sábado, 25 de dezembro de 2010

Centro de memória da cultura nordestina será construído no Recife

O equipamento cultural que vai funcionar no Armazém 10, no Porto de Recife, e será o primeiro museu nacional hi-tech e de alto porte em Pernambuco

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Cultura, Juca Ferreira  vão assinar na próxima terça-feira (28), no Recife, a ordem de início das obras do centro cultural Cais do Sertão Luiz Gonzaga. O projeto é resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura com o Governo Estadual e o Porto de Recife.

Os investimentos são da ordem de R$ 26 milhões. O equipamento cultural que vai funcionar no Armazém 10, no Porto de Recife, será o primeiro museu nacional hi-tech e de alto porte em Pernambuco. A partir do uso de tecnologia de ponta e interativa com os visitantes, o centro cultural vai destacar a importância do nordestino para a cultura e o imaginário brasileiro.



O nome do espaço será Cais do Sertão Luiz Gonzaga, em homenagem ao Rei do Baião.


Fonte:http://pe360graus.globo.com/

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL



O Portuária PE deseja a todos os amigos, leitores, colaboradores, incentivadores, portuários ou não, um Feliz Natal, com muita saúde, paz, amor e realizações nos anos que irão de vir.

Gostariam  que soubessem que sem vocês o Portuária PE não teria sentido algum, e que de nada adiantaria o meu esforço em estar sempre atualizando e postando informações  e de nada  valeria o meu propósito de compartilhar tudo aquilo que encontro nos meios de informação que alguma forma não seja de nosso interesse em comum.

Fiquem com Deus

Acrisio Lucena raboni

Nordeste e Sul atraem projetos de galpões logísticos

O mapa dos condomínios industriais passa por uma rápida transformação no Brasil. O fortalecimento de novos mercados consumidores e de pontos de escoamento da produção estão levando os galpões logísticos e de armazenagem para fora do eixo óbvio.

Nos últimos três anos, houve uma explosão da oferta nos arredores de São Paulo - principalmente no entorno das rodovias Anhanguera, Castelo Branco e Bandeirantes. Agora, empresas e investidores começam a migrar para outras regiões, especialmente Nordeste e Sul.

O aumento do consumo gerado pela elevação da renda estimulou o segmento. Os galpões logísticos servem como apoio para indústrias dos mais variados setores e entraram na mira dos investidores nos últimos três anos.

Até porque o parque instalado no Brasil ainda é simples e obsoleto, com pé direito baixo e com menos de seis metros (hoje não se fala em menos de 12 metros), para um único usuário e sem as especificações exigidas pelas empresas e investidores.

O primeiro lugar procurado para alojar os armazéns multiuso, claro, foi também o que concentra a maior demanda: o eixo das principais rodovias paulistas.

Mas o elevado preço das terras e a presença de vários concorrentes nesse entorno - e o concomitante desenvolvimento de outras regiões do país - inicia um movimento de expansão importante. Na nova fronteira de desenvolvimento, as áreas portuárias de destacam e a intermodalidade, que privilegia a integração entre estradas, ferrovias e os portos, ganha importância cada vez maior.

Estudo encomendado pelo Valorà Herzog, empresa especializada em imóveis industriais, mostra que 71% do estoque existente está no Sudeste. De um total de 4,48 milhões de metros quadrados disponíveis no Brasil, 3,1 milhões de metros quadrados prontos estão no Sudeste, que deve receber mais 1,1 milhão de m2no próximo ano.

O maior e mais ousado projeto do Brasil nesse segmento, com 15 milhões de m2, fica ao lado do porto de Suape. Leia mais

Fonte: http://portosenavios.com.br/

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Primeira embarcação oceanográfica importada da Noruega chega ao Brasil


Será realizado nesta terça-feira (21), no Espaço Cultural da Marinha do RJ, o coquetel de lançamento do Navio GSO Marechal Rondon. Em um investimento de R$ 30 milhões, a Geodata Serviços Offshore, empresa atuante no mercado de serviços ambientais e oceanográficos ligados à exploração de petróleo offshore adquiriu três embarcações oceanográficas vindas da Noruega.
A primeira é a GSO Marechal Rondon, que estará aberta para visitação hoje.
 A Geodata é controlada pela Georadar Levantamentos Geofísicos, empresa de geosserviços que atua nos segmentos de óleo e gás, de mineração e de monitoramento, diagnóstico e remediação ambiental.
  
Quando os três navios estiverem em pleno funcionamento, a meta de faturamento da empresa é de R$ 200 milhões ao ano. Tanto o GSO Marechal Rondon, quanto os outros navios encomendados, chegarão ao Brasil inteiramente aptos à operação, com equipamentos, tripulantes e equipe técnica embarcada.
 Toda a equipe de trabalho passou por treinamentos especiais de operação dos equipamentos instalados.
 As embarcações estão capacitadas para coleta de solo para estudos geoquímicos, inspeção de dutos e equipamentos e também foram adaptadas para receberem ROVs (remotely operated vehicle).
São embarcações de pesquisa que poderão fazer coleta de materiais e serviços como medições oceanográficas por satélite, imagens de fundo oceânico e amostragem e análise com Piston-core e Box-core, entre outros. .
 As pesquisas acontecerão em todos os campos já conhecidos e os novos da costa do Brasil. Eventualmente poderão ser feitos estudos marinhos não voltados para o petróleo.

Transpetro anuncia nova licitação de navios

RIO – A Transpetro informou ontem o cancelamento da licitação de oito navios destinados ao transporte de produtos de derivados de petróleo, que seriam construídos no Brasil, dentro da segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef).

A empresa abrirá, até o fim deste mês, uma nova licitação para a contratação dos navios.
Cinco deles, com capacidade para 30 mil toneladas de porte bruto cada um, seriam construídos pelo estaleiro Rio Nave (RJ), que havia firmado contrato com a subsidiária da Petrobras.
 
Os outros três chegaram a ser negociados com o Estaleiro Mauá, mas não houve acordo quanto aos preços e o contrato não foi assinado. Com o cancelamento das licitações, os oito navios serão agora licitados em dois lotes.
 
Este mês, o Rio Nave e a Transpetro concordaram em cancelar o contrato de cinco navios de produtos de 30 mil toneladas porque o estaleiro não apresentou, no prazo determinado, a documentação necessária para que a construção dos navios pudesse começar.
 
Essa documentação – garantias de condições técnicas, financeiras e operacionais – é que, segundo nota da empresa, daria eficácia ao contrato, ou seja, condições para que as obras fossem iniciadas.
 
 Já a licitação para a construção de três navios de produtos de 45 mil toneladas havia sido cancelada em novembro. O Estaleiro Mauá, que disputava este lote com três navios, tem um outro contrato com a Transpetro, em plena eficácia, para a construção de quatro navios de produtos, com capacidade para 48 mil toneladas de porte bruto, cada.
 
Dois destes navios, o Celso Furtado e o Sérgio Buarque de Holanda, já foram lançados ao mar este ano.
 
Os outros dois estaleiros fluminenses com contratos em eficácia são o Eisa, que está construindo quatro petroleiros Panamax com capacidade para 73 mil toneladas de porte bruto, e o Superpesa, contratado para fabricar três navios de transporte de bunker (combustível para navios).
 
Dos 49 navios que compõem o Promef (23 na fase I e 26 na fase II), 41 já foram contratados com investimento de R$ 9,6 bilhões. Destes, 11 navios estão sendo construídos no Estado do Rio e outros 30 em Pernambuco pelos estaleiros Atlântico Sul e Promar.

Fonte: Jornal do Commercio

Portos brasileiros discutem ações para cumprir Política Nacional de Resíduos Sólidos


Os administradores dos portos brasileiros, coordenados pela Secretaria de Portos (SEP) da Presidência da República, precisam correr para adequar os processos portuários à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 3 de agosto pelo presidente Lula.

Reaproveitar resíduos das operações portuárias, capacitar profissionais e desocupar áreas de risco estão entre as ações mais urgentes que necessitam serem colocadas em prática.

De acordo com o diretor do Departamento de Revitalização e Modernização Portuária da SEP, Antonio Maurício Ferreira Netto, a nova política federal não permitirá a saída de resíduos dos portos nacionais para áreas urbanas.

Realizado na última semana, em Brasília, o 1° Seminário de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Efluentes nos Portos Organizados Brasileiros reuniu estudiosos de diversas universidades federais para captar recursos técnicos e viabilizar um programa de adequação ambiental dos portos.

Considerando a precariedade da formação profissional e das estruturas de meio ambiente nos portos brasileiros, o evento foi fundamental para estabelecer métodos de execução de acordo com o Programa de Conformidade Gerencial de Resíduos Sólidos e Efluentes dos Portos, que será coordenado cientificamente pelo Instituto Virtual Internacional de Mudanças Globais (Ivig), órgão ligado à Coppe/UFRJ. Leia mais

Fonte: http://www.portogente.com.br

ANTT recebe propostas para mudanças no modelo ferroviário


Há um ano, o diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernardo Figueiredo, admitia ao PortoGente que a malha ferroviária do Brasil era problemática. Agora, a Agência presidida por ele dá os primeiros passos para alterar a regulamentação do setor ferroviário e virar esse jogo.

Na última sexta-feira (17), o órgão regulador passou a receber propostas sobre o tema para trazer mais concorrência às ferrovias brasileiras e potencializar o uso da malha atual de 28 mil quilômetros, confirmando um desejo divulgado em maio.

A ANTT abriu três consultas públicas e espera encerrá-las até janeiro. Na primeira, a discussão gira em torno da possibilidade do cliente de ferrovia ter sua composição (locomotiva e vagões) para fazer o transporte da sua carga, pagando apenas pelo direito de passagem na linha da concessionária.

Outra medida para organizar o setor ferroviário é a regulamentação do direito de passagem e tráfego mútuo. As concessionárias só permitem que outra composição de trens passe pela sua linha caso não seja possível fazê-lo por tráfego mútuo.


Por fim, a terceira e última proposta da agência refere-se aos procedimentos para pactuação das metas de produção e segurança por trecho para as concessionárias. As ferrovias passam a ter que declarar o volume de carga transportada por trecho, tornando as concessionárias mais agressivas nas suas metas de produção.

Dos 28 mil quilômetros existentes, apenas 10 mil são utilizados para o transporte de cargas. O governo quer aumentar em 50% a participação do modal ferroviário no transporte de cargas no País, conforme explicou Bernardo Figueiredo. “Não custa lembrar que as regras atuais permitem a devolução da concessão, caso seja reconhecida incapacidade de operar os trechos.

Ou a empresa coloca essas linhas em condições de trafegabilidade, ou devolve as linhas para o governo”.

Fonte: http://www.portogente.com.br/

Moura Dubeux cria empresa para tocar projeto de 15 milhões de metro quadrados

De São Paulo - A Moura Dubeux, empresa que atua há 27 anos no Nordeste, está desenvolvendo o projeto mais ambicioso da área de logística do Brasil. O que inicialmente seria apenas uma divisão da empresa, que coordenaria um empreendimento, ganhou status de nova empresa, a ConeS.A.

Tudo nasceu quando a empresa começou a comprar terras no entorno do Porto de Suape. "Decidimos aproveitar todas as oportunidades de negócios da região Nordeste e percebemos que tinha uma nova opção de negócios na área de logística e infraestrutura", afirma Marcos Roberto Dubeux, responsável pela nova empresa. "Suape é o ponto médio do Nordeste e, num raio de 800 quilômetros, encontra-se 90% do PIB nordestino", diz.

Compraram um terreno de cerca de 15 milhões de metros quadrados, contíguos à área portuária, às margens da BR 101, com ramal ferroviário, localizado entre os municípios de Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho. Criaram o empreendimento Cone Suape, o primeiro da Cone.

O investimento total é de R$ 1,4 bilhão, sendo que 80% serão aplicados até 2016. A Cone Suape terá como sócio o Fundo de Infra-estrutura (FI-FGTS), gerido pela Caixa Econômica Federal, que fará aporte de R$ 500 milhões no desenvolvimento da infraestrutura local. Leia mais

Fonte: http://portosenavios.com.br/

Nordeste e Sul atraem projetos de galpões logísticos

O mapa dos condomínios industriais passa por uma rápida transformação no Brasil. O fortalecimento de novos mercados consumidores e de pontos de escoamento da produção estão levando os galpões logísticos e de armazenagem para fora do eixo óbvio.

Nos últimos três anos, houve uma explosão da oferta nos arredores de São Paulo - principalmente no entorno das rodovias Anhanguera, Castelo Branco e Bandeirantes. Agora, empresas e investidores começam a migrar para outras regiões, especialmente Nordeste e Sul.

O aumento do consumo gerado pela elevação da renda estimulou o segmento. Os galpões logísticos servem como apoio para indústrias dos mais variados setores e entraram na mira dos investidores nos últimos três anos.

Até porque o parque instalado no Brasil ainda é simples e obsoleto, com pé direito baixo e com menos de seis metros (hoje não se fala em menos de 12 metros), para um único usuário e sem as especificações exigidas pelas empresas e investidores.

O primeiro lugar procurado para alojar os armazéns multiuso, claro, foi também o que concentra a maior demanda: o eixo das principais rodovias paulistas. Mas o elevado preço das terras e a presença de vários concorrentes nesse entorno - e o concomitante desenvolvimento de outras regiões do país - inicia um movimento de expansão importante.

Na nova fronteira de desenvolvimento, as áreas portuárias de destacam e a intermodalidade, que privilegia a integração entre estradas, ferrovias e os portos, ganha importância cada vez maior. Leia mais

Fonte:  http://portosenavios.com.br/

Comitiva brasileira na China


Osmari de Castilho Ribas e Renê Duarte, diretores-superintendentes administrativo e operacional da Portonave S/A – Terminais Portuários de Navegantes, integram a comitiva da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), em uma visita técnica a portos e empresas do ramo nas cidades chinesas de Xangai e Hong Kong.

 O convite para a viagem, que iniciou no dia 13 e vai até o dia 18 de dezembro, confirma a aproximação e o bom relacionamento do Terminal Portuário com a Agência reguladora.

A Portonave é referência na logística do País, sendo um dos Terminais brasileiros que possui os equipamentos mais modernos que estão no mercado e que apresentou excelentes números de movimentação em 2010, sendo uma das principais portas de entrada de mercadorias do país.

Acompanhada do diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho, a comitiva vai conhecer o modelo dos portos chineses, verificar suas instalações, integrações multimodais e forma como eles operam, observando detalhes da infraestrutura portuária do país.

 Estre os portos visitados estão o Shanghai Yangshan Deep Water Terminal - o segundo maior porto do mundo que, em 2008, movimentou 28 milhões de TEUs - e o porto de Hong Kong, o segundo maior da China.

Fonte: http://www.revistaportuaria.com.br/

domingo, 19 de dezembro de 2010

Ponte em obra da transnordestina desaba, mata 2 e fere 12

A Odebrecht lamenta informar que um acidente ocorrido na manhã deste sábado, 18/12, nas obras da Ferrovia Transnordestina, no trecho localizado na cidade de Paulistana (PI), provocou duas vítimas fatais e feriu um operário que está internado em um hospital de Petrolina, em condições estáveis.

Outros 12 trabalhadores ficaram levemente feridos, receberam atendimento médico e já foram liberados. No momento, o esforço está concentrado em dar todo apoio necessário às vítimas e seus familiares. A Aliança TransnordestinaOdebrecht formara uma comissao para apurar as causas do acidente e vai apoiar o trabalho da policia técnica.

O Municipal de Paulistana informou que morreu no acidente o operário Cícero João da Rocha, de 44 anos, que foi soterrado durante o desabamento.

A enfermeira Genilda Amorim, do Hospital Municipal de Paulistana, disse que mais de 10 trabalhadores foram atendidos com ferimentos graves e leves.

“Há informações de que mais operários estão soterrados. O hospital está preparado para fazer os atendimentos”, falou Genilda Amorim.

Segunda ela, um operário sofreu perfuração no tórax, abdômen e foi transferida para o Hospital Regional de Picos, em estado grave.

Segundo Luis Coelho, os operários caíram de uma altura de 40 metros quando faziam a concretagem da estrutura da ponte sobre o rio Canindé.

“Eles estavam fazendo o preenchimento com concreto e os ferros despencaram de uma altura de 40 metros”, disse Luis Coelho.

Ele falou que a Prefeitura de Paulistana disponibilizou ambulância para o socorro às vítimas. Luis Coelho disse que os operários foram socorridos a tempo.

"O desabamento foi um acidente de trabalho. Lamentamos o ocorrido, mas tanto a Prefeitura como a empresa Odebrecht estão prestando todo o socorro necessário às vítimas”.

Luiz Coelho declarou que não foi a ponte que desabou, mas uma parte da estrutura de aço que liga a ferrovia.

As obras da ferrovia Transnordestina em Paulistana tiveram início há um ano e meio e mais 1.500 operários trabalham na obra.

A Ferrovia Transnordestina terá 527 quilômetros e está orçada em R$ 5,4 bilhões. A ferrovia liga o município de Elizeu Martins, na região dos Cerrados no Piauí, ao Porto de Suape, em Recife (PE), ao Porto de Pecém, na região Metropolitana de Fortaleza (CE), cruzando praticamente todo o território dos Estados de Pernambuco, Ceará e Piauí.

O local do acidente fica a 40 quilômetros do centro de Paulistana e a maioria dos operários feridos é de Alagoas.

Apesar das melhoras nos portos, as filas persistem

O Brasil vive uma situação de dualidade em relação aos portos: houve avanços nos últimos anos, mas continuam as filas e as esperas de navios. É como se o país tivesse percorrido apenas metade do caminho. Para os empresários do setor, é preciso dar um salto: investir em infraestrutura, sobretudo nos acessos rodoviários e ferroviários, e criar novos terminais, além de expandir a capacidade existente.  
 
Também é necessário reduzir a burocracia, com a ajuda da tecnologia da informação (TI), aumentar a produtividade e cortar custos. A melhoria dos portos também passa por um melhor planejamento. A ideia é fazer com que o escoamento das cargas, a partir das zonas produtoras, seja sincronizado com a chegada dos navios aos portos, evitando longas filas no mar e em terra.  
 
Todos esses temas são importantes para empresas, em especial as que operam no comércio exterior. Com tantos gargalos, as oportunidades de investimento no setor são enormes, tanto para expandir como para criar novos terminais portuários.  
 
Os recursos financeiros estão disponíveis no país e lá fora, pois é grande o interesse dos capitais estrangeiros, incluindo os asiáticos, em investir no Brasil. A tendência é de maior competição no setor portuário brasileiro, com possibilidades de operações de fusão e aquisição.  
 
"O aumento da concorrência é uma das maneiras mais eficientes de reduzir custos, e isso também se aplica aos serviços logísticos", diz Lauri Ojala, professor de logística da faculdade de economia de Turku, na Finlândia. Um ambiente regulatório mais previsível também ajuda. Leia mais
 

Porque Severino não enfrenta a Transpetro?

Gente! O atual Presidente do Sindimar, aliás, o eterno presidente do Sindmar porque, na prática não há, e nunca haverá eleição, tanto  é que ninguém se inscreve, porque não consegue se inscrever  para disputá-la porque, os impedimentos transformados em normas perpétuas pelo moço que pousa de Armador, transformam a tentativa de qualquer vapozeiro, seja Comandante, Chefe de Máquinas, Oficial de Náutica ou de Máquinas em tentativas infrutíferas e inexeqüíveis.

Se você pensa que o Presidente do Sindmar  está satisfeito, engana-se; ele quer mais, muito mais, sua ambição é desmedida. Seu sonho maior é ser Conselheiro da Transpetro, e como funcionário do quadro que o é; ele pode chegar a este patamar, agora, sabem quanto ganha um Conselheiro da Transpetro? Há não sabem não!

Digo já, com muito prazer. Na prática é a bagatela de R$ 130.000,00 (Cento e Trinta Mil Reais por mês), é isso mesmo, cento e trinta mil reais por mês. Considerando este vôo projetado  e alicerçado a cada ano, vocês acham que o “Severo”, só no nome, vai querer “bater de frente” com a Transpetro? Ou vai querer litigar com sua empresa em defesa dos interesses de nossa categoria?

Ora, claro que não, claro que jamais. A maioria dos diretores do Sindmar são da Transpetro, logo, vamos esperar o que dessa gente . Amigos, tolos são os que ainda se quedam a lábia do atual Sindmar. Só quem o defende são seus Delegados, afinal, o que podem estas criaturas, limitadas, fazerem por nossa classe, já que ocupam cargos de confiança do Presidente? Leia mais

Fonte:http://www.blogmercante.com/

Assinados primeiros contratos de afretamentos do programa EBN2

A Petrobras assinou na última sexta-feira (17/12), em Niterói (RJ), com a empresa Delima, contratos para afretamento dos dois primeiros navios da segunda fase do Programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN2).

Esses dois navios, de 18.000 toneladas de porte bruto (TPB), para transporte de produtos escuros de petróleo, deverão ser entregues até dezembro de 2017 e gerar cerca de 400 empregos diretos durante as obras. Outros 100 marítimos deverão trabalhar na operação da embarcação.

A assinatura foi realizada durante visita do diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, do gerente executivo de Logística do Abastecimento, Eduardo Autran, e equipe da Gerência de Transporte Marítimo ao estaleiro Renave/Enave, onde está sendo construído um dos três navios para transporte de bunker (combustível para navios), de 2.500 toneladas de porte bruto (TPB), contratados no ano passado, na primeira fase do Programa EBN1.

A previsão de entrega deste navio que está em obras é dezembro de 2014, mas o diretor geral do estaleiro Renave/Enave, Paulo Fernandes Rebelo, estima antecipação para o primeiro semestre de 2012.

Os outros dois navios deverão ser entregues até dezembro de 2013. Rebelo destacou que essas contratações levaram o estaleiro a um salto de qualidade, devido aos investimentos aplicados em adequações para atender aos contratos.

“Fiquei surpreso positivamente, pois não esperava encontrar as obras em estado tão adiantado”, disse o diretor Paulo Roberto após a visita.

Já o diretor da Delima, José Rebelo III, destacou a importância da parceria com a Petrobras. “Nossa empresa está se expandindo graças aos contratos com a Petrobras”, disse. “Ao todo, são nove contratos já celebrados entre as duas empresas.”

Programa EBN
Parte integrante de um conjunto de iniciativas da Petrobras para estimular a construção naval no Brasil, o Programa Empresas Brasileiras de Navegação (EBN) tem como objetivo reduzir a dependência do mercado externo de fretes marítimos e gerar empregos, tendo como referência parâmetros internacionais de custo e qualidade.

O programa trata da construção de navios por Empresas Brasileiras de Navegação, em estaleiros estabelecidos no País.

De acordo com o diretor Paulo Roberto Costa, essa iniciativa veio restaurar a Indústria Brasileira de Navegação, gerando desenvolvimento, conhecimentos e riqueza para o Brasil.

Caminhões da Hyundai em Suape

Diretor da empresa no Brasil anuncia que veículos podem ser fabricados no estado

Pernambuco está na agulha para receber mais uma montadora. Desta vez de caminhões médios. Isso porque o diretor presidente da Hyundai Caoa do Brasil, Carlos Alberto de Oliveira Andrade, sobrevoou ontem o Complexo Portuário de Suape para fazer o reconhecimento final daquilo que deverá ser o novo investimento do industrial paraibano no Brasil.

Carlos Alberto, que é dono da fábrica da Hyundai em Anápolis, em Goiás, que produz o Tucson e o caminhão HR, também é importador dos carros da marca coreana no país.

Sabe-se que a planta fabril destinada ao Complexo de Suape teria opção de investimento de uma marca chinesa.

No entanto, ele guarda a sete chaves o segredo das negociações que poderão focar os caminhões médios da Hyundai batizados de HD65 e HD78, apresentados durante a Fenatran de 2009, em São Paulo. Na época, Caoa estava confirmando a montagem dos caminhões no Mercosul.

Uma das condições para que o investimento fosse conquistado pelo governo de Pernambuco, no Complexo de Suape, era o anúncio oficial da Fiatcomo a primeira montadora de automóveis no estado. O industrial tem agenda de audiência pré-marcada em Pernambuco até o próximo dia 30.

Fonte: http://www.dpnet.com.br/

Transnordestina emprega 11 mil pessoas

Os contratos para execução dos lotes 2 a 11 do projeto foram assinados no Ceará durante visita de Lula

Missão Velha - Onze mil pessoas já trabalham nas obras da Ferrovia Transnordestina, número que deverá subir para 18 mil com o início de mais um trecho, o maior deles, que liga Missão Velha, no Ceará, ao Porto do Pecém. Serão 527 quilômetros de trilhos.

Os contratos para execução dos lotes 2 a 11 do projeto foram assinados ontem com as construtoras Odebrecht, Andrade Gutierrez e Galvão Engenharia, durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a esse município. A Transnordestina está orçada em R$ 5,4 bilhões e é um dos maiores projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Antes de participar da cerimônia no centro de Missão Velha, Lula conferiu de perto as obras de implantação da superestrutura (colocação do lastro de brita, dos dormentes e dos trilhos) no trecho que vai até Salgueiro, em Pernambuco. Esse ramal tem 95,42 quilômetros de extensão, sendo 13,80 quilômetros em solo pernambucano, mas apenas 15 quilômetros estão com a superestrutura pronta.

O presidente fez esse percurso em aproximadamente 25 minutos num antigo vagão de passageiros, conhecido como litorina, puxado por uma locomotiva remanescente da antiga Malha Nordeste. Ele viajou do túnel construído sob a rodovia CE-293 até o marco zero da ferrovia.

Já no centro de Missão Velha, Lula discursou em um palco armado em frente à antiga estação ferroviária, hoje Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Foi nesse local que, em junho de 2006, o presidente assinou a primeira ordem de serviço da Transnordestina, dando início às obras desse ambicioso projeto.

Mais de quatro anos depois, ao invés de inaugurar pelo menos um dos trechos como inicialmente previsto, Lula presencia a assinatura de mais contratos. A promessa agora é 2012.

´A arte de governar é a arte de planejar e assumir compromissos definindo prioridades. Jamais me passou pela cabeça tirar alguma coisa do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina, de São Paulo, do Paraná, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais.

Agora, não era justo que o Nordeste continuasse sendo tratado como se fosse a escória deste país`, disse o presidente, argumentando que a região nunca foi prioridade para seus antecessores.

A própria Transnordestina era considerada uma obra impossível de se realizar. Foi iniciada nos anos 1980 e paralisada na década seguinte com apenas 10 quilômetros concluídos.

 Até que o governo federal mobilizou uma intrincada engenharia financeira, envolvendo recursos próprios via Valec, do Finor e de empréstimos junto à Sudene, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ao Banco do Nordeste, além de uma participação financeira do empreendedor privado, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), controladora da Transnordestina Logística S.A.

´Lula fez, para essa ferrovia sair do papel, mais de 40 reuniões. E cobrava de todos os órgãos e dele mesmo, sempre com o mapa na mesa`, afirmou o presidente da Transnordestina Logística, Tufi Daher Filho. O executivo, dizendo-se ´inconformado com os obstáculos` e reconhecendo que Lula estava na verdade visitando uma obra incompleta, garantiu que a ferrovia seria concluída.

Fonte: http://www.jconline.com.br/