sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Porto seco nas proximidades de Suape




O projeto da Receita Federal para o edital de licitação de implantação de um porto seco nas proximidades de Suape ainda está em fase de elaboração. De acordo com Estevão Oliveira,  chefe substituto da Administração Aduaneira da Receita Federal, a previsão é que daqui a 30 dias o projeto esteja pronto, com área mínima de armazenagem do porto, número de vagas de contêineres e outros dados definidos.

A área do porto deve ser equivalente ou maior que a do único porto seco que existe no Estado, de acordo com Estevão Oliveira. Operado pelo Grupo ABC, o porto seco que funciona no Recife possui área total de 35 mil metros quadrados (m²), sendo 7 mil m² de área construída e um pátio para contêiner com 23 mil m². O edital deve ser divulgado até o final deste ano e a construção deve ter início em 2012, com previsão de início de operação em 2013.

O prazo de exploração do terreno da empresa ganhadora da licitação é de 25 anos que podem ser estendidos por mais 10 anos. Fora o preço do terreno, são estimados R$ 20 milhões para a construção do porto seco e a compra de equipamentos.

Os licitantes devem cumprir as exigências do edital, aponta Estevão Oliveira. “As empresas licitantes devem ter o terreno, com licença ambiental e alvará de funcionamento.” O operador do porto seco vencedor da licitação será o que apresentar as menores taxações do serviço e pagarão a taxa do Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) correspondente a 6% da receita mensal do armazenamento e movimentação de mercadorias.
Fonte: JC OnLine

Porto de Suape bate movimentação histórica



Pela primeira vez em um mês, o Porto de Suape, em Pernambuco, registrou uma movimentação de carga superior a 1 milhão de toneladas. Foram movimentadas 1.057.709 toneladas em agosto, um crescimento de 32,1% em relação ao mesmo mês de 2010.

A movimentação de contêineres também bateu recorde, superando a marca de 40 mil TEUs – foram movimentados 42.884 TEUs pelo Tecon Suape, ou 46,7% a mais do que no mesmo período do ano passado. De janeiro a agosto já passaram pelo principal porto pernambucano mais de 6,79 milhões de toneladas de carga, 21% a mais do que no período anterior. Já a movimentação de contêineres evoluiu 35%.

A expectativa é fechar o ano com mais de 10 milhões de toneladas. Com o início da operação de grandes empreendimentos, como a refinaria, esse volume deverá chegar a 30 milhões de toneladas em 2013.

E nesta semana foi anunciado que Suape vai ganhar uma termoelétrica de R$ 2 bilhões. O governo do estado assinou protocolo de intenções com a Star Energy Participações, do Grupo Bertin, para tanto. Com capacidade de gerar 1.452 megawatts-hora, a termoelétrica será a 3ª de Suape e a maior do mundo. A expectativa é de que 2.500 empregos sejam gerados quando a unidade entrar em operação, e outros quatro mil sejam abertos durante as obras

Fonte: http://www.informativodosportos.com.br

Polícia e funcionários do Estaleiro Atlântico Sul entram em confronto em Suape



Um protesto de funcionários do Estaleiro Atlântico Sul, em Suape, Ipojuca, Região Metropolitana do Recife (RMR), terminou em confusão no início da tarde de ontem quinta-feira (15). Os manifestantes queimaram pneus na entrada do estaleiro e quebraram um ônibus opara reivindicar aumento salarial.

Por volta das 13h, policiais militares do Batalhão de Choque tentaram liberar a via - que tinha congestionamento aproximado de cinco quilômetros - e uma confusão generalizada tomou conta do local. Para dispersar a multidão, os militares atiraram balas de borracha.

Também foi utilizado gás de pimenta e bombas de efeito moral. Em contrapartida, os manifestantes atiraram pedras contra a polícia. Uma viatura ficou danificada. Por conta do protesto seguido de confronto, um congestionamento de pelo menos cinco quilometros se formou no local.

Cerca de 10 pontos compõem a pauta de reivindicações da categoria. Além do aumento salarial, os funcionários pedem um auxílio cesta básica de R$ 300 e o fim do desvio de funções.

Segundo os grevistas, trabalhadores do sul do País ganham mais do que os nordestinos. O protesto foi controlado por volta das 14h com a liberação da via. Ainda não se sabe quantas pessoas ficaram feridas e quantas foram presas.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br

Ranking de confiabilidade da programação

Reefers da América do Sul ficam entre primeiras



O relatório de Confiabilidade da Programação da SeaIntel Global Liner traçou 1.300 navios com chegada em mais de 200 portos, no mundo todo, de acordo com números de confiabilidade em 16 linhas de comércio globais. No geral, os melhores desempenhos são daquelas que saem da América do Sul, afirmou o CEO da SeaIntel, Lars Jensen.

"Quando usamos os dados para olhar especificamente a América do Sul, percebemos que, dos 16 principais serviços que cobrimos, os dois de carga refrigerada - comércios dominados pela rota América do Sul - norte da Europa e América do Norte - são comércios com maiores médias de confiabilidade na programação", disse Jensen. "Ambas as linhas de comércio têm confiabilidade média de 79%, apesar de o desempenho individual dos operadores nessas linhas variar entre 22% e 100%", explica.

O primeiro relatório, que analisa as chegadas de julho e agosto, medem 13.500 chegadas em um período de dois meses e mostra que a Hamburg Süd foi a mais confiável das 20 primeiras, com 85% de taxa de pontualidade.

A Maersk Line ficou em segundo, com 77% em julho e 74% em agosto. Já a CSAV ficou em terceiro em julho, com 76%, mas, em agosto, perdeu o lugar para a MOL, que apresentou taxa de 70%.

Entre os últimos, os operadores variavam nas taxas de pontualidade de 40 a 54%. A SeaIntel considera um navio pontual se ele chega no mesmo dia em que está programado no calendário ou um dia antes do programado. A confiabilidade na programação global caiu de 65% em julho para 63% em agosto. O Drewry Maritime Research de Londres tem seu próprio índice trimestral de confiabilidade no transporte de contêineres, com base em uma metodologia similar à da SeaIntel, que mede as chegadas de cerca de 200 navios por semana.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5590

Itajaí retoma operações após uma semana de suspensão


O Porto de Itajaí retomou as operações após ficar uma semana com atividades suspensas devido às fortes chuvas na região, informou a Autoridade Portuária. As informações são de que, entre os dias 8 e 15 de setembro, houve 24 cancelamentos de escalas, enquanto nove navios ficaram esperando na barra pela liberação da atracação.

Segundo a Superintendência do Porto, a análise de batimetria realizada nos últimos dias determinou a profundidade dos canais do complexo portuário e também a profundidade dos berços dos terminais da APMT, Porto Público e Portonave.

O berço 1, da APMT, apresentou 12,5 metros de profundidade e se encontra inoperante, como já havia sido informado nos últimos dias. Já o berço 2, da mesma empresa, apresentou 12,3 metros, enquanto o berço 3, do terminal do Porto Público, 11,1 metros, com a parte final apresentando assoreamento. O berço 4, também do Porto Público, que deve ser operado pela APMT enquanto durar as obras de reparação do berço 1, mostrou profundidade de 7,3 metros.

No Terminal Portonave, o berço 1, 2 e 3 apresentaram, respectivamente, 10,3; 11 e 10,6 metros de profundidade, com o berço 1 tendo apresentado assoreamento em sua parte final. Segundo a Autoridade Portuária, apesar da reabertura da barra, as atracações dos navios terão certas restrições quanto a calado e condição de maré. Ela também informou que o nível e a correnteza do Rio Itajaí-Açu estão próximos de condições satisfatórias de segurança.

Movimentação

Os oito dias de paralisação das atividades no Complexo Portuário do Itajaí tiveram impactos negativos nos volumes operados pelos terminais do Porto. O complexo encerrou o mês de agosto com um crescimento global de 14%, em comparação ao mesmo período de 2010, porém, em comparação a julho deste ano, foi registrada queda de 4,6%. Já a movimentação de 91,75 mil Teus no mês de agosto foi o segundo melhor já registrado no histórico do Porto.

Já só a APMT apresentou movimentação de 41,2 mil Teus, com crescimento de 14% sobre o mesmo período do ano passado, tendo apresentado um crescimento de 35% no acumulado do ano. Enquanto isso, a Portonave S/A movimentou 50,55 mil Teus em agosto, com pouco crescimento sobre o mês anterior (50,05 mil Teus). No acumulado do ano, o terminal apresentou recuo de 2% nas operações.

Em termos de escalas, o Complexo registrou 96 atracações, contra 104 no mês anterior, decorrente do fechamento da barra por oito dias. Dessas escalas foram 39 no APM Terminal Itajaí, 50 no Portonave, cinco no terminal Braskarne, um no Polyterminais e um no Teporti.

Já para outubro a perspectiva não é das melhores. Com as enchentes ocorridas no início do mês e o consequente aumento na correnteza do Rio Itajaí-Açu, o porto ficou sem operar por vários dias na primeira quinzena de outubro, o que tende a impactar drasticamente nas operações.

Somente entre os dias oito e 15, a Gerência de Programação registrou 24 cancelamentos de escalas, enquanto nove navios aguardavam na boca da barra para atracar na quinta-feira, 15, por volta das 13 horas, quando o Complexo Portuário do Itajaí retomou operações.

Quanto ao acumulado do ano, Itajaí registrou 838 escalas, ante 805 escalas em igual período do ano passado, com um discreto crescimento, de 4%. "Fica sempre evidenciado o maior crescimento da carga, comparativamente ao número de navios, indicando o maior volume transportado por embarcação.

Isso nos leva a uma reflexão de que no momento torna-se fundamental trabalharmos em prol de novos investimentos em ampliação de retroáreas, acessos aos terminais e melhoria na produtividade como um todo, bem como na adequação dos acessos aquaviários para navios de maior porte e calado", afirmou Robert Grantham, diretor Comercial do Porto.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5591

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Suape terá térmica a óleo combustível

Grupo Bertin vai investir R$ 2 bilhões na usina, que deverá operar em 2013



O governo de Pernambuco e a Star Energy Participaçãoes - braço de energia do Grupo Bertin - assinaram nesta terça-feira (13) protocolo de intenções no Palácio do Campo das Princesas para a construção de uma termelétrica e de um terminal de granéis líquidos no Complexo de Suape.

O investimento está estimado em R$ 2 bilhões e a estimativa é iniciar a operação em janeiro de 2013.
Apesar da geração de 500 empregos diretos, 2 mil indiretos e outros 4 mil na construção, o empreendimento é considerado controverso, porque aposta numa matriz energética poluente, em desalinho com a onda verde das energias renováveis.

Os executivos defendem que se a termelétrica fosse movida a gás natural não teria viabilidade econômica e o Estado não teria condições de fornecer o gás natural necessário à operação da usina.

"Para gerar 1.000 MW (megawatts) seriam necessários 4 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia e não existe essa disponibilidade no Estado", defendeu o diretor de implantação do empreendimento, José Faustino Cândido.

O executivo também destacou que existe espaço para todas as matrizes energéticas e que o projeto atende a todas as exigências nacionais e internacionais na questão ambiental.

Com a assinatura do protocolo e a liberação do terreno, a empresa poderá solicitar as licenças ambientais e os financiamentos bancários. A térmica terá capacidade para gerar 1.452 MW, volume suficiente para atender a todo o Grande Recife.

Fundado há mais de 30 anos na cidade de Lins, interior do Estado de São Paulo, o Grupo Bertin iniciou suas atividades no segmento de agroindústria. A partir de 2003, expandiu suas operações para os setores de infraestrutura e em 2006 para energia.



Volkswagen pode operar em Suape



A Volkswagen poderá ser a próxima montadora a ter uma operação de veículos no Complexo Industrial Portuário de Suape. Executivos da empresa estiveram sobrevoando a área há cerca de quatro meses e demonstraram interesse. Caso as negociações avancem, a operação deverá ser semelhante à mantida atualmente pela General Motors. O pátio é público e operado por uma empresa contratada por Suape. No caso da GM, a Tegma.

O vice-presidente de Suape, Frederico Amâncio, não confirmou nem desmentiu a informação. Segundo ele, o complexo está aberto a qualquer empresa que tenha interesse nesse tipo de operação. “Pode ser a Volkswagen, a Ford, qualquer uma. Ou nenhuma”, despistou. Ele lembra que a Fiat já anunciou que pretende ter um centro logístico e uma central de distribuição em Suape, mesmo tendo optado por instalar seu complexo fabril em Goiana, na Mata Norte.

A Volkswagen mira Suape desde 2008, quando em abril daquele ano um diretor da empresa esteve no Recife e anunciou que a montadora alemã estava estudando a instalação de uma central de distribuição em Pernambuco, para atender ao Norte/Nordeste. Na época, o empreendimento estava orçado em R$ 12 milhões.

Frederico Amâncio afirma que Suape está estruturando um grande pátio de veículos, na retroárea do Cais 4. O local deverá ser cercado, pavimentado e alfandegado, uma vez que as operações envolvem importação e exportação de veículos. “Nesse pátio poderemos operar com veículos de várias montadoras e talvez nem precisemos fazer licitação, pois a Tegma já tem contrato conosco”, disse.
O CD da GM, o único em operação atualmente em Suape, foi inaugurado em maio de 2010.

O pátio, de 37 mil metros quadrados, tem capacidade para movimentar até 25 mil unidades por ano. Daqui, a GM distribui seus veículos para 49 concessionárias em 14 estados do Norte e Nordeste.
Por enquanto, a operação da GM envolve apenas os veículos importados de Rosário (Argentina).

Ainda este ano, devem começar a chegar os modelos Captiva, do México, e o Ômega, produzido na Austrália. Também há expectativa de importação do Malibu (Estados Unidos) e do Camaro (Canadá).

A operação da central da GM envolve atividades como atracação dos navios, inspeção, transferência dos carros do navio para o pátio, armazenamento, preparação dos veículos e carregamento, que é o embarque nas carretas. Esse trabalho envolve a mão de obra direta de 45 pessoas e mais cerca de 200 empregos indiretos a cada desembarque.

Suape possui hoje 140 empresas implantadas e em implantação. São pelo menos 60 mil pessoas trabalhando no local. O estado negocia com outras 24 companhias, entre fabricantes de pás eólicas, fábricas de pneus, empresas do ramo alimentício. São projetos da ordem de R$ 10 bilhões, com potencial de gerar 8.860 empregos.

Fonte: http://modallbrasil.wordpress.com/2011/09/14/volkswagen-pode-operar-em-suape/

Exportação para países árabes bate recorde



As exportações do Brasil aos países árabes renderam US$ 1,824 bilhões em agosto, um aumento de 51% sobre o mesmo mês do ano passado, de acordo com informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O valor é recorde mensal.

Entre os principais produtos embarcados para a região houve aumento nas vendas de açúcar, minérios, carne de frango, milho, máquinas e equipamentos, produtos químicos inorgânicos, café e bovinos vivos. As exportações de óleos vegetais permaneceram praticamente estáveis e as de carne bovina recuaram.

“As exportações de minério de ferro surpreenderam positivamente, pois mostram que a indústria [local] continua trabalhando, apesar dos problemas na região”, disse o CEO da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Michel Alaby. “Isso significa que eles (os árabes) estão produzindo aço, investindo em construção e na indústria de transformação”, acrescentou.

A demanda do setor de construção pode ser vista também nos números das vendas de máquinas e equipamentos. Itens como niveladoras, escavadeiras e outros do gênero responderam por boa parte das exportações desse capítulo no mês.

O minério brasileiro atendeu ainda à demanda do Porto de Sohar, em Omã, onde a mineradora Vale tem uma usina de pelotização e um terminal marítimo.Leia mais

Fonte: http://modallbrasil.wordpress.com/2011/09/14/exportacao-para-paises-arabes-bate-recorde/

Complexo portuário de Itajaí tem um prejuízo de R$ 18 milhões

Navios e rebocadores esperam em alto mar para entrar no complexo portuário, parado há sete dias


ITAJAÍ – O Complexo Portuário do Rio Itajaí-Açu completa hoje uma semana sem receber navios. As manobras estão suspensas desde a última quarta-feira em função do escoamento da água que inundou boa parte do Vale do Itajaí e que causa uma forte correnteza.

Até agora, o prejuízo estimado é de R$ 18 milhões para toda a cadeia portuária. A superintendência do Complexo calcula que 12 mil contêineres já deixaram de ser carregados durante a paralisação. Até ontem não havia previsão para a retomada da operação.

As perdas refletem nas empresas de transporte, logística, despachantes e nos próprios terminais. O presidente do Sindicato das Agências de Navegação Marítima de Santa Catarina, Eclésio da Silva, diz que a situação é mais complicada para os armadores que trabalham com afretamento, ou seja, locação de navios.

O custo de cada embarcação, mesmo parada, varia de 25 a 30 mil dólares ao dia. Em uma semana de paralisação, os armadores gastam mais de 200 mil dólares (R$ 340 mil). Até a tarde de ontem, 18 navios e rebocadores de plataforma esperavam em alto mar para entrar no complexo portuário.
– É um dinheiro que o armador perde. Não tem condições de recuperar esse investimento adiantando a viagem, por exemplo – diz Silva.

De acordo com o presidente do Sindicato das Empresas de Veículos de Carga de Itajaí, Rogério Benvenutti, a suspensão de manobras do porto afeta diretamente as importações.

 Os exportadores têm a opção de transferir as cargas para outros portos, se não quiserem atrasar os embarques.– Se o navio precisa descarregar na região aí não adianta, tem que esperar. É uma quebra de corrente – explica.

Ontem à tarde, Daniel Poffo, gerente da praticagem, órgão responsável pelas manobras, disse que a situação ainda não é propícia para as manobras, já que a correnteza continua acima do indicado para operações. Além disso, há aumento no volume de vazão em Blumenau e Rio do Sul.– Ainda não podemos falar na reabertura do canal de acesso. Por enquanto, não há previsão para que isso aconteça.

Enquanto os navios não chegam, os terminais trabalham despachando as cargas que já haviam sido descarregadas. No terminal Portonave, em Navegantes, por exemplo, o período de paralisação está sendo usado para treinamento de funcionários e reuniões

Fonte: http://modallbrasil.wordpress.com/2011/09/14/complexo-portuario-de-itajai-tem-um-prejuizo-de-r-18-milhoes/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Suape terá termelétrica e terminal de granéis líquidos de R$ 2 bilhões



O Complexo Industrial Portuário de Suape ganhará uma termelétrica e um terminal de armazenagem de granéis líquidos da Star Energy Participações, do Grupo Bertin. O empreendimento contará com investimentos de R$ 2 bilhões e deve gerar 500 empregos diretos, além de 2 mil postos de trabalho indiretos e 4 mil durante no canteiro de obras, segundo cálculos do governo do estado.

O protocolo de intenções será assinado por dirigentes da empresa e pelo governador Eduardo Campos amanhã (13), às 16h, no Palácio do Campo das Princesas.

A unidade termelétrica será a terceira usina instalada em Suape e a maior do estado, com capacidade de gerar 1.452 MW (megawatts). O projeto do terminal de armazenagem utilizará óleo combustível, mas permitirá a movimentação de outros insumos, ampliando a capacidade de armazenagem do polo de granéis líquidos em Suape.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br

Custo de logística no país atinge 10,6% do PIB



parcela gasta pelo Brasil com logística em proporção do Produto Interno Bruto (PIB) supera a fatia destinada pelos Estados Unidos ao setor. Se em termos absolutos os americanos gastaram ano passado R$ 2,08 trilhões em logística e o Brasil "apenas" R$ 391 bilhões, o volume representou 10,6% do PIB brasileiro, enquanto nos EUA essa fatia foi de 7,7%. Os números constam de pesquisa divulgada ontem pelo Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos), que mostra ainda uma média de 8,5% da receita líquida gasta por empresa com o setor de logística no Brasil.

Para Maurício Lima, diretor de capacitação do Ilos e responsável pela pesquisa, divulgada ontem no 27º Fórum Internacional de Logística, o Brasil não investe o que deveria para diminuir os custos de logística das empresas.

"Para cada aumento de 1% do PIB, seriam necessários investimentos para garantir o aumento de 1% na capacidade de transporte", frisou Lima, acrescentando que o governo brasileiro deveria estar investindo cerca de R$ 70 bilhões, ou 2% do PIB, em logística por ano. "Hoje investimos cerca de R$ 15 bilhões na prática, mas sem qualidade", afirmou.

Lima ressaltou que "o que temos de logística retrata o Brasil da década de 1970". Durante as décadas de 1980 e 1990, o investimento público no setor somou cerca de 0,2% do PIB por ano.

O aumento médio de 4,4% do PIB nos últimos anos e o crescimento do setor de serviços permitiu redução dos custos de logística no país em relação ao PIB, o que, para o pesquisador, reflete um quadro comum. "Quando uma economia se desenvolve, o normal é o custo de logística diminuir". No entanto, para as empresas, o custo de logística em relação à receita líquida tem crescido. Em 2005, era de 7,4% em média. Hoje é de 8,5%.

A análise mostra que os gastos com transporte doméstico são os mais significativos, somando R$ 232 bilhões, o equivalente a 6,3% do PIB. Os gastos com transporte representam 54% dos custos médios das empresas com logística e 4,6% do valor de sua receita líquida. Muito atrás, os gastos com estoque e armazenagem ficam praticamente empatados, com 23% e 22% dos custos médios para as empresas, respectivamente.

Fonte: http://www.portosenavios.com.br

Nova regra da UE não atende ao Brasil na OMC



Em maio de 2010, o Brasil e a Índia ingressaram oficialmente com pedido de consultas no âmbito do Mecanismo de Solução de Controvérsias da Organização Mundial de Comércio (OMC) questionando a legalidade das apreensões de medicamentos genéricos em trânsito executadas em portos europeus.

Entre 2008 e 2009, ao menos 18 carregamentos de medicamentos de origem indiana e chinesa em rota para países da América Latina, África e Oceania foram interceptados e, em alguns casos, destruídos por autoridades aduaneiras de países europeus. Os carregamentos continham medicamentos utilizados para o tratamento de HIV/AIDS, esquizofrenia, Alzheimer, colesterol, hipertensão, entre outros.

O caso da apreensão em dezembro de 2008 de 570 kg de Losartan Potassium, princípio ativo utilizado para a produção de medicamentos anti-hipertensivos, motivou o Brasil a recorrer à OMC. O fármaco havia sido produzido legalmente na Índia e estava a caminho do Brasil. Apesar de não ser protegido por patente em ambos os países, a carga foi confiscada na Holanda, país onde a transnacional Merck Sharp & Dohme (MSD), em conjunto com a Du Pont, detém sua patente.

Os oficiais de aduana executaram a detenção da carga com base na aplicação do Regulamento CE 1383/2003 da União Europeia (UE) - relativo a medidas de fronteira contra bens suspeitos de infração de certos Direitos de Propriedade Intelectual (DPIs).

O embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo, comentou a decisão de ingressar com pedido de consulta na OMC contra a UE e a Holanda declarando que "O Regulamento (CE 1383/2003) em si é ilegal". O então ministro de Comércio da Índia, Anand Sharma, declarou que "as ações tomadas não foram somente Trips-plus, mas 'Trips-ilegais".

A produção de genéricos tem sido atacada de diversas formas, sendo as apreensões as que trazem mais prejuízos. Leia mais

Fonte: http://www.portosenavios.com.br/

Suape bate recorde de cargas em Agosto



Esses números representam, respectivamente, um crescimento de 32,1% e 46,7%, em relação a agosto do ano passado, e confirmam a vocação de Suape para hub port, consolidando-o como um dos grandes portos do Brasil.

No acumulado do ano, os dados já indicam um considerável aumento no comparativo com 2010, quando o porto movimentou mais de nove milhões de toneladas. De janeiro a agosto, já passaram por Suape 6.795.579 toneladas de cargas, 21% a mais que o mesmo período do ano anterior. A movimentação de contêineres também cresceu, chegando a uma evolução de 35%.

O Porto de Suape já começa a sentir o impacto das novas linhas de longo curso Ásia-Suape, que entraram em operação em agosto. “Pela primeira vez na história do Porto a movimentação do mês ultrapassa um milhão de toneladas, um recorde que não só ratifica Suape como um importante porto distribuidor de cargas, como reforça todas as expectativas de fecharmos o ano com mais de 10 milhões de toneladas de movimentação”, comemora o vice-presidente de Suape, Frederico Amancio.

As operações de cabotagem também continuam crescendo de maneira acelerada. No comparativo com2010, a evolução foi de 32%, nos primeiros oito meses do ano. Nos próximos anos estes números deverão crescer ainda mais. Com o início da operação de grandes empreendimentos estruturadores, como a Refinaria Abreu e Lima, a expectativa é que Suape movimente mais de 30 milhões de toneladas em 2013.

Fonte: http://modallbrasil.wordpress.com/2011/09/13/suape-bate-recorde-de-cargas-em-agosto/

Operações não têm previsão para volta em Itajaí

Atividades dependem de nível do Rio Itajaí-Açu


As operações no Porto de Itajaí, que estão suspensas desde quinta-feira passada, não têm previsão para retomada, segundo informações do próprio Porto. As atividades foram interrompidas devido ao fechamento da barra em decorrência da forte correnteza do Rio Itajaí-Açu. O terminal encontra-se instalado à foz do rio homônimo, que é responsável pelo escoamento da água das enchentes que estão atingindo a região do Vale do Itajaí.

De acordo com a Autoridade Portuária de Itajaí e a APM Terminals Itajaí já foi possível constatar, após redução nos volumes de águas do Rio Itajaí-Açu, um recalque no berço 01, construído pela APMT e que entrou em operações no segundo semestre de 2009. As informações são de que a empresa concessionária do berço e a Superintendência do Porto darão início imediato a um minucioso estudo para avaliar os danos causados.

O Porto também informou que os berços de atracação do Porto Público, APMT, Portonave e demais terminais privativos instalados estão em plenas condições operacionais, podendo iniciar suas operações assim que a atividade de navegação for liberada no rio Itajaí-Açu, após estudo de batimetria que o porto pretende realizar nesta semana.

Segundo a Autoridade Portuári, os prejuízos da suspensão das operações não foram quantificados e a maioria das embarcações, destinadas a atracar em Itajaí, estão aguardando a melhora das condições climáticas para seguir com as operações.

Fonte: http://www.guiamaritimo.com.br/nota.php?id=5571

domingo, 11 de setembro de 2011

Pernambuco Petroleum Business




A segunda edição do evento Pernambuco Petroleum Business será a oportunidade de conhecer melhor o mercado de uma das regiões que mais crescem no País, seus principais atrativos e oportunidades de negócios na indústria de petróleo, gás, offshore e naval.

O evento acontecerá entre os dias 18 a 20 de Outubro de 2011, no Enotel Resort & SPA Porto de Galinhas - PE. Será apresentado o promissor cenário econômico nacional ligado ao setor, destacando os diferenciais competitivos do Estado e do Complexo Industrial Portuário de Suape Global, com sua localização estratégica, excelente infraestrutura logística e projetos em desenvolvimento.

A novidade nesta edição é a exposição paralela, que terá a participação de cerca de 40 empresas.

Brasil e Venezuela fecham acordo para construção da Refinaria Abreu e Lima




Nesta sexta-feira (09), o presidente da Venezuela Hugo Chávez comemorou por telefone com a presidente Dilma Rousseff o acordo fechado entre a estatal venezuelana PDVSA e a Petrobras para a construção da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo de Suape. O acordo foi fechado no último dia 20 de Agosto e agora a estatal venezuelana deve entrar com recursos no empreendimento. O prazo para o depósito é dia 30 de Novembro.

Até agora, 35% das obras foram executadas apenas com recursos da Petrobras. A previsão é de que a refinaria comece a funcionar em 2013 e que refine 65 mil barris de petróleo por dia. Metade da produção será destinada à Venezuela.

De acordo com Rodrigo Baena, porta-voz da Presidência da República, o presidente venezuelano Hugo Chávez disse que a participação da estatal venezuelana na refinaria vai aumentar a integração energética entre os dois países.

Até agora, apenas a Petrobras havia entrado com recursos na construção da Rnest. A estatal brasileira fez um empréstimo de R$ 10 bilhões no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e havia dado um prazo até Agosto para que a PDVSA entrasse com a sua parte nos custos da obra. Procurada pela reportagem, a Petrobras declarou que não vai comentar o assunto.