta para receber as máquinas que serão utilizadas nas obras de construção do complexo da Fiat, em Goiana. O terminal marítimo do Litoral Sul sai na frente porque deverá ter um centro de distribuição (CD) de veículos utilizado pela montadora. O Porto lançaria o processo licitatório do novo pátio público ainda no ano passado, mas até agora não houve avanço, até por conta da mudança de planos do fabricante. Inicialmente, todo o empreendimento italiano – fábrica, pista de testes, área de pesquisas e CD – ficaria em Suape.

O centro de distribuição será nos mesmos moldes do que hoje é utilizado pela General Motors (GM), com um operador terceirizado. Por isso, são necessários dois processos licitatórios. Um para o pátio e outro para a operação. É natural que o CD comece a funcionar antes da fábrica. A Fiat afirmou à coluna que não há um plano fechado para Pernambuco, mas que precisa construir alternativas, onde Suape tem um lugar de destaque no quesito logístico. A importação de automóveis é favorecida por um regime tributário especial firmado entre o Brasil, o México e os países integrantes do Mercosul.

Modelos
Do México, desembarcariam em Suape dois carros da Fiat que têm baixo volume no mercado brasileiro: o utilitário tecnológico Freemont e o “queridinho” Cinquecento. Da Argentina, a montadora italiana pode trazer o sedã Siena. A intenção é que os automóveis importados saiam do Complexo Portuário para atender a região Nordeste. Atualmente, chegam pelo pátio do Cais 4 de Suape o Chevrolet Agile, da GM. O novo espaço deve ficar próximo ao Cais 5.



Cabotagem é viável


Um parâmetro para o Brasil – e para a América Latina, se conseguir chegar a um consenso – pode ser a política européia para a cabotagem, adotada em 2004, como lembrou o comandante Murillo de Moraes Rego Corrêa Barbosa, em palestra promovida em dezembro pela subseção de Santos da Ordem dos Advogados do Brasil.

Ele explicou que a Comissão Européia adotou orientações aos países em matéria de auxílios estatais, de forma a permitir a redução dos custos dos navios comunitários em relação aos de bandeira de conveniência. Essas orientações estão consubstanciadas nas Diretrizes da Comunidade sobre Auxílios Estatais ao Transporte Marítimo.

Conforme o documento, os regimes de auxílios não devem ser conduzidos à custa da economia de outros estados-membros e devem ser apresentados de modo a não distorcer a concorrência entre os mesmos, exceto em caso de interesse mútuo.

Além disso, os auxílios estatais devem sempre ser restritos ao que for necessário para o alcance do seu propósito e ser concedidos de modo transparente, geralmente apenas a navios incluídos nos registros dos países-membros, ressalvadas algumas exceções.

Os auxílios a investimentos podem ser autorizados, desde que forneçam incentivos para atualização dos navios registrados na C.E. para que ultrapassem as normas obrigatórias ambientais e de segurança estabelecidas em convenções internacionais e de modo a alcançar padrões mais elevados, aumentando assim o controle ambiental e de segurança.

Também são previstos auxílios à formação, destinados a projetos afetos ao desenvolvimento de conhecimentos marítimos da Comunidade e em proveito de vantagens competitivas das indústrias marítimas dos estados-membros. Os auxílios destinados ao reforço e atualização das competências dos oficiais podem consistir em contribuição ao custo da formação e/ou compensação pelo salário pago durante a formação.

Existem igualmente auxílios concedidos sob a forma de pagamento ou reembolso das despesas de repatriamento de marítimos da C.E. operando a bordo de navios inscritos nos registros dos países-membros, no tráfego internacional.



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Mercosul Line prevê 2012 com crescimento de 20%



A Mercosul Line – armador brasileiro especializado no transporte marítimo de contêineres pertencente ao grupo A. P. Moller Maersk está de “vento em pompa” e prevê, para 2012, um crescimento de 20% em suas operações.

Até o fim de 2011, a empresa movimentou aproximadamente 100 mil TEUS (1 TEU é equivalente a um contêiner de 20 pés), ou seja, 16% a mais quando comparado a 2010.

Roberto Rodrigues, Presidente da Mercosul Line explica que esse volume é reflexo do crescente interesse das empresas pelo modal aquaviário, sobretudo, dos setores de eletrônicos, embalagens pet, duas rodas e refrigerados. Outro motivo que incrementou os negócios em 2011 foi a movimentação de carga feeder (cargas de importação ou exportação transportadas na costa brasileira).

Maersk deve limitar sua frota de navios gigantes (Triple-E) a 20 unidades




A Maersk Line parece inclinada a limitar a sua frota de 18 mil contentores TEU a 20 unidades, mas tem mais de um mês para decidir se exerce a sua opção de encomendar mais 10. O prazo da opção para a última parcela expira no final de fevereiro.

Estas especulações sobre as intenções Maersk foram alimentadas por comentários nos mídia alemães que pareciam sugerir que havia cancelado a ordem para a segunda série de 10, colocada no verão passado. A Maersk diz que vai aceitar a entrega de todos os 20 navios Triple-E encomendados no ano passado a um custo de US $ 190 milhões cada.

A Maersk anunciou um pedido de 1,9 mil milhões de dólares para a aquisição de 10 navios a serem construídos pela Daewoo Shipbuilding e Marine Engineering há quase um ano, com opções para mais duas séries de 10.

Com 400 m de comprimento e uma boca de 59 m, eles serão os maiores navios em serviço. As entregas começarão em 2013.

Fonte: http://www.cargoedicoes.pt/site/Default.aspx?tabid=380&id=6877&area=Cargo